Reconhecimento de marca: saiba por que investir nisso!

Independentemente do tamanho e da área de atuação do seu negócio, é necessário prezar pelo reconhecimento de marca. Ter ações de comunicação e marketing direcionados para essa finalidade é tão importante quanto para vender.

Reconhecimento é uma forma de fazer com que seu público identifique sua logomarca e tenha bons sentimentos sobre sua marca, simplesmente ao olhar. Além disso, com ele, seu negócio passa a ter autoridade e se destacar sobre a concorrência.

Outro benefício é que seu consumidor passa a compreender e se identificar com o conceito e a filosofia do seu negócio. Logo, passa a ser um cliente mais acessível.

Mas, se você ainda não entendeu por que e como fazer da sua marca reconhecida, continue lendo este artigo e siga todas as dicas que daremos para isso.

As vantagens do reconhecimento de marca

Para saber por que é importante trazer o reconhecimento de marca para o seu negócio, veja de forma simplificada quais são as vantagens diretas.

Diferenciação da concorrência

Imagine que seu produto está em um ponto de venda e o seu público sempre entre neste local procurando, com o olhar, pela sua logo, em meio a várias outras similares. Essa é uma das vantagens de ter o reconhecimento de marca: o destaque da concorrência.

As demais marcas acabam sendo conhecidas como outro tipo do seu produto, como aconteceu com Gilette, Cotonete, Bombril e tantas outras. Os consumidores não procuram por lâmina de barbear, hastes flexíveis ou palhas de aço.

Aumento da credibilidade

A partir do momento em que os consumidores reconhecem sua marca, haverá mais facilidade para lançar novas linhas de produto. Isso porque os clientes confiarão na sua comunicação, qualidade de produção e integridade.

Também será mais fácil evitar e administrar crises porque pessoas que se identificam com a sua marca, geralmente, tendem a defendê-la pelas redes sociais ou por outros meios em que ocorre alguma discussão sobre o assunto.

Conquista de fidelidade dos clientes

O reconhecimento de marca faz com que, sempre que seu cliente for comprar seu produto, escolha pela sua marca. Isso é fidelização. A retenção também será mais facilitada.

Se você oferece um serviço que deve ser pago recorrentemente pelos seus clientes, o reconhecimento da marca ajuda a evitar as solicitações de cancelamento.

Recomendação de clientes

Em consequência disso, a recomendação de seu produto será mais recorrente. A indicação para os amigos e os elogios espontâneos ao produto contaminam as pessoas que ainda não o conhecem. Isso faz com que mais clientes sejam atraídos.

Todas essas vantagens consagram a sua marca, garantem a autoridade no mercado e as vendas sempre em crescimento.

6 formas de alcançar o reconhecimento da marca

Como estamos falando de reconhecimento de marca, é preciso entender que é necessário que a sua marca esteja onde os clientes a procuram. Com as mudanças de comportamento que ocorreram com a acessibilidade da internet, precisamos considerar que grande parte das ações são voltadas para esse meio. Além de mais abrangente, oferece alternativas de alcance mais baratas do que os meios tradicionais de marketing.

O processo de estabelecer o reconhecimento de marca é lento e precisa ser alcançado aos poucos. Não é como os anúncios em uma mídia paga que, ao ser lançados, oferecem resultados instantâneos. Por isso, procure seguir as dicas que daremos, para estar no caminho certo para a sua marca.

1. Manutenção de branding

O branding é todo o conceito da marca, como se comunica e quais são as causas que defende, como se contextualiza perante a sociedade e sua comunidade, além do valor agregado ao produto.

Para acertar nisso, você precisará conhecer bem o seu público, suas necessidades, seus interesses e tudo aquilo que estiver ao encontro dos ideais desse grupo de pessoas. Essa é parte fundamental.

2. Criação do padrão visual e comunicacional

Tenha uma logomarca que converse com a sua filosofia e aplique os conceitos visuais (cores, formatos e efeitos) em todas as suas postagens em blog e mídias sociais. Também estabeleça uma linguagem padrão a ser usada em qualquer comunicação: postagens, respostas aos seguidores e fãs, aos e-mails, em ações publicitárias, entre outros.

3. Definição de canais

Assim como padronizar a comunicação, é necessário definir em quais canais serão concentrados os esforços de divulgação, publicação de conteúdo e relacionamento. Nesse caso, assim como os que já citamos, é preciso conhecer o comportamento e os hábitos do seu público alvo. Somente assim, será possível chegar à conclusão de qual desses canais será o mais efetivo.

4. Conhecimento do público-alvo

Já citamos nos outros tópicos, mas é preciso abrir um específico para detalharmos esse assunto. Você não pode deixar de conhecer seu público a fundo. Faça uma boa definição e desenvolva estratégias para alcançar as dores do cliente em cada uma das ações. Caso contrário, corre-se o risco de não obter nenhum resultado para todo o esforço.

5. Produção de conteúdo de qualidade

Produzir conteúdos para um blog e para as redes sociais é uma tarefa que serve para atrair clientes mas, também, para educar o seu mercado. Essa é uma ação que faz parte das estratégias de marketing digital que, além de trazer autoridade para a sua marca, contribui para a manutenção do branding.

No entanto, é preciso fazer com qualidade e sanar dúvidas, ensinar seus clientes a usarem, suas funcionalidades, o processo de compra e tudo que estiver relacionado.

6. Criação de um vínculo emocional

Defina a forma como deve se comunicar com os seus clientes, não somente pelo meio e pela linguagem a ser utilizada. Mas identifique qual informação é relevante para ele e como evidenciar isso. Procure sempre a forma mais atrativa para divulgar seus diferenciais da concorrência.

Podemos concluir que desenvolver o reconhecimento de marca é essencial para construir uma rede sólida de clientes e ter um desenvolvimento sustentável na empresa. Todas as ações devem ser realizadas por qualquer negócio, de todos os segmentos ou tamanhos. Basta ter conhecimento de público, de produto e administrar boas estratégias. Esse resultado pode ser seu, basta alinhar toda a equipe a essa nova visão.

Uma boa ideia para obter êxito nessa missão é contar com o auxílio de uma agência especializada e com expertise para ajudar você a alcançar o objetivo. Se você está indeciso quanto a isso, leia o nosso artigo, onde explicamos por que contratar uma agência digital para tomar conta da estratégia, e analise se sua empresa precisa dar esse passo.

Qual a importância de uma estratégia de mídia paga para uma PME?

 

O investimento em uma estratégia de mídia paga está sendo muito utilizada pelas pequenas e médias empresas (PME) que buscam alavancar os seus negócios na web. É uma maneira eficiente para explorar melhor o seu nicho de mercado, otimizar os atendimentos do seu time comercial e também realizar ótimas oportunidades de vendas.

Quer saber qual é a importância de uma estratégia de mídia paga e também compreender mais sobre o assunto? Então não deixe de conferir o nosso post, temos a certeza de que você vai adorar. Confira!

A mídia de performance (ou mídia paga)

A mídia de performance (ou mídias pagas) visam a aquisição de novos leads que, consequentemente, podem se tornar clientes em potencial. Por isso, se o seu alcance orgânico não está sendo satisfatório é hora de investir na mídia paga. Somente assim é possível alcançar os resultados de suas estratégias de forma rápida e eficaz.

As pequenas e médias empresas precisam levar em consideração que também precisam de investimentos financeiros em anúncios pagos — isso não é uma estratégia exclusiva de grandes empresas. Com isso há a possibilidade de se destacar da concorrência e aumentar o reconhecimento e visibilidade de sua marca.

A sua empresa conquista resultados rápidos

O marketing de conteúdo possibilita criar material rico para atrair e reter o seu público. Mas, as buscas orgânicas (não pagas) costumam demorar a mostrar resultados satisfatórios. Por isso, investindo em mídia paga é possível obter resultados mais rápidos: algumas horas depois do seu anúncio ser publicado, você consegue ver os seus indicadores crescendo.

As mídias pagas possuem relatórios mais completos que ajudam a mensurar os resultados das campanhas e norteiam para as próximas: você observa se ela trouxe os resultados significativos. Caso contrário, é possível melhorá-las para impulsionar em uma próxima oportunidade.

Você monitora o investimento

As campanhas de mídia paga são baseadas em um rápido retorno sobre o investimento. Por isso é preciso dar atenção para os Key Performance Indicator ou indicadores-chave de desempenho (KPIs) mais adequados.

Somente assim é possível analisar os resultados alcançados com relação ao seu investimento. Confira as principais métricas de análise:

  • CAQ: custo de aquisição por meio do estudo do cliente na base de dados. Tempo de vida na sua base e potencial recompra;

  • frequência de acesso: tempo de permanência em seu site;

  • CTR: número de cliques recebidos dividido pela quantidade de vezes que ele apareceu;

  • CPC: custo por clique;

  • taxa de conversão: vendas confirmadas e cadastros preenchidos;

  • ROI: retorno sobre o investimento;

  • CPA: custo por aquisição;

  • CPM: custo por mil impressões (visualizações).

Você escolhe o melhor formato para a sua campanha

Outra grande vantagem de investir em uma estratégia de mídia paga é que há a possibilidade de você escolher o melhor formato de acordo com os objetivos de sua campanha:

Links patrocinados

Os links patrocinados são aqueles que você procura por uma palavra-chave nos mecanismos de busca do Google e a sua empresa aparece com uma posição de destaque. É feito por meio do Google Adwords.

Social Ads

O social Ads é um formato de anúncio muito semelhante com o Google Adwords, com a diferença de que isso é feito nas mídias sociais ao invés dos mecanismos de busca:

  • Facebook;

  • Instagram;

  • YouTube;

  • Waze;

  • LinkedIn;

  • Twitter.

Native Ads

Esse recurso ainda não é tão popular no Brasil, mas consiste em recomendar que usuários que estão fazendo a leitura de uma determinada notícia, entrem no seu blog/site para consumir mais conteúdo e conhecer a sua marca. O mais interessante é que ela entrega os seus anúncios de uma maneira que não atrapalhe a experiência do usuário no site atual.

Você promove o brand awareness

O brand awareness ou notoriedade da marca é uma importante ferramenta para que os seus clientes vejam a sua empresa como líder de mercado. Eles enxergam a sua marca de uma maneira mais reconhecida e notável, fato que promove uma grande diferença no mercado.

Com as estratégias de mídia paga é possível fazer com que as pessoas identifiquem a sua organização como a principal fonte de pesquisa para a solução de seus problemas. Assim a sua empresa é lembrada pelos seus consumidores por estar sempre em primeiro lugar nos mecanismos de busca e por promover conteúdos de qualidade.

Dessa maneira você aumenta o alcance de sua marca possibilitando grandes chances de aumentar a sua taxa de conversão.

Confira algumas dicas para construir uma estratégia

Agora que você compreendeu a importância das empresas investirem em mídia paga, confira algumas dicas para construir uma boa campanha:

Analise o perfil do cliente

Para fazer com que o seu cliente encontre a sua empresa, analise o seu perfil: faça uma boa segmentação do seu público. Assim você prevê:

  • quais canais ele utiliza para se comunicar;

  • redes sociais em que está presente;

  • tipos de conteúdo que costuma consumir.

Defina o objetivo da sua campanha

Quando falamos em mídia paga, de nada adianta investir em uma campanha sem definir os seus objetivos. Eles são o principal responsável pelo sucesso (ou não) do seu anúncio.

Saiba em qual estágio o seu cliente está dentro do funil

Para criar conteúdo de mais qualidade e identificar os campos que você pode explorar, é necessário compreender em qual estágio de compra o seu cliente está (topo, meio ou fundo). Assim, é possível focar no fluxo correto.

Capriche no marketing de conteúdo

Para que as suas campanhas tenham sucesso, é imprescindível que a sua empresa tenha um blog atualizado e participe das redes sociais em que o seu público está presente. Por isso, caprichar no marketing de conteúdo para nutrir os leads nessas plataformas é essencial.

Utilizar uma estratégia de mídia paga é uma excelente sacada das PME para alcançar o sucesso a curto prazo, aumentar o tráfego e sair na frente da concorrência. Assim, é possível utilizar o marketing digital para promover o seu negócio.

Com este post você conferiu a importância de uma estratégia de mídia paga para as pequenas e médias empresas. Você achou o nosso conteúdo válido? Então aproveite para assinar a nossa newsletter e ficar por dentro das principais inovações no marketing!

Conheça as vantagens do geomarketing para negócios locais

Tornar as estratégias mais eficientes, com uma melhor relação entre retorno e investimento, é um objetivo de qualquer gestor ou dono de empresa. Hoje existem muitos canais de marketing para explorar, mas é preciso ter um plano estruturado para que isso dê certo. Uma dessas estratégias é o geomarketing!

Neste conteúdo, vamos falar sobre a utilização dos dados geográficos do público para tornar mais interessantes suas ações de marketing. Acompanhe e veja como melhorar os seus resultados!

O que é o geomarketing?

O geomarketing consiste em todas as estratégias de marketing que utilizam dados de localização dos usuários. Isso se tornou mais presente nos planos de ação das empresas a partir do aumento de acessos por dispositivos móveis e pela ampliação da cobertura de internet.

Essa tática parte dos rastros digitais que deixamos ao usar nossos smartphones, por exemplo. Visitamos um local e marcamos nas redes sociais. Tiramos uma foto e descrevemos o lugar. Criamos marcações nos estabelecimentos que frequentamos, como restaurantes, academias e outras empresas.

Assim, as organizações enxergaram o grande potencial em usar essas informações no plano estratégico de vendas. Ou seja, aplicando o geomarketing!

Como essa estratégia funciona?

Imagine que você deseja criar um anúncio do seu negócio nas redes sociais. No momento de criação, a plataforma solicitará a segmentação do seu público, ou seja, quais são as características das pessoas que receberão o seu anúncio. Nesse momento, você deverá segmentar esse público a partir do preenchimento da sua localização e de quais são as regiões em que eles se concentram.

Esse é um exemplo de como o geomarketing é utilizado. Se a sua empresa trabalha como um negócio local, como uma pizzaria ou uma lavanderia, seu público é restringido a quem frequente a região, talvez a cidade e vizinhança, certo?

Logo, não faz sentido marcar todo o país na segmentação do público. Isso seria um desperdício grande de dinheiro! É por isso que o geomarketing funciona a partir dos dados geográficos que você usa para moldar a sua estratégia.

Uma outra alternativa interessante é segmentar o público para criar campanhas distintas. Por exemplo, ao enviar um e-mail para seus leads, você pode identificar quais são as regiões em que eles estão distribuídos. Com isso, você poderá usar esses dados no corpo do e-mail, tornando aquela mensagem mais personalizada, direcionando melhor sua campanha e atraindo mais a atenção do usuário.

Quais são as vantagens do geomarketing?

O geomarketing oferece diversas outras vantagens além da segmentação geográfica. Confira algumas delas:

Segmentação estratégica

A segmentação do seu público é fundamental em qualquer estratégia de marketing, mas principalmente no marketing digital. Os exemplos citados anteriormente, da pizzaria e da lavanderia, ilustra isso muito bem. Não seria benéfico criar o anúncio para todo o Brasil, por exemplo, porque você atingiria pessoas de outros estados, a centenas de quilômetros do seu estabelecimento físico.

Com o geomarketing é possível criar uma segmentação estratégica, gerando melhores retornos e tornando, também, a experiência do cliente mais agradável.

Monitoramento de conteúdo publicado no local

Uma boa ideia para usar o geomarketing é com a finalidade de entender o comportamento cultural do seu público, separando-o por regiões. Se a sua empresa fornece soluções para todo o Brasil, será que o público do sudeste reage igual ao público do nordeste às suas abordagens? Será que não seria interessante mudar a forma de escrever em alguns casos específicos? Essa análise pode trazer resultados interessantes.

Google Meu Negócio

O Google My Business, ou Google Meu Negócio, é uma excelente ferramenta para as empresas atraírem público no maior buscador do mundo. Ao se cadastrar, você preenche as informações mais relevantes da sua empresa, como a localização, horário de atendimento e fotos. Em seguida, você passa a ter a empresa marcada no mapa do Google.

Quando um de seus clientes visitarem o estabelecimento, ele pode deixar uma opinião usando a área de avaliação, dando uma nota e deixando um comentário. Isso ajuda bastante a influenciar novos compradores sobre seu estabelecimento.

Outro ponto interessante é que se a sua empresa estiver cadastrada e um usuário que está próximo fizer uma busca no Google, ele pode ser direcionado até o local. Isso aumenta o conhecimento da marca e pode gerar mais vendas.

Maior engajamento dos clientes

Se você utilizar bem o geomarketing, poderá atrair potenciais clientes mais propensos ao fechamento dos negócios. Isso, além de gerar um aumento no faturamento, também movimenta o nome da marca.

Uma ótima estratégia de marketing é pedir para seus clientes compartilharem a localização da empresa nas redes sociais. Assim, a rede de contatos de cada um terá uma visualização do seu negócio — sem contar que isso é uma indicação direta da pessoa que criou a postagem.

Essa ação não tem um investimento necessário e pode gerar resultados em longo prazo, uma vez que um único cliente pode desencadear uma série de compartilhamentos e visitas ao estabelecimento.

Análise de dados dos clientes locais

Por fim, o geomarketing, como já falamos, consiste em usar os dados de localização dos usuários em uma estratégia de vendas. Isso, por si só, já é uma grande vantagem, pois gera mais inteligência às ações.

Depois que você tiver um bom banco de dados e informações dos seus clientes e leads, pode analisar as oportunidades. Quem sabe você não identifica que uma determinada região do país concentra mais clientes da sua empresa e, portanto, esse local deve ser prioridade das ações de marketing?

Ou, então, quando você enxerga que um local tem poucos acessos, mesmo sendo um ambiente em potencial. Ou seja, uma região pouco explorada. A partir dessas análises, você deve traçar planos para buscar os resultados da melhor forma.

Portanto, como vimos ao longo deste conteúdo, o geomarketing é uma excelente estratégia. A localização do seu público pode ser uma informação que gere uma série de atividades na busca de maiores vendas.

Você pode entender melhor o público e direcionar seus investimentos para quem realmente tem interesse e condições de ser convertido em um cliente. Portanto, não deixe de usar o geomarketing na sua empresa!

Gostou do nosso conteúdo? Aproveite para conhecer 5 coisas que você precisa saber antes de enviar um e-mail marketing!

Entenda de uma vez por todas o que é otimização de conversão

Quem trabalha com marketing sabe da importância de as marcas estarem presentes em diversos canais para que o seu público-alvo as conheça e possam se tornar seus clientes. Por isso é preciso ter um bom site, que traga resultados positivos para a empresa, mas para isso é importante que se saiba sobre otimização de conversão.

Você já ouviu falar nesse conceito? Por que será que a otimização de conversão é tão importante para uma empresa? E quais são as melhores ações e os principais erros cometidos ao desenvolver esse tipo de estratégia? Tudo isso será discutido nos tópicos a seguir. Acompanhe e fique bem informado sobre o assunto.

O que é a otimização de conversão (CRO)?

A otimização de conversão de sites também é conhecida pela sigla em inglês CRO, que significa Conversion Rate Optimization. Trata-se de uma estratégia de marketing digital, cujo objetivo é aumentar os índices de conversão de um site.

A ideia, portanto, é de que o site da empresa que pratica o CRO consiga gerar mais leads ou, no caso dos e-commerces, fechar mais vendas dos produtos colocados no carrinho.

Cabe ressaltar aqui a importância de que esse tipo de estratégia seja baseada em métricas sustentadas, como o número de vendas feitas no site, a quantidade de pessoas que se cadastraram para assinar a newsletter ou baixar e-book por meio de uma landing page etc.

Por que a CRO é importante e como ela se aplica ao crescimento da empresa?

A importância da otimização de conversão se justifica pelo fato de que as empresas poderão analisar cuidadosamente os resultados tipos com as suas ações de marketing digital.

Se uma ação de divulgação do site nas redes sociais não estiver apresentando o resultado esperado, por exemplo, é possível pesquisar e analisar o que foi feito errado ou o que pode ser melhorado para que o CRO atinja melhores resultados.

Dessa forma, a organização terá embasamento de dados e métricas para traçar estratégias, o que trará melhores resultados, que contribuirão significativamente para o crescimento da empresa.

Quais são as melhores táticas para otimizar as conversões em um site?

Existem três táticas básicas para otimizar as conversões de um site. Se você atentar para cada uma delas, temos a certeza de que conseguirá ter bons resultados no seu site. Siga conosco e confira mais informações sobre cada uma delas, a seguir.

Segmentação

Conhecer o público-alvo é muito importante para uma estratégia de marketing, seja nos meios tradicionais ou digitais, porém apenas isso não é mais suficiente. Hoje em dia também é preciso criar personas, ou seja, personagens semifictícios, que são desenvolvidos a partir de pesquisas com o seu público.

Uma única marca pode ter perfis de público muito nichados, ou seja, mais de uma persona. Para dialogar com cada um desses nichos, devem ser criadas estratégias próprias, utilizando até mesmo de canais distintos, mas principalmente com uma linguagem e abordagem própria.

Para que o seu site converta mais, portanto, é preciso que as suas divulgações sejam direcionadas para personas bem desenvolvidas.

Conteúdo

É uma premissa básica, desde os primeiros modelos comunicacionais desenvolvidos, que a comunicação é uma via de mão dupla. Isso quer dizer que para que uma parte tenha uma reação, é preciso que uma ação seja exercida sobre ela, gerando assim um diálogo entre as duas partes.

O marketing de conteúdo tem facilitado muito a possibilidade de que esse diálogo ocorra, pois as empresas podem criar materiais como textos, vídeos, áudios, infográficos, entre outros, com conteúdo que seja de interesse de seu público.

A ideia é que o seu site desenvolva conteúdos de qualidade e assim se destaque em buscas por termos genéricos em buscadores como o Google.

Design

O design é o terceiro pilar para o sucesso de uma estratégia para otimizar as conversões de um site, por meio da experiência do usuário. Para isso, é preciso adotar uma técnica que recebe a nomenclatura de User Experience ou Design UX.

Ao aplicar essa técnica, os designers e arquitetos da informação fazem uma série de estudos para que o site seja mais atrativo visualmente, bem como intuitivo e fácil de usar.

Isso evita que uma pessoa se interesse por um produto em um e-commerce, mas não faça a compra por achar o site difícil de usar, por exemplo.

Quais são os principais erros comuns na aplicação de CRO em um site?

É bastante comum que erros sejam cometidos ao aplicar técnicas de CRO. Listamos os principais deles para que você logo abaixo. Acompanhe!

Relevar estatísticas

Nem sempre uma pequena melhoria pode indicar o sucesso em uma ação de CRO. É preciso agir com critério e acompanhar os resultados continuamente, sem relevar as estatísticas de maneira exorbitante.

Copiar outros modelos

Nem sempre o que deu certo em outra empresa dará certo com a sua. Cada marca é única e tem particularidades próprias que podem sustentar o sucesso ou o fracasso de uma estratégia de otimização.

Se perder nos detalhes

Todas as suas estratégias precisam ser minuciosamente anotadas e desenvolvidas de acordo com aquilo que foi inicialmente planejado. Isso evita que você se perca nos detalhes e realize ações que possam atrapalhar os usuários, em vez de melhorar o acesso ao site.

Seguir ideias impostas

É preciso ter sempre em mente que hierarquia não significa autoridade. É de responsabilidade do profissional de marketing pesquisar o mercado e ações concretas e bem planejadas para mostrar aos seus superiores.

Assim, eles terão consciência de que meros palpites e achismos não geram resultados positivos, mas sim pesquisa e ações muito bem estruturadas e seguidas à risca, com foco nos três pilares anteriormente descritos: segmentação, conteúdo e design.

Conseguiu entender um pouco mais sobre otimização de conversão em sites? Como você pode perceber, são muitos os detalhes que devem ser levados em consideração. É por isso que contar com o auxílio de uma empresa especializada em marketing digital pode ser uma boa saída para você.

A ReachLocal é uma empresa criada especificadamente para ajudas as pequenas e médias empresas a fazer marketing digital com estratégia e foco em resultados. Entre em contato conosco e saiba mais.

Guia completo para uma nutrição de leads eficiente

A internet certamente transformou os hábitos de compra dos consumidores. Em todo o mundo, aquelas vendas empurradas por vendedores insistentes e intrusivos já não têm a mesma força. Agora, a compra consultiva tomou força. As empresas criam um caminho, chamado de jornada de compra, em que mantêm uma nutrição de leads para aproximá-los do momento de fechar os pedidos.

Devida a grande importância, a nutrição de leads deve ser muito bem planejada, executada e controlada para que os resultados sejam otimizados.

Por isso, criamos este conteúdo completo. É um guia que mostrará o que você deve fazer para que seus potenciais clientes percorram toda a jornada e sejam convertidos no final, tornando-se um verdadeiro fã da marca.

No conteúdo, abordaremos os seguintes tópicos:

  • o que é nutrição de leads;
  • por que é importante e quais seus benefícios;
  • quais os princípios básicos da nutrição de leads;
  • o que é qualificação de leads;
  • como qualificar os leads;
  • como posso criar um fluxo de nutrição de leads eficiente; e
  • como um sistema de marketing digital pode lhe ajudar.

E então, está preparado para começar? Boa leitura!

O que é nutrição de leads?

Antes de falarmos sobre o conceito da nutrição, precisamos entender o que representa um lead.

Lead é o potencial cliente da marca, aquele consumidor que se encaixa no perfil de cliente da empresa e que demonstrou o interesse em adquirir os produtos ou serviços da marca.

O caminho lógico começa como um mero desconhecido. Com estratégias de marketing de atração, como publicação nas redes sociais, esses desconhecidos são atraídos até o site, blog ou outro destino relevante. Então, ele começa a interagir com os materiais, como conteúdos ricos em informação.

Quando essa pessoa já está mais entrosada com a marca, ela cria uma estratégia para captar os dados de contato, tais como o nome e e-mail. Assim, a obtenção desses dados representa a conversão de visitante em lead.

Normalmente, as equipes de marketing pedem mais do que só o nome e e-mail. Elas buscam informações estratégicas para entender em que estágio da jornada estão aquelas pessoas, o quanto elas já conhecem sobre a solução oferecida e as informações que elas ainda precisam obter para chegarem até o momento da decisão de compra.

Com isso, os leads são agrupados e a nutrição começa. Eles recebem conteúdos relevantes, no momento certo, tirando todas as dúvidas pertinentes. Isso aproxima os potenciais clientes da marca, gera valor para a empresa e facilita a conversão em vendas.

Por que é importante e quais são seus benefícios?

A importância da nutrição de leads está justamente na mudança de comportamento dos consumidores.

Uma vez que a compra consultiva se tornou uma potência, os clientes utilizam diversos canais de comunicação, online ou offline, para tirar as dúvidas, conhecer as melhores soluções, comparar empresas, produtos e ofertas e, depois disso, entram em contato com um representante para fechar o pedido — ou fazem isso diretamente pela loja virtual.

Se uma empresa não se preocupa em criar esse caminho e manter uma boa nutrição, com conteúdos relevantes, ela perde espaço para seus concorrentes e não consegue atrair novos consumidores.

Por isso, os benefícios de uma boa nutrição de leads são os seguintes:

  • aumento direto nas vendas;
  • menor esforço necessário ao time de atendimento;
  • maior valor agregado à marca;
  • melhor utilização dos canais de comunicação;
  • custos de investimento menores do que outras técnicas de marketing;
  • aumento do tráfego orgânico;
  • maior fidelização dos clientes, gerando compras frequentes e recorrentes;
  • obtenção de leads mais qualificados etc.

Quais os princípios básicos da nutrição de leads?

Para criar a nutrição de leads a estratégia de Inbound Marketing deve ser bem conhecida. O Inbound é justamente a atração de novos clientes por meio de conteúdos, com compras consultivas.

Então, mostraremos os princípios básicos que devem ser seguidos para que os resultados sejam expressivos. Veja:

Criar boas estratégias de conversão em leads

Converter visitantes em leads é fundamental na estratégia de nutrição. Afinal, como enviar conteúdos relevantes se você não tiver os dados de contato das pessoas? Então, uma das ferramentas utilizadas para gerar essa conversão de visitantes em leads é a landing page.

Landing page é uma página de conversão. Cria-se uma página para que o alvo preencha campos estratégicos, com perguntas feitas pela equipe de marketing. Como incentivo, normalmente é oferecido algo em troca, como o acesso a um e-book, download de um aplicativo, um conteúdo exclusivo ou até mesmo amostra grátis de um produto.

A elaboração de boas landing pages aumenta a geração de leads. É importante que você crie uma estratégia para direcionar o tráfego no site para essas páginas.

Estruturar o fluxo de nutrição

Uma vez que os leads estão sendo captados nas páginas de conversão, é hora de começar a nutrição. Para isso, você deve montar um planejamento estratégico, definindo as etapas, conteúdos que serão direcionados, os métodos de nutrição, a frequência etc.

Alguns softwares são específicos para manter esse fluxo de nutrição de leads. Com eles você pode programar todo o processo, automatizando as etapas, aumentando a eficiência, incluindo indicadores e, com isso, conquistando os benefícios anteriormente listados.

Enviar conteúdos relevantes

A base da nutrição é aumentar o conhecimento dos potenciais clientes, fazendo com que eles tenham uma maior experiência sobre as soluções ofertadas e, assim, tendo maior confiança para a conclusão da compra. Para isso, você não deve enviar qualquer conteúdo, ele tem que ser altamente relevante para a pessoa.

Para criar esses materiais, é importante que você pense, primeiramente, no seu público-alvo, ou melhor, na sua persona.

Persona é a personificação do seu cliente ideal, aquele que possui as melhores características para a sua marca. Para encontrar esse perfil é necessária fazer uma pesquisa bem fundamentada com o seu público-alvo, analisando as características, necessidades, expectativas, medos, dores, objetivos e limitações.

Com os conteúdos criados e o planejamento de envio, você já pode colocar o fluxo de nutrição de leads em ação!

Acompanhar os indicadores de desempenho

O intuito de nutrir os leads é fazer com que eles tenham um caminho lógico a seguir até a compra. Então, você deve mapear e controlar os efeitos para saber se realmente está atingindo os resultados da forma esperada. Para isso, deve contar com os indicadores de desempenho, ou KPI (Key Performance Indicators).

Uma ideia simples de usar o KPI é na landing page. Você pode monitorar quantas pessoas acessaram a página e quantas concluíram o cadastro. Para isso, basta calcular a taxa de conversão, dividindo o número de leads pelo número de visitantes.

Outro indicador importante é o próprio fluxo no site ou blog. Com o envio dos conteúdos o público se envolve mais com a marca e busca mais informações e isso pode levá-los até os domínios da marca.

O que é qualificação de leads?

Como o objetivo da nutrição é aumentar o conhecimento do lead sobre o que envolve a empresa, você deve conhecer os estágios que são criados até que a meta seja alcançada. Basicamente, podemos dividir esses momentos em quatro etapas: descoberta, problema, consideração e decisão.

A descoberta é o momento inicial. Provavelmente a pessoa que um dia pode ser o seu cliente ainda nem procura por uma solução. Sua empresa deve buscar técnicas de marketing digital para gerar essa atração. É preciso saber como anunciar no Google, como estar presente nas redes sociais, a programação de e-mail marketing, as técnicas de SEO para a busca orgânica e muitas outras ações de divulgação.

Então, quando essa pessoa é atingida, ela entra no radar da empresa. Para exemplificar esse processo e ficar mais claro, vamos criar uma situação hipotética. Imagine que você esteja insatisfeito com o seu condicionamento físico. Atualmente não pratica nenhum exercício físico e também não mantém boas práticas alimentares. Uma academia de ginástica pode se aproveitar disso.

Essa academia começa a criar campanhas nas redes sociais e nos buscadores, como o Google, publicando um conteúdo com o seguinte título: “Insatisfeito com o seu preparo físico? Conheça 5 exercícios simples para fazer agora!”. Esse é o ponto de partida para transformar um mero desconhecido em visitante. É a fase de descoberta, em que essa pessoa clicará no link e será direcionado a um conteúdo do blog dentro do site.

O conteúdo em questão aborda o tema de forma generalista, sem entrar em termos técnicos e sem falar da empresa que o publicou. Ele mostra que o sedentarismo pode levar uma pessoa a ter sérias doenças, afetando o bem-estar e até mesmo a autoestima. O leitor acabou de se identificar com um desses problemas e começa a ficar mais interessado.

A empresa pode disponibilizar vários conteúdos com esse no blog para que o indivíduo aumente seu conhecimento e interesse. Então, ele vê um conteúdo especial, como um e-book, que pede os dados de contato e faz algumas perguntas estratégicas, como a cidade que mora, o gosto por esportes, entre outras questões que podem ser usadas para fomentar uma ação posterior.

Com esse potencial cliente agora convertido em lead, a nutrição se torna possível. Agora, podem ser enviados conteúdos direcionados pelo e-mail, a partir das respostas que ele deu no momento da conversão. Agora, os conteúdos enviados podem ser mais específicos. No nosso exemplo criado, podemos citar o título “Os 7 principais benefícios de fazer musculação”. Assim, esse lead entra na fase de consideração.

A consideração é o momento que o lead já está analisando as opções de mercado. Nesse caso, ele já sabe que precisa entrar em uma academia de ginástica para alcançar os benefícios mostrados. A questão agora é qual academia é mais indicada para ele.

É nesse momento que a empresa se coloca como a melhor opção! Essa é a fase de decisão. A empresa pode criar um conteúdo em forma de cases de sucesso, mostrando como o trabalho dela foi positivo com diferentes clientes e como ela pode mudar a vida desse novo lead.

Todo esse processo que descrevemos é a qualificação do lead. Cada vez que ele avança no caminho da nutrição ele se torna mais qualificado, com mais informações para fechar uma compra.

É claro que qualquer empresa deve investir em clientes durante toda as etapas da nutrição, mas até para isso é preciso planejar ações pensando que há leads mais ou menos qualificados. O melhor é buscar aqueles que já estão próximos da fase de decisão e que são compatíveis com o perfil de cliente ideal estabelecido pela empresa. 

Como qualificar os leads?

Antes de qualificar os leads é necessário entender em que fase eles estão. Para isso, além das questões presentes nas landing pages, você deve usar ferramentas de automação de marketing, criando uma sequência já conhecida de conteúdos a serem enviados a partir das respostas.

É importante que você utiliza uma ferramenta de automação para não sobrecarregar suas equipes com ações manuais. Com o recurso, os envios serão automáticos, mais dados serão captados e a otimização dos recursos poderá acontecer.

Essas ferramentas devem gerar relatórios práticos e, ao mesmo tempo, completos, mostrando indicadores de desempenho e o comportamento dos potenciais clientes.

Assim, você conseguirá manter a qualificação ativa, enviando os conteúdos certos para as pessoas certas, no momento adequado.

Como posso criar um fluxo de nutrição de leads eficiente?

Agora, entraremos na explicação de o que você deve fazer para realmente criar um fluxo de nutrição de leads eficiente. Acompanhe!

Entregue a mensagem certo no momento certo

Muitos gestores de marketing cometem um erro grave: eles até criam um conteúdo bom, relevante, mas eles entregam isso para toda a base de contatos, sem pensar se é o momento certo para que algumas dessas pessoas recebam o material.

Imagine que você criou um conteúdo para a fase de decisão. Você trabalha em uma empresa de software e colocou neste conteúdo uma linguagem mais técnica, explicando as funcionalidades e diferenciais do que oferece. O conteúdo é realmente relevante, mas para uma pessoa que está se decidindo à compra. Se você envia para alguém que ainda se encontra na fase de descoberta, pode acabar afastando esse potencial cliente.

De forma oposta, se você manda um conteúdo bem básico, com informações rasas e generalistas para alguém que já está procurando a melhor opção no mercado para atender sua necessidade, isso pode causar uma falta de credibilidade e afastar o lead da compra, direcionando-o diretamente para um de seus concorrentes.

Percebeu como o momento é importante para a estratégia de nutrição? Não é só o conteúdo em si que deve ser planejado, mas para quem ele deve ser enviado e em qual momento. 

Trabalhe a nutrição em vários canais de comunicação

Uma dica interessante para quem deseja criar uma boa estratégia de nutrição de leads é utilizar vários canais de comunicação, não somente o e-mail como é de costume.

As redes sociais, por exemplo, são ótimas ferramentas e elas podem ser usadas em qualquer momento da jornada. Os aplicativos de mensagens instantâneas também podem ser usados, criando um relacionamento mais próximo entre o público e a marca.

Ao criar um conteúdo e colocá-lo no blog não se esqueça de aplicar as técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para ranquear bem as páginas na busca orgânica. Dessa forma você consegue gerar um alto tráfego no site, sem ter que investir financeiramente para isso, além de transparecer maior credibilidade e seriedade no momento da procura.

Tenha muito cuidado com a frequência de envios

Qualquer que seja o método de envio dos conteúdos — e-mail, mensagens por aplicativos móveis, redes sociais ou qualquer outro —, a frequência da interação deve ser definida com cuidado.

Enviar mensagens demais pode incomodar o lead e vai contra o que o Inbound Marketing prega, que é a venda consultiva.

No entanto, uma grande ausência pode não impactar da forma desejada, fazendo com que o potencial cliente até se esqueça da empresa e acabe buscando uma outra opção no mercado.

O ideal é que você encontre um ponto de equilíbrio, mantendo uma frequência agradável. Cada empresa e público podem ter esse tempo diferente, então o mais indicado é testar.

Faça testes inclusive dos melhores horários e dias da semana para os envios, analisando as taxas de abertura e interação.

Sempre peça permissão para enviar as mensagens

É primordial que você sempre respeite a decisão dos leads de receber ou não as mensagens. Para isso, somente envie os conteúdos para quem deu essa autorização. Se isso não for respeitado, os materiais podem ser classificados como spam, ou lixo eletrônico, e, dessa forma, seus envios podem ser prejudicados e a imagem da marca também.

Além disso, sempre dê a opção ao seu lead de cancelar o recebimento a qualquer momento. O ideal é que essa mensagem seja colocada no final de cada e-mail ou mensagem.

Sempre monitore os resultados

Por fim, nunca se esqueça de monitorar os resultados para encontrar maneiras de otimizar o fluxo de nutrição de leads.

Além dos indicadores de desempenho que já mencionamos, peça feedback frequentemente dos seus clientes para saber como as estratégias estão performando.

Sua empresa deve sempre buscar oferecer ao público uma experiência agradável, construindo relacionamentos sólidos e duradouros.

Como um sistema de marketing digital pode ajudar?

Depois de todo conhecimento e informações que mostramos, você pode estar se perguntando como colocar isso em prática. Para isso, é preciso contar com um sistema integrado de marketing, o ReachEdge.

Esse sistema deve conter soluções pensadas em todas as etapas e necessidades. Por exemplo, podemos citar três importantes campos: alavancar a presença da empresa na internet; criação de anúncios online; e a gestão de leads e automação de marketing.

Presença na internet

Para manter uma boa presença na internet, contar com um design responsivo é fundamental. Afinal, a cada dia nós estamos utilizando os dispositivos móveis, como os celulares, para acessar a internet, navegar nas redes sociais, buscar informações e também para comprar produtos ou contratar serviços. Por isso, a nutrição de leads também deve ser pensada utilizando esses dispositivos.

Além disso, o sistema deve ser capaz de promover as boas técnicas de SEO nas páginas da empresa. Isso eleva o tráfego de pessoas e, consequentemente, mais leads podem ser gerados.

Anúncios online

As estratégias de mídia digital são ótimas para gerar resultados expressivos a curto prazo. Com eles você investe e tem um retorno rápido, seja com conversões, aumento do conhecimento da marca ou o que mais for relevante. Para isso é preciso ter um bom planejamento e conhecimento das melhores práticas, seja com anúncios no Google Adwords, redes sociais, campanhas de retargeting ou mesmo por e-mail remarketing.

Gestão de leads e automação de marketing

Por fim, o ReachEdge é capaz de gerir os leads e promover a automação de marketing. Nós vimos que os leads devem ser trabalhados no sentido de avançar na jornada de compra, enviando os conteúdos certos, no momento adequado. Porém, se isso for feito de modo individual, caso a caso, o trabalho gerado inviabiliza a estratégia.

Para isso, o sistema cria maneiras inteligentes de segmentar a base de dados. Todas as informações do contato serão disponibilizadas para que o gestor tenha o acesso rápido e eficiente.

Além disso, a empresa pode manter o contato frequente com seus leads, criando um relacionamento bem próximo. Isso é feito por meio do envio de e-mail marketing, de forma automática. É criado um fluxo de e-mails com os conteúdos mais relevantes, mantendo uma sequência correta e determinando a frequência dos envios.

Para monitorar tudo isso e buscar a otimização, são gerados relatórios práticos, mostrando quais dos canais estão gerando mais leads, rastreando ligações e e-mails. Além disso, toda interação dos usuários com a marca, seja pelo chat, formulários ou outras formas, são anexadas às informações daquele lead no banco de dados.

Portanto, vimos que a nutrição de leads é fundamental para as estratégias atuais de marketing. Ao investir no compartilhamento de informações e qualificação dos potenciais clientes, a marca consegue alcançar grandes benefícios e resultados realmente impactantes, gerando maiores vendas e lucratividade.

E então, gostou do nosso conteúdo sobre a nutrição de leads? Viu como isso pode ser interessante para a sua empresa? Agora, assine nossa newsletter para receber mais conteúdos como este!

Concorrentes diretos e indiretos: quem são eles?

O número crescente de opções no mercado tem tornado os consumidores cada vez mais exigentes. Com isso, empresas que apresentam propostas ultrapassadas e desalinhadas à demanda do mercado podem ficar para trás. Desse modo, estar atento aos concorrentes diretos e indiretos é imprescindível.

Além de contribuir para a expansão da atuação empresarial, aprender sobre a concorrência é uma forma de entender seu mercado, manter-se à frente das outras marcas e ainda prever as novidades do segmento.

Quer saber mais sobre como fazer uma boa análise dos seus concorrentes e melhorar a performance do seu negócio? Preparamos este post para informar você sobre o assunto. Então, continue a leitura e descubra!

Por que aprender sobre os concorrentes?

O senso comum faz com que os empreendedores de atuação mais discreta cometam um grave erro: subestimar a importância de analisar a concorrência. Trata-se de uma prática que traz um entendimento geral do mercado e conduz o negócio à ações preditivas, que ajudam a marca a se diferenciar no mercado.

Nesse contexto, é possível fazer uma leitura dos valores oferecidos pelas outras empresas, fator que contribui para a definição dos próprios valores. Além disso, é uma excelente maneira de aprender com os erros dos concorrentes e evitar falhas semelhantes.

Assim, a construção de estratégias de marketing mais inteligentes torna-se mais fácil e gera impacto na prospecção e no processo de vendas em sua totalidade, afinal, se você sabe quais são os deméritos dos produtos da concorrência, fica mais simples expor os méritos daquilo que você produz.

Como aprender sobre a concorrência?

Agora que você já compreendeu a importância da análise dos concorrentes, é hora de entender como aprender sobre eles. Comece por uma pesquisa que analisará as forças e as fraquezas das empresas que dominam seu mercado.

Pesquise palavras-chave e tendências com ferramentas como o Google Ads e o Google Trends, registre os resultados e use estatísticas de referência. As organizações e institutos de pesquisa podem fornecer informações importantes nessa etapa.

Lembre-se que é mais fácil analisar como um terceiro, ou seja, o estudo sobre os concorrentes, provavelmente, será mais preciso que a análise da sua própria marca. Além disso, fique atento às redes sociais, pois elas servem como um termômetro para os empreendimentos.

Como fazer uma pesquisa de mercado?

A insegurança de muitos empreendedores faz com que a administração seja centrada apenas na própria empresa, o que resulta na falta de conhecimento sobre o próprio mercado. Por isso, procure fazer pesquisas por meio de um processo de inteligência comercial.

Uma das práticas mais comuns para estudar a concorrência é o cliente oculto. A estratégia é feita a partir de uma análise do processo de vendas dos concorrentes por meio da interação com um funcionário da sua empresa, na posição de cliente. Além disso, participar de eventos do seu segmento pode trazer uma leitura privilegiada do seu mercado.

Lembre-se de acompanhar outras newsletters e o feedback dos clientes para ter acesso à informações importantes.

O que olhar em uma análise de concorrência?

Poucos administradores dão a devida importância às outras empresas que disputam seu mercado. Desse modo, as propostas ficam cada vez menos inovadoras, o que serve para reforçar a relevância de uma boa análise da concorrência.

Ao fazer comparações, procure avaliar as interações com o cliente e os discursos de vendas, além de verificar como o follow-up é feito. Muitas características do processo e da estratégia de marketing podem ser reveladas por meio desse estudo.

Outros pontos importantes a serem avaliados são: a fatia do mercado, os valores de comercialização dos produtos, a expansão do negócio, o histórico, a localização das lojas físicas e a existência de lojas virtuais.

O que é a análise SWOT?

SWOT é uma sigla em inglês para forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Trata-se de uma ferramenta para identificar e determinar o modo de atuação de uma empresa e sua colocação no mercado. É essencial que seja feita não só em relação à sua atuação, como também para verificar como atuam seus concorrentes.

Se concentre na criação de uma matriz que determine os fatores de ambiente interno — forças e fraquezas — e externo — oportunidades e ameaças. Tenha em mente que os fatores de ambiente interno são aqueles que os funcionários têm domínio e conseguem —  em certa medida —  prever.

Já os fatores de ambiente externo costumam ser os que despertam maior atenção, uma vez que tendem a se mostrar como mais imprevisíveis e incontroláveis.

Qual a diferença entre os concorrentes diretos e indiretos?

Em linhas gerais, a concorrência direta refere-se às empresas que compartilham os mesmos produtos e segmento de mercado, ou seja, são marcas que disputarão com seu negócio de maneira competitiva. Já os concorrentes diretos, são os que comercializam em segmentos similares e influenciam na escolha dos consumidores.

Desse modo, a persona e o público-alvo disputados são iguais e a proposta da outra empresa é um produto que pode substituir o seu — por mais que ele não seja do mesmo tipo. Esse entendimento pode trazer uma grande economia de tempo para o planejamento de marketing, fazendo com que sua equipe dedique energia a apenas aos concorrentes certos.

Como usar as análises para criar estratégias?

Não adianta fazer uma excelente análise da concorrência se nada de construtivo for feito com base nela. Muito tempo pode ser economizado ao determinar as estratégias de acordo com as lacunas deixadas pelas outras empresas que disputam seu mercado. A análise do SEO e do ranqueamento no Google das páginas dos concorrentes permite uma melhor estratégia de marketing de conteúdo, por meio de blogs, vídeos, palavras-chave, emails etc.

Já informações sobre o uso de ferramentas de publicidade digital permite uma noção de como o seu público vai reagir aos anúncios no Google e no Facebook, e estimativas sobre faturamento e capital de giro permitem uma noção mais clara de controle orçamentário e velocidade de expansão da marca.

Uma pesquisa bem feita sobre os concorrentes diretos e indiretos, pode melhorar a performance do seu time de marketing. Essa é uma forma de obter noções valiosas sobre o modo de atuação no mercado, além de mostrar uma vantagem competitiva com margem para ações preditivas.

Lembre-se de usar as informações sobre a concorrência de maneira construtiva, com a garantia de que todas as pesquisas foram feitas com ética.

E aí, gostou do post? Quer saber mais sobre como se diferenciar das outras empresas? Escrevemos um artigo que explica o que faz os clientes escolherem seus concorrentes e não você!

Quer autoridade online para o seu negócio? 6 tipos de conteúdo que o seu blog deve ter!

Diversas empresas na tentativa de estabelecer uma presença digital consistente, acabam lidando com a falta de uma boa estratégia de marketing de conteúdo e SEO, resultando em matérias genéricas e mal exploradas, prejudicando o ranqueamento no Google. Por isso, é fundamental escolher os melhores tipos de conteúdo para seu blog.

Além de contribuir para o crescimento orgânico da sua marca, um bom aproveitamento de materiais diversificados no seu blog permite que um alcance grande por meio de um investimento razoavelmente baixo.

E aí? Bateu a curiosidade para saber como explorar os conteúdos na sua estratégia de marketing? Então acompanhe o texto com a gente!

1. Blog posts

Sempre que se fala em marketing de conteúdo a primeira coisa que vem à cabeça são os blog posts. Trata-se da forma de conteúdo mais familiar, exigindo poucos recursos com um processo simples de produção e publicação.

Uma das grandes vantagens do texto educativo é a baixa transitoriedade de público, isto é, tende a permanecer com um bom número de visitas por um tempo maior. Desse modo, a veiculação das matérias é de baixo custo inicial, por exigir pouca infraestrutura.

Lembre-se que o foco aqui não é em vender o produto, mas em ajudar na resolução dos problemas da persona. Por isso, se concentre em pautar o conteúdo com base em dicas práticas e linguagem acessível.

2. E-books

Se você navega na web há um tempo, certamente já se deparou com algum material rico sendo oferecido em uma landing page, isto é, uma página de captura que dá acesso a algum serviço gratuito em troca de informações.

Os e-books são o tipo de material rico mais comum. Em linhas gerais, se resumem a livros virtuais com conteúdos mais densos e um número de palavras maior que o de um blog post. Nesse contexto, há um trabalho de design, diagramação e formatação em PDF, voltado a gerar autoridade e a melhorar a experiência de leitura.

Em resumo, o e-book é um material mais detalhado e específico, que pode ser usado como uma valiosa ferramenta para atrair leads e ainda ajudar a lapidar o e-mail marketing por meio das informações coletadas na landing page.

3. Vídeos

Sabe quando você se deixa levar em plataformas como o YouTube, explorando os conteúdos relacionados? Essa é uma das principais vantagens do vídeo: a possibilidade de estar hospedado em plataformas multimídia.

Trata-se de uma das formas mais dinâmicas e populares de mídia, atuando como uma grande tendência de consumo na web. Diferente do blog post, videos necessitam de cuidados específicos como produção, qualidade de imagem, áudio, etc.

Um fator útil é a possibilidade de demonstrações visuais do produto, diversificando as formas de exposição. Além de servir como um diferencial persuasivo, abre espaço para boas apresentações.

4. Webinars

Em linhas gerais, os webinars são o que supre a demanda virtual por palestras, ou seja, como o próprio nome diz, um seminário para a web. A grande vantagem é o alcance mais amplo que um evento presencial a um custo muito menor, além da possibilidade de incorporar o webinar a uma landing page.

Desse modo, o investimento é similar ao de um conteúdo em vídeo, dispensando gastos com o aluguel de espaços físicos. Por ser ao vivo, é necessário se atentar a escolha de uma plataforma com boa qualidade e poucas quedas para fazer a transmissão.

O conteúdo mais denso faz com que os webinars sejam usados como iscas de leads, contribuindo para o fluxo de nutrição por email. A facilidade e o encorajamento de interações do público geram engajamento e torna a toda a estratégia mais enriquecedora para o público.

Não se esqueça de escolher bem o horário de transmissão do webinar e de cuidar da parte técnica da plataforma. Qual o uptime do vídeo? Quantos visitantes a plataforma suporta por transmissão? Todas essas perguntas devem ser respondidas.

5. Infográficos

Os materiais com mais popularidade nas redes sociais costumam ter forte apelo visual. Por isso, o infográfico é um dos tipos de conteúdo mais importantes da web. Trata-se de uma maneira de sintetizar informações com o uso de ilustrações, gráficos, tabelas e estatísticas.

O número de palavras costuma ser menor que o de um blog post, permitindo a assimilação rápida e a simplificação de conceitos, além de trazer uma abordagem mais direta e objetiva sobre o assunto.

Infográficos têm utilidade no branding e na manutenção da identidade visual da marca, já que é uma peça gráfica da empresa que vai estar circulando pela web com possibilidades de usos em landing pages, em posts comuns e em publicações nas redes sociais.

6. Estudos de caso

Dúvidas sobre a qualidade de um produto são muito comuns na web. Se isso já aconteceu com você, sabe o quão é importante o depoimento de alguém que já tenha sido um consumidor da empresa. É para isso que servem os estudos de caso: mostrar o funcionamento de um item provando a sua eficiência.

Diferente de conteúdos focados em vendas, o estudo de caso provoca a vontade de consumo por meio da visão de um cliente, espelhando as dificuldades da persona e exemplificando a resolução do problema. Assim, o lead avança na jornada com maiores chances de compra, já que agora tem uma evidência de que a marca é confiável.

Além disso, há a inserção de elementos de storytelling na estratégia, influenciando positivamente na reputação da empresa e contribuindo para aumentar a credibilidade e a autoridade na web.

Como você pode ver, a escolha dos melhores tipos de conteúdo pode influenciar no desempenho da campanha, na visibilidade e no engajamento. Aliado a uma estratégia eficaz de marketing digital, materiais bem produzidos costumam dar um up no ranqueamento das páginas da empresa.

O conteúdo traz a possibilidade de alterar o plano de ação e o público-alvo com facilidade, criando campanhas mais assertivas com um feedback ágil e valioso. Lembre-se que para que a estratégia seja bem-sucedida, é necessário dimensioná-la no longo prazo, já que os resultados não aparecem rapidamente.

E você, gostou do nosso texto? Quer saber mais sobre como melhorar sua presença na web? Então, leia nosso artigo sobre como aumentar o tráfego orgânico.

Otimização de sites: o guia completo

Destacar a sua empresa em meio a tantas opções na internet é um trabalho que vale muito a pena. Sempre que o público precisa encontrar alguma informação, como produtos, preços e avaliações, ele utiliza os buscadores, como o Google. Então, para estar nas primeiras posições entre as respostas, é preciso entender a otimização de sites.

Essa otimização permite que o seu ambiente virtual receba mais visitantes e, consequentemente, mais vendas sejam concluídas, gerando maior lucratividade. Interessante, não é mesmo? Por essa razão, qualquer empresa pode e deve buscar esse trabalho.

Criamos este conteúdo, que é um guia completo de otimização de sites, justamente para lhe mostrar tudo o que você precisa saber para trabalhar as suas estratégias digitais. Vamos abordar os seguintes tópicos:

  • entenda o que é a otimização de sites;
  • a importância da palavra-chave na otimização de sites;
  • a escolha da palavra-chave ideal;
  • quais são e como aplicar as técnicas de SEO; e
  • saiba como tornar a navegação do seu site responsiva para o usuário.

E então, está preparado para começarmos? Boa leitura!

Entenda o que é a otimização de sites

A otimização de sites é um trabalho que visa aumentar a encontrabilidade das páginas para a busca orgânica, a não paga. A finalidade com isso é criar um ambiente mais agradável ao público e que gere um maior tráfego e maior conversão em vendas.

Em inglês, esse trabalho é visto como SEO — Search Engine Optimization. O SEO é tão importante nos dias de hoje que já há vagas nas empresas específicas para essa função, como Analistas de SEO.

Antes de mais nada, vamos explicar o que é a busca orgânica e como o Google organiza as buscas. Quando você utiliza o buscador, na página de respostas há links de direcionamentos. Os primeiros lugares, no topo da página, ficam os links com uma marcação de “anúncio”. Esses são links patrocinados, quando você decide anunciar no Google, dentro da plataforma do Google Adwords. No entanto, as páginas seguintes não são pagas, são orgânicas.

Para alcançar essas posições de destaque na busca orgânica é preciso investir nas técnicas de SEO.

Mas por que realmente é necessário trabalhar a otimização? Para responder isso, vamos pensar em um estabelecimento físico. Imagine que você cria uma empresa que atende as necessidades dos seus clientes, com produtos de qualidade e que são buscados pelos consumidores. Porém, você escolheu uma região pouco frequentada pelo público-alvo, de difícil acesso. Qual será a resposta desse investimento nas vendas? Certamente não será aquilo que você esperava!

Para um estabelecimento físico dar certo, a escolha de uma boa localização é fundamental. Na internet isso não é diferente. Se você criar uma loja virtual, mas o público não a encontra, as vendas não serão boas.

Para ilustrar o que estamos falando, vamos utilizar uma referência bem interessante. Um estudo fez uma comparação de volume de cliques entre as páginas mostradas na busca do Google. Como resultado, a primeira posição da busca orgânica recebeu quase 35% dos cliques. A segunda ficou com aproximadamente 15% e a terceira cerca de 8%. Ou seja, os primeiros lugares concentram quase 60% dos cliques. Estar fora deles é perder tráfego e, consequentemente, vendas!

A importância da palavra-chave na otimização de sites

Para entender a otimização de sites tudo começa pela palavra-chave. Ela representa o termo principal utilizado na página, você vai entender melhor quando explicarmos as técnicas, nos próximos tópicos.

Agora, pense em como você faz uma busca na internet quando está querendo saber mais informações sobre algo ou encontrar um produto. Provavelmente você abre uma página do Google, digita um determinado termo e manda pesquisar, certo? Então, esse termo que você utilizou é a palavra-chave.

Basicamente, existem dois tipos de palavras-chave: head tail e long tail.

Head tail

Head tail são os termos mais curtos e generalistas. Normalmente eles são utilizados no início de uma pesquisa, quando o usuário ainda não tem um conhecimento tão grande sobre aquilo que está pesquisando, ou seja, ele ainda está no topo do funil.

Por exemplo, imagine que eu esteja avaliando a compra de uma televisão, mas ainda não fiz nenhuma pesquisa e não sei o modelo, tamanho, marca, nada. Então, entrei no Google e digitei o termo “televisão”. Esse é um head tail e que me mostrará aparelhos de diversos modelos, marcas e características.

A head tail tem uma característica bem interessante: o alto volume de buscas. Pensando no funil, há uma maior quantidade de pessoas no topo, e isso explica o motivo de termos uma alta procura por esse tipo de palavra-chave.

Porém, como é mais generalista e com maior volume de pesquisas, as palavras-chave head tail apresentam um alto nível de concorrência, sendo mais difícil e demorado para ranquear bem.

Long tail

Já o long tail representa os termos mais específicos. São mais longos e direcionados para aquilo que o usuário procura.

Seguindo nosso exemplo criado no head tail, da televisão, imagine que agora eu já saiba mais informações do aparelho que quero comprar. Então, abri uma janela do Google e digitei o seguinte termo: “televisão 42 polegadas smart tv 4k”. Agora, com essa descrição, as respostas são bem mais direcionadas aquilo que eu preciso, pois eu usei uma long tail.

No entanto, quanto mais informações eu colocar, mais segmentada será a resposta. Menos pessoas fazem esse tipo de busca, ou seja, o volume de procura pelo termo em questão é menor.

A concorrência para o long tail é inferior ao head, uma vez que já é direcionado para somente os produtos que atendem às características. Isso diminui a dificuldade em colocar as páginas em uma melhor posição nas pesquisas.

Para fechar, como a long tail é mais específica, significa que os usuários que as utilizam tendem a estar mais próximos de fechar as compras, ou seja, no meio ou fundo do funil de vendas.

Então, recapitulando as informações que mostramos e criando uma comparação:

Head tail

  • termos generalistas;
  • alto volume de buscas;
  • alta concorrência e dificuldade para ranquear;
  • usuários no topo do funil, mais distantes da compra.

Long tail

  • termos específicos;
  • baixo volume de buscas;
  • baixa concorrência e menor dificuldade para ranquear;
  • usuários no meio ou fundo do funil de vendas, mais perto de fechar as compras.

A escolha da palavra-chave ideal

Agora que você já sabe um pouco sobre a importância da palavra-chave e as diferenças entre head tail e long tail, deve estar se perguntando quando usar cada uma delas e como definir esses termos, correto? Se essa é a sua dúvida atual, vamos explicá-la agora.

Cada página criada na internet carrega uma palavra-chave. Se você cria uma página de produto, por exemplo, é interessante destacar um termo que faça a referência ao item. Se você cria um conteúdo para o blog, funciona da mesma forma, destacando uma palavra-chave importante para o texto.

Porém, saber se nesse espaço cabe um head tail ou long tail é você mesmo que deve responder. Será que o seu conteúdo fala sobre algo específico ou é uma página generalista? O público dessa página já está apto para a compra ou ainda está conhecendo a oportunidade? Essas questões ajudam a esclarecer sobre o tipo de termo a ser utilizado.

Mas como encontrar esses termos? Como saber qual é a palavra-chave ideal para cada página? Existem ferramentas bem interessantes para isso.

Keyword Planner

Já que estamos focando no Google, vamos mostrar uma ferramenta que eles mesmo disponibilizam: o Keyword Planner. Ela é bem interessante e ajuda as empresas no objetivo de trabalhar a otimização de sites.

Trata-se de uma ferramenta gratuita e de simples utilização. Basta acessá-la e digitar um termo relacionado ao que você está tratando. Então, serão mostradas algumas sugestões de palavras-chave, com o volume de buscas de cada uma delas, o nível de concorrência e também o valor sugerido caso queria investir no Google Adwords.

SEMRush

O SEMRush é uma ferramenta paga, mas que pode ajudar bastante na otimização de sites. Ele mostra um panorama completo dos termos que você pode utilizar. Assim como o Keyword Planner, quando você digita um primeiro termo, são mostradas sugestões de palavras relacionadas, com uma série de informações sobre elas, tais como volume, concorrência e também mostra as condições para patrocinar os termos.

O interessante no trabalho de otimização de sites é pesquisar quais são as principais palavras-chave utilizadas pelo seu público-alvo, avaliando o nível de procura e concorrência, principalmente, para traçar uma estratégia que leve suas páginas até o topo das pesquisas.

Quais são e como aplicar as técnicas de SEO

Agora que você já tem um bom conhecimento sobre palavras-chave, entraremos no trabalho de otimização de sites em si. Fizemos uma listagem das principais técnicas de SEO para que você comece a aplicar no seu site agora mesmo. Acompanhe:

Estrutura de links

Um dos fatores mais considerados pelos mecanismos de busca na hora de criar o ranqueamento das páginas é a estrutura de links. Quando você insere links internos nas suas páginas, direcionando para novos conteúdos dentro do seu próprio site, o usuário pode acessar mais informações, de forma completa.

A estratégia de links internos é interessante porque promove uma melhor experiência do usuário, uma vez que ele pode acessar várias páginas relevantes para aquilo que está buscando.

Além disso, também é benéfica para o site em geral, uma vez que o tempo de permanência daquele visitante tende a aumentar e várias páginas receberão acesso.

Outra dica valiosa é incluir links externos. Muitas pessoas podem achar que essa estratégia é não boa porque está direcionando o seu visitante para um outro site, mas não é bem assim. Quando você inclui um link externo, está considerando que essa referência é relevante para o usuário.

O inverso também pode acontecer. Se o seu site se transforma em uma referência no mercado que está incluído, outras páginas farão o direcionamento para você e isso gera uma grande relevância para os mecanismos de busca.

Então, planeje uma estrutura de links internos e externos para as suas páginas. Uma boa ideia é pensar também nos tipos de palavras-chave. Ou seja, você cria páginas com long tail para ranquear bem com maior velocidade. Então, direciona essas páginas para uma com head tail, direcionando o fluxo de visitantes e fazendo com que ela ganhe tração no posicionamento orgânico.

Otimização das imagens

Os mecanismos de busca não conseguem reconhecer uma imagem em um conteúdo. Para eles, é somente um espaço vazio. Então, para tornar as imagens reconhecidas e valorizadas, você precisa utilizar o campo de alt text, ou texto alternativo.

O Google e outros mecanismos farão a leitura das imagens por esse campo. É interessante preencher esse espaço com a palavra-chave que você deseja para a página.

Além disso, lembre-se sempre de trabalhar com imagens originais e tome cuidado para não carregar fotos e vídeos pesados, que podem prejudicar a abertura das páginas, pois isso também é um fator de ranqueamento do seu site.

Endereço eletrônico amigável

A URL, ou endereço eletrônico, também é um ponto observado no trabalho de otimização de sites. Ao verificar o código o usuário deve conseguir identificar o assunto da página. É interessante encaixar a palavra-chave também nesse espaço.

Páginas que têm a URL como uma sequência numérica não são bem representadas. Já aquelas mais simples e objetivas, sim!

Então, tenha atenção no momento de criar o endereço eletrônico e procure ser objetivo nas palavras.

Uso de palavras-chave de forma estratégica

Neste guia completa já ficou bem clara a grande importância que têm as palavras-chave, certo? Elas impactam em todo o trabalho de otimização de sites, desde as pesquisas iniciais até as técnicas em si.

Nas páginas elas também devem ser usadas de forma estratégica para alavancar os resultados.

Se você deseja investir no Inbound Marketing, criando ações para fazer com que seus clientes cheguem até você, precisa começar a criar conteúdos relevantes. Essa estratégia gera uma série de benefícios, como maior credibilidade, conhecimento da marca, redução no ciclo de venda, menor solicitação ao setor de atendimento, maior satisfação dos clientes, maior fidelização, entre outros.

A base do Inbound é a criação de conteúdos, e aqui você também deve se importar com as palavras-chave. Ao criar um material relevante, você precisa definir a palavra-chave para a página. Então, coloque esse termo pelo menos uma vez na introdução do conteúdo e uma vez na conclusão. Além disso, trabalhe o termo no desenvolvimento e, se possível, em ao menos um dos intertítulos.

Lembre-se de colocar a palavra-chave também nas imagens, no campo de texto alternativo.

Tempo de carregamento das páginas

Como já citamos, o tempo de carregamento das páginas também é um fator de influência para ganhar posições na busca orgânica. Se você cria um ambiente que demora a carregar por completo, prejudica a experiência do usuário e certamente o buscador fará uma penalização pesada!

O Google PageSpeed é uma boa ferramenta para se utilizar. Ela mostra o desempenho da sua página, quanto tempo ela demora para carregar e ainda uma avaliação, com nota de 0 a 100, para o site. É interessante que a ferramenta mostra o panorama do site tanto para a versão desktop como para o site mobile.

Usabilidade do site

A usabilidade dos usuários dentro do site também é importante para a otimização. Uma vez que o Google e demais buscadores desejam oferecer respostas relevantes para o público, sempre encaminhando o tráfego para ambientes em que encontrarão as respostas para o que procuram, serão priorizadas páginas com boa qualidade de uso.

Se o seu público entra no site e tem dificuldades em encontrar aquilo que precisam, eles fecharão a página e buscarão outras opções. Esse movimento de entrar e sair sem conversão é penalizado pelos buscadores.

Então, no momento de criar as suas páginas, pense sempre em estruturar um ambiente agradável e de fácil manipulação. Os usuários não devem ser exigidos quanto a conhecimento em sites e compras online. Qualquer pessoa deve ser capaz de achar informações e fechar uma compra com facilidade e experiência agradável.

Engajamento dos usuários

Um dos principais objetivos das empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte, é criar engajamento do público com a marca. Esse engajamento consiste na interação, seja comentando publicações nas redes sociais, compartilhando, criando avaliações dos produtos nos sites ou indicando a empresa para novos consumidores.

O relacionamento com o público, aliás, gera uma série de benefícios. Empresas que se colocam mais próximas aos seus clientes conseguem gerar uma maior fidelização. Por isso é preciso abrir diferentes canais de contato e sempre prezar por um bom atendimento.

Esse trabalho também entra na otimização de sites. Uma boa ideia é abrir a possibilidade para o público avaliar os itens dentro do ambiente online. Dessa forma, comentários serão criados e novos usuários poderão avaliar a compra a partir de uma visão do público, imparcial. Isso melhora a experiência do usuário.

Além disso, não se esqueça de demonstrar as suas redes sociais no site.

Heading tags

Dentro das suas páginas você deve destacar as informações mais relevantes e agrupar os assuntos, ajudando o usuário a reconhecer mais facilmente o que ele procura.

Em um conteúdo do blog, por exemplo, é interessante criar intertítulos, chamados de heading tags. Eles são distribuídos em forma hierárquica, ou seja, o título da página é o heading tag 1, ou H1, enquanto os principais subtítulos são H2. Dentro deles podem ser criados H3, H4 e por aí vai.

Essa organização é necessária para ajudar o usuário a ter uma melhor experiência dentro das suas páginas.

Lembre-se de colocar também as palavras-chave no espaço da heading tag, preferencialmente em H1 e H2.

Estrutura para dispositivos móveis

A utilização dos smartphones no dia a dia vem só crescendo, e isso impacta na criação dos sites empresariais. Afinal, se você não considerar essa utilização, pode limitar a sua empresa e perder uma grande parcela do público.

Então, você deve criar um ambiente responsivo, ou seja, aquele que se adapta à tela do dispositivo utilizado pelo usuário sem perder qualidade de visualização e usabilidade.

Google, Bing, Yahoo! e demais buscadores estão de olho na utilização dos celulares como dispositivo de acesso aos sites e já começaram a pontuar bem as empresas que investem em um site mobile.

Então, se você não quer ficar para trás da concorrência, não se esqueça da estrutura responsiva do seu ambiente digital.

Call To Action

Por fim, deixamos um ponto que, apesar de não ser uma das técnicas de otimização de sites, é muito importante para esse trabalho: a CTA. A sigla representa Call To Action, ou chamada para ação, traduzida ao português.

Mesmo que você não saiba o que significa, muito provavelmente já viu e foi impactado por uma CTA. Ela é um direcionamento para o usuário, um indicativo do que fazer.

Por exemplo, você leu um conteúdo no blog de uma empresa e, ao final do texto, encontrou uma mensagem dizendo para entrar em contato com a empresa. Essa era a CTA planejada. Então, o público fará aquilo que foi sugerido. Se você não faz isso, há uma dispersão das atividades. O usuário pode simplesmente fechar a página e encerrar o ciclo.

Por isso, pense na CTA sempre que executar uma estratégia, seja um conteúdo no blog, um botão em uma landing page, a mensagem de um e-mail marketing, entre outros.

Saiba como tornar a navegação do seu site responsiva para o usuário

Devida a importância, criamos este tópico para falar um pouco sobre o site responsivo, ou site mobile.

Para tornar o seu ambiente online adequado para a utilização em dispositivos móveis você precisa pensar na estrutura de criação. Nesse momento uma ótima solução é contar com o ReachSite. Ele tem um design profissional e é responsivo, gerando duas versões: uma web, para desktop, e outra mobile, para dispositivos móveis. Você também pode contar com o ReachEdge, que é uma solução em conversão, que conta com Machine Learning para aumentar as vendas da sua plataforma.

Dessa forma, todo o seu conteúdo será criado já pensando em oferecer uma completa e agradável usabilidade aos seus visitantes, tornando a conversão mais propensa a acontecer.

Portanto, como vimos ao longo do nosso guia completo, o trabalho de otimização de sites é fundamental nos dias atuais. Ele deve ser feito para garantir que a sua empresa esteja entre as primeiras posições das buscas, atraindo um bom volume de tráfego e aumentando as chances de vendas e lucratividade.

Esteja atento aos pontos que listamos e verifique se o seu site está cumprindo com os requisitos. Não deixe de contar com as nossas soluções para lhe ajudar nesse desafio.

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6 dicas essenciais para definir o tom de voz da marca no ambiente digital

Em mercados muito disputados, os empreendimentos que ganham destaque são os que fazem a empresa ser lembrada com mais facilidade. Nesse sentido, definir o tom de voz da marca é essencial.

Assim como na comunicação entre seres humanos, a voz é o que caracteriza o tipo de comunicação da sua empresa com o mundo. O tom define o teor, encontrando a linguagem mais apropriada ao seu discurso — e ao seu público.

Então, quer saber como encontrar o tom de voz sua empresa? Continue esta leitura para conferir!

1. Adequação à persona

Nada é pior do que fazer uso de uma mensagem que o seu público não é capaz de compreender. Afinal, uma quantidade razoável de recursos é investida na elaboração e transmissão do conteúdo — que é desperdiçada se ele não for efetivo.

Justamente por isso, é importante não só determinar uma persona, mas também encontrar a linguagem que melhor corresponda ao entendimento dela. Desse modo, a comunicação se torna mais direta e objetiva.

Procure encontrar informações que vão além do comum. Quais são os hábitos do seu cliente ideal? E os seus gostos pessoais? As respostas dessas perguntas podem lhe dar uma luz sobre quais referências você deve veicular nos materiais da empresa.

2. Adjetivação da personalidade da marca

É fácil cair na tentação de dar muito valor aos números do negócio e se esquecer do resto. Mas, se há uma coisa de que os gestores não podem abrir mão são os valores da empresa. São eles que definem a sua personalidade.

O que isso tem a ver com o tom de voz da marca? Simples: essa personalidade será refletida em todos os canais pelos quais a empresa se expressa, desde o atendimento até o time de vendas.

O discurso da empresa vai ser informal ou profissional? Bem-humorado ou sério? Quais imagens você quer despertar no imaginário do seu público? Em suma, a voz está associada à personalidade da marca, enquanto o tom diz respeito a como ela se expressa.

3. Análise da concorrência

Investir na identidade de uma marca é investir em coisas que a distinguem das demais. Desse modo, um dos conhecimentos mais valiosos que uma empresa pode ter diz respeito ao comportamento de quem disputa o seu mercado. Afinal, para ter um diferencial é preciso saber de quem se diferenciar, certo?

Nesse sentido, você pode começar por um benchmarking — isto é, uma pesquisa ampla sobre como fazer a empresa alcançar a melhor performance no mercado.

Essa pesquisa pode ser feita de várias maneiras, mas o ideal é começar com um benchmarking interno, analisando pontos de melhora nas equipes. Conhece aquele ditado, “se quiser arrumar o mundo, comece arrumando o seu próprio quarto”? Pois é: não adianta querer se diferenciar da concorrência se a sua empresa for disfuncional.

O segundo passo, então, é o benchmarking competitivo — com o cuidado, contudo, para não pautar a análise apenas em números. O tom de voz da empresa não é mensurável, e a análise da linguagem que os concorrentes usam é complexa.

Algumas práticas de inteligência comercial e leitura de tendências de mercado podem ser úteis nesta etapa.

4. Tipo de publicação

No início do post, falamos que o tom de voz tem a ver com o discurso. Isso significa que a voz está associada à personalidade, e o tom, à mensagem. Portanto, o tipo de publicação deve ser analisado na hora de se pensar na linguagem.

Um informe institucional é diferente de um blog post, por exemplo. Então, procure analisar quais recursos vão ser usados na comunicação verbal e escrita, por meio da escolha de palavras, sempre selecionando o tom mais adequado.

Essa atenção à linguagem deve estar presente nos vários materiais da sua marca: anúncios, conteúdos em redes sociais, slogan, e por aí vai. O importante, no geral, é criar um calendário editorial, fazendo projeções de como cada conteúdo corresponde a um dia da semana da persona. Assim fica muito mais fácil definir o tom de cada publicação.

Qual dia da semana o seu público está mais favorável a entrar no ciclo de vendas? Qual é o tom ideal para o fluxo de nutrição por e-mails? É importante ter essas perguntas respondidas.

5. Sentimento que deseja ser passado

Quando você pensa na palavra “Volkswagen”, qual é a primeira imagem que lhe vem à cabeça? Provavelmente, a de um carro eficiente e confortável. Isso se deve ao fato de a comunicação acontecer nas mais diversas esferas possíveis.

A comunicação consciente é direcionada às decisões que envolvem qualidades: como, por exemplo, se um carro da Volkswagen é bom ou ruim para o cliente. Já a subconsciente está associada às crenças do público, como a noção do que é bom e ruim.

A comunicação inconsciente, por outro lado, é a mais interessante para o propósito do marketing. Nessa esfera é que residem as influências mais instintivas, relacionadas às emoções das pessoas. E entender o sentimento a ser passado é essencial, já que o tom de voz é um dos meios mais importantes para despertá-los.

6. Postagens nas redes sociais

Hoje, as redes sociais são o meio mais interativo para o seu público, com possibilidades de reação rápida e feedback preciso. Por isso, elas servem como uma excelente fonte de experimentações e testes, buscando otimizar as postagens e encontrar qual tom converte mais.

Uma das grandes vantagens desse uso é a fidelização. Considerando que publicações suas apareçam no feed dos clientes toda semana, a presença do tom de voz da marca se torna mais familiar ao seu público.

Além disso, as redes sociais permitem uma segmentação mais precisa. O Facebook Ads, por exemplo, usa algoritmos de machine learning para encontrar quais clientes são mais suscetíveis aos seus posts e ao tom usado neles, com anúncios personalizados. Pense nisso!

Enfim, o tom de voz da marca pode definir como a mensagem da sua empresa vai ser construída e direcionada, como vimos ao longo deste texto. Além disso, ela ainda é um fator subestimado por algumas administrações, podendo servir como um diferencial para sua empresa.

Procure fazer esse trabalho em parceria com o seu departamento de marketing. Afinal, é nessa área que estão as pessoas mais indicadas para aprimorar a comunicação do seu negócio. Lembre-se também de que o tom de voz da marca só será externalizado por sua equipe se, primeiro, for internalizado. Então, cuide também de como essa comunicação interna será feita!

E aí, gostou do nosso post? Quer saber ainda mais sobre como deixar a sua empresa um passo à frente dos concorrentes? Aproveite agora para assinar a nossa newsletter e fique por dentro de mais conteúdos como este!

Canais de marketing digital: saiba como obter os melhores resultados

A internet definitivamente acabou com as barreiras físicas que tinham o mercado como um todo. Antes da conectividade, as empresas eram limitadas ao público da região em que estavam instaladas. Já para os consumidores, as opções eram poucas, uma vez que eles tinham que ir até o estabelecimento físico para concluir a compra.

Junto à internet surgiram diferentes canais de marketing digital. Com isso, as marcas puderam criar estratégias focadas em cada meio de comunicação. No entanto, engana-se quem acha que basta tomar as mesmas ações em cada canal. Eles têm comportamentos diferentes e é preciso conhecê-los para buscar melhores resultados.

Por isso, criamos este conteúdo bem completo em que mostraremos quais são os melhores canais de marketing digital, a importância deles para as estratégias, boas práticas de utilização e ainda a importância de um sistema integrado. Acompanhe e tenha uma boa leitura!

Conheça os canais de marketing digital

Atualmente existem vários canais de marketing digital. Antes deles, com o marketing offline, as estratégias eram caras e com público limitado. Além disso, a experiência gerada aos clientes não era tão agradável, uma vez que se tornavam invasivas e interruptivas.

Propagandas na televisão, rádio, revistas e panfletos são alguns exemplos do marketing offline. É claro que essas ações não desaparecem e nem vão! Elas apresentam sim vários benefícios, mas é necessário entender as limitações e saber trabalhar com o que há de melhor agora: os canais de marketing digital!

Acompanhe quais são os principais canais, a seguir:

Redes sociais

As redes sociais são ótimos exemplos desses canais. Elas podem aproximar a marca de seu público, possibilitar que os produtos e serviços sejam apresentados no mercado, conhecer mais o comportamento dos consumidores, acompanhar a aceitação das soluções e, claro, verificar o que anda fazendo a concorrência.

No entanto, mesmo nas redes sociais não podemos generalizar o comportamento que as empresas devem manter. O Facebook, por exemplo, é uma rede em que as empresas podem postar uma gama de conteúdos, desde textos, vídeos, imagens ou publicar produtos para venda.

Já no Instagram as marcas são estimuladas a explorar os efeitos visuais, com imagens e vídeos curtos. O engajamento é ótimo e você pode demonstrar os diferenciais dos seus produtos. A dica é apostar na qualidade das imagens para chamar a atenção dos usuários.

O Twitter é uma rede social mais focada na comunicação direta. As mensagens são construídas com texto curto e a dinâmica é bem alta, permitindo mais conteúdos sendo postados.

Enquanto isso, o LinkedIn foca totalmente nas empresas, em perfis corporativos. As organizações exploram esse ambiente para buscar novos negócios e resultados. Os profissionais também usam a rede para alcançar novas oportunidades e também conhecimento.

Por isso, é preciso alinhar bem os perfis nas redes sociais, conhecendo o público e também as características da rede. 

E-mail marketing

O e-mail marketing é outro canal de marketing digital muito utilizado pelas empresas. Alguns gestores não acreditam no poder dessa estratégia, acreditando que se trata de uma ação invasiva, mas não pense assim.

Não estamos falando de enviar spam para o público, mas sim conteúdos relevantes, que agreguem valor aos contatos. Isso permite uma aproximação com a marca e que ela mantenha o público sempre atualizado com o que anda fazendo e apresentando ao mercado.

Busca orgânica

Quando você precisa encontrar alguma informação na internet, como uma consulta de preços e disponibilidade de um produto, como faz essa pesquisa? Normalmente, as pessoas utilizam o Google ou outros buscadores para encontrar as respostas. Então, nada mais interessante para as empresas do que aparecer entre as primeiras posições no ranking de respostas!

A busca orgânica (não paga) é realmente uma fonte de renda para as organizações. Afinal, uma grande parcela do tráfego no site é oriunda desse tipo de busca.

Para ter bons resultados é fundamental ranquear bem, estar nas primeiras opções. Para isso, é preciso investir no trabalho de SEO, ou Search Engine Optimization. Traduzido ao português, podemos chamar de Otimização para a Busca Orgânica.

Esse conjunto de técnicas incluem a criação de páginas responsivas, uso de links internos e externos, adequação dos endereços eletrônicos, otimização das imagens, cuidado com o tempo de carregamento das páginas, entre outras ações.

Referências

Assim como a busca orgânica leva um número considerável de tráfego aos sites, as referências também conseguem esse efeito.

A ideia é que diferentes sites e páginas direcionem pessoas para os seus canais de marketing digital, como o site, redes sociais ou outros. Esse direcionamento pode ser feito a partir de parcerias e acordos.

Os influenciadores digitais fazem essa ação muito bem. Eles são pessoas reconhecidas por um grande público e conseguem atingir uma alta taxa de engajamento. Assim, podem alavancar o conhecimento de uma marca ou mesmo as vendas, de forma direta, bem rapidamente.

Mídia paga

Outra solução encontrada para buscar melhores resultados é investir em mídia paga. Quando se faz uma pesquisa no Google os primeiros resultados mostrados pertencem à mídia paga e são acompanhados com a tag de anúncio. Depois deles estão as respostas da busca orgânica.

Então, você pode utilizar a mídia paga nos buscadores. Além deles, as redes sociais também permitem esse investimento. Com valores sendo aplicados você destaca anúncios e consegue atingir um grande número de público.

A conversão nesse tipo de mídia deve ser sempre controlada, uma vez que se trata de um investimento direto e, se não for bem realizado, pode acabar sendo um desperdício de verba e também de oportunidade, já que, se bem trabalhado, pode gerar ótimas vendas.

Saiba utilizar diferentes canais de marketing digital na sua estratégia

No tópico anterior você conheceu os principais canais de marketing digital. Eles podem levar qualquer empresa ao topo das vendas, mas para isso é necessário saber utilizar bem cada um deles, e é sobre isso que falaremos agora.

A primeira coisa que você deve saber é que não precisa escolher apenas um canal para explorar. Você e sua equipe podem utilizar aqueles que se mostram interessantes, todos ou só alguns deles.

O que determina as estratégias que você deve traçar são as características do seu público-alvo e o seu objetivo.

Por exemplo, se ao fazer um estudo com seu público, você identifica que ele utiliza bastante as redes sociais, mais especificamente o Instagram, por exemplo, é fato que explorar esse canal é uma boa oportunidade. No entanto, se na mesma pesquisa você viu que o Twitter praticamente não é utilizado, que não faz parte do perfil dos seus consumidores, não faz sentido gastar seu tempo e recursos com essa mídia.

Além dos canais, verifique as características gerais do público, tais como o tipo de linguagem, os assuntos mais buscados e comentados.

5 dicas para obter resultados em diferentes canais de marketing digital

Agora, conheça as melhores dicas para você obter resultados em diferentes canais de marketing digital:

1. Faça uma boa segmentação do público nas mídias pagas

Independente das estratégias, seu investimento financeiro e de tempo são muito importantes e, por isso, devem ser feitos com cuidado. Seja nas redes sociais, na rede de pesquisa, display ou qualquer outro formato, seus anúncios devem ser direcionados para o público certo.

Para isso, criar uma boa segmentação é fundamental. A segmentação do público-alvo deve ser feita com as características do seu cliente ideal. Se a empresa já tiver personas definidas, melhor ainda. Se não tiver, é bom fazer!

Criar um anúncio e selecionar o público geral, sem qualquer definição, faz com que você invista em pessoas que não têm interesse ou condições de virarem seus clientes, o que é um grande desperdício.

Imagine uma loja física que cria um anúncio e faz a divulgação para todo o Brasil. No entanto, a loja fica em São Paulo. Pessoas de outros estados e cidades não visitarão o estabelecimento, então não faz muito sentido impulsionar esses anúncios para elas.

2. Monitore todos os resultados e métricas

Para conseguir alcançar bons resultados é importante que você defina indicadores de desempenho para manter um acompanhamento constante, na busca de otimização. Os KPIs — Key Performance Indicators — representam esses indicadores. Por exemplo, se você deseja levar mais pessoas até o seu site, o tráfego deve ser mensurado constantemente. Nesse caso, ele é o seu KPI.

Nos canais de marketing digital existem diversos KPIs que você pode trabalhar, como o alcance de uma publicação nas redes sociais, as interações que as campanhas recebem, a taxa de conversão de uma mídia paga, a taxa de abertura do e-mail marketing, entre outros.

Para definir os indicadores de desempenho mais indicados para o controle, o primeiro passo é identificar o seu objetivo. Seu KPI só terá uma boa relevância se ele ajudar a explicar como o seu objetivo está sendo ou não alcançado. Isso evita que você monitore outros dados que não ajudam a alcançar as metas, evitando gastar tempo e recursos com o que não é interessante naquele momento.

3. Avalie a performance de cada um dos canais de marketing digital

Qual dos seus canais de marketing digital está apresentando a melhor performance? Qual deles não está sendo tão bem aproveitado? Essas questões são importantes para você definir as prioridades dentro da sua estratégia. É claro que o melhor seria se todos os canais estivessem desempenhando o melhor possível, mas isso pode não ocorrer por vários motivos, como foco e também preferência do público.

Então, mesmo que você esteja trabalhando com uma variação grande de canais, é interessante que mantenha uma avaliação individualizada, entendendo o desempenho de cada um separado.

Com esse conhecimento você pode analisar os melhores destinos para os seus investimentos financeiros e a finalidade esperada de cada canal.

4. Nunca se esqueça de um canal utilizado

Você seguiu as dicas anteriores, monitora os resultados, avalia os canais de marketing digital individualmente, com os indicadores de desempenho definidos, mas até por isso tudo, não pode se esquecer de qualquer um dos canais!

É comum ver empresas que, na busca por melhores resultados, abrem diversos perfis nas redes sociais, por exemplo. Criam páginas no Facebook, LinkedIn, Instagram, Twitter, YouTube e diversas outras, mas no momento de gerenciar, falham na grande maioria, quando não é em todas, deixando-as desatualizadas.

Para evitar isso, certifique-se de estar investindo nos canais que realmente são relevantes para o seu público, senão não vale a pena o esforço. Uma vez que escolheu o canal, dedique-se a ele.

5. Busque a integração dos canais

É muito importante que você busque a integração entre os canais de marketing digital. Isso impulsiona os seus resultados e gera uma melhor experiência para o seu público-alvo.

Muitas empresas estão fazendo esse trabalho de integração com muito sucesso. Você assiste uma propaganda na televisão que indica as redes sociais da empresa. Nas redes sociais, o usuário acaba conhecendo o site. Ele se interesse pelo conteúdo e cadastra o e-mail. Então, começa a receber materiais exclusivos dentro da estratégia de Inbound Marketing e fecha a compra.

Ou seja, você utilizou diversos pontos de interação para gerar uma experiência completa e agradável, direcionando o potencial cliente até a finalização da compra.

Esse trabalho também é conhecido com o conceito de omnichannel, que consiste exatamente em criar vários canais de comunicação e utilizá-los de forma integrada, fazendo com que o cliente possa transitar entre diferentes meios sem sentir qualquer variação na qualidade.

Entenda a importância de um sistema integrado para os canais de marketing digital

Ao longo deste conteúdo você pode conhecer diversos canais de marketing digital, a importância que cada um tem para uma estratégia maior, os resultados que eles podem gerar para as empresas e ainda dicas de utilização. Porém, você pode estar imaginando que gerir todos esses canais é trabalhoso. Para ser bem sincero, pode ser sim!

Como já falamos no tópico anterior, não adianta simplesmente abrir canais de comunicação e não manter uma atualização constante. Isso pode ser até prejudicial. Imagina um cliente seu, enviando uma mensagem nas redes sociais, externando uma reclamação de um de seus produtos, e você simplesmente não responde porque não visualizou. Isso, além de irritar e frustrar esse cliente, pode afastar diversos outros potenciais, que verão que a sua empresa não se preocupa tanto com o público.

Para que esse tipo de problema não aconteça, o mais indicado é contar com um sistema integrado para os canais de marketing digital. Com uma solução desse tipo, pequenas, médias e grandes empresas podem explorar todos os efeitos e resultados do marketing, sem que isso demande uma grande equipe ou conhecimento profundo.

Veja, a seguir, alguns tópicos que um sistema de marketing integrado é capaz de lhe ajudar:

Presença na internet

Da mesma forma com que a localização de uma loja física é essencial para o seu sucesso, a presença online é determinante! Para isso, é preciso ter um site que demonstre confiança e qualidade, oferecendo uma boa qualidade de navegação ao público.

Um dos pilares para isso é ser responsivo. Ou seja, o site deve se adequar à tela de qualquer dispositivo usado, seja um computador desktop ou um celular.

Outro ponto é a otimização do site para a busca orgânica, com as técnicas de SEO, ou Search Engine Optimization. Direcionamento de links, conteúdo relevante no site, uso das palavras-chave de forma estratégica, criação de URL amigável e outras técnicas podem colocar as suas páginas no topo da busca orgânica.

Gestão de clientes e contatos

Com o sistema integrado você pode gerir melhor os seus leads gerados em qualquer um dos canais de marketing digital. Eles nunca ficaram esquecidos ou sem contato. Você pode segmentá-los da forma que achar melhor, de maneira estratégica. Ainda pode criar anotações e agendas follow-ups para entender melhor as demandas e necessidades.

A automação de marketing também é um ponto possível e trabalhado no sistema de integração. Atualmente, estamos vendo um grande movimento das empresas na busca de ferramentas inteligentes que ajudam na gestão dos contatos, e esse é o nosso caso!

Graças aos avanços da tecnologia, as ferramentas estão cada vez mais inteligentes e interativas, gerando bons resultados. Esses conceitos são trabalhados com o machine learning e inteligência artificial.

Você não precisa mais enviar um e-mail individual para cada um de seus contatos. Imagine a sua empresa com 5.000 leads, tendo que criar e enviar um e-mail para cada, respondendo as solicitações! Isso geraria uma demanda enorme de colaboradores, um alto custo! Com o sistema você pode fazer tudo isso de forma automatizada e simples!

É possível criar os e-mails e deixá-los prontos para serem enviados aos seus potenciais clientes, no momento certo! Além disso, pode criar alertas para que o seu time de vendas consiga agir no momento mais adequado para a conversão.

Por fim, o nosso sistema de marketing integrado gera um relatório bem completo de como estão desempenhando os seus canais de marketing digital. Você saberá como cada um deles está gerando leads, convertendo em vendas, consumindo mais recursos e apresentando um melhor rendimento. Assim pode tomar decisões estratégicas e baseadas em resultados, não mais em achismos e crenças.

Criação de anúncios online

A criação de links patrocinados nos buscadores também aumenta o tráfego no site e pode levar a um bom número de conversões, com uma boa relação de retorno sobre investimento.

O ReachEdge, nossa solução em sistema de marketing integrado, consegue fazer com que seus anúncios apareçam no topo de sites de referência, como Google, no Google Adwords, Bing e Yahoo!.

Lembrando que temos o selo de Parceiro Premium com o Google, o que faz com que nós tenhamos acesso antecipado às principais novidades lançadas, podendo sair na frente da concorrência, disponibilizando esses recursos para os nossos clientes.

Os anúncios no Facebook também são muito interessantes, com uma ótima relação entre custo e benefício. Com a nossa solução os anúncios serão direcionados para uma audiência mais qualificada, com maior probabilidade de conversão. Tudo isso será feito dentro do seu orçamento e metas, sem que isso prejudique o seu orçamento e fuja do controle.

Outra interessante solução apresentada é a campanha de retargeting, trazendo potenciais clientes que ainda não converteram para o seu ambiente online. Afinal, não é todo visitante que está preparado para comprar na primeira visita. Ele pode visualizar seu site, avaliar os produtos e simplesmente sair. Então, a campanha de retargeting foca nesses potenciais clientes que já demonstraram o interesse na compra.

Você já ouviu falar em anúncios na rede de display? Essa solução é outro canal de marketing digital. São colocados banners de seus produtos ou serviços em sites relacionados, que carregam uma audiência que pode ter o interesse no seu negócio. Isso aumenta bastante o tráfego no site, mas como é uma mídia paga, precisa ter atenção para não gastar dinheiro à toa.

O sistema integrado promete direcionar melhor os seus recursos na rede de display, avaliando os melhores destinos e como esses anúncios devem estar dispostos. Assim, mais resultados são gerados com o investimento que você tem disponível.

Por fim, uma das ferramentas mais interessantes dentro do nosso leque de opções é o e-mail remarketing. O sistema consegue identificar os visitantes do seu site que não se cadastraram em um formulário, como a newsletter ou uma landing page. Então, são criados e-mails personalizados para essas pessoas, fazendo com que elas retornem para o site. Essa aplicação consegue retornar até 25% dos internautas que passam pelo seu site.

Portanto, como vimos ao longo do nosso conteúdo completo, existem diversos canais de marketing digital disponíveis para as empresas. Com esses meios, os ganhos são bem interessantes, aumentando o conhecimento da marca, atraindo novos clientes, destacando a marca no mercado e gerando mais vendas.

Porém, tão importante quanto criar esses canais é fazer uma boa gestão, aproveitando o que cada oportunidade tem de melhor a oferecer. Para isso, contar com um sistema integrado de marketing é essencial.

A solução que oferecemos, o ReachEdge, é capaz de atender todas as demandas, mantendo a sua empresa no topo das escolhas e trabalhando melhor os seus leads e clientes.

E então, gostou do nosso conteúdo sobre como obter melhores resultados com os canais de marketing digital? Agora, não deixe de assinar nossa newsletter para receber mais materiais como este e continuar aprendendo e aplicando cada vez mais!