Calendário para o e-commerce em 2018: 10 datas que você precisa ficar de olho

O ano de 2017 está chegando ao fim e você deve começar a preparar o planejamento estratégico da sua loja para o próximo ano. Nós preparamos este artigo com as principais datas do calendário para o e-commerce.

A seguir, você vai saber quais são as datas, o que elas têm de especial e como você pode promovê-las para aumentar o faturamento da sua loja virtual.

Continue a leitura e saiba mais sobre 10 datas do e-commerce brasileiro que você precisa ficar de olho.

1. Carnaval

Em nosso país, o ano começa somente depois do feriado e comemoração do carnaval. Para marcar o início de um novo ciclo, a sua loja on-line pode oferecer descontos e promoções que incentivam o aumento das vendas — já que o mês de janeiro tende a ser menos movimentado no comércio eletrônico.

Lembre-se que os consumidores já investiram o décimo terceiro salário, férias e outras bonificações nas sazonalidades que finalizaram o ano anterior (Black Friday, Natal e Boxing Day). Por esse motivo, você deve preparar uma ação de marketing que incentive a aquisição daqueles produtos que não foram adquiridos no ano que passou.

Quando? Terça-feira, 13 de fevereiro.

2. Dia Internacional da Mulher

Apesar de o Dia Internacional da Mulher celebrar as conquistas e avanços sociais do gênero feminino, que por séculos foi considerado inferior, o comércio eletrônico enxerga nessa data a oportunidade de se juntar às comemorações e oferecer produtos e serviços voltados para as mulheres.

Tenha o devido cuidado para não reforçar estigmas, como a associação entre as mulheres e os produtos para o lar. Sendo assim, crie campanhas que incentivem a compra de presentes no Dia Internacional da Mulher. Promova os produtos direcionados para esse público (roupas, flores, artigos de beleza, livros e até eletrônicos).

Quando? Quinta-feira, 8 de março.

3. Dia do Consumidor

Ainda no mês de março, período historicamente fraco para as vendas on-line, nós temos o Dia do Consumidor. Essa data entrou no calendário do comércio eletrônico brasileiro por meio de uma iniciativa do Buscapé, empresa especializada em comparação de preços e avaliações de lojas virtuais.

Marcado por liquidações e promoções, o Dia do Consumidor já era conhecido por 38% do público em 2017. Nesse período, os consumidores já estão esperando pela diminuição dos preços em produtos com maior valor agregado (smartphones, eletrodomésticos e móveis). De acordo com o Buscapé, em 2016 o faturamento dessa data foi 100% superior à média de um dia normal de vendas.

Quando? Quinta-feira, 15 de março.

4. Dia do Frete Grátis

O Dia do Frete Grátis é mais uma data do comércio eletrônico norte-americano que foi incorporada ao nosso calendário. Ela ocorre na última sexta-feira do mês de abril, sendo uma excelente oportunidade para o lojista que deseja fidelizar seus clientes. Portanto, crie uma estratégia que envolva aqueles consumidores do interior do país.

São eles os que mais sofrem com altos custos do frete, deixando, muitas vezes, de adquirir produtos online. Outro ponto que deve ser considerado é a proximidade dessa data com o dia das mães. Portanto, é uma excelente oportunidade para conquistar os clientes que vão presentear as mães e não deixarão as compras para o último momento.

Quando? Última sexta-feira do mês de abril.

5. Dia das Mães

O mês de maio chega e com ele vem uma das principais datas do comércio eletrônico: o Dia das Mães. Em 2017, o faturamento desse período foi de R$ 1,9 bilhão — representando uma alta de 16% em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Ebit. Entre os produtos mais adquiridos estão os smartphones (13,40%), perfumes (4,40%), águas de colônia (4,17%), geladeiras e refrigeradores (3,19%) e vinhos (2,76%).

O Dia das Mães é uma data que serve de termômetro para as vendas no comércio eletrônico ao longo do ano. Quando o resultado está acima do esperado, isso mostra que o consumidor está mais confiante em relação à crise econômica. A possibilidade de realizar entregas rápidas, por exemplo, também atraiu aquele cliente que costumeiramente preferia comprar no varejo físico.

Quando? Domingo, 13 de maio.

6. Dia dos Namorados

Quando comparadas ao ano anterior, as vendas do comércio eletrônico no Dia dos Namorados cresceram 5,1% em 2017. O faturamento chegou a R$ 1,7 bilhão e foi encabeçado pela venda de smartphones (16,8%).

O ticket médio desse período foi de R$ 420. Livros (5,4%), relógios de pulso (5,1%), perfumes (4,8%) e tênis (3,2%) completaram a lista. Para agradar os casais, as ações de Dia dos Namorados podem envolver a compra de pares ou kits de produtos com desconto.

Quando? Terça-feira, 12 de junho.

7. Dia dos Pais

O próximo grande evento do calendário para o e-commerce é o Dia dos Pais. Em 2017, essa data movimentou R$ 1,94 bilhão, obtendo um crescimento de 8,7% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O ticket médio foi de R$ 462, 4,7% maior do que o registrado em 2016.

Como essa data envolve diversos segmentos, afinal, cada pai tem o seu estilo, você deve preparar a sua loja com os produtos mais buscados. Mais uma vez, de acordo com dados do Ebit, os smartphones lideraram os pedidos em 2017. Televisores, tênis, relógios de pulso e vinhos vieram na sequência entre os mais adquiridos.

Quando? Domingo, 12 de agosto.

8. Dia das Crianças

O Dia das Crianças se destaca como a próxima grande data do comércio eletrônico brasileiro. Em 2017, as estimativas apontaram para um crescimento superior a 15%, com mais de R$ 2 bilhões em vendas. Por mais que o dia seja delas, você deve voltar as suas ações de marketing para os pais — que são os responsáveis pelas compras dos presentes.

Quando? Sexta-feira, 12 de outubro.

9. Black Friday

Uma das datas mais esperadas do calendário do comércio eletrônico é a Black Friday. Um levantamento do Google aponta que o crescimento em 2017 pode ser entre 15% e 20%, superando a marca de R$ 2,2 bilhões em vendas. Como essa é uma data que já enfrentou muitos problemas, é bom que você fique atento.

Quando desembarcou no Brasil, a Black Friday foi jocosamente apelidada de “Black Fraude”, por causa da ação inescrupulosa de muitos varejistas que vendiam os produtos pela metade do dobro. O consumidor está mais atento, portanto, pratique descontos reais e ofereça promoções realmente vantajosas.

Quando? Última sexta-feira do mês de novembro.

10. Natal

O calendário para 2018 termina com o Natal, tradicional data para o varejo de modo geral. A expectativa das vendas para essa data é a melhor dos últimos 4 anos, pois somente agora o nosso país dá sinais de que está se recuperando da crise econômica.

Por causa da Black Friday, você deve planejar ações que incentivem as compras também no mês de dezembro. Reforce a logística do seu e-commerce para dar conta do volume de pedidos e capriche na comunicação, colocando a loja literalmente no espírito natalino.

Quando? Terça-feira, 25 de dezembro.

O calendário para o e-commerce deve ser planejado anualmente de modo estratégico, para que a sua loja on-line não perca as oportunidades de vender cada vez mais.

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Internet das coisas e wearable technology: o que esperar e como se preparar

Você já deve ter ouvido falar dos termos internet das coisas e wearable technology, não é mesmo? Apesar disso, ainda não entende muito bem o que significa e qual a importância deles no seu dia a dia e da sua empresa. Essas tecnologias estão mudando a forma como as pessoas vivem e as empresas precisam acompanhar essas mudanças.

Neste post, explicaremos o significado de internet das coisas e wearable technology, o que o futuro reserva para essas tecnologias e como se preparar para elas. Boa leitura!

O que é internet das coisas?

Esse é um conceito novo e vem ganhando destaque na área de tecnologia da informação. Internet das coisas se refere a “coisas” do nosso dia a dia que estão conectadas a uma rede trocando informações entre si, tanto para coleta de dados quanto para melhorar suas funcionalidades.

Na internet das coisas, as tecnologias de RFID (identificação por radiofrequência) e Bluetooth são usadas para realizar a comunicação. Elas podem ser úteis para identificação escolar ao utilizar etiquetas com um código nos uniformes, registrando a entrada e saída dos alunos por meio de um leitor de etiquetas. Essa tecnologia pode ter usos até mais simples, como enviar um comando por meio do celular para a cafeteira preparar um café, ou para que a máquina de lavar roupas inicie a lavagem.

A internet das coisas também é usada na agricultura para irrigação de campo a distância. O dispositivo opera tanto por RFID quanto por rede 3G/4G e envia periodicamente informações sobre a irrigação para um banco de dados. Por meio de um painel de controle, o sistema pode ser acionado pela rede para iniciar a irrigação.

O que significa wearable technology?

Wearable technology é um termo em inglês para “tecnologia usável”. Essa tecnologia também faz uso da internet das coisas para se conectar a uma rede, mas ela pode ser vestida. As wearable technology mais faladas são as pulseiras monitor, anéis, relógios, óculos e camisetas.

Pulseiras Monitor

É a soma de pulseira, relógio e monitor cardíaco. Esse dispositivo é usado para monitorar a saúde do usuário, pois consegue medir a frequência cardíaca, identificar quando o usuário está se exercitando, calcular calorias gastas, monitorar o sono, além de mostrar a hora, é claro. Todos esses dados são sincronizados com os aplicativos de smartphone por meio de Bluetooth ou Wi-Fi. Existem diversas marcas de pulseira monitor, e uma delas é a Easy Mobile.

Anéis e relógios

Esses dispositivos utilizam o Bluetooth também para se conectarem com os smartphones para poder controlá-los. Usando os anéis ou relógios, o usuário pode gerenciar ligações e ver notificações diretamente de seu dedo ou pulso.

Além disso, também é possível controlar reprodução de música, ligar a câmera do smartphone e até rastrear um celular perdido. Uma das marcas que comercializam anéis inteligentes é a Jackon. Já o relógio é possível encontrar das marcas Samsung, Apple, dentre outras.

Óculos

O Google lançou em 2017 uma versão de seus óculos inteligentes voltada para empresas. Essa tecnologia é um par de óculos no qual há uma tela na parte de cima do campo de visão acoplada a uma das lentes. Essa tela apresenta ao usuário previsão do tempo, rotas e mapas. Também é possível realizar chamadas de vídeo e fotografar algo que o usuário esteja vendo.

Google Glass Enterprise Edition conta com uma resolução de 640×360 pixels, sensores de luz ambiente, detector de piscadas, conexão Bluetooth, Wi-Fi, led frontal, 2 GB de memória RAM e 32 GB de armazenamento.

Camisetas

Camisetas inteligentes também já são realidade: a empresa americana Polar emprega sensores de frequência cardíacas para rastreamento fitness. Os treinadores agora podem ver os dados biométricos de seus atletas em tempo real, que são compartilhados por um aplicativo móvel compatível.

O que esperar?

Agora esqueça o que já temos hoje e imagine o potencial da internet das coisas e wearable technology. Quais são as possibilidades? O que poderia facilitar o nosso dia a dia?

Talvez você não se lembre, mas os anéis que tinham uma pedra que mudava de cor de acordo com o “humor” da pessoa foram bastante populares há vários anos, mas com o uso de wearable technology e internet das coisas, esse conceito pode ser levado a um nível mais preciso. Imagine se um anel utilizasse sensores capazes de identificar verdadeiramente seu estado emocional para que as pessoas à sua volta respondessem apropriadamente?

Você já deve ter caminhado na rua em dias quentes e sentiu seus pés queimarem, ou mesmo congelarem nos dias frios. Seria interessante um sapato que pudesse converter seus passos em energia e pudesse usá-la para esquentar ou esfriar seus pés de acordo com o clima local, não é mesmo?

Outra integração interessante da wearable technology é em relação à automação residencial. Imagine caminhar em direção à porta da sua casa e ela automaticamente se abrir devido a uma autenticação de algum item que você está usando, como anel ou relógio.

Parece promissor, não é?

Agora imagine entrar na sua casa e um sensor que você está usando detectar sua temperatura e ajustar seu ar-condicionado ou aquecedor para que fique na temperatura certa para você. Ainda não acabou: um sensor poderia medir a hidratação da sua pele e enviar um comando para sua geladeira para que ela lhe prepare um copo d’água.

Por enquanto, os dispositivos usáveis de saúde e fitness representam o primeiro passo para o futuro dos wearable technology. Os consumidores estão confiantes de que os usáveis podem estender as experiências de smartphones e tablets.

Ainda não sabemos se essa indústria já encontrou aquilo que vai levar à adoção em massa dos usáveis pelos consumidores, porém, acredita-se que poderemos ver mais frequentemente essa tecnologia a partir de 2020.

Como se preparar?

É importante a indústria continuar experimentando com os wearables, mas eles realmente estão atendendo às necessidades dos consumidores? Será que as empresas precisam explorar outros tipos de parcerias para tornar a tecnologia mais acessível?

É preciso também remodelar os modelos de negócios uma vez que as pessoas vão usar dispositivos que se conectam à internet, ou seja, elas vão querer conseguir se conectar. Os estabelecimentos comerciais também vão precisar oferecer estrutura para os usáveis para atrair mais clientes.

Além disso, as companhias devem pensar uma forma de seus clientes interagirem com a marca utilizando essa tecnologia. Para isso, as estratégias de marketing serão muito importantes para que o mercado acompanhe esses dispositivos.

Deu para notar que a internet das coisas e as wearable technology são assuntos da atualidade, mas ainda têm muito espaço para crescer no futuro. Elas vão mudar a forma com que as pessoas interagem com a tecnologia e também o estilo de vida de cada usuário, podendo contribuir com a saúde ou simplesmente facilitando o dia a dia de todos nós.

E aí, nosso post te ajudou a entender um pouco melhor o significado de internet das coisas e wearable technology? Então, assine nossa newsletter para ficar sempre atualizado com as novidades do mundo tecnológico!

8 principais tendências de marketing digital a seguir em 2018

8 principais tendências de marketing digital para seguir em 2018

O ano de 2017 está chegando ao fim e já é necessário começar o planejamento das estratégias de 2018, garantindo os bons resultados e não abrindo espaço para a concorrência. Para isso, é preciso conhecer as principais tendências de marketing digital e saber como elas podem ser aplicadas no seu negócio.

Então, neste post mostraremos as ações que estarão em alta no próximo ano para que você não perca nenhuma oportunidade. Confira!

1. Utilizar o big data

Informação é poder e nos negócios, ela pode se tornar o grande diferencial entre um empreendimento de sucesso e outro que não atingiu os objetivos.

O big data é o conjunto da captação, segmentação, análise e tomadas de decisão com base em dados.

Com o frequente uso da internet para as mais variadas atividades, deixamos rastros digitais que permitem visualizar nossos gostos, necessidades, objetivos e padrões no comportamento. Essas informações podem ser lapidadas e transformadas em verdadeiros tesouros pelas empresas.

Então, se você quer que o seu negócio cresça no próximo ano, não deixe de colocar a utilização do big data na sua programação!

2. Criar ambientes para mobile

Como você passaria um dia inteiro sem o seu celular? Usamos nossos aparelhos móveis para diversas finalidades. Trocamos mensagens, navegamos na internet, usamos as redes sociais, fazemos compras, usamos aplicativos variados e muito mais.

Por isso, as empresas estão cada vez mais preocupadas em criar seus ambientes online otimizados para o mobile, ou seja, ambientes responsivos!

Um site responsivo permite que você o acesse por qualquer aparelho, independentemente do tamanho da tela, sem perder a qualidade de leitura e usabilidade.

Essa é uma das principais tendências de marketing digital a seguir em 2018 e você não pode ignorar isso!

3. Usar streaming ao vivo

Se você utiliza o Facebook, a maior rede social do mundo, já deve ter notado que a quantidade de empresas que estão investindo na transmissão de vídeos ao vivo está crescendo muito, e isso não é por acaso.

Os vídeos são capazes de atrair a atenção das pessoas e gerar engajamento, fazendo com que o público interaja com o material e o enriqueça.

Então, se esse vídeo é ao vivo, mais pessoas se interessam e entram na discussão. A participação do público cresce e uma simples ação nas redes sociais pode converter muitos potenciais clientes em fãs da marca.

Então, se você ainda não está familiarizado com os termos “stories”, “webinar” e “streaming”, é a hora de conhecer e começar a aplicar para gerar uma humanização da sua marca.

4. Explorar a realidade virtual

A realidade virtual é uma vertente que vem ganhando forma há algum tempo, mas só agora é que ela parece estar pronta para ser utilizada pelo público.

Se você acha que isso ainda está muito distante para o seu negócio, é hora de repensar.

A tecnologia evoluiu ao ponto de permitir que um usuário da internet consiga fazer um tour virtual bem realístico dentro de um estabelecimento. Dessa forma, ele poderá visitar as diferentes opções e escolher o que mais lhe satisfez.

Esse recurso pode ser muito interessante para as empresas. Uma loja virtual pode usar a tecnologia para criar peças que chamem a atenção de seu público, atraindo mais pessoas ao site.

Por sua vez, as lojas físicas podem usar os recursos para criar uma experiência incrível e fazer com que seus clientes entrem em um mundo de surpresas.

5. Disponibilizar o atendimento com chatbots

Você já ouviu falar em chatbots? Esse termo estará em evidência no próximo ano, como uma das principais tendências de marketing digital.

É preciso entender que a forma de atendimento ao público mudou muito. As pessoas estão com suas agendas cada vez mais apertadas e não aceitam passar horas ao telefone esperando que seus problemas sejam resolvidos.

Agora, o atendimento deve ser no momento que o cliente deseja, no canal de comunicação que for mais confortável para ele. É aí que entra o atendimento automatizado dos chabots, que são processos — como por exemplo a venda de produtos ou a consulta a prazos de entregas — estruturados em forma de diálogos e cadastrados em uma ferramenta que utiliza a inteligência artificial para responder às solicitações dos clientes no chat de forma automática, sem a intervenção humana.

Com um único clique um potencial consumidor consegue interagir com as informações estruturadas na ferramenta e sanar suas dúvidas como se estivesse conversando com um representante da marca. Bem mais prático e rápido do que aqueles telefonemas que nunca acabavam, não é mesmo?

6. Divulgar vídeos

No terceiro tópico deste artigo nós falamos sobre o streaming ao vivo. Porém, se você ainda não tem confiança de fazer uma interação em tempo real com seu público, não se preocupe. Um vídeo gravado já é ótimo!

Em 2018, invista nas filmagens e crie conteúdos interativos. Lembre-se que as produções devem manter uma boa qualidade, então considere adquirir ou alugar bons equipamentos. Os resultados serão compensadores!

7. Atuar com os influenciadores digitais

Os influenciadores digitais já são altamente buscados pelas empresas e isso promete aumentar muito no próximo ano, tornando-se uma das principais tendências de marketing digital.

Essas pessoas são reconhecidas por um grande público e conseguem direcionar discussões e ações com grande eficiência.

Para se ter uma ideia, um dos principais influenciadores digitais no Brasil é o Whindersson Nunes. Ele possui em seu canal no YouTube mais de 24 milhões de inscritos!

O Whindersson é um exemplo de um macro-influenciador, aquele que possui um enorme público. Porém, você também pode contar com os micro-influenciadores, que têm uma audiência menor, mas que conseguem um engajamento maior pela proximidade e por ser um nicho específico.

Fato é que os influenciadores são grandes potenciais para os negócios e devem ser considerados no seu planejamento de marketing.

8. Buscar dados pelo Google Analytics

Por fim, não podemos nos esquecer do Google Analytics. Essa ferramenta será essencial para manter o seu negócio no caminho do sucesso, auxiliando sua equipe a concentrar os esforços nas melhores ações e otimizar seus recursos.

O Google Analytics possui diversos dados importantes sobre o seu empreendimento e você deve utilizá-los para embasar suas decisões, aumentando a eficiência do plano estratégico.

Então, como vimos no nosso artigo, é preciso se movimentar e já planejar as ações para o próximo ano. Fique de olho nas tendências de marketing digital e veja o que pode ser usado na sua empresa.

Os oito pontos que listamos são grandes potenciais para gerar maiores vendas e lucratividade.

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Estratégias de links patrocinados: alavanque já suas vendas de Natal

Estratégias de Links Patrocinados: Alavanque suas vendas de natal

O Natal já está chegando e é uma ótima oportunidade para a sua empresa gerar grandes vendas. Essa data é uma das principais no mercado, então, é preciso preparar-se. Uma ótima dica é aplicar a estratégia de links patrocinados, buscando novos consumidores e aumentando o conhecimento da sua marca.

Por isso, neste artigo mostraremos tudo que você precisa saber para aplicar esse investimento e buscar ótimos resultados. Confira!

O que é a estratégia de links patrocinados?

A internet, junto com o marketing digital, criou grandes possibilidades para as empresas. Os meios de divulgação tornaram-se mais eficientes e de alcances maiores. Com um simples anúncio, é possível atingir um enorme número de potenciais clientes.

Porém, com todas as vantagens trazidas pelo comércio online, a concorrência tornou-se bastante acirrada. Pequenas e grandes empresas concorrem pela preferência do consumidor no mesmo ambiente.

Diante disso é preciso buscar as maneiras mais eficientes de promover a marca, e uma delas são as estratégias de links patrocinados.

Essa ação consiste em investir um determinado valor em um link da empresa. Na página direcionada, a organização pode buscar uma venda, o preenchimento de formulários ou outras atividades que sejam do objetivo traçado.

Qual a importância desse investimento para a sua empresa?

Para uma marca buscar novos consumidores e estar à frente da sua concorrência, ela precisa aparecer, colocando-se à disposição do seu público.

Um dos canais mais utilizados para a busca de soluções são os sites de pesquisa, como o Google. Então, colocar o seu link entre as primeiras posições da página de resposta com certeza aumentará a visitação às suas páginas e promoverá grandes resultados.

Porém é preciso entender que existem duas formas de posicionar bem as páginas: a orgânica e a patrocinada.

As estratégias de posicionamento orgânico são muito interessantes, mas os resultados só são obtidos em longo prazo, o que pode ser fatal para algumas empresas.

Então, com a necessidade de resultados em curto prazo, a estratégia de links patrocinados tem muita importância dentro das organizações.

Os investimentos podem fazer aumentar muito o tráfego no site, criando condições para escalar as vendas.

Diante de datas comemorativas, como o Natal, é muito interessante usar os links patrocinados para alcançar os consumidores que estão em busca de boas ofertas.

Como utilizar a estratégia de links patrocinados?

Para utilizar a estratégia de links patrocinados, antes você precisa entender que existem diferentes opções de escolha para aplicar o investimento.

Vamos mostrar as principais alternativas para que você se certifique do que é mais interessante para o seu negócio e público-alvo.

Campanha de pesquisa

Provavelmente você já fez uma pesquisa no Google e viu que aparecem dois tipos de páginas: os anúncios, em primeiro lugar, e em seguida as respostas orgânicas. Esses anúncios fazem parte da campanha de pesquisa.

Quando um usuário insere uma palavra-chave no site, o mecanismo de busca faz uma varredura pela internet, procurando as páginas mais relevantes no assunto.

Entre essas páginas, ele analisa quais são as patrocinadas, avaliando o lance dado e a relevância para o usuário.

Se o seu link tiver o maior lance ofertado e for realmente útil ao público, ele aparecerá no topo da página.

Rede de display

Ao anunciar na rede de display, seus links aparecerão em sites que são relevantes para a busca.

Por exemplo, imagine que, neste Natal, você está procurando um produto do segmento de esportes para presentear uma pessoa. Se você entrar em um site que tenha conteúdo sobre esportes, verá que alguns anúncios de lojas do ramo podem aparecer dentro da página. Essa é a estratégia de rede de display.

Você espalha anúncios da sua marca em sites parceiros que tenham conteúdo em sintonia.

Shopping

Quando você faz uma pesquisa no Google, pode direcionar as respostas por diferentes tipos, como imagens, vídeos, notícias, todas as opções ou shopping.

Ao selecionar a opção de shopping, você verá os anúncios diretamente das lojas virtuais, com o preço e o direcionamento para o e-commerce.

Essa é uma forma prática que o buscador utiliza para facilitar que o usuário encontre o que pesquisa.

Então, para as empresas, é muito interessante criar essa estratégia e anunciar no Google shopping para colocar suas soluções em destaque.

Promoção de vídeos

Outra ótima opção para as empresas aumentarem suas vendas neste Natal é criar anúncios em vídeos. Essa mídia gera um alto engajamento do público e pode apresentar ótimos resultados.

Então, você pode investir em campanhas de vídeos, anunciando no YouTube, por exemplo. Assim seus anúncios terão um alto índice de visualização e podem conquistar grandes conversões.

Quais as estratégias de lance para links patrocinados?

Para patrocinar os seus links e obter um bom retorno sobre o investimento, além de conhecer os tipos de campanha, você precisa entender o que são os lances e como fazê-los.

Cada campanha é feita a partir de um investimento financeiro, que é calculado de acordo com o orçamento diário que você define. Assim, se o valor que você estipulou for consumido antes do dia acabar, seu anúncio para de ser mostrado. Já, se o valor não for todo gasto no dia, só será cobrado o que foi utilizado.

Então, existem três tipos de lance. Mostraremos cada um deles:

CPC — Custo por Clique

Nesta opção só haverá cobrança quando uma pessoa clicar no seu link, sendo direcionado para uma de suas páginas.

CPA — Custo por Aquisição

O CPA é o tipo de lance em que você só paga após a conversão do lead. Essa conversão pode ser uma venda, um preenchimento de cadastro ou outros.

CPM — Custo por Mil Impressões

Nesta terceira opção, o anunciante paga um valor a cada 1000 anúncios visualizados.

Então, como vimos em nosso artigo, se você está buscando maneiras eficientes de aumentar as vendas de sua empresa neste Natal, com certeza deve considerar a estratégia de links patrocinados.

Esse investimento gera retornos em curto prazo. Qualquer e-commerce que queira ter sucesso precisa aplicar essa solução e estar presente como uma referência.

Porém, saiba que, para garantir a eficiência, é muito importante contar com a ajuda de uma equipe profissional. Ela criará um bom planejamento para executar as melhores estratégias e garantir o retorno dos seus investimentos.

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SEO, SEM e SMM: entenda o que cada sigla significa!

SEO, SEM e SMM: entenda o que cada sigla significa!

O marketing digital é cheio de siglas e termos técnicos, o que à primeira vista pode causar confusão entre empresários e gestores, que precisam lidar com divulgação da empresa e geração de novos negócios.

A situação fica ainda mais complicada quando as siglas tratam de técnicas parecidas. Então, para não cometer erros na hora de fazer o marketing do seu negócio e não deixar de investir em técnicas que podem fazer a diferença, é preciso conhecer um pouco mais sobre esse universo e saber como utilizá-lo a favor da sua empresa.

Para encerrar as dúvidas que possam existir, neste artigo, vamos explicar o que é SEO, SEM e SMM, suas diferenças e algumas das melhores práticas para executá-las. Ficou curioso? Então não deixe de acompanhar os parágrafos a seguir!

O que é SEO?

Entre as siglas abordadas neste texto, o SEO é a mais comum, e quer dizer Search Engine Optimization — comumente traduzido como “otimização para mecanismos de busca”. Como o próprio nome dá a entender, esse processo tem o objetivo de fazer com o site ou blog de uma empresa seja encontrado com mais facilidade pelos buscadores.

Dessa forma, um website devidamente otimizado acaba por aparecer nos primeiros lugares da busca orgânica em plataformas como Google, Bing, Altavista, Yahoo Search, entre outros serviços de busca. É um trabalho essencial para as empresas que querem ser encontradas com mais facilidade na internet.

Se você tem o hábito de fazer pesquisas na web, sabe que ninguém olha todas as páginas de resultados.

Geralmente as pessoas param logo nos primeiros links, que costumam entregar aquilo que elas procuram. Assim, não figurar entre eles é o mesmo que sair atrás da sua concorrência.

Além de ranquear melhor nos buscadores, o SEO também é responsável por trazer mais leads qualificados para a sua empresa, já que as pessoas que encontram a sua marca no Google, por exemplo, estavam procurando especificamente por produtos ou serviços similares ao seu. Isso facilita o processo de vendas.

Colocar palavras-chave nas URLs de seus posts, editar a meta description e a title tag para os mecanismos de busca, apostar em conteúdo relevante e de qualidade, caprichar nas imagens, inserir links para outras páginas e sites, assim como ter um design responsivo, são algumas formas de fazer o SEO corretamente.

O que é SEM?

Assim como o SEO, o SEM também é um trabalho destinado aos mecanismos de busca. Essa sigla, em inglês, quer dizer Search Engine Marketing — ou, em português, “marketing para ferramentas de busca”. Essa similaridade com as siglas de outras técnicas acaba sendo responsável por gerar confusão em empresários e gestores.

Um SEM bem executado acaba por utilizar o SEO em sua estratégia, já que tem como objetivo aumentar e melhorar a visibilidade de sites e blogs dentro dos mecanismos de busca. Mas, diferentemente do SEO, o SEM não consiste apenas em boas práticas ligadas ao conteúdo dos canais de comunicação.

Além de usar o próprio SEO, que melhora o posicionamento nas buscas orgânicas, o SEM também se vale dos links patrocinados e da rede de display, fazendo com que se explore ao máximo as possibilidades existentes nos buscadores, já que também trabalha com os serviços pagos.

De uma forma geral, os links patrocinados são aqueles que aparecem em um box na parte superior aos resultados da busca orgânica.

Como são pagos, ganham mais destaque e chamam a atenção do internauta. Já a rede display, disponibiliza o seu anúncio em websites, vídeos e aplicativos, o que faz alcançar uma grande audiência.

Por trabalhar a visibilidade por meio de campanhas pagas, sobretudo utilizando a ferramenta do Google, o AdWords, o SEM tem um papel importante, aumentando o alcance do seu site e do seu blog, além de gerar mais audiência, atrair mais clientes potenciais e fortalecer a sua presença online.

O que é SMM?

Essa sigla se refere a um trabalho um pouco diferente das outras citadas neste artigo. Ela, em inglês, quer dizer social media marketing  — ou “marketing de mídias sociais”, em português. Dessa forma, não tem o seu foco voltado para os buscadores da internet, mas sim para o trabalho de marketing realizado nas redes sociais.

Em comparação com o SEO e o SEM, o SMM é uma sigla relativamente nova e tem como objetivo principal criar estratégias para a produção de conteúdo de qualidade e que seja relevante para os seguidores de uma empresa ou seus clientes potenciais. Além disso, desenvolve mecanismos que estimulam os leitores a compartilhar o conteúdo.

Outro ponto importante do SMM é a mensuração de resultados nas mídias sociais. Afinal, um bom trabalho nessas plataformas digitais não está restrito apenas à geração de materiais e ao relacionamento com as pessoas. É preciso verificar se os resultados alcançados estão alinhados com os seus objetivos e, se for necessário, fazer as devidas correções.

Desenvolver uma estratégia de SMM é fundamental para que a sua empresa desenvolva uma boa presença nas mídias sociais, fortaleça a sua marca e consiga chegar até o seu público  —  seja ele formado por clientes regulares ou por consumidores potenciais —, gere tráfego para outros canais de comunicação da empresa e facilite novos negócios.

O marketing digital possui uma série de técnicas que podem ser úteis para os mais diferentes objetivos.

Ainda, dentro dessas estratégias, existem diversas opções de ferramentas, que trabalham para maximizar os esforços em busca dos resultados. Elas podem ser exploradas de acordo com o que for mais conveniente para sua tática de marketing. Basta explorar e aprender qual se encaixa melhor no seu objetivo.

Assim, todas as siglas aqui apresentadas, apesar de terem alguma similaridade entre si, tratam de trabalhos complementares e que devem ser desenvolvidos em conjunto para que a empresa possa alcançar resultados melhores e se desenvolver em seu mercado de atuação. Portanto, não deixe de utilizá-las para as suas marcas!

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Marketing digital: o segredo para vender mais no final do ano

Marketing digital: o segredo para vender mais no final do ano

Não é novidade que o comércio bomba com as festas do fim de ano. Entretanto, o aumento das vendas cresce na mesma proporção que a concorrência, pois todos os setores aproveitam esse período do ano para lucrar mais. Por causa disso, é fundamental investir em ações para atrair mais clientes.

O marketing digital é uma alternativa que tem sido amplamente utilizada por várias empresas quando o assunto é divulgação, atração de clientes e aumento das vendas.

Isso porque é uma estratégia acessível pelo seu baixo custo, em relação a outras mídias de comunicação, e tem revelado resultados surpreendentes com o seu alto poder de segmentação do público, alcance e possibilidade de mensurar o retorno das campanhas.

Quer saber como vender mais no final do ano com o marketing digital? Continue a leitura e conheça as melhores estratégias!

Links patrocinados

A internet mudou completamente a forma de consumo. Prova disso é que 47% dos consumidores com acesso à internet realizam pesquisas na rede antes de comprar em uma loja física, de acordo com o levantamento feito pela SPC Brasil, em parceria com a CNDL.

Desse modo, é imprescindível ser visto quando um usuário faz uma pesquisa em um mecanismo de busca, como o Google. Uma das opções para isso são os links patrocinados que, basicamente, são anúncios pagos que têm como objetivo principal a geração de maior número de conversões em um site.

Uma das ferramentas mais utilizadas quando o assunto é links patrocinados é o Google Adwords, por oferecer os melhores recursos, além de o Google ser o buscador que mais cresce mundialmente.

A ferramenta funciona assim: você cria campanhas e escolhe as palavras-chave relacionadas ao seu negócio, como produtos e serviços. Assim, quando algum usuário pesquisar uma palavra-chave que foi selecionada na sua campanha, o seu anúncio aparecerá entre os resultados no topo do buscador.

É claro que não é tão simples assim! Existem estratégias para que os seus anúncios sejam mais relevantes, e também todo um processo de configuração da campanha. Mas o interessante dos links patrocinados é que, além de ser destaque nos primeiros resultados, o seu anúncio aparece exatamente no momento em que um usuário está procurando um produto ou serviço que a sua empresa oferece.

Rede de display

Os anúncios da rede de display são um dos formatos disponíveis também no Google Adwords, mas funcionam de maneira diferente dos links patrocinados.

Basicamente, a rede de display é composta por sites que são parceiros do Google — páginas que são criadas pela própria empresa, como Youtube, Blogger, Gmail, entre outras bastante conhecidas. Há também os sites/blogs parceiros que se associam ao Google por meio do seu programa de afiliados e têm permissão para exibir anúncios.

Para você entender melhor: sabe aqueles anúncios que aparecem em cima dos seus e-mails nas abas “Social” e “Promoções”, no Gmail? Ou os anúncios relacionados aos assuntos que você já pesquisou, como da Netshoes, após ter buscado sobre tênis? Esses são os anúncios da rede de display.

Essa opção também tem alto poder de segmentação, e apenas a pessoa que realmente tem interesse no seu produto ou serviço é que verá o seu anúncio. Além disso, com a rede de display, há diversos formatos para anunciar, como textos, gráficos e banners, possibilitando que você escolha o que melhor se adéque à preferência do seu público.

Retargeting

O retargeting é mais uma função do Google Adwords, que tem como objetivo impactar um usuário da web com alguma estratégia baseada no seu histórico de navegação.

Por exemplo: um usuário está navegando em um site ou rede social e é impactado por um banner de uma loja de roupas esportivas com um produto de R$ 200. Ele não clica e vai para outra página.

Depois disso, é exibido um novo banner com um produto relacionado por R$ 150 e, mais uma vez, o usuário não clica, indo para outra página, que, por sua vez, tem mais um banner com um item por R$ 100 que, finalmente, é clicado.

Ou seja, com o retargeting você tem a possibilidade de tentar vender novamente um produto para uma pessoa que já teve interesse nele anteriormente.

Anúncios no Facebook

O Facebook também permite que sejam veiculados anúncios pagos, com a plataforma Facebook Ads. Isso é mais uma grande estratégia do marketing digital, já que a rede social atualmente é a maior do mundo, com dois bilhões de usuários ativos todos os meses, conforme o último levantamento divulgado pela empresa.

A plataforma dispõe de várias funcionalidades para ajudar na criação de campanhas no canal. Para começar, existem diversos formatos de anúncios que você pode escolher, conforme o seu objetivo principal.

Há a opção de “vendas do catálogo de produtos”, que possibilita a criação de anúncios que mostram os produtos do seu catálogo de acordo com o seu público-alvo. Esse formato armazena todos os dados dos itens que você deseja anunciar no Facebook. Existem outros tipos de anúncios, como impulsionar publicações, instalação do aplicativo, geração de cadastros e muito mais.

Ao criar um anúncio, você poderá também segmentar o público que quer atingir. Para isso há várias especificações para detalhar o perfil do usuário, como sexo, localidade, preferências etc.

E-mail marketing

Por muito tempo, o e-mail marketing foi visto como sinônimo de spam. Hoje, a sua fama mudou, e é uma das principais ferramentas do marketing digital. Isso não é à toa, já que os resultados são realmente surpreendentes!

Uma pesquisa realizada pela Convince&Convert revela que os consumidores que compram produtos vistos por meio de e-mail marketing gastam 138% mais que os que não recebem mensagens promocionais por e-mail.

Como a ideia é utilizar a ferramenta para vender mais no fim do ano, existem algumas estratégias interessantes para conseguir resultados rápidos, como o envio de ofertas, promoções, cupons de descontos etc.

Além disso, o e-mail marketing pode (e deve) ser utilizado também como um canal de comunicação entre a empresa, seus clientes e potenciais clientes, enviando conteúdos úteis, últimas novidades dos seus negócios e lançamentos de produtos.

Pronto! Estas são algumas das melhores estratégias de marketing digital. É importante ressaltar que, para todas elas, é necessário conhecimento prévio para alcançar resultados realmente efetivos. A boa notícia é que existem agências especialistas em marketing on-line para ajudar pequenas e médias empresas nessa empreitada. Vale a pena conhecer!

Quer receber outras dicas de como vender mais no final do ano? Acompanhe a nossa página no FacebookTwitter, Instagram, LinkedIn e Youtube, e fique por dentro de todas as novidades!

Google Remarketing x E-mail Remarketing, entenda a diferença

Uma estratégia de Marketing Digital estruturada pode contar com diferentes soluções e ferramentas para garantir um maior alcance, abrangência e consequentemente mais clientes interessados no seu negócio. Acontece que muitos conceitos e termos podem parecer confusos para quem não tem tanta afinidade com a área. Hoje, vamos falar de duas ferramentas com nomes parecidos que podem ser facilmente confundidos, o Google Remarketing e o E-mail Remarketing.

Ambas soluções podem te trazer ótimos resultados, mas de formas e em ambientes diferentes. Vamos explanar brevemente o que é cada uma para que fique mais claro suas diferenças e como você pode aplicá-las no seu mix de Marketing Digital!

Google Remarketing x E-mail Remarketing

O Google Remarketing ou Retargeting é uma ferramenta disponível no Google AdWords, que marca (conhecido como cookie) e identifica quando um usuário visita o seu site, permitindo que posteriormente seus anúncios apareçam em sites, blogs e redes sociais que fazem parte da rede de Display do Google.

Provavelmente já aconteceu com você, quando navegando na internet, pesquisou algum produto ou serviço, notou que logo depois você começou a ser impactado por anúncios relacionados ao site que acabou de entrar?  Essa é a função do Google Remarketing, reforçar através de anúncios de banners para os usuários que em algum momento tiveram interesse na sua empresa com o objetivo de atraí-los de volta ao site.

O E-mail Remarketing age de uma maneira um pouco diferente, já falamos dele de forma um pouco mais completa aqui no blog, clique aqui para ficar por dentro. De forma resumida, ele atua recuperando tráfego perdido no seu site (pessoas que entraram no seu site e não preencheram um formulário de contato).

Assim como o Google o Remarketing ele também usa tecnologia de Cookies para gravar informações do usuário, mas ao invés de impactar possíveis contatos com anúncios de display o E-mail Remarketing consegue rastrear informações do usuário para reimpactá-los através de e-mails poucos minutos após o usuário entrar no site, aumentando muito suas chances de prospecção.

 

Análise:

Analisando ambas ferramentas, podemos afirmar que apesar de usarem tecnologias semelhantes, os canais onde os clientes são atingidos são distintos, deste modo, causando impactos e uma experiência em momentos diferentes.

O Google Remarketing age de maneira um pouco mais informal e indireta, rastreando e impactando o consumidor em sites diferentes enquanto o mesmo navega na internet, enquanto isso, com o E-mail Remarketing você pode personalizar sua comunicação de maneira mais direta e pessoal, atingindo o usuário diretamente em sua caixa de e-mail.

Em um cenário de Marketing Digital perfeito, adotar ambas soluções seria o ideal para maximizar o desempenho das suas campanhas online. Caso você opte por escolher apenas uma, avalie qual terá mais aderência ao seu negócio e público. O Google Remarketing é uma ferramenta muito popular no mercado, somos atingidos constantemente por diferentes anúncios a todo momento que navegamos na internet.

Precisamos tomar muito cuidado com a constância e qualidade dos displays, direcionamento correto para não nos tornarmos inconvenientes e com isso afastar possíveis clientes.

O E-mail Remarketing é uma solução nova, que consegue impactar leads de forma mais direta e efetiva, principalmente para empresa em foco em serviços, com ele você não precisa depender que um lead tenha interesse em clicar no anúncio de display, seja direcionado para o seu site, preencha um formulário para que você consiga enfim prospectá-lo.

O E-mail Remarketing promove uma comunicação direta por e-mail, permitindo que o seu consumidor interaja com você diretamente, sem a necessidade de preencher um formulário, enquanto o Google Remarketing tradicional dependeria de mais passos até este momento.  Portanto é uma solução com maior automatização que possivelmente te trará maior retorno!

Um de nossos especialistas pode entrar em contato com você e falar um pouco mais sobre as vantagens em adotar uma dessas soluções, clique aqui para saber mais.

Como aproveitar a Black Friday para queimar o seu estoque

Como estão os seus preparativos para a Black Friday? Este importante evento do mercado está chegando e promete alavancar as vendas em curto prazo de forma bem expressiva. Porém, para ter bons resultados, é preciso se planejar e a data já está chegando!

Por isso, neste artigo, mostraremos o que você deve fazer para aproveitar melhor essa oportunidade e fazer boas vendas. Confira!

O que é a Black Friday?

Esse é um evento do mercado varejista que teve origem nos Estados Unidos. Ele acontece na sexta-feira seguinte ao feriado de Ação de Graças, comemorado no país norte-americano. Essa data coincide com a última sexta-feira do mês de novembro.

O evento tem uma grande importância no cenário comercial, pois é o período em que os consumidores começam a se planejar para as compras de Natal. A ideia da Black Friday é que as empresas ofereçam descontos imperdíveis.

Em 2017, o evento ocorrerá no dia 24 de novembro e vários países aproveitarão a oportunidade. O primeiro ano da Black Friday no Brasil foi em 2010 e, desde então, os números só crescem.

No ano passado, o mercado brasileiro movimentou R$ 1,9 bilhão no evento. A expectativa é um crescimento de 20% nas vendas este ano.

Mas, então, como aproveitar essa oportunidade no seu negócio? É o que veremos a seguir, com dicas incríveis.

Como vender mais na Black Friday?

Crie uma lista de clientes

Como já dissemos, a Black Friday é um evento de grande oportunidade, tanto para os consumidores, que podem adquirir produtos com preços baixos, quanto para as empresas, que podem queimar o estoque e aumentar as vendas em um período curto. Então, a preparação e o planejamento das estratégias é fundamental.

Se você esperar até a data para ir atrás dos clientes, pode ser que eles já tenham sido fisgados pelos concorrentes. Por isso, é importante que você comece esse trabalho antes.

Uma dica é criar uma lista de contatos, possíveis clientes, e fazer uma boa nutrição. A ideia é preparar essas pessoas para as compras com antecedência.

Ofereça descontos reais e realmente incríveis

Uma das principais queixas dos consumidores nesse evento é uma prática adotada por algumas empresas, infelizmente. Elas aumentam os preços antes da data e retornam com o valor original depois, como se fosse o desconto. Também é vista a prática de divulgar um desconto percentual que não é real.

Essas ações são muito perigosas e não devem ser seguidas. Empresas que agem dessa forma tentam enganar o público e podem ter sérios danos à imagem da marca.

Além disso, existem sites que monitoram os preços durante todo o ano, então eles identificam quem adota tais práticas e divulgam.

Por isso, ofereça realmente descontos reais e que chamem a atenção dos consumidores.

Dê descontos exclusivos para seus clientes antigos

Os seus clientes antigos devem receber uma atenção especial nesse momento. É uma forma de agradecer pela parceria e preferência no momento da compra.

Por isso, ofereça descontos exclusivos para esses clientes já conhecidos e antigos. Você pode, além dessa diferenciação, ofertar os itens com antecedência, mas lembre-se que isso deve ser uma exclusividade.

Trabalhe campanhas segmentadas de e-mail marketing

Se você seguiu a nossa primeira dica, já planejou criar uma boa lista de e-mails. Agora, é bem interessante que se faça uma nutrição desses potenciais consumidores.

Crie um planejamento de e-mails e vá gerando expectativa no público antes de chegar a data. Você pode segmentar os seus contatos de acordo com algumas características que sejam relevantes ou segmentar as campanhas. Assim, você pode fazer uma mensuração dos resultados para identificar as melhores práticas.

O intuito aqui é fazer com que, ao chegar o dia da Black Friday, todos os seus contatos estejam ansiosos pelos descontos.

Faça anúncios patrocinados

Os anúncios patrocinados são ótimas estratégias para buscar mais clientes. Você pode usar a plataforma do Google, o Adwords. Dessa forma, seus anúncios podem aparecer nos primeiros lugares das pesquisas no buscador.

As redes sociais também permitem esse investimento. O Facebook Ads é uma opção para usar a maior rede social do mundo para impulsionar as campanhas.

Um ponto interessante é que você pode direcionar os anúncios para o seu público-alvo, aumentando a eficiência das ações e otimizando seus investimentos.

Cuide do atendimento

Durante a Black Friday é esperado que o tráfego em sua loja virtual ou a presença de clientes na sua loja física aumente consideravelmente. Esse maior fluxo gera um volume de trabalho maior e a necessidade de manter um bom atendimento.

É importante ter essa preocupação para não perder vendas. Pense no aumento que você espera para o período e analise se a sua estrutura de colaboradores é capaz de suportar.

Invista em ações pré e pós Black Friday

Algumas empresas entram no clima da Black Friday antes mesmo da última sexta-feira de novembro e podem até estender o prazo. A Netshoes, por exemplo, oferece a Black November, com descontos durante todo o mês.

Essa possibilidade é interessante, mas você deve guardar o melhor para a data oficial. A maioria das lojas aproveitará essa oportunidade e os clientes sabem disso. Então, mesmo que você disponibilize descontos antes, eles podem aguardar o dia certo para certificar que farão boas compras.

Planeje o seu estoque

Por fim, não podemos nos esquecer do estoque. Esse ponto é muito importante e deve entrar no planejamento do evento. Negligenciar isso pode fazer com que você perca muitas vendas.

Trata-se de uma oportunidade para liquidar os itens que não tiveram boa saída. Faça uma análise do seu estoque e defina quais os produtos entrarão em desconto, se serão todos ou alguns específicos.

Como vimos em nosso artigo, a Black Friday é uma excelente oportunidade para aumentar as vendas. Tenha muita atenção com todos os pontos que listamos e crie um planejamento para o evento. Se tudo for feito de forma inteligente, as vendas podem aumentar consideravelmente e você pode atrair novos clientes para todo o próximo ano.

Gostou do nosso conteúdo sobre a Black Friday? Conhece outras dicas para queimar o estoque? Então, deixe seu comentário no post e participe dessa discussão.

Entenda como aplicar o Business Intelligence no Marketing Digital

Entenda como aplicar o Business Intelligence no Marketing Digital

Se você está acostumado a ler publicações que orientam sobre o mundo corporativo, sabe que a principal motivação para recorrer a alguma tecnologia, processo ou metodologia nova, segundo os autores, é a alta competitividade do mercado. Pois bem: quando o assunto é Business Intelligence no Marketing Digital, essa afirmativa faz ainda mais sentido!

De fato, a internet provocou uma verdadeira transformação no modo como os serviços e as compras são realizados — e, consequentemente, como o Marketing é feito. Logo, com o espaço ilimitado e compartilhado com tantas empresas por meio do Marketing Digital, estar na frente dos concorrentes virou uma questão de sobrevivência.

Ainda assim, o Business Intelligence vai muito além de ajudar um negócio a sobreviver: ele é hoje um fator primordial para o crescimento das empresas. Afinal, como o próprio nome nos diz, a inteligência é uma de suas características.

Mas, então, como essa inteligência contribui a tal ponto?

Para eliminar as suas dúvidas, produzimos este conteúdo aprofundado e completo sobre o conceito, a importância, a funcionalidade e os benefícios do Business Intelligence para os negócios — e, mais especificamente, para as suas estratégias de Marketing Digital. Falaremos sobre:

  • o que é e como funciona o Business Intelligence;
  • quais são os principais benefícios da inteligência de negócios para o Marketing Digital;
  • como integrar o Business Intelligence às estratégias de Marketing Digital;
  • os erros de Business Intelligence que devem ser evitados a todo e qualquer custo.

Então, vamos começar? Continue lendo e confira!

O que é Business Intelligence?

Também conhecido como Inteligência de Negócios ou Inteligência Empresarial, o Business Intelligence (BI) é um processo  hoje realizado com uso de produtos de software — que consiste na coletaorganizaçãoanálisecompartilhamento e coleta de dados, tendo como objetivo fornecer suporte às decisões do gestor.

E ele contribui não apenas no aspecto decisório, mas também na busca por respostas às perguntas dos usuários do negócio. Isto é, levantando as informações necessárias, eles conseguirão compreender seus “porquês” e identificar soluções.

Bom, e que tipos de informações são coletados? Praticamente tudo que for de utilidade aos processos decisórios! Seja de fontes internas, como os sistemas ERP (Enterprise Resource Planning), seja de fontes externas, como as redes sociais.

Esta pesquisa realizada pela Clutch, por exemplo, constata a preferência da maioria das empresas pela coleta de dados internos (65%), estruturados (83%) e provenientes dos sistemas usados na empresa (65%) em vez de outras fontes, como Internet das Coisas (18%) e redes sociais (17%).

Apesar dessa proposta inovadora — visto que permite às empresas obter, em poucos segundos, mais informações do que as registradas na história da humanidade — a inteligência empresarial já é uma realidade desde o início dos anos 90, quando um conjunto de estratégias foi criado para coletar informações relevantes à tomada de decisão.

A grande diferença do BI daqueles tempos para o de hoje se dá, grosso modo, em termos de como ele é feito. Isso porque o mercado atual oferece uma vasta gama de ferramentas avançadas, repletas de funcionalidades e peculiaridades, que tornam o processo mais ágil, completo e eficaz.

Existe, por exemplo, uma ferramenta tecnológica chamada Yellowfin, utilizada por mais de 1 milhão de usuários ao redor do globo, cuja finalidade é coletar dados relacionados a vendas, insights do mercado, hábitos dos consumidores etc. Há também a Qlik Sense, que disponibiliza análises a partir de dispositivos móveis.

De toda forma, usando esse tipo de ferramenta como complemento é possível criar um forte mecanismo de Business Intelligence na empresa, coletando e monitorando informações por diversas vias e tendo-as à sua disposição em diversos formatos (relatórios, gráficos, planilhas etc.).

Enfim, podemos ver que o Business Intelligence é um forte aliado para empresas de todos os setores, pois as informações adquiridas por meio desse processo são essenciais para o seu crescimento e aumento de competitividade.

Não é por acaso que muitos empreendimentos conseguem resultados significativos, expandindo seus negócios enquanto outras permanecem estagnadas sem um “motivo aparente”.

Como funciona o Business Intelligence?

Basicamente, o processo de Business Intelligence é composto por sete etapas:

1. Data Warehouse

Também conhecido como “armazém de dados”, o processo de data warehouse é utilizado para a coleta de dados a partir de uma ou mais fontes, servindo como um repositório no qual todas as informações ficam armazenadas.

A importância dessa etapa está na centralização dodados, permitindo a análise de dados em grande escala (volume). Dados que, a princípio, estão espalhados por vários computadores e dispositivos móveis, por exemplo, são integrados e agrupados em um só local, tornando-os acessíveis aos líderes.

2. Data Mining

No português brasileiro, o data mining é mais conhecido como “mineração de dados”, sendo esta uma prática que utiliza de recursos computacionais para detectar padrões e relações dentro de um conjunto de dados.

Para tornar mais claro o objetivo desse processo, imaginemos que a sua equipe de Business Intelligence tenha acabado de realizar a data warehousing, coletando um montante de informações relativas às atividades da empresa.

Nesse momento, a sua empresa tem à disposição um imenso volume de informações, mas elas não estão bem estruturadas e sua maioria está ininteligível, ou seja, ainda não pode ser considerada útil.

Assim que for feita a mineração dos dados, contudo, as informações irrelevantes passarão por essa “peneira”, e o conteúdo extraído será estruturado e organizado de modo a ficar plenamente compreensível aos usuários.

3. Analytics

O conceito de Analytics está ligado à Ciência da Análise (ou Ciência Analítica) — campo responsável por acrescentar razão e lógica às tomadas de decisão, evitando que estas sejam feitas completamentebaseadas na intuição. Esse ponto é importante, e logo explicaremos por quê.

O Analytics, portanto, tem tudo a ver com Business Intelligence. Quando se tem os dados coletados e minerados, é necessária uma forte atenção aos detalhes contidos nas informações, às suas entrelinhas, para que a empresa trilhe caminhos mais racionais.

Suponha, por exemplo, que uma empresa de sucos percebe que o suco de sabor laranja vende menos que os demais. Nesse caso, em vez de distribuir menos produtos desse sabor ou mesmo parar de vendê-lo, é mais interessante saber os motivos pelos quais o suco de laranja não vingou. Por exemplo:

  • A concorrência oferece um produto melhor?
  • A composição química está afetando sua qualidade?
  • A embalagem não é atrativa?
  • O preço está alto?

São muitas as possibilidades que podem ser identificadas por meio dessas análises. E é nesse sentido que o Analytics se torna um grande aliado para integrar inteligência às tomadas de decisão.

O equilíbrio é um importante fator para o julgamento

Por outro lado, conforme nos alerta Thomas Davenport (um dos maiores especialistas em gestão de TI) em seu livro Judgement Calls, a intuição humana é também um importante elemento para que a melhor decisão seja feita.

Nem sempre uma decisão 100% baseada em análises de dados é a alternativa mais adequada. Assim, a experiência do gestor também deve ter o seu peso no processo — até porque os dados coletados são baseados em experiências passadas.

A questão é que o equilíbrio deve prevalecer nas decisões cruciais, sobretudo as que devem ser tomadas em um curto espaço de tempo.

4. BPR

O acrônimo BPR se refere ao termo Business Process Reengineering (Reengenharia de Processos de Negócio, em português).

Seu conceito é definido por Manganelli e Klein (1994) como o “redesenho rápido e radical dos processos estratégicos de negócio — e dos sistemas, políticas e estruturas organizacionais que os apoiam — que acrescentam valor para otimizar os fluxos de trabalho e a produtividade nas organizações”.

Em outras palavras, o BPR implica em reexaminarreorganizarrepensar e reprojetar, visando aprimorar o produto/serviço com foco em melhorar a competitividade da empresa. Está, portanto, longe de ser um simples ato de aplicar pequenas melhorias, mas sim de uma verdadeira reestruturação no processo de trabalho.

5. Benchmarking

O benchmarking, por sua vez, utiliza do método comparativo para o gestor definir como está o desempenho dos processos de negócio perante outras organizações relevantes — não, necessariamente, concorrentes.

Ilustraremos o benchmarking com a seguinte suposição: a empresa X planeja implantar inovações em seus processos, e os tomadores de decisão são unânimes em acreditar que as inovações aplicadas na empresa Y (mesmo que ela atue em outro setor) podem se encaixar perfeitamente em seus objetivos.

Então, por meio do benchmarking, a empresa X faz uma comparação com a Y, envolvendo o seu desempenho e a forma como os seus processos são conduzidos. Dando origem, assim, a novas ideias e caminhos para que as inovações sejam feitas.

Vale ressaltar que, a partir do momento em que as melhorias em potencial são identificadas, caberá à empresa X analisar fatores como custos e tempo de implementação, de modo a definir se a decisão é realmente viável.

6. OLAP

Criado em 1993 por Edgar Frank Codd, renomado matemático e desenvolvedor do modelo de banco de dados relacional, o OLAP (Online Analytical Processing) também faz parte do lado analítico e estudo dos dados.

O objetivo do OLAP é possibilitar aos analistas, gerentes e executivos do negócio, por meio de programas específicos, a visualização e a análise de dados históricos — geralmente, o volume de informações é muito grande.

E como o OLAP facilita essa visualização de dados? Na prática, ele atua como uma interface, recuperando com agilidade as informações armazenadas no data warehouse e apresentando-as ao usuário a partir de seus métodos de armazenamento.

7. Reporting

Por fim, temos o último processo do Business Intelligence: o reporting (geração de relatórios). E quanto a isso não há segredos, pois ele consiste na apresentação dos dados em relatórios, para que sejam facilmente analisados.

A vantagem do reporting — no caso, seu diferencial — é que os dados coletados no data warehousing e despejados na mineração não ficam excluídos, e sim integrados ao relatório para que nenhuma informação passe em branco.

Bom, agora que você conheceu os conceitos básicos do Business Intelligence, vamos nos aprofundar na sua aplicação ao Marketing Digital.

Daqui em diante, falaremos sobre os benefícios em trazer a Inteligência de Negócios ao seu planejamento de Marketing Digital, como estabelecer essa integração e quais são os principais equívocos a se evitar. Vamos lá?

Quais são os benefícios do Business Intelligence no Marketing Digital?

As estratégias de Marketing Digital são, em sua maioria, baseadas nos princípios e melhores práticas de Inbound Marketing — método cujo objetivo é atrair clientes em vez de trilhar um caminho, muitas vezes incômodo e dispendioso, para chegar até eles (como telemarketing, panfletagem, publicidade em veículos de comunicação etc.).

Uma das maiores vantagens em seguir essa linha do Inbound é que, assim, as estratégias podem ser mensuradas e modificadas em tempo real. Por outro lado, isso não significa que existe liberdade para errar, afinal, as falhas representam perda de dinheiro.

Nesse sentido, um dos principais benefícios do Business Intelligence é a própria inteligência agregada às decisões.

Em vez de dedicar horas a testes para modificar uma técnica, por exemplo, o gestor analisa as informações relevantes com foco na identificação do erro. Com isso, o BI facilita a tarefa de encontrar uma solução o mais rápido possível ou tomar a melhor decisão: independentemente do caso, é certo que a medida será mais assertiva.

A segunda vantagem, complementar à primeira, é que as ferramentas de Business Intelligence atuais (BI 2.0) fornecem recursos avançados, como a geração de insights em tempo real e a atualização constante dos dados. Assim, as estratégias, sobretudo as de SEO (Search Engine Optimization), podem ser otimizadas com mais agilidade e eficácia.

Outro benefício que não podemos deixar de lado envolve uma das etapas mais importantes para a criação de estratégias de Marketing Digital: o conhecimento aprofundado sobre o público-alvo, bem como os seus conflitos, necessidades e desejos.

Quanto mais informações pertinentes forem coletadas e analisadas, melhor será o conhecimento da empresa em relação ao consumidor. Além disso, identificar o seu comportamento gera uma ótima oportunidade de desenvolver abordagens direcionadas, algo que desperte interesse no público.

E um dos meios que mais influenciam na eficácia dessa abordagem é a seleção dos melhores canais para chegar até o cliente, o que também pode ser facilitado pelo Business Intelligence.

Por fim, a análise comparativa dos processos e estratégias aplicadas pela sua empresa em relação aos concorrentes também é aprimorada, graças à prática de benchmarking (cujo conceito apresentamos anteriormente, no tópico 3.5).

Em outras palavras, a sua empresa só tem a ganhar ao inserir a inteligência de negócios no planejamento de Marketing Digital. É possível melhorar as estratégias em curto espaço de tempo, obter informações valiosas sobre os consumidores, compreender a posição da empresa em termos de competitividade, e ainda ir além.

Como usar o Business Intelligence no Marketing Digital?

Quando o segmento em questão é o Marketing Digital, o Business Intelligence oferece uma vasta gama de ferramentas de software para fins específicos.

Um exemplo disso são as aplicações que ajudam a mapear a jornada de compra do cliente ou, também, as que fornecem detalhes sobre a origem do tráfego, mostrando, entre outras informações, qual foi o caminho percorrido pelo lead até que este chegasse ao site da empresa.

Por outro lado, em meio a tanta tecnologia, é preciso ter consciência do que o seu negócio deve fazer para integrar o BI ao Marketing Digital, a fim de evitar esforços (tempo e dinheiro) em práticas irrelevantes em termos de inteligência. Quanto a isso, daremos 4 dicas:

1. Escolha o melhor software de Analytics para Marketing Digital

Implantar uma solução de Analytics é um requisito para que se tenha sucesso com o Business Intelligence. E, nesse sentido, uma das melhores práticas a se adotar é testar o seu software antes de escolhê-lo.

Felizmente, as versões de testes (trial versions) são disponibilizadas pela maioria dos fornecedores — se não todos —, o que permitirá à sua empresa fazer uma escolha paciente e cuidadosa.

versatilidade da ferramenta também é um critério importante, pois o Marketing Digital trabalha com uma variedade de canais (redes sociais, sites de busca e outras plataformas), e monitorá-las em tempo real, utilizando apenas um software, facilitará a coleta de dados significativamente.

Além disso, atente-se a outros dois fatores: facilidade de uso e integração com outros sistemas. O primeiro deles por razões óbvias e o segundo por ajudar a expandir as fontes de dados para coleta.

2. Planeje suas ações com base na análise de dados

A partir do momento em que o Business Intelligence faz parte do seu Marketing Digital, planejar suas ações com base na análise de dados é a melhor maneira de aproveitar ao máximo os seus benefícios.

E, considerando que o Marketing, na maior parte da sua história — convenhamos, é uma longa história —, não pôde se basear em dados concretos para desenvolver estratégias mais eficientes, abrir mão dessa vantagem seria um desperdício sem precedentes!

3. Utilize dashboards para melhor interpretar as informações

Os dashboards são painéis que simplificam o acesso, a visualização e a análise de dados. Sua acessibilidade é facilitada, no sentido de que os envolvidos nos processos de decisão conseguem acessar as informações em qualquer dispositivo, seja móvel ou desktop, independentemente de onde estiverem.

Além disso, a visualização dos dados é aprimorada por conta dos gráficos e relatórios fornecidos instantaneamente na tela. E a análise, por sua vez, se torna mais eficaz devido aos recursos de comparação de dados e KPIs (Key Performance Indicators), desde as mais básicas às complexas.

4. Faça a integração entre os departamentos de Marketing e Vendas

Lembre-se de que quanto mais informações puderem ser coletadas, maiores serão suas chances de tomar decisões melhores.

Por isso, integrar os departamentos de Marketing e Vendas, cuja união é essencial, é um dos primeiros passos a se seguir. Razões para dedicar esforços quanto a isso não faltam, visto que os insights obtidos por meio do Business Intelligence são de grande utilidade para ambos os times.

Aliás, um conceito que vem sendo difundido há um bom tempo e auxilia muito nessa integração é o smarketing (sales + marketing). Vale a pena estudar a respeito.

Quais são os erros de Business Intelligence que eu devo evitar?

Até aqui, você aprendeu o que fazer para tornar o Business Intelligence parte do seu planejamento de Marketing Digital. No entanto, você tem ideia do que não pode ser feito? Então, chegou a hora de saber!

1. Falhar com a segurança dos dados

Uma das consequências do Business Intelligence é a crescente quantidade de dados. Por mais vantajoso que seja contar com uma grande base de informações, isso gera a necessidade de se investir em armazenamento.

Por conta desse alto volume de dados, empresas caem no erro de escolher serviços mais baratos para armazenar suas informações, que deixam a desejar em termos de capacidade e segurança — afinal, não foram desenvolvidas para suportar tamanha demanda.

Os dados são bens altamente valiosos para o seu negócio, portanto, guardá-los em locais pouco seguros significa abrir uma brecha para que eles possam ser perdidos, violados ou mesmo roubados/sequestrados.

2. Agir por conta própria sem ter o conhecimento necessário

Você pode se sentir poderoso ao ter à disposição tantas informações, não é mesmo? Mas esse poder é meramente ilusório quando pouco se sabe o que fazer com elas.

Além disso, acessar os dados provenientes de fontes internas, como sistemas ERP, não é tão simples como pode parecer: é preciso compreender os metadados e a forma como os dados são apresentados.

Uma grave consequência disso é que, pela falta de profissionais qualificados na equipe interna, a empresa tenha que recorrer a serviços ou profissionais externos — ou seja, arcar com despesas desnecessárias.

3. Limitar o Business Intelligence ao departamento de TI

Finalmente, vale ressaltar que limitar o Business Intelligence ao departamento de TI, mantendo os diretores e gestores dos outros departamentos distantes das informações, é uma maneira incrível de desperdiçar toda a inteligência que a empresa adquiriu.

Nesse caso, a TI deve se comunicar com os departamentos de Marketing e Vendas, de modo que as informações sejam sempre compartilhadas, dando o devido valor aos dados e ao investimento feito pela empresa.

Enfim, o Business Intelligence é mesmo um processo importante para empresas — tanto para grandes corporações como para as PMEs. Quanto a isso não há dúvidas. Porém, extrair os benefícios das práticas de inteligência requer um alto nível de conhecimento e a assessoria de profissionais qualificados.

Portanto, antes de investir no Business Intelligence para suas estratégias de Marketing Digital, considere o decisivo papel que uma agência especializada, e com experiência na área, pode exercer em favor dos negócios. Isso poderá fazer toda a diferença.

Então, gostou do nosso artigo? Esperamos que este conteúdo tenha respondido às suas principais dúvidas. Agora, não deixe de compartilhá-lo nas redes sociais!

Aumente os resultados das suas campanhas online com o E-mail Remarketing

Aumente os resultados das suas campanhas online com o E-mail Remarketing

Uma estratégia de Marketing Digital completa e eficiente conta com diferentes soluções para alcançar e capturar leads em diferentes momentos e ambientes dentro da web, campanhas de links patrocinado ou displays podem e vão te trazer ótimos resultados, mas existem ferramentas complementares para maximizar os seus resultados.

Hoje vamos falar de uma revolucionária solução, o e-mail Remarketing.

O e-mail Remarketing é uma novidade no mercado brasileiro e sua tecnologia permite identificar usuários que acessaram o seu site, mesmo sem ter feito nenhuma interação, como o preenchimento de um formulário.

Você sabia que até 95% dos usuários que entram no seu site, saem em seguida sem fazer nenhum tipo de interação? Apesar de ser um número alto, é um comportamento comum dentro na internet.

Usuários podem deixar de preencher um formulário por diferentes motivos: como falta de tempo para fornecer as informações requeridas e outros. Por exemplo, se coloque no lugar do consumidor e pense em quantas vezes vocês deixou de concluir uma busca ou preenchimento porque estava no trabalho ou algum outro ambiente que o impossibilitou de fazer o preenchimento. A jornada de compra hoje não é linear e o consumidor pesquisa concorrentes antes de entrar em contato com a sua empresa, ou simplesmente não conseguiu encontrar a sua página de contato porque não estava de fácil acesso no seu site.

A tecnologia do e-mail Remarketing consegue identificar até 25% das pessoas que acessaram seu site e com as informações rastreadas você pode enviar e-mails automáticos, minutos depois, que um possível cliente entrou no seu site.

O e-mail remarketing é a solução ideal para:

  • Recuperar o tráfego perdido,
  • Aumentar as suas chances de prospecção,
  • Manter contato com um lead quente no momento ideal, independente se ele entrou em contato com você de alguma forma ou não,
  • Além de maximizar a sua estratégia de Marketing Digital.

Se você já tem um mix de soluções como: links patrocinados, Rede de Displays e Google Remarketing que direcionam o usuário para o seu site, com o e-mail Remarketing você pode aumentar as suas chances de interagir com todo esse tráfego, transformando-os em Leads e consequentemente melhorar o seu retorno sobre o investimento em Marketing online.

Fizemos um vídeo super bacana para você entender um pouco mais sobre como funciona o e-mail Remarketig. Confira:

 

 

Acreditamos que o e-mail Remarketing, pode realmente fazer a diferença nos seus negócios. Para saber um pouco mais da solução e entrar em contato com um de nossos especialistas, clique aqui!