7 maneiras de aumentar o tráfego orgânico do seu site e blog

Confira 7 maneiras de aumentar o trafego orgânico do seu site e blog

Quais estratégias você utiliza para atrair mais visitantes para o seu e-commerce? Esta preocupação deve ser constante para os gestores e empreendedores. Imagine uma loja física sem consumidores dentro. Como ela faria as vendas? No ambiente online é similar. Aumentar o tráfego orgânico da sua empresa deve ser uma preocupação constante!

Por isso, no post de hoje vamos dar 7 dicas importantes para que você consiga trazer mais potenciais clientes ao seu site e blog. As formas de atrair mais visitantes de forma orgânica — não paga — são diversas. Confira!

 

1. Crie e compartilhe conteúdos relevantes

Você já deve ter pelo menos ouvido falar em Inbound Marketing. Essa transformação do mercado fez com que todo o foco das empresas saísse de seus produtos e passassem a ser o cliente e suas necessidades.

O coração do Inbound é a geração de conteúdos relevantes para o público-alvo. Com materiais ricos em informação, as pessoas conseguem estudar os seus problemas e partir em busca das melhores soluções, sem que um vendedor insistente force o seu caminho.

Quando uma marca cria um blog, por exemplo, e começa a disponibilizar conteúdos relevantes, o público é atraído e passa a interagir com a marca de forma mais sólida. Você estará investindo na qualificação dos seus contatos, deixando-os mais aptos para a decisão de compra.

Todo esse esforço terá como resultado um tráfego orgânico maior no seu site e no blog, fazendo com que mais oportunidades de vendas apareçam, além de tornar a sua empresa uma referência, conquistada com autoridade.

 

2. Utilize as redes sociais

Uma vez que os conteúdos foram criados, você precisará divulgá-los. As redes sociais são excelentes ferramentas para essa tarefa.

Entre na página do Facebook de uma marca, por exemplo, e veja quantas pessoas seguem suas publicações. O alcance das estratégias nessas plataformas é muito grande e isso pode ser feito sem investimento financeiro, com empenho e planejamento.

Cada rede social se porta de uma diferente forma. O Facebook é ótimo para postagem de conteúdos, em textos, imagens ou vídeos. Já o Instagram tem um apelo forte pelo visual, com imagens ou vídeos curtos. O Twitter já segue outra linha, a da comunicação objetiva.

Portanto, o primeiro passo para utilizar as redes de forma eficiente é conhecê-las, saber de suas características e limitações. Assim, você pode adaptar o seu conteúdo de acordo com o meio de comunicação que quer utilizar e aos poucos aumentar o tráfego orgânico de forma consistente.

 

3. Mantenha uma boa frequência de postagens

Para, de fato, aumentar o tráfego orgânico do seu site publicando conteúdos nas redes sociais, você deve saber que essas plataformas possuem uma dinâmica feroz. Uma imagem postada hoje no Instagram já pode ser considerada antiga daqui a 2 dias.

Por isso, crie um calendário editorial. Planeje a criação e disponibilização dos seus conteúdos para que o público receba o material de forma constante.

O segredo é entender a dinâmica de cada meio de comunicação e encontrar o equilíbrio, sem se ausentar demais, mas não sendo chato ao ponto de afastar seus contatos.

 

4. Varie os tipos de mídia

Outra dica para aumentar o tráfego orgânico da sua empresa é variar o tipo de conteúdo. Uma imagem, um texto, vídeo, infográfico, uma live. As possibilidades são diversas.

É muito interessante que você varie a criação dos seus conteúdos, explorando cada tipo de mídia.

De acordo com o assunto do seu material, um vídeo pode ser mais interessante que um texto, ou vice e versa.

Criando e divulgando essa variação, você consegue identificar o que mais engaja o seu público, concentrando naquilo que realmente gera resultado.

Outro ponto interessante é o tamanho do conteúdo. Avalie o que mais atrai o seu público, se é um texto curto, médio ou longo.

 

5. Aplique as técnicas de SEO

Neste artigo, estamos falando sobre maneiras eficientes de aumentar o tráfego orgânico do seu site ou blog. E, se você realmente quer atingir esse objetivo, precisa entender e aplicar as técnicas de SEO — Search Engine Optimization.

Esse conjunto de técnicas visam posicionar as suas páginas entre os primeiros lugares dos resultados da busca orgânica.

De acordo com um estudo da Chitika, a primeira página de respostas do Google concentra 91,5% dos cliques. Então, se os seus domínios não estão posicionados entre esses primeiros lugares, você está perdendo grandes oportunidades.

Vamos a outros dados da mesma pesquisa: a primeira posição da página recebe 32,5% dos visitantes, enquanto o segundo lugar concentra aproximadamente 18% e o terceiro 11,4%. Esses dados mostram que é fundamental estar na primeira página, mas que, além disso, você deve ocupar as primeiras posições!

Então, as técnicas de SEO visam melhorar a encontrabilidade do seu site pelos mecanismos de busca do Google e demais plataformas. Essas técnicas vão desde a utilização correta das palavras-chave, otimização das imagens e uso de link building, até a própria usabilidade do domínio e a presença do público.

É importante salientar que aplicar o SEO deve ser um trabalho constante, com resultados a médio e longo prazo. Portanto, não abandone essa estratégia se os resultados não aparecerem rapidamente. Continue otimizando e você se surpreenderá!

 

6. Utilize o e-mail marketing

O e-mail marketing é uma das técnicas mais antigas, porém uma das mais eficazes. Enviando o conteúdo certo para as pessoas certas você consegue atrair e aumentar bastante o tráfego orgânico do site.

O primeiro passo para isso é criar uma boa lista de contatos. Mas, atenção, crie essa lista de forma segmentada. Quando grupos são definidos com características similares, você passa a ter a possibilidade de ser mais certeiro nos e-mails.

Afinal, não faz sentido enviar um conteúdo de topo do funil, da fase de conhecimento, para um lead que está tomando a sua decisão de compra.

 

7. Controle e analise os indicadores

A nossa última dica para aumentar o tráfego orgânico do seu site serve não só para essa estratégia, mas para todas. Crie o hábito de monitorar os seus principais indicadores, aqueles que têm influência no seu objetivo.

Se você não monitora o desempenho das ações, fica impossível avaliar como as suas ações estão gerando retorno e como otimizar seus recursos.

Ao definir o objetivo, avalie o que tem interferência. Por exemplo, se você quer aumentar as vendas no seu e-commerce, o número de visitantes no site tem uma relação direta com o resultado. Então, ele é um bom indicador a se controlar.

No post de hoje vimos que há diferentes formas de aumentar o tráfego orgânico do seu site ou blog e que esse objetivo deve ser sempre trabalhado. Afinal, aumentando o número de visitantes, a probabilidade de vender mais também cresce.

Para isso, crie e compartilhe conteúdos relevantes, utilize as redes sociais, mantenha uma boa frequência de postagens e varie os tipos de mídias. Sempre aplique as técnicas de SEO, utilize o e-mail marketing e defina e controle os indicadores do seu negócio.

 

Seguindo estas dicas, você alcançará um público maior e o resultado será visto na lucratividade do seu negócio.

Gostou do nosso artigo com as 7 dicas para aumentar o tráfego orgânico do seu site? Então compartilhe em suas redes sociais e passe o conhecimento aos seus amigos!

Como uma ferramenta de automação de marketing otimiza seus resultados?

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A ferramenta de automação de marketing é utilizada para complementar o trabalho da equipe de profissionais dessa área.

Com ela, são estabelecidas métricas de análise dos índices qualitativos do negócio e definidas as melhores estratégias para otimizar os resultados, como o aumento do engajamento dos consumidores com a marca, a geração de leads, a conversão de clientes e outros processos que direcionam ao aumento das vendas da empresa que a utiliza.

A execução manual de tarefas de repetitivas, propicia o erro humano. Nesse sentido, a automação de marketing sistematiza atividades, processos e documentação, permitindo um fluxo de trabalho de marketing mais preciso.

As plataformas de software mais avançadas incluem a automação de processos de marketing internos, tais como orçamentos, planejamento, aprovação e colaboração no local de trabalho.

Abordaremos, neste texto, a importância e o papel de uma ferramenta de automação de marketing para uma estratégia digital eficiente. Confira!

 

Requisitos para utilizar a ferramenta de automação de marketing

Antes de começar a utilizar uma ferramenta de automação de marketing, é importante que você levante dados básicos sobre o negócio, a fim de alinhar bem os seus objetivos. Nessa fase, destacam-se três ações:

  1. defina, por meio de um planejamento estratégico, qual é a demanda da sua empresa e a associe a um software adequado, de maneira que as forças e oportunidades sejam potencializadas e as fraquezas e ameaças sejam dirimidas;
  2. crie um checklist que direcione os seus objetivos para a área de marketing, considerando as plataformas que serão utilizadas — como blogs, redes sociais — e as tarefas que serão realizadas para atingi-los;
  3. atente-se para que a estratégia seja feita de ponta a ponta, desde a criação até a mensuração de resultados.

 

Como é feita a automação de marketing

Definida a forma como será feita a estratégia, é importante identificar os pontos de conversão e atuar em sua elaboração, de forma que seja atraído o maior número de contatos possível.

Uma campanha de marketing de entrada bem-sucedida precisará de uma variedade de recursos, como chamadas para ação — do inglês call to action — (CTAs) e páginas de conversão — as chamadas landing pages —, as quais oferecem vantagens como o download de um e-book e o envio de planilhas ou listas para aqueles que fizerem um pequeno cadastro no site.

Ao disponibilizar, nos e-mails cadastrados, o conteúdo que atraiu os leads, é importante associá-lo corretamente a cada estágio do funil de vendas, que vai desde a descoberta do problema pelo potencial cliente, passa por dicas de como o problema pode ser resolvido e, finalmente, chega à apresentação do produto da empresa provedora como uma solução.

São realizados, ainda, envios de e-mail marketing com conteúdos relacionados à segmentação por preferências do cliente, que foram predeterminadas por meio de estratégias, as quais criam um vínculo de associação do consumidor com a marca. O resultado será que toda vez que ele pensar em comprar algo relacionado ao seu nicho de mercado, ele se lembrará da sua empresa.

 

Quantidade x qualidade de leads

A quantidade de leads é importante no primeiro estágio do ponto de conversão. Contudo, a qualificação de leads é imprescindível para haver foco no contato com quem está no momento de compra.

Essa qualificação pode ser feita por meio do acompanhamento das interações de cada lead com os e-mails enviados — e é a ferramenta de automação de marketing que ajuda a gerar essa informação.

 

Vantagens da utilização da ferramenta

Adotar uma ferramenta de automação possibilita a execução de ações de marketing escaláveis em diferentes canais. Devido a essa abrangência e rapidez, ela se torna imprescindível para o sucesso do negócio.

A seguir, separamos vantagens podem ser alcançadas com a utilização do recurso. Confira!

 

Aumento de produtividade

Adotar a automação de marketing apresenta um custo-benefício que justifica o investimento inicial, uma vez que os recursos de marketing disponíveis são aproveitados ao máximo.

 

Automação do fluxo de trabalho

A simplificação de tarefas de rotina organizacionais, com a eliminação de processos manuais repetitivos, aumenta a produtividade. Dessa forma, a equipe de marketing poderá focar em tarefas que exigem um monitoramento manual mais rigoroso, executando campanhas complexas.

Além disso, é possível que a empresa se conecte a um número muito maior de clientes que seria possível manualmente.

 

Abrangência de ação

Podem ser usadas em diferentes plataformas que incluem e-mail, Search Engine Optimization — otimização para mecanismos de busca — (SEO), ferramentas de Customer Relationship Management — gestão de relacionamento com o cliente — (CRM) e redes sociais.

A plataforma também centraliza uma variedade de atividades de marketing , as quais permitem uma atuação mais eficaz da equipe.

 

Acompanhamento de métrica de vendas

Em uma campanha de marketing eficiente, é necessário apresentar dados precisamente mensuráveis, obtidos por meio do rastreamento e do monitoramento.

A ferramenta de automação de marketing não só ajuda no apontamento das despesas, mas também nas métricas de resultados com base em parâmetros específicos de sucesso de vendas, como gráficos detalhados, estatísticas e outros relatórios para otimizar futuras campanhas.

 

Fidelização e diminuição do custo de aquisição de clientes

Para que uma empresa cresça continuamente, é necessário haver equilíbrio entre a aquisição e a retenção de clientes, na forma de inteligência de marketing. Nesse sentido, um software fornece informações relevantes sobre a intenção do consumidor — tanto o fidelizado quanto prospectivo.

Com essa informação, as empresas são capazes de prever as necessidades de compra, sem perder tempo com a promoção de um produto em nichos de mercado onde não há clientes em potencial. Consequentemente, a fidelização ocorre de forma facilitada.

 

Marketing de relacionamento com os clientes

Esse é um tipo de marketing cujo foco é na obtenção de altos índices de satisfação do cliente, os quais melhoram as taxas de retenção. O relacionamento do público com uma marca possibilita a fidelização, gerando novas vendas no futuro.

As ferramentas de automação de marketing permitem que as empresas personalizem o relacionamento com cada consumidor em vez de ter que segmentá-los manualmente, de acordo com as suas preferências.

Com o recurso, são criadas restrições que permitem que os clientes sejam separados automaticamente. Para uma concessionária de automóveis, por exemplo, pode-se programar a ferramenta a criar uma lista de clientes que compraram determinada marca.

Então, são enviadas mensagens e promoções específicas dessa marca para o público da lista, também considerando as suas necessidades individuais.

 

Presença no mercado

A manutenção de uma marca consistente no mercado permite que os clientes identifiquem o negócio e se conectem a ele.

Essa interação pode ser feita de múltiplas maneiras, o que torna a associação da empresa com o produto mais fácil e conveniente. Além disso, ao aumentar a visibilidade da marca, são conquistados novos mercados.

A aquisição, a conversão e a retenção de clientes bem-sucedidas são, em sua maior parte, resultado de uma estratégia holística de marketing, fruto do trabalho de uma equipe aliada a uma boa ferramenta de automação de marketing.

Agora que você sabe, exatamente, qual recurso pode otimizar seus resultados, entre em contato com a gente para mostrarmos como você pode fazer isso!

Mídia de performance: um guia completo

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Infelizmente, algumas empresas ainda pensam que investir no marketing digital se resume apenas em criar um perfil nas redes sociais, mas essa é uma atitude errônea: é preciso prestar muita atenção nas oportunidades que o inbound marketing oferece! Somente assim é possível criar conteúdo relevante para a persona e boas estratégias para as campanhas. Nesse cenário, não podemos deixar de lado a mídia de performance (mídia paga).

Se a sua empresa tem uma página no Facebook com muitas curtidas e você acha que isso é o suficiente para conquistar o tão sonhado sucesso digital, nós questionamos: qual é o retorno disso para o seu negócio? Você sabe mensurar os resultados analisando se o investimento está sendo eficaz?

Caso não saiba, fique tranquilo! Muitas organizações estão na mesma situação que você! Fazer isso de maneira inadequada é muito comum, principalmente no caso de pequenas e médias empresas (PME) que costumam ter verba limitada para o investimento.

Por isso, preparamos este guia de performance para que você tire todas as suas dúvidas e pare de perder dinheiro com investimentos não mensuráveis! Confira!

 

O que é mídia de performance?

Vamos fazer uma análise mais ampla: imagine que você investiu dinheiro para instalar um outdoor com uma propaganda em um dos pontos mais movimentados da sua cidade, gastando recursos financeiros com:

  • estratégia;
  • arte do outdoor;
  • impressão do material;
  • instalação;
  • aluguel do espaço.

Talvez você possa medir se essa ação teve ou não sucesso por meio do aumento de vendas naquele mês, mas é difícil saber exatamente se as pessoas tomaram conhecimento da sua empresa por meio daquela mídia.

No mundo online isso não é diferente: não é porque a sua empresa tem um site que significa que as suas vendas vão aumentar pelo simples fato de você estar presente nesse cenário.

Então, o primeiro passo para se destacar da concorrência ao ter uma boa presença online é:

  • investir no marketing de conteúdo;
  • ter um site responsivo e que proporcione uma boa experiência ao usuário;
  • integrar todos os canais da sua empresa no mundo digital;
  • ter um bom layout em todas as suas peças.

Em função de tudo isso, muitas empresas investem em agências que possam cuidar dessas estratégias, mas falaremos mais sobre isso em um segundo momento.

O que queremos dizer é que para o sucesso da empresa — principalmente no curto prazo —, além de seguir os itens que citamos acima é preciso investir na mídia de performance.

A mídia de performance se refere aos canais pagos da internet — e o mais importante: mensuráveis. Assim é possível ter certeza de que seu anúncio gerou bons resultados, caso contrário, há a possibilidade de criar maneiras de reverter esse quadro, desenvolvendo campanhas diferentes e que atinjam os seus objetivos.

Funciona da seguinte forma: você cria um anúncio de acordo com as suas metas em uma plataforma (blog, buscador, rede social) e depois segmenta o público de acordo com os seus interesses — afinal, de nada vai adiantar ter a ideia lançar um novo perfume feminino para o público adolescente se o seu anúncio aparecer para homens com mais de 60 anos, você concorda?

Além disso, a mídia de performance possibilita que a sua análise seja mais eficaz, pois há uma meta específica. Por exemplo:

  • aumentar o reconhecimento da marca;
  • envolver os usuários com o seu negócio;
  • avaliar a ação dos usuários;
  • gerar leads;
  • aumentar o número de vendas.

O melhor de tudo é que o processo é otimizado, possibilitando o monitoramento no trajeto desde a conversão do cliente até os resultados obtidos.

Além disso ele é baseado no custo por aquisição (CPA), em que o valor investido nas campanhas é relacionado com a quantidade de conversões finais, como o cadastro do e-mail em uma landing page.

 

Quais são as vantagens de investir em mídia de performance?

Você deve estar se questionando: minha empresa deve mesmo investir na mídia de performance? A resposta é clara: deve! Isso porque esse investimento:

  • faz com que suas campanhas sejam atingidas com mais precisão;
  • proporciona reconhecimento do público para com a sua marca;
  • oportuniza agilidade em alcançar os objetivos do seu negócio;
  • define o orçamento de acordo com o seu bolso;
  • oferece grande potencial para geração de vendas;
  • é uma ferramenta poderosa para conquistar leads.

Ainda está em dúvidas? Vamos conversar mais detalhadamente sobre um dos principais aspectos: a mensuração de resultados.

 

Mensuração de resultados

Com o investimento em mídia de performance é muito fácil avaliar o sucesso das suas campanhas de acordo com os seus objetivos — dessa maneira você aproveita o investimento.

Aqui encontramos um dos maiores diferenciais desse tipo de mídia: a possibilidade de medir os seus esforços. Afinal, de nada adianta você criar milhões de estratégias mirabolantes se não souber se isso está gerando bons resultados, certo?

Aliás, esse é um dos maiores erros das pequenas e médias empresas: investir em estratégias isoladas de marketing sem ter o conhecimento adequado para a sua integração e para a mensuração de resultados.

Por isso, mais do que conferir se os seus resultados foram satisfatórios, por meio da mídia de performance você consegue visualizar se precisa melhorar algo na sua campanha para ter uma otimização maior. Assim, há a melhoria no desempenho da campanha por meio da análise das suas métricas.

 

Quais são as principais opções que devo investir?

Agora que você compreendeu sobre a importância do investimento em mídia de performance e conferiu algumas de suas vantagens, vamos apresentar quais são as principais opções disponíveis:

 

Google AdWords

O Google é o principal buscador da internet, pois apresenta as pesquisas com relevância de resultados, velocidade e indexação de sites. Ele surgiu em 1996 e foi se aperfeiçoando com o passar dos anos, deixando para trás os demais motores de busca (tanto os que surgiram antes quanto os posteriores).

Quando você digita no Google “automatização de marketing”, pode notar que nos primeiros lugares estão os links com o seu resultado, mas com a palavra “anúncio”. Logo abaixo existem outros links sem esse destaque. Assim fica muito claro identificar quais são as empresas que investiram na mídia de performance e as que apostam apenas em mídia orgânica para aquela palavra-chave.

É uma estratégia que gera muita competitividade, pois quem não quer estar entre os primeiros links de busca?

Você também deve estar se questionando: como o Google traça o perfil da organização que deve aparecer em primeiro lugar? A resposta para essa questão é muito simples: ele faz um cruzamento dos dados.

 

Lance de custo por clique (CPC) x índice de qualidade

O lance de custo por clique é o máximo de valor que o anunciante vai pagar pelo clique do usuário. Já o índice de qualidade considera outros fatores, tais como:

  • relevância do conteúdo;
  • qualidade da página (com base na experiência do usuário);
  • taxa de cliques no anúncio (CTR).

Outra opção que a ferramenta permite é o remarketing: ele identifica os usuários que visitaram seu site e exibe seu anúncio com mais frequência em sites diferentes que aceitam o anúncio display da plataforma. Muitas empresas utilizam, inclusive, o e-mail remarketing para atingir mais pessoas.

 

Facebook

O Facebook é uma rede social que foi lançada em 2004 e atualmente domina o ranking das redes sociais mais usadas no mundo: mais de 102 milhões de brasileiros estão na rede social.

O Facebook Ads é uma plataforma de mídia que também permite a segmentação do público e categorias de anúncios. A grande vantagem é que você pode engajar mais os seus usuários, pois o anúncio não tem somente texto. É possível veicular diversos formatos de mídia:

  • imagens;
  • textos;
  • vídeos;
  • carrossel.

O primeiro passo é escolher um objetivo de campanha, como conversões para o site, curtidas na página ou visualizações de vídeo.

Depois há a escolha do objetivo, do público-alvo, do posicionamento, do orçamento, do pagamento (CPC ou CPM) e também da duração da sua campanha.

 

Instagram Ads

O Instagram é uma rede social que permite a publicação de fotos, vídeos e que viabiliza o compartilhamento desse conteúdo com outras redes sociais, como o Facebook e o Twitter. No Brasil, cerca de 50 milhões de usuários fazem parte do Instagram.

Depois que o Facebook comprou o Instagram, também é permitido fazer publicidade nessa plataforma. Como as redes são integradas, quando você anuncia no Facebook, pode veicular no Instagram também.

Os anúncios online também são feitos de acordo com a segmentação do público e você pode analisar os cliques, as conversões, a instalação de um aplicativo, baixar um e-book, visualizar um vídeo etc.

 

Twitter Ads

O Twitter é uma rede social que permite que os usuários recebam e enviem atualizações pessoais com até 140 caracteres. No Brasil existem cerca de 33 milhões de contas ativas.

Nessa rede social os anúncios acontecem de uma forma um pouco diferente: eles têm como base o lance máximo de custo por clique (CPC), o lance máximo de custo por leads (CPL), os seguidores e o engajamento no post.

Você também tem a opção de selecionar o público que verá o seu anúncio com base em informações importantes, como sexo, idade, idioma e localização.

 

LinkedIn Ads

O LinkedIn foi fundado em 2002 com o objetivo de criar uma rede social para utilização profissional. Dessa maneira, ele é ideal para empresas que trabalham com o modelo business to business (B2B) e procuram novas oportunidades de negócio. Cerca de 29 milhões de brasileiros utilizam o LinkedIn.

Com relação aos seus anúncios, o LinkedIn Ads também permite que você faça a segmentação do seu público. Ele varia de acordo com o orçamento do anunciante, tendo benefícios extras se o investimento for mais alto, como a possibilidade de ter disponível o inMail patrocinado, anúncios mais dinâmicos e também anúncios no formato display.

Um fato interessante é que os anúncios do LinkedIn Ads são dinâmicos, ou seja, há a possibilidade de fazer uma espécie de teste A/B integrado, podendo combinar textos e imagens para comparar qual funciona melhor, podendo desativar os que não alcançarem a eficiência desejada.

Você define um orçamento diário, CPC ou CPM e também a duração da sua campanha. Esse tipo de anúncio é um pouco mais caro do que as outras opções que apresentamos (Google AdWords, Facebook Ads e Instagram Ads), pois o lance mínimo para um anúncio é de R$ 4 e o orçamento mínimo é de R$ 20 por dia.

 

YouTube

O YouTube é um site para o compartilhamento de vídeos. A ideia surgiu porque o conceito era de que o próprio usuário pudesse fazer e promover os seus vídeos. Atualmente, cerca de 82 milhões de usuários brasileiros têm uma conta no site.

Sabendo que a tendência das mídias digitais é o investimento em transmissões ao vivo e vídeos, apostar nessa publicidade pode ser um grande diferencial para o seu negócio.

É preciso que a empresa tenha um canal no YouTube com um perfil completo e dinâmico (com base nas estratégias de Search Engine Optimization) e vincule sua conta do Google AdWords.

Você pode escolher as suas campanhas se baseando no CPC ou pelo custo por visualização (CPV). A grande vantagem do investimento no CPC é de que você só vai pagar quando as pessoas assistirem o seu vídeo.

 

Quanto investir em mídia de performance?

O valor do seu investimento vai variar de acordo com o resultado da sua campanha, ou seja, você só paga se o usuário realizar uma ação específica, como entrar na sua landing page e preencher os dados do formulário, assistir um vídeo ou clicar na sua campanha.

Algumas pessoas ficam receosas por não saber exatamente o valor que deverá ser pago no fim do mês, mas podemos afirmar o efeito contrário: assim há mais segurança, porque é uma maneira de saber que você só vai pagar se tiver, de fato, um retorno preciso — diferentemente de outras ferramentas do marketing, em que você paga sem garantia de sucesso.

O preço vai variar de acordo com a performance do seu anúncio. É claro que cada plataforma tem suas próprias estratégias para definir a verba, mas o melhor de tudo é que as pequenas e grandes empresas competem de igual para igual, pois não será o investimento mais alto ou mais baixo que vai contar nesse caso.

 

Como medir os resultados da mídia de performance?

Embora já tenhamos comentado sobre isso nos itens acima, agora vamos abordar a mensuração de resultados de uma maneira mais aprofundada, com o objetivo de esclarecer a importância de medir os resultados da mídia de performance.

Um assunto muito importante que precisamos citar é que você deve ter muito cuidado para não confundir a mensuração de resultados com as métricas de vaidade — número de curtidas na página, nos posts e o número de seguidores. Essas métricas são apenas para inflar o seu ego, e aqui estamos buscando resultados, certo?

Então, o primeiro passo para medir os resultados da sua mídia de performance é entender a diferença entre KPIs e métricas, porque apesar de apresentarem conceitos semelhantes, não são a mesma coisa.

 

Métricas

São medidas que servem de base para a construção de um indicador. As métricas estão relacionadas ao comportamento do usuário e não têm metas definidas. Elas mostram, por exemplo, o desempenho do seu site, e não do seu negócio como um todo.

Como exemplos de métricas podemos citar:

  • o número de visitas no site;
  • o número de visitantes únicos;
  • a taxa de rejeição;
  • a taxa de cliques.

 

KPI

KPI é um termo em inglês (Key Performance Indicator) que significa indicadores-chave de desempenho. Na realidade, os KPIs também são métricas, a diferença é que eles estão relacionados às metas e aos objetivos da empresa (objetivo de mostrar o atingimento de um resultado).

Os KPIs são criados a partir de uma métrica. Por exemplo:

  • taxa de conversão em vendas;
  • tempo de permanência do site;
  • número de cadastro na landing page.

Conheça os principais KPIs que você precisa escolher para analisar as suas campanhas de uma forma certeira.

 

Taxa de cliques

Também chamada de CTR ou Clickthrough Rate, é a quantidade de cliques que seu anúncio recebeu com relação ao número de vezes que ele apareceu na tela dos usuários.

CTR = (número de cliques) ÷ (número de visualizações) × 100

Custo por clique (CPC)

O pagamento por clique varia conforme os critérios do leilão de palavras-chave do Google e pela segmentação da audiência nas suas redes sociais. O custo médio por cliente é feito assim:

CPC = (custo total da campanha) ÷ (total de cliques)

Custo por mil impressões (CPM)

O pagamento é feito por mil impressões, ou seja, quando mil pessoas visualizaram o seu anúncio.

COM = (custo total) ÷ (número de cliques)

Custo por lead (CPL)

O custo por lead é realizado depois do usuário ter clicado no seu anúncio. Tem como base o seu desejo pelo produto ou serviço que você está oferecendo. Para calcular o CPL é preciso seguir a fórmula:

CPL = (total investido na campanha) ÷ (total de leads)

Custo de aquisição do cliente (CAC)

O objetivo é atingir o maior número de clientes, mas com o menor custo possível.

CAC = (investimento em marketing) + (investimento em vendas) ÷ (número de novos clientes)

Taxa de engajamento

A taxa de engajamento é feita nas redes sociais com relação à porcentagem de interações do seu público: curtidas, comentários e compartilhamentos. Para calcular o seu resultado, daremos o exemplo do Facebook:

(Likes) + (shares) + (comentários) ÷ (alcance)

Retorno sobre o investimento (ROI)

Você também precisa calcular o seu retorno sobre o investimento:

ROI = [(lucro – custo) ÷ custo] × 100

 

Por que contratar uma agência digital?

Sabendo que o marketing digital se encontra em constante expansão, nada melhor do que investir em uma agência digital que seja expert no mercado, conheça as tendências do marketing digital e tenha profissionais qualificados para todas as áreas:

  • design;
  • produção de conteúdo para a web;
  • links patrocinados;
  • estratégia do cliente;
  • programação;
  • revisão;
  • mensuração de resultados.

As agências digitais têm um bom planejamento de comunicação e também de estratégias em mídias — e além de tudo isso, conhecem os macetes do marketing online. Dessa forma, não há perda de tempo ou de dinheiro investindo na estratégia errada.

Uma agência tem experiência em todas as áreas do universo online, facilitando a busca pelos seus resultados e otimizando o tempo, pois ela pesquisa, traça uma estratégia, coordena a produção e apresenta os resultados satisfatórios.

Desse modo você não perde tempo treinando a sua equipe nem corre o risco de um profissional do marketing digital sair da sua empresa e o trabalho ficar parado ou enrolado. Aliás, esse é um dos grandes deslizes provocados dentro das empresas: ficar dependente de apenas um funcionário para a realização de tarefas estratégicas. Além disso, a agência trabalha em conjunto com os times de marketing (se houver) e de vendas internos, alinhando todas as suas estratégias e os seus objetivos.

A agência não vai tirar todas as ideias somente da análise de mercado, muito pelo contrário: vai fazer um briefing completo para compreender onde a sua empresa está e onde ela pode e quer chegar.

A mídia de performance permite o controle da realização das suas campanhas e o acesso aos seus resultados de uma maneira dinâmica e eficaz, mas é preciso fazer a integração com todos os canais de marketing da sua empresa e também com as ferramentas de relacionamento com o consumidor.

Para que essa integração aconteça, é necessário conhecer todos os canais disponíveis e saber como montar a melhor estratégia — somente assim você consegue vender mais com o marketing digital. Por todas essas razões, muitas empresas investem em um serviço terceirizado para cuidar desse ambiente, otimizando ainda mais os resultados gerados pelas ações.

 

Neste post você conferiu um guia completo sobre a mídia de performance. Gostou das nossas dicas sobre o assunto? Conseguiu entender como funciona todo o processo e se preparar para botar tudo em prática em benefício do seu negócio? Então assine a nossa newsletter para receber outros conteúdos como este diretamente na sua caixa de e-mails e fique bem informado sobre as melhores táticas para gerar ótimos resultados!

Comunicação digital e varejo: como conseguir melhores resultados?

Comunicação digital e varejo: como conseguir melhores resultados

comunicação digital está cada vez mais presente nas estratégias das empresas, que buscam aumentar suas vendas em um mercado bastante competitivo. Os recursos criados ajudam as organizações a manterem um melhor relacionamento com seus clientes, criando a possibilidade de vendas frequentes e em recorrência.

Porém, para alcançar esses resultados, é preciso entender muito bem as diferentes ferramentas e como utilizá-las. Por isso, criamos este artigo em que mostraremos como a comunicação digital pode gerar os benefícios. Confira!

 

O que é a comunicação digital?

A internet eliminou as barreiras físicas do mercado. Os consumidores se tornaram mais exigentes, assim como a concorrência vem crescendo bastante. Diante desses cenários, como alinhar as estratégias e manter uma boa participação no mercado? A resposta para isso pode estar em uma boa comunicação digital.

Com os recursos online, o contato entre a empresa e cliente se tornou mais próximo, criando relacionamentos sólidos. As marcas já enxergaram a necessidade de se colocarem à disposição dos consumidores, abrindo diferentes canais de comunicação — nas redes sociais, em fluxos de e-mail, chat online, telefone ou outras opções.

Porém, muitos empreendedores têm um certo receio em utilizarem as estratégias, acreditando que se tratam de grandes investimentos. Um grande erro! A comunicação digital consiste em criar possibilidades para o público manter uma frequente troca de informações com as marcas que ele aprecia.

 

Como utilizar essa comunicação para buscar melhores resultados?

Agora, mostraremos as principais maneiras de utilizar a comunicação digital para aprimorar seus ganhos. Acompanhe:

 

Marque sua presença nas redes sociais

As redes sociais se tornaram essenciais nas estratégias empresariais. Devido ao seu grande alcance, as plataformas vêm sendo utilizadas para manter um bom relacionamento e aumentar o conhecimento da marca.

Para se ter uma ideia, segundo dados divulgados pela equipe do Facebook, quase a metade da população brasileira — ou seja, 102 milhões de pessoas — compartilha suas experiências mensalmente na maior rede social do mundo.

Esse volume de usuários desperta o interesse das empresas em manterem uma presença marcante nas redes. Não precisa ser uma organização de grande porte para fazer isso. Qualquer segmento do varejo é capaz de utilizar as redes sociais para se conectar, apresentando seus lançamentos, avaliando as novidades e tendências do mercado e tirando as dúvidas de seus clientes.

Aliás, o principal ponto na utilização das redes sociais é justamente o contato com os consumidores. O antigo SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) se modernizou. Agora, você pode oferecer esse serviço pelo Facebook, por exemplo. É uma maneira mais prática e ágil de criar um canal de comunicação, chamado de SAC 2.0.

 

Explore o funil de vendas

Você já ouviu falar no conceito de funil de vendas? Esse modelo consiste na segmentação do público-alvo em diferentes etapas. No primeiro estágio, ou topo do funil, está a maior concentração de pessoas. Elas ainda estão reconhecendo um problema existente e não têm — até então — a vontade ou estímulo da compra.

Já no meio do funil, os contatos estão em menor número, mas são mais qualificados do que no topo. Eles já reconheceram o problema e os sintomas, e agora analisam os diferentes métodos para a solução. No último estágio do funil, o fundo, estão os leads mais qualificados da empresa, aqueles que estão aptos a fechar um pedido. Eles já tiraram todas as suas dúvidas e estão comparando ofertas para escolherem o que é mais interessante.

Mas como o conceito de funil de vendas pode ajudar a empresa? Como ele está relacionado com a comunicação digital? Simples! No início do texto, dissemos que os clientes se tornaram mais exigentes, lembra? E realmente estão! Eles não aceitam mais aquelas vendas forçadas, empurradas por um vendedor insistente. Agora, com a internet, a busca por informações foi facilitada e a passagem pelo funil pode ser mais rápida e eficiente.

O marketing de conteúdo é uma ótima estratégia que ajuda as empresas. Com a criação e divulgação de materiais ricos em informações, todas as etapas podem ser bem trabalhadas para direcionar cada potencial cliente até o fechamento da compra.

Criando esses conteúdos, além de aumentar a conversão das oportunidades em vendas, a empresa ganha autoridade no mercado, mostrando que tem toda a capacitação necessária para atender às solicitações dos consumidores.

 

Fortaleça os relacionamentos com o público

Já falamos como as redes sociais podem ser utilizadas para abrir um canal de comunicação rápido com o público, mas essa não é a única opção. O tradicional e-mail marketing é uma técnica bastante interessante para manter a troca de informações com seu mailing.

Mas atenção: não confunda esse envio de e-mails com lixo eletrônico! Enviar spam ou mensagens para quem não deu essa autorização não é indicado. Isso pode até prejudicar a imagem da sua empresa. O interessante é enviar mensagens de qualidade, como os conteúdos gerados.

 

Promova um melhor desempenho da sua equipe

Por fim, uma boa comunicação digital pode ser utilizada também dentro da empresa, com toda a sua equipe. Ferramentas de troca de mensagens entre as pessoas podem ajudar a criar um compartilhamento rápido de informações que podem fazer toda a diferença nos negócios.

O Smarketing — que consiste em uma integração entre os setores de marketing e vendas — é um grande exemplo do que pode ser alcançado com uma melhor comunicação. Com as equipes trabalhando em conjunto, com um mesmo objetivo e foco em entender e solucionar as necessidades dos clientes, toda a empresa sai ganhando!

Portanto, como vimos em nosso artigo, a comunicação digital é uma ótima oportunidade para geração de ganhos no varejo. Sobretudo, não pense que as ferramentas são de uso exclusivo de grandes empresas. Qualquer tipo de empreendimento tem muito a ganhar com os recursos.

Eles podem ser utilizados para melhorar e estreitar o relacionamento com o público, destacar a sua empresa no mercado, apresentar as novidades, tornar-se uma referência e ainda aprimorar o ambiente interno, tornando-o mais colaborativo. Portanto, não perca mais tempo e utilize os recursos de comunicação digital que podem transformar o seu negócio!

 

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Você sabe o que é wearable? Conheça as “tecnologias vestíveis”

Você sabe o que é wearable? Conheça as "tecnologias vestíveis"

Você já se perguntou o que é wearable? O universo da tecnologia é marcado por novos produtos e conceitos que, vez ou outra, revolucionam todo o mercado e redefinem a forma como as pessoas lidam com os dispositivos eletrônicos.

Foi assim com a criação da World Wide Web: a partir daquele momento, a internet tornou-se cada vez mais amigável aos leigos e, com o passar dos anos, diversos serviços foram desenvolvidos e se tornaram igualmente envolventes.

Especialistas apontam que, nos próximos anos, os wearables serão cada vez mais naturais no nosso dia a dia. Esse será mais um dos motivos para que as empresas tenham uma presença na internet cada vez mais relevante.

Vamos descobrir mais sobre essa tecnologia agora!

 

O que é wearable?

O termo em inglês significa, literalmente, “vestível”, “que pode ser vestido”. No Brasil, o conceito é chamado também de “tecnologia vestível”. Ou seja: são dispositivos inteligentes que o usuário literalmente veste e usa como se fosse um acessório.

Há quem diga que o relógio digital, por exemplo, é um pioneiro entre os wearables. É possível que sim, mas um dos grandes fatores que tornam esse novo modo de interface com a tecnologia ser tão interessante, é que esses novos dispositivos são conectados e inteligentes.

O potencial das tecnologias vestíveis é imensurável. Há inúmeras aplicações que podem ser desenvolvidas tanto na área de consumo, quanto nas áreas da saúde, do trânsito, da economia doméstica, entre outros.

 

Quais são os dispositivos vestíveis disponíveis no mercado?

Você já sabe o que é wearable, mas alguns exemplos vão nos ajudar a ilustrar melhor como essa tecnologia já está impactando nossas vidas e imaginar o potencial delas para o futuro. Vamos conhecê-los!

 

Relógios

Cada vez mais populares, os relógios inteligentes já possuem exemplares no mercado: a Apple lançou em 2015 o seu Apple Watch, relógio integrado ao iPhone que traz recursos que vão além de mostrar a hora: o aparelho controla o batimento cardíaco do usuário, controla playlist de músicas e até entende comandos de voz.

Outras grandes empresas também já investiram na área, como a Sony com seu SmartWatch — um dos pioneiros no mercado, lançado em 2013.

 

Pulseiras

Pulseiras inteligentes estão entre as tecnologias vestíveis mais populares entre os consumidores, especialmente para monitorar as atividades físicas.

A tecnologia nesses dispositivos é capaz de identificar batimentos cardíacos e movimentos e, por meio da análise inteligente de dados, fornecer informações, como consumo de calorias, quantidade de passos dados pelo usuário, qualidade do sono, entre outros.

As pulseiras têm integração com o smartphone e com a nuvem; isso significa que os dados ficam disponíveis para acesso em qualquer lugar, via aplicativo ou site mobile. Entre as mais populares estão a FitBit e a Sansung Gear Fit.

 

Óculos

O Google foi um dos pioneiros no desenvolvimento de óculos inteligentes. O Google Glass é um projeto experimental da empresa que teve seu desenvolvimento iniciado em 2006 e, em 2012, foi tornado público pela empresa.

O propósito do dispositivo é fornecer informações úteis em primeiro plano na visão do usuário, conceito conhecido como realidade aumentada. Imagine, por exemplo, ter diretamente na sua visão as direções que você precisa para chegar a um determinado lugar, em vez de ficar olhando para a tela do GPS. Essa é a ideia!

Outro conceito que tem sido aplicado aos óculos inteligentes é o da realidade virtual. Nesse caso, o usuário efetivamente se vê em outra realidade, totalmente virtual, como se tivesse se transportado para um novo mundo, um conceito muito interessante para jogos e campanhas de marketing.

Duas grandes empresas apostam forte na tecnologia vestível com foco na realidade virtual: a Samsung, que já comercializa o seu Gear VR; e a Microsoft, que tem apostado suas fichas no HoloLens.

 

Roupas

Quando falamos sobre coisas vestíveis, a primeira coisa que nos vêm à cabeça são as roupas, claro. E quando falamos sobre wearable, as roupas não ficam de fora!

Esse segmento, até o momento, está um pouco mais distante do mercado final do que os três anteriores. As roupas inteligentes monitoram movimentos, batimentos cardíacos, respiração e outros sinais vitais dos usuários e enviam essas informações em tempo real para computadores e smartphones.

Os principais interessados nessa tecnologia são as empresas, que podem monitorar os seus trabalhadores em tempo real e desenvolver políticas mais eficazes de prevenção a doenças. Entretanto, outros setores também estão de olho, como os hospitais e todo o mercado fitness.

 

Quais são os benefícios dos wearables para o usuário?

Como toda tecnologia nova e revolucionária que está em seu estágio inicial, é possível imaginar uma série de aplicações e vantagens decorrentes do uso no dia a dia. Com os dispositivos vestíveis não é diferente. Vamos conhecer algumas dessas vantagens!

 

Incentivo à prática de atividades físicas

A prática de exercícios tende a se tornar recorrente — e, definitivamente, mais divertida — com o uso de wearables. Obter informações úteis e interessantes sobre a sua caminhada, pedalada ou outro exercício em tempo real, ajuda a mensurar seu desempenho e os benefícios da atividade, o que funciona como um estímulo para continuar.

 

Monitoramento da saúde

A tecnologia vestível não substituirá um profissional da saúde (ou, pelo menos, não na realidade em que vivemos hoje), mas, como nós não podemos ter um enfermeiro ou médico à nossa disposição o tempo inteiro, os wearables nos ajudam a controlar alguns índices, como a frequência cardíaca, a qualidade da respiração e do sono.

Essas informações podem até mesmo ser úteis aos médicos na hora de emitir um diagnóstico e, mais uma vez, servem como estímulo para cuidarmos melhor da nossa saúde.

 

Praticidade no uso da tecnologia

O uso da tecnologia tem se tornado cada vez mais prático e amigável com o passar do tempo. Se antes era necessário utilizar um computador de mesa para acessar a internet, hoje ela está disponível em qualquer lugar na palma da nossa mão. O que é o wearable senão o próximo passo nesse sentido?

Com eles, o uso da tecnologia se torna ainda mais presente e natural. Basta olhar para o pulso para saber se você recebeu um novo e-mail — ou mesmo para frente, se você estiver usando um óculos de realidade aumentada!

 

Integração cada vez maior entre dispositivos

Não basta somente vestir tecnologia inteligente: é fundamental que esses dispositivos conversem entre si, e o mercado caminha nesse sentido! No futuro, todos os seus dispositivos vestíveis estarão sincronizados e alimentarão uns aos outros, armazenando informações na nuvem.

Aquela mensagem de texto que você recebeu no celular já pode ser vista diretamente no seu relógio inteligente, e no futuro os dados sobre seus batimentos cardíacos poderão ser vistos instantaneamente no seus óculos, por exemplo.

 

Sabendo o que é Wearable e quais as suas vantagens, conte para gente: você acredita que as tecnologias vestíveis serão uma nova revolução? Qual é a sua opinião sobre o assunto? Escreva nos comentários!

Melhore o seu Relacionamento com o cliente

Conquistar um novo cliente é bem mais caro do que vender para um consumidor já conhecido. Segundo Philip Kotler, referência mundial em marketing, esse valor pode variar entre 5 e 7 vezes mais! Por isso, é fundamental criar e manter um bom relacionamento com o cliente, superando suas expectativas.

Porém, se você tem dúvidas se a sua empresa está pecando nos relacionamentos, mostraremos neste artigo alguns dos principais sintomas que devem ser analisados e evitados. Confira!

Por que é fundamental manter um bom relacionamento com o cliente?

O mercado está cada vez mais competitivo. Com a internet, diferentes empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte dividem o mesmo espaço na disputa da preferência dos consumidores. Nesse cenário, a construção de um sólido relacionamento com o cliente faz toda a diferença nos resultados.

Se um consumidor tiver uma boa experiência com a marca, além de permanecer com aquela empresa por um longo tempo, realizando compras recorrentes, ele pode utilizar os diferentes canais de comunicação, como as redes sociais, para atuar como um promotor, atraindo novos clientes.

Em contrapartida, se o relacionamento não for bem trabalho e nutrido, aquele consumidor insatisfeito pode externar a sua opinião sobre a empresa, afastando novas oportunidades e encerrando aquele ciclo de compras.

Por isso, toda empresa deve estar atenta e empenhada a oferecer a melhor experiência possível, mantendo um bom relacionamento ao longo de todo o tempo.

Quais são os principais erros cometidos que atrapalham esse relacionamento?

Infelizmente, muitas organizações pecam na construção do relacionamento com o cliente. Às vezes, elas nem têm o conhecimento de que estão fazendo isso. Por isso, agora mostraremos alguns dos principais erros cometidos, que devem ser atentados para que não aconteçam. Acompanhe:

Alto tempo de espera das respostas

Quando um consumidor entra em contato com a empresa, seja para tirar dúvidas, apresentar uma insatisfação ou até mesmo para tecer elogios, ele espera que tenha uma resposta com rapidez. Se isso não é feito, o relacionamento começa a ser prejudicado já nesse ponto.

Antigamente, antes da vasta utilização das redes sociais ou do chat online, o atendimento era feito preferencialmente via telefone. O problema é que a demora para o contato era muito grande, com diversas transferências entre os atendentes e a falta de conclusão da solicitação. A experiência gerada nesse cenário é desastrosa!

Se você quer criar um bom relacionamento com o cliente, precisa atendê-lo de forma rápida e eficiente. Hoje, há diferentes canais de comunicação, como as redes sociais, chat online, aplicativos de mensagens instantâneas, e-mail, telefone ou presencialmente.

É interessante que se ofereça diferentes opções aos clientes, mas certifique-se de manter uma boa qualidade em cada uma delas.

Baixa resolução de problemas

Problemas infelizmente acontecem, seja em pequenas, médias ou grandes empresas. Eles devem ser trabalhados para que não aconteçam, mas se ocorrerem, devem ser resolvidos com eficiência e agilidade.

Um dos principais fatores que prejudicam um bom relacionamento é exatamente a não resolução dessas falhas. Diversos contatos são feitos, mas não há uma posição concreta da empresa sobre a solução daquela pendência.

Para que isso não ocorra na sua empresa, crie um plano de ação sempre que necessário e mostre ao seu contato que você está empenhado em solucionar o caso.

Não se preocupar com o pós-venda

Pensar somente na primeira venda é um erro considerado comum entre os empreendedores, mas que pode prejudicar bastante os resultados em médio e longo prazo.

No início do nosso texto mostramos uma ideia difundida por Philip Kotler, de que é mais caro vender para um novo cliente do que para um consumidor da marca. Por isso, além da prospecção, devemos nos preocupar com a retenção.

Crie um procedimento para que o seu cliente seja acompanhado desde o primeiro contato com a marca até a certeza de que obteve sucesso, e não só até a concretização da venda. Se você se preocupar com o sucesso dele, certamente os ganhos da companhia serão alavancados.

Não definir uma persona

A persona representa a personificação do seu cliente ideal. Com isso, todas as suas estratégias são direcionadas para atender as necessidades do seu público. Se você não faz essa definição, pode estar empregando os recursos de forma errada, sem que as expectativas sejam alcançadas.

Na definição da persona, vários elementos serão definidos, como a linguagem utilizada e a necessidade dos clientes. Essas informações são cruciais para que você mantenha um bom relacionamento.

Não avaliar o desempenho do atendimento

Como saber se o seu relacionamento com o cliente está positivo ou não? Se não fizer essa avaliação, todas as suas estratégias podem ser baseadas em achismos e crenças, o que não é nada interessante!

Por isso, crie métricas para o atendimento, envolva os responsáveis e mostre a grande importância que esse trabalho possui para o sucesso da empresa.

Com as métricas criadas, torna-se possível traçar as melhores práticas e promover um ganho na retenção e fidelização dos consumidores, com vendas recorrentes e frequentes.

Ignorar o feedback dos clientes

Ninguém melhor do que os seus próprios clientes para dizerem como está o relacionamento com a empresa, não é mesmo? Então, não é nada interessante desprezar esse feedback.

Pergunte ao seu público sobre a experiência gerada, desde o primeiro contato até o pós-venda. Peça sugestões para melhorar o atendimento, verifique os principais pontos positivos e negativos.

Esse trabalho em conjunto aos consumidores mostra que eles são peças importantes e que a empresa está preocupada em estreitar e fortalecer o relacionamento.

Portanto, como vimos em nosso artigo, a preocupação com o relacionamento com o cliente deve ser frequente dentro de uma empresa. Deve-se estabelecer medidas para que as experiências geradas sejam as melhores possíveis.

Como resposta a isso, mais consumidores podem ser fidelizados, gerando compras recorrentes, além de que eles podem atuar como promotores da marca, aumentando a credibilidade da empresa no mercado e atraindo novos negócios.

Tenha atenção com cada erro que listamos para que a sua empresa não caia nessas armadilhas!

Gostou do nosso conteúdo sobre os principais erros no relacionamento com o cliente? Então compartilhe este artigo em suas redes sociais e passe para a frente esse grande conhecimento!

Remarketing: absolutamente tudo o que você queria saber

O Remarketing é a solução ideal para a sua performance online.

O Remarketing surgiu devido a um explosão da quantidade de conteúdos na Internet, está ficando cada vez mais difícil atrair e reter a atenção do público. Muitas vezes, se consegue fazer com que um potencial cliente acesse um determinado site, porém, uma quantidade de distrações a qualquer momento e quase infinita e acaba levando o visitante a deixar o assunto para outra hora. Além disso, não é incomum que ele acabe esquecendo de voltar.

Agora imagine uma lei capaz de lembra-lo desse retorno. Mais ainda: imagine uma ferramenta capaz de persuadi-lo a voltar. Sim, você acaba de imaginar o remarketing  e, ao ler este artigo, seja capaz de entender exatamente como ele funciona eo potencial para aumentar suas vendas.

Aqui falaemos sobre como desistências na hora da conversão, suas razões para que aconteçam e como revertê-las. Explicaremos ainda o que é o remarketing e como difere do retargeting, além de apontar os mercados beneficiados, e quais são como funcionam como principais ferramentas disponíveis. Mostrar também os pontos mais importantes no planejamento de campanhas de remarketing, seus principais objetivos e benefícios para a sua empresa.

Então, se você quer alavancar suas vendas recuperando uma audiência quase perdida e tornar seu marketing digital ainda mais potente e eficiente, vale a pena até o final!

1. Quando o cliente desiste de fechar negócio, é o fim?

Hoje em dia não é, fecha contrato sem pesquisa, certo? Por isso, é comum o consumidor de um site sobre algo que interessa a ele e não fechar uma aquisição naquele momento ou até mesmo deixar o endereço sem praticar sair ação.

Porém, não é importante, mas não é importante, mas não é importante, mas não é importante, mas não é importante, mas não está disponível.

Por exemplo, alguém que está planejando como férias buscando por hotéis e pacotes de viagem não compra nenhum primeiro site que acessa, não é mesmo?

Nesse momento, o remarketing pode ser decisivo no veredito final do cliente sobre onde comprar aquilo pelo qual está interessado. Oferecer um anúncio ao consumidor por meio do remarketing nessa hora – como um brinde ou um desconto – pode voltar ao seu site e adquirir uma oferta.

1.1. Como razões mais comuns para as desistências

Infelizmente, ainda existem diversas coisas que querem um consumidor a pedido de uma compra on-line ou até mesmo de seguir navegando no site, como problemas técnicos, dificuldade na navegação, dentre outros problemas de usabilidade.

Sozinho, o remarketing pode não ser capaz de resolver esse tipo de problema, porém, com uma ajuda do desenvolvimento de melhorias sem site, pode ser o meio de tráfego de potencial comprador de tensão para finalizar o negócio abandonado por dificuldade técnica.

Em compensação, algumas razões que levam o cliente a não comprar, como uma inexistência da forma de pagamento que ele usa, preço acima do esperado, o valor do frete, prazo de entrega, e até mesmo características do produto ou serviço, pode ser revertidas com ações de remarketing, oferecendo opções mais acessíveis para estes fatores.

1.2. Como lidar como desistências: contornar e reconquistar o prospect

Criar campanhas de remarketing em rede de exibição que oferece, brindes, vantagens nos pacotes de serviços, frete grátis, entrega super-rápida, condições de pagamento diferenciadas e cupons de descontos para clientes que abandonam o site sem fazer qualquer interação ou mesmo. de como o remarketing pode contribuir para uma aquisição de um novo lead ou salvar uma venda para um cliente que já havia desistido.

No caso das desistências por problemas de usabilidade do site, corrigir e criar campanhas para anunciar uma navegação na navegação, promovendo uma compra com uma camarada, por exemplo, também pode salvar como vendas perdidas por problemas técnicos.

2. Afinal, o que é Remarketing?

Sabe estes anúncios que ficam perseguindo você por internet depois que faz uma busca por um assunto ou um conteúdo específico ou, então, quando você clica em um determinado produto de um e-commerce?

Isso é remarketing, ou seja, uma estratégia que procura garantir o retorno do visitante um site para uma realização de uma conversão, que pode até mesmo ser o fechamento da venda.

Mas ele não se limita a banners que perseguem o cliente. O remarketing é qualquer ação publicitária que se repete para o mesmo. Embora não seja um remarketing também está incluído, ou seja, uma consulta publicitária individual e recorrente na web, ou seja, quando se repete várias vezes, o anúncio de um mesmo produto ou empresa – não necessariamente o mesmo anúncios – para um usuário ou consumidor de acordo com como demonstrações de interesse dele.

E Possível Fazer remarketing utilizando desde o  e-mail de remarketing  Até como mídias off-line e Out of Home, porem, o redirecionamento ESTÁ limitado Às Ferramentas pagar por clique, Como  Anúncios do Facebook  e do Google AdWords. Uma confusão entre os dois períodos quando foi lançado na sua ferramenta de redistribuição sem o AdWords e o seu nome de remarketing do Google.

 

3. Quais mercados se beneficiam?

Qualquer um do mercado que faça vendas por internet e beneficiado pelo remarketing – nos mercados de roupas e calçados, viagens e hotéis, alimentos, eletroeletrônicos, peças para automóveis, entre outros, todos se beneficiam com uma estratégia.

Os prestadores de serviço, escolas, agências de viagens ou qualquer empresa que é um processo de vendas complexo – como como software por assinatura – também tem vez sem remarketing, beneficiando-se delete até mesmo nas campanhas de Marketing Inbound.

4. Google Adwords

O Google Adwords é um dos pioneiros na disponibilização de ferramentas de retargeting. Conhecida como Remarketing do Google AdWords, permite impactar o seu visitante nos sites que ele acessório, com anúncios sobre o ativo pelo qual ele demonstra interesse. Nesse sentido, o Google oferece diversos tipos de remarketing que podem ser utilizados como  novas ferramentas para o seu marketing . São eles:

  • remarketing padrão : funciona na Rede de Display, Rede de Pesquisa, YouTube, Google Shopping e até mesmo em aplicativos para dispositivos móveis. É bastante amplo e exibe anúncios de acordo como listas que você criar;
  • remarketing dinâmico : nenhum dos seus sites e, por isso, permite o envio de código promocional de desconto de um produto específico;
  • em aplicativos para dispositivos móveis, como anúncios em aplicativos para dispositivos móveis. É perfeito para desenvolver aplicações e condições para seus anúncios nas telas dos aplicativos concorrentes;
  • na Rede de Pesquisa : o remarketing para rede de pesquisa exibe anúncios para usuários que já estão em seu site a partir das palavras-chave que usam Utilizador na busca do Google. Ou seja, semper que digitar uma palavra-chave relacionada com os seus produtos ou conteúdos disponibilizados, ele passa a ver seus anúncios em outros sites que visitar;
  • em vídeo : servir para empresas que possuem canais ou vídeos com alto número de visualizações, pois é focado naquelas pessoas que de alguma forma interagiram com o conteúdo em vídeo disponibilizado no YouTube pela empresa;
  • em listas de e-mail : funciona muito bem para quem já sabe exatamente um quem direto com suas campanhas, pois como listas de e-mail possibilitam impactar direto os donos dos endereços no momento em que acessam o Gmail, YouTube ou outras ferramentas do Google .

5. Na prática

O que você quer para conhecer o interesse do visitante e o seu código de comando. Tag de remarketing. Quando impresso nas páginas de um site, ele deposite um cookie no navegador de quem acessá-las. A partir daí, o potencial comprador começou a ser impactado pelas campanhas de redirecionamento do remarketing do  Google AdWords .

5.1. Tag de remarketing

É muito simples configurar uma Tag de remarketing no seu site: basta copiar o código que fica na tela de exibição dentro da das configurações de remarketing, na opção público-alvo das bibliotecas compartilhadas das campanhas AdWords.

Uma vez na área de transferência do seu computador, é só colar o código antes do fechamento da tag </ body> em todas as páginas do seu site. Se ele é desenvolvido em WordPress, basta inserir o código não rodapé ou cabeçalho, que seja deslocado em todas as páginas do site.

5.2. Criando Listas

Com o seu site ou aplicativo já configurado com uma tag de remarketing, você precisa criar uma lista para cada seção do seu site por meio de regras. São como listas que permitem a identificação do interesse do site do Google não.

Por exemplo, você pode identificar como pessoas que estão interessadas em cursos de inglês, crie a seguir regra para alimentação de uma lista: “URL que contenha cursos de inglês”, e não esqueça on-line “cursos de inglês” na URL de todas as páginas cujos visitantes devem aparecer nessa lista.

Criando uma lista com regra para cada tipo de produto ou serviço que vende, você está automaticamente configurando sua audiência para a visualização de anúncios personalizados a partir do interesse do visitante. Simples, não é mesmo?

Alguns exemplos de listas que podem ser criadas são:

  • quem visitou o meu site;
  • quem vender mais de X (ou qualquer outro valor específico);
  • quem visita uma página dos produtos X, Y e Z;
  • quem acessou uma página de mais de X produtos no meu site;
  • quem se inscreveu no blog da minha empresa;
  • quem acessou o artigo A, B ou C;
  • quem comentou meu conteúdo ou produto;
  • quem fez algum download não meu site ou blog;
  • quem faz clique nas nossas redes das minhas redes sociais.

5.3. Campanha

Tanto a configuração da tag de remarketing quanto como listas de segmentos devem ser mais importantes do que remarketing do Google. Por isso, como qualquer outra campanha de marketing digital, requer muito planejamento para que se aproveite ao máximo do recurso.

Utilizar campanhas de retargando torna possível uma redução do controle das campanhas, aumentar as vendas entre clientes desistentes, exibir novas ofertas a clientes que já compraram, entre outros benefícios. Por isso, definir um objetivo para cada lista de criadas vai ajudar muito no planejamento da campanha.

Além do mais, como URLs precisa de formulários para atender às regras das listas de remarketing, então, é preciso alinhar os objetivos das campanhas com o desenvolvimento do site e com a publicação de produtos, artigos e materiais para downloads.

Lembrando avisos de contacto, de acordo com a primeira campanha de remarketing, você está pronto para preparar o terreno e semar boas práticas para as campanhas futuras.

6. Remarketing: Google e Facebook

Com o sucesso da ferramenta de retargeting do Google, diversas plataformas de publicidade online – como o Bing e Facebook Ads – também investiram nessa estratégia, sendo que a ferramenta de Facebook acabou se tornando um concorrente principal do remarketing do Google.

Segundo o próprio Facebook, como pessoas passam em média 11 horas por mês na rede social, sendo ele um dos sites em que se permanece por mais tempo em toda uma web. A possibilidade de impactar como pessoas que já sairam do seu site com anúncios personalizados, não somos mais capazes de fazer o Google.

O nível de participação possível não retargeting do Facebook é o que você pode criar anúncios com o nome do usuário que está sendo visualizado. Além disso, digite o Facebook, uma tag que envia o cookie para o navegador do Usuário é chamada de pixel.

7. Retargando

Como já foi mencionado, o retargeting é um subgrupo do remarketing. Muitas fontes afirmam que são dois, são o que é compreensível, já que é uma base do conceito de uma repetição de anúncios para um mesmo público. Seja no meio on-line ou off-line , ambos são remarketing, porém, apenas os anúncios na web repetidos para a mesma audiência são também como retargeting.

Resumindo, o retargeting é uma forma de  diversificar o marketing online  para um destino mais segmentado e com anúncios mais personalizados.

7.1. Incorpore sua mensagem de retargeting em uma página de destino customizada

No  mundo do marketing digital , como páginas de destino são ferramentas imprescindíveis. Sem elas, é quase impossível coletar como informações das quais precisamos para qualificação de leads.

Se pararmos para pensar, tanto para retargeting quanto como páginas de destino são ferramentas para coleta de informações dos visitantes de um site, então, por não integrar as e otimizar os resultados de ambas?

Como informações recolhidas por retargeting sobre uma navegação do visitante de um site, torna-se possível planejar uma página de destino de atributos, por isso, como chances de conversão são muito maiores quando se trabalha com uma lista de retargeting.

8. E-mail de remarketing e Acompanhamento

Em qualquer campanha de marketing digital, para ser completo, não pode faltar o e-mail marketing. Já utilizamos páginas de destino baseadas em informações de redirecionamento, incluindo o e-mail ea automação de marketing significa integrar o remarketing ao Marketing de entrada para obter muito mais resultados na geração e qualificação de leads.

O e-mail remarketing nos permite acessar aqueles que compartilham, muitas vezes, por falta de tempo para o preenchimento de um formulário.

Uma jornada de compra dos dias de hoje deixada de ser linear e, por isso, envie um e-mail marketing com mais informações sobre o interesse demonstrado ou até mesmo com código de desconto para um potencial cliente que acabou de visitar a página de um produto ou serviço no seu site pode ser o diferencial que o fará fechar o negócio com você e não com o concorrente.

Além disso, um e-mail com um Chamada para Ação para uma página de destino pode transformar um simples visitante em um lead qualificado, avançando-o pelo meio das etapas do seu funil de venda. Isso pode ser feito com uma utilização de fluxos de automação em que o gatilho que dispara um determinado e-mail é uma visita a uma certa página do site, tornado uma estratégia de e-mail remarketing ainda mais completo e eficiente.

O e-mail remarketing é uma solução que ajuda não é uma recuperação de tráfego, mas também não aumenta a possibilidade de vendas completas como ferramenta de acompanhamento automatizado.

9. Remarketing e faturamento: uma ferramenta que gera mais lucro para o seu negócio

Parece, por meio da recuperação do tráfego de potenciais clientes, o remarketing aumenta a lucratividade da sua empresa.

Mesmo assim, você está oferecendo, por favor ou seja, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, clique aqui. uma jornada de compra e otimização do CPC – Custo por clique – das campanhas de performance.

Além de mais alto, ROI – Retorno sobre investimento – nas campanhas de remarketing é praticamente garantido pelo plano de interesse do visitante que está sendo abordado.

10. Vender mais com o Remarketing

Mais óbvia ainda é uma afirmação de que o remarketing vai ajudar sua empresa a vender mais, e ela varejista em um e-commerce, prestadora de serviços, escola, agência de viagem, indústria hoteleira ou desenvolvedora de softwares e aplicativos para mobile apostando em campanhas o marketing de conteúdo.

Seja qual for o seu cliente, o remarketing e um dos recursos mais capazes de reconhecer-lo e ir no buscá-lo onde quer que esteja.

11. Identificar erros, analisar processos e campanhas de remarketing de sucesso

Uma das maiores vantagens das campanhas online é uma possibilidade da realização de ajustes em tempo real e não é diferente com o remarketing. Tendo em vista, os principais erros que podem ser cometidos em uma campanha como essa são:

  • Não há clareza sobre uma audiência que se qualifique, uma vez que o remarketing pode ser direcionado também às pessoas que já compraram para você para campanhas de vendas e vendas cruzadas  e não são apenas usuários que não compraram ou interagiram com o seu conteúdo;
  • Não há uma certeza sobre a qual é uma ação desenvolvida pelo público que está sendo impactado novamente, já que, em se tratando de um segundo contato com uma marca, deve-se saber quais itens levando ao não fechamento do negócio nenhum primeiro contato, a partir de Essa informação. Quanto mais claro para o Call to Action maior a probabilidade de uma conversão;
  • Não foram as páginas de destino personalizadas para os objetivos da campanha de remarketing e para o público em que se destinam, em razão da existência de vários objetivos e grupos de visitantes muito específicos para esse tipo de esforço;
  • Não é possível alternar os anúncios ou limitar a frequência de exibição das campanhas de remarketing pode levar o público público a uma saturação, devido à repetição de insistente;
  • Não há controles sobre os sites onde seus anúncios de remarketing são sendo veiculados, pois, ao configurar campanhas de rede de exibição não Google AdWords, são elas de remarketing ou não, sem exclusão de uma veiculação em sites “desagradáveis” para sua marca, corre- se o risco de ter anúncios em sites inadequados;
  • Não dar lances suficientemente altos, JA Que essas Campanhas São direcionadas a hum Público considerado  leads quentes  ou ‘leva Quentes’, Que Já demonstraram Interesse não Seu PRODUTO OU Serviço e, POR ISSO, merecem hum Investimento Um pouco maior, tanto da SUA parte quanto da concorrência.

Com tantas opções, é impossível não reconhecer o quanto for possível, o remarketing é uma ferramenta poderosa para o aumento da geração de leads e, consequentemente, de negócios fechados da sua empresa. Porém, não existe para bem, pode até causar um efeito negativo para sua marca, já que a infinidade de recursos que ela oferece necessita de muito estudo e prática para que sejam bem aprovados.

Por isso,  contratar uma agência digital  e contar com especialistas que tenham experiência comprovada no assunto e imprescindível para uma campanha de remarketing de sucesso.

Ainda assim, mesmo que você não vá fazer suas campanhas de remarketing sozinho, o conhecimento é sempre para gerar insights e saber o que pedir para sua agência. Então, nos siga nas suas redes sociais favoritas para não perder nos conteúdos. Estamos no Facebook , Twitter , LinkedIn  e YouTube !

Os 8 melhores plugins de WordPress para otimizar o desempenho do seu site

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Ter um blog ou site é uma das melhores maneiras de divulgar a sua empresa, o que torna essa ferramenta indispensável para uma estratégia de Marketing Digital. E o WordPress é reconhecidamente uma das mais eficientes plataformas para a publicação do seu conteúdo, pois é simples, intuitivo e muito poderoso. Mas ele pode se tornar ainda melhor com o uso de plugins de WordPress.

Os plugins são pequenos programas que você instala dentro dessa plataforma para incluir funcionalidades que não estão disponíveis na versão original.

A instalação de alguns deles pode melhorar consideravelmente o desempenho do seu site de maneira simples e gratuita (alguns possuem versões Premium – pagas – mas geralmente as versões gratuitas atendem bem às suas necessidades).

 

Os plugins de WordPress que você não pode deixar de instalar no seu site

Preparamos para você uma lista com os melhores plugins. Confira as nossas sugestões e não deixe de instalá-los para melhorar o desempenho do seu site:

 

1. WordPress SEO (by Yoast)

O WordPress SEO é um dos mais populares plugins de WordPress por conta da sua simplicidade de uso e resultados excepcionais. Ele permite que você otimize o conteúdo do seu blog ou site para que tenha melhor desempenho nos buscadores: você escolhe qual é a palavra-chave de cada página e pode configurar todo o conteúdo para que fique de acordo com os parâmetros do Google.

Além disso, o plugin oferece diagnósticos de SEO e de legibilidade do conteúdo para que você possa fazer as mudanças necessárias antes da publicação.

Baixe aqui.

 

2. W3 Total Cache

A velocidade de carregamento do seu site ou blog é um ponto crucial para o sucesso, já que os usuários costumam desistir de visitar páginas que não exibem o conteúdo imediatamente. O W3 Total Cache é um plugin que pode ajudar nesse quesito, já que ele guarda todos os aspectos do seu site em cache, o que torna o carregamento muito mais rápido.

Seu uso aumenta a velocidade do site drasticamente e oferece uma experiência muito mais agradável para os visitantes do site.

Baixe aqui.

 

3. SEO Friendly Images

As imagens também causam um impacto tremendo no SEO do seu site ou blog, já que as buscas por imagens no Google influenciam o número de visitas que você recebe. E o plugin SEO Friendly Images ajuda a tornar cada imagem da sua página mais visível para os mecanismos de buscas, fazendo automaticamente as mudanças necessárias nas tags Alt e Title das fotos publicadas.

Dessa maneira, você tem uma tarefa a menos na hora de publicar seus artigos, e de quebra tem um resultado ainda melhor no Google e outros buscadores.

Baixe aqui.

 

4. Akismet

Os SPAM são uma grande praga da internet, e podem poluir bastante a área de comentários do seu site ou blog, além de consumir os seus recursos de banco de dados e largura de banda. Mas existe uma maneira bastante eficiente de manter os SPAM longe do seu site: usar o plugin Akismet.

Ele geralmente vem pré-instalado no WordPress, mas é necessário ativá-lo com uma chave de acesso. Não deixe de fazer isso, assim você protege o seu site e poupa seu precioso tempo. Caso seja necessário instalar o Akismet, baixe-o aqui.

 

5. Disqus

Existem algumas opções de sistemas de comentários disponíveis, inclusive um que já vem instalado no WordPress. Mas, na nossa opinião, o Disqus é o mais completo pelas funcionalidades que oferece.

Com ele, os usuários podem postar textos e imagens nos comentários, e também votar nos que mais gostam. Dessa maneira você pode exibir os melhores comentários primeiro, e não os mais recentes – o que gera ainda mais interação nos seus posts. Caso você tenha um volume muito grande de comentários, também é possível determinar quantos serão exibidos na sua página.

Baixe aqui.

 

6. Google Analytics for WordPress (by Yoast)

Instalar o Google Analytics em seu site ou blog é fundamental para acompanhar as métricas dos seus posts e saber quais conteúdos funcionam melhor entre seu público. O plugin Google Analytics for WordPress (by Yoast), entretanto, vai além e oferece poderosas ferramentas de acompanhamento.

Criado pela mesma equipe do WordPress SEO, esse plugin acompanha links externos apontando para seu blog; permite configurar variáveis customizadas (como nome do autor, categorias, ano de publicação); ignora dados de visitas do administrador do site; acompanha o download de arquivos como .xls, .doc, .exe e .pdf, entre outros; e também oferece a possibilidade de rastrear links internos como sendo externos.

Baixe aqui.

 

7. Flare

Incentivar o compartilhamento do seu conteúdo nas redes sociais é uma excelente maneira de conquistar uma audiência ainda maior para o seu site ou blog. Caso o seu tema do WordPress não possua os links de compartilhamento, instalar o plugin Flare é a solução para ter botões para os leitores postarem seu conteúdo automaticamente, de maneira rápida e fácil.

O plugin exibe botões para compartilhamento no Facebook, Twitter e outras redes sociais em cada página do site.

Baixe aqui.

 

8. CloudFlare

O CloudFlare é um dos melhores plugins de WordPress e oferece muita segurança para o seu site ou blog, já que um de seus benefícios é a garantia de manter o seu site sempre online, mesmo quando o servidor estiver fora do ar.

Isso é possível porque o plugin integra o seu site ao sistema CloudFlare, uma plataforma de otimização de sites. Além de manter sua página sempre no ar, ele oferece outras vantagens, como carregamento mais rápido, proteção contra hackers, SPAM, e contra tráfego muito alto em um período curto de tempo, o que pode causar instabilidades no seu servidor.

O uso do CloudFlare é bastante simples: não é necessária nenhuma instalação após a sincronização do seu site com o sistema. A interface é bastante intuitiva, com botões de ligar e desligar disponíveis para os usuários.

Baixe aqui.

 

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Calendário para o e-commerce em 2018: 10 datas que você precisa ficar de olho

Calendário para o e-commerce em 2018: 10 datas pra ficar de olho

O ano de 2017 está chegando ao fim e você deve começar a preparar o planejamento estratégico da sua loja para o próximo ano. Nós preparamos este artigo com as principais datas do calendário para o e-commerce.

A seguir, você vai saber quais são as datas, o que elas têm de especial e como você pode promovê-las para aumentar o faturamento da sua loja virtual.

Continue a leitura e saiba mais sobre 10 datas do e-commerce brasileiro que você precisa ficar de olho.

 

1. Carnaval

Em nosso país, o ano começa somente depois do feriado e comemoração do carnaval. Para marcar o início de um novo ciclo, a sua loja on-line pode oferecer descontos e promoções que incentivam o aumento das vendas — já que o mês de janeiro tende a ser menos movimentado no comércio eletrônico.

Lembre-se que os consumidores já investiram o décimo terceiro salário, férias e outras bonificações nas sazonalidades que finalizaram o ano anterior (Black Friday, Natal e Boxing Day). Por esse motivo, você deve preparar uma ação de marketing que incentive a aquisição daqueles produtos que não foram adquiridos no ano que passou.

Quando? Terça-feira, 13 de fevereiro.

 

2. Dia Internacional da Mulher

Apesar de o Dia Internacional da Mulher celebrar as conquistas e avanços sociais do gênero feminino, que por séculos foi considerado inferior, o comércio eletrônico enxerga nessa data a oportunidade de se juntar às comemorações e oferecer produtos e serviços voltados para as mulheres.

Tenha o devido cuidado para não reforçar estigmas, como a associação entre as mulheres e os produtos para o lar. Sendo assim, crie campanhas que incentivem a compra de presentes no Dia Internacional da Mulher. Promova os produtos direcionados para esse público (roupas, flores, artigos de beleza, livros e até eletrônicos).

Quando? Quinta-feira, 8 de março.

 

3. Dia do Consumidor

Ainda no mês de março, período historicamente fraco para as vendas on-line, nós temos o Dia do Consumidor. Essa data entrou no calendário do comércio eletrônico brasileiro por meio de uma iniciativa do Buscapé, empresa especializada em comparação de preços e avaliações de lojas virtuais.

Marcado por liquidações e promoções, o Dia do Consumidor já era conhecido por 38% do público em 2017. Nesse período, os consumidores já estão esperando pela diminuição dos preços em produtos com maior valor agregado (smartphones, eletrodomésticos e móveis). De acordo com o Buscapé, em 2016 o faturamento dessa data foi 100% superior à média de um dia normal de vendas.

Quando? Quinta-feira, 15 de março.

 

4. Dia do Frete Grátis

O Dia do Frete Grátis é mais uma data do comércio eletrônico norte-americano que foi incorporada ao nosso calendário. Ela ocorre na última sexta-feira do mês de abril, sendo uma excelente oportunidade para o lojista que deseja fidelizar seus clientes. Portanto, crie uma estratégia que envolva aqueles consumidores do interior do país.

São eles os que mais sofrem com altos custos do frete, deixando, muitas vezes, de adquirir produtos online. Outro ponto que deve ser considerado é a proximidade dessa data com o dia das mães. Portanto, é uma excelente oportunidade para conquistar os clientes que vão presentear as mães e não deixarão as compras para o último momento.

Quando? Última sexta-feira do mês de abril.

 

5. Dia das Mães

O mês de maio chega e com ele vem uma das principais datas do comércio eletrônico: o Dia das Mães. Em 2017, o faturamento desse período foi de R$ 1,9 bilhão — representando uma alta de 16% em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Ebit. Entre os produtos mais adquiridos estão os smartphones (13,40%), perfumes (4,40%), águas de colônia (4,17%), geladeiras e refrigeradores (3,19%) e vinhos (2,76%).

O Dia das Mães é uma data que serve de termômetro para as vendas no comércio eletrônico ao longo do ano. Quando o resultado está acima do esperado, isso mostra que o consumidor está mais confiante em relação à crise econômica. A possibilidade de realizar entregas rápidas, por exemplo, também atraiu aquele cliente que costumeiramente preferia comprar no varejo físico.

Quando? Domingo, 13 de maio.

 

6. Dia dos Namorados

Quando comparadas ao ano anterior, as vendas do comércio eletrônico no Dia dos Namorados cresceram 5,1% em 2017. O faturamento chegou a R$ 1,7 bilhão e foi encabeçado pela venda de smartphones (16,8%).

O ticket médio desse período foi de R$ 420. Livros (5,4%), relógios de pulso (5,1%), perfumes (4,8%) e tênis (3,2%) completaram a lista. Para agradar os casais, as ações de Dia dos Namorados podem envolver a compra de pares ou kits de produtos com desconto.

Quando? Terça-feira, 12 de junho.

 

7. Dia dos Pais

O próximo grande evento do calendário para o e-commerce é o Dia dos Pais. Em 2017, essa data movimentou R$ 1,94 bilhão, obtendo um crescimento de 8,7% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O ticket médio foi de R$ 462, 4,7% maior do que o registrado em 2016.

Como essa data envolve diversos segmentos, afinal, cada pai tem o seu estilo, você deve preparar a sua loja com os produtos mais buscados. Mais uma vez, de acordo com dados do Ebit, os smartphones lideraram os pedidos em 2017. Televisores, tênis, relógios de pulso e vinhos vieram na sequência entre os mais adquiridos.

Quando? Domingo, 12 de agosto.

 

8. Dia das Crianças

O Dia das Crianças se destaca como a próxima grande data do comércio eletrônico brasileiro. Em 2017, as estimativas apontaram para um crescimento superior a 15%, com mais de R$ 2 bilhões em vendas. Por mais que o dia seja delas, você deve voltar as suas ações de marketing para os pais — que são os responsáveis pelas compras dos presentes.

Quando? Sexta-feira, 12 de outubro.

 

9. Black Friday

Uma das datas mais esperadas do calendário do comércio eletrônico é a Black Friday. Um levantamento do Google aponta que o crescimento em 2017 pode ser entre 15% e 20%, superando a marca de R$ 2,2 bilhões em vendas. Como essa é uma data que já enfrentou muitos problemas, é bom que você fique atento.

Quando desembarcou no Brasil, a Black Friday foi jocosamente apelidada de “Black Fraude”, por causa da ação inescrupulosa de muitos varejistas que vendiam os produtos pela metade do dobro. O consumidor está mais atento, portanto, pratique descontos reais e ofereça promoções realmente vantajosas.

Quando? Última sexta-feira do mês de novembro.

 

10. Natal

O calendário para 2018 termina com o Natal, tradicional data para o varejo de modo geral. A expectativa das vendas para essa data é a melhor dos últimos 4 anos, pois somente agora o nosso país dá sinais de que está se recuperando da crise econômica.

Por causa da Black Friday, você deve planejar ações que incentivem as compras também no mês de dezembro. Reforce a logística do seu e-commerce para dar conta do volume de pedidos e capriche na comunicação, colocando a loja literalmente no espírito natalino.

Quando? Terça-feira, 25 de dezembro.

 

O calendário para o e-commerce deve ser planejado anualmente de modo estratégico, para que a sua loja on-line não perca as oportunidades de vender cada vez mais.

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Internet das coisas e wearable technology: o que esperar e como se preparar

Você já deve ter ouvido falar dos termos internet das coisas e wearable technology, não é mesmo? Apesar disso, ainda não entende muito bem o que significa e qual a importância deles no seu dia a dia e da sua empresa. Essas tecnologias estão mudando a forma como as pessoas vivem e as empresas precisam acompanhar essas mudanças.

Neste post, explicaremos o significado de internet das coisas e wearable technology, o que o futuro reserva para essas tecnologias e como se preparar para elas. Boa leitura!

O que é internet das coisas?

Esse é um conceito novo e vem ganhando destaque na área de tecnologia da informação. Internet das coisas se refere a “coisas” do nosso dia a dia que estão conectadas a uma rede trocando informações entre si, tanto para coleta de dados quanto para melhorar suas funcionalidades.

Na internet das coisas, as tecnologias de RFID (identificação por radiofrequência) e Bluetooth são usadas para realizar a comunicação. Elas podem ser úteis para identificação escolar ao utilizar etiquetas com um código nos uniformes, registrando a entrada e saída dos alunos por meio de um leitor de etiquetas. Essa tecnologia pode ter usos até mais simples, como enviar um comando por meio do celular para a cafeteira preparar um café, ou para que a máquina de lavar roupas inicie a lavagem.

A internet das coisas também é usada na agricultura para irrigação de campo a distância. O dispositivo opera tanto por RFID quanto por rede 3G/4G e envia periodicamente informações sobre a irrigação para um banco de dados. Por meio de um painel de controle, o sistema pode ser acionado pela rede para iniciar a irrigação.

O que significa wearable technology?

Wearable technology é um termo em inglês para “tecnologia usável”. Essa tecnologia também faz uso da internet das coisas para se conectar a uma rede, mas ela pode ser vestida. As wearable technology mais faladas são as pulseiras monitor, anéis, relógios, óculos e camisetas.

Pulseiras Monitor

É a soma de pulseira, relógio e monitor cardíaco. Esse dispositivo é usado para monitorar a saúde do usuário, pois consegue medir a frequência cardíaca, identificar quando o usuário está se exercitando, calcular calorias gastas, monitorar o sono, além de mostrar a hora, é claro. Todos esses dados são sincronizados com os aplicativos de smartphone por meio de Bluetooth ou Wi-Fi. Existem diversas marcas de pulseira monitor, e uma delas é a Easy Mobile.

Anéis e relógios

Esses dispositivos utilizam o Bluetooth também para se conectarem com os smartphones para poder controlá-los. Usando os anéis ou relógios, o usuário pode gerenciar ligações e ver notificações diretamente de seu dedo ou pulso.

Além disso, também é possível controlar reprodução de música, ligar a câmera do smartphone e até rastrear um celular perdido. Uma das marcas que comercializam anéis inteligentes é a Jackon. Já o relógio é possível encontrar das marcas Samsung, Apple, dentre outras.

Óculos

O Google lançou em 2017 uma versão de seus óculos inteligentes voltada para empresas. Essa tecnologia é um par de óculos no qual há uma tela na parte de cima do campo de visão acoplada a uma das lentes. Essa tela apresenta ao usuário previsão do tempo, rotas e mapas. Também é possível realizar chamadas de vídeo e fotografar algo que o usuário esteja vendo.

Google Glass Enterprise Edition conta com uma resolução de 640×360 pixels, sensores de luz ambiente, detector de piscadas, conexão Bluetooth, Wi-Fi, led frontal, 2 GB de memória RAM e 32 GB de armazenamento.

Camisetas

Camisetas inteligentes também já são realidade: a empresa americana Polar emprega sensores de frequência cardíacas para rastreamento fitness. Os treinadores agora podem ver os dados biométricos de seus atletas em tempo real, que são compartilhados por um aplicativo móvel compatível.

O que esperar?

Agora esqueça o que já temos hoje e imagine o potencial da internet das coisas e wearable technology. Quais são as possibilidades? O que poderia facilitar o nosso dia a dia?

Talvez você não se lembre, mas os anéis que tinham uma pedra que mudava de cor de acordo com o “humor” da pessoa foram bastante populares há vários anos, mas com o uso de wearable technology e internet das coisas, esse conceito pode ser levado a um nível mais preciso. Imagine se um anel utilizasse sensores capazes de identificar verdadeiramente seu estado emocional para que as pessoas à sua volta respondessem apropriadamente?

Você já deve ter caminhado na rua em dias quentes e sentiu seus pés queimarem, ou mesmo congelarem nos dias frios. Seria interessante um sapato que pudesse converter seus passos em energia e pudesse usá-la para esquentar ou esfriar seus pés de acordo com o clima local, não é mesmo?

Outra integração interessante da wearable technology é em relação à automação residencial. Imagine caminhar em direção à porta da sua casa e ela automaticamente se abrir devido a uma autenticação de algum item que você está usando, como anel ou relógio.

Parece promissor, não é?

Agora imagine entrar na sua casa e um sensor que você está usando detectar sua temperatura e ajustar seu ar-condicionado ou aquecedor para que fique na temperatura certa para você. Ainda não acabou: um sensor poderia medir a hidratação da sua pele e enviar um comando para sua geladeira para que ela lhe prepare um copo d’água.

Por enquanto, os dispositivos usáveis de saúde e fitness representam o primeiro passo para o futuro dos wearable technology. Os consumidores estão confiantes de que os usáveis podem estender as experiências de smartphones e tablets.

Ainda não sabemos se essa indústria já encontrou aquilo que vai levar à adoção em massa dos usáveis pelos consumidores, porém, acredita-se que poderemos ver mais frequentemente essa tecnologia a partir de 2020.

Como se preparar?

É importante a indústria continuar experimentando com os wearables, mas eles realmente estão atendendo às necessidades dos consumidores? Será que as empresas precisam explorar outros tipos de parcerias para tornar a tecnologia mais acessível?

É preciso também remodelar os modelos de negócios uma vez que as pessoas vão usar dispositivos que se conectam à internet, ou seja, elas vão querer conseguir se conectar. Os estabelecimentos comerciais também vão precisar oferecer estrutura para os usáveis para atrair mais clientes.

Além disso, as companhias devem pensar uma forma de seus clientes interagirem com a marca utilizando essa tecnologia. Para isso, as estratégias de marketing serão muito importantes para que o mercado acompanhe esses dispositivos.

Deu para notar que a internet das coisas e as wearable technology são assuntos da atualidade, mas ainda têm muito espaço para crescer no futuro. Elas vão mudar a forma com que as pessoas interagem com a tecnologia e também o estilo de vida de cada usuário, podendo contribuir com a saúde ou simplesmente facilitando o dia a dia de todos nós.

E aí, nosso post te ajudou a entender um pouco melhor o significado de internet das coisas e wearable technology? Então, assine nossa newsletter para ficar sempre atualizado com as novidades do mundo tecnológico!