Você sabe o que é wearable? Conheça as “tecnologias vestíveis”

Você sabe o que é wearable? Conheça as "tecnologias vestíveis"

Você já se perguntou o que é wearable? O universo da tecnologia é marcado por novos produtos e conceitos que, vez ou outra, revolucionam todo o mercado e redefinem a forma como as pessoas lidam com os dispositivos eletrônicos.

Foi assim com a criação da World Wide Web: a partir daquele momento, a internet tornou-se cada vez mais amigável aos leigos e, com o passar dos anos, diversos serviços foram desenvolvidos e se tornaram igualmente envolventes.

Especialistas apontam que, nos próximos anos, os wearables serão cada vez mais naturais no nosso dia a dia. Esse será mais um dos motivos para que as empresas tenham uma presença na internet cada vez mais relevante.

Vamos descobrir mais sobre essa tecnologia agora!

 

O que é wearable?

O termo em inglês significa, literalmente, “vestível”, “que pode ser vestido”. No Brasil, o conceito é chamado também de “tecnologia vestível”. Ou seja: são dispositivos inteligentes que o usuário literalmente veste e usa como se fosse um acessório.

Há quem diga que o relógio digital, por exemplo, é um pioneiro entre os wearables. É possível que sim, mas um dos grandes fatores que tornam esse novo modo de interface com a tecnologia ser tão interessante, é que esses novos dispositivos são conectados e inteligentes.

O potencial das tecnologias vestíveis é imensurável. Há inúmeras aplicações que podem ser desenvolvidas tanto na área de consumo, quanto nas áreas da saúde, do trânsito, da economia doméstica, entre outros.

 

Quais são os dispositivos vestíveis disponíveis no mercado?

Você já sabe o que é wearable, mas alguns exemplos vão nos ajudar a ilustrar melhor como essa tecnologia já está impactando nossas vidas e imaginar o potencial delas para o futuro. Vamos conhecê-los!

 

Relógios

Cada vez mais populares, os relógios inteligentes já possuem exemplares no mercado: a Apple lançou em 2015 o seu Apple Watch, relógio integrado ao iPhone que traz recursos que vão além de mostrar a hora: o aparelho controla o batimento cardíaco do usuário, controla playlist de músicas e até entende comandos de voz.

Outras grandes empresas também já investiram na área, como a Sony com seu SmartWatch — um dos pioneiros no mercado, lançado em 2013.

 

Pulseiras

Pulseiras inteligentes estão entre as tecnologias vestíveis mais populares entre os consumidores, especialmente para monitorar as atividades físicas.

A tecnologia nesses dispositivos é capaz de identificar batimentos cardíacos e movimentos e, por meio da análise inteligente de dados, fornecer informações, como consumo de calorias, quantidade de passos dados pelo usuário, qualidade do sono, entre outros.

As pulseiras têm integração com o smartphone e com a nuvem; isso significa que os dados ficam disponíveis para acesso em qualquer lugar, via aplicativo ou site mobile. Entre as mais populares estão a FitBit e a Sansung Gear Fit.

 

Óculos

O Google foi um dos pioneiros no desenvolvimento de óculos inteligentes. O Google Glass é um projeto experimental da empresa que teve seu desenvolvimento iniciado em 2006 e, em 2012, foi tornado público pela empresa.

O propósito do dispositivo é fornecer informações úteis em primeiro plano na visão do usuário, conceito conhecido como realidade aumentada. Imagine, por exemplo, ter diretamente na sua visão as direções que você precisa para chegar a um determinado lugar, em vez de ficar olhando para a tela do GPS. Essa é a ideia!

Outro conceito que tem sido aplicado aos óculos inteligentes é o da realidade virtual. Nesse caso, o usuário efetivamente se vê em outra realidade, totalmente virtual, como se tivesse se transportado para um novo mundo, um conceito muito interessante para jogos e campanhas de marketing.

Duas grandes empresas apostam forte na tecnologia vestível com foco na realidade virtual: a Samsung, que já comercializa o seu Gear VR; e a Microsoft, que tem apostado suas fichas no HoloLens.

 

Roupas

Quando falamos sobre coisas vestíveis, a primeira coisa que nos vêm à cabeça são as roupas, claro. E quando falamos sobre wearable, as roupas não ficam de fora!

Esse segmento, até o momento, está um pouco mais distante do mercado final do que os três anteriores. As roupas inteligentes monitoram movimentos, batimentos cardíacos, respiração e outros sinais vitais dos usuários e enviam essas informações em tempo real para computadores e smartphones.

Os principais interessados nessa tecnologia são as empresas, que podem monitorar os seus trabalhadores em tempo real e desenvolver políticas mais eficazes de prevenção a doenças. Entretanto, outros setores também estão de olho, como os hospitais e todo o mercado fitness.

 

Quais são os benefícios dos wearables para o usuário?

Como toda tecnologia nova e revolucionária que está em seu estágio inicial, é possível imaginar uma série de aplicações e vantagens decorrentes do uso no dia a dia. Com os dispositivos vestíveis não é diferente. Vamos conhecer algumas dessas vantagens!

 

Incentivo à prática de atividades físicas

A prática de exercícios tende a se tornar recorrente — e, definitivamente, mais divertida — com o uso de wearables. Obter informações úteis e interessantes sobre a sua caminhada, pedalada ou outro exercício em tempo real, ajuda a mensurar seu desempenho e os benefícios da atividade, o que funciona como um estímulo para continuar.

 

Monitoramento da saúde

A tecnologia vestível não substituirá um profissional da saúde (ou, pelo menos, não na realidade em que vivemos hoje), mas, como nós não podemos ter um enfermeiro ou médico à nossa disposição o tempo inteiro, os wearables nos ajudam a controlar alguns índices, como a frequência cardíaca, a qualidade da respiração e do sono.

Essas informações podem até mesmo ser úteis aos médicos na hora de emitir um diagnóstico e, mais uma vez, servem como estímulo para cuidarmos melhor da nossa saúde.

 

Praticidade no uso da tecnologia

O uso da tecnologia tem se tornado cada vez mais prático e amigável com o passar do tempo. Se antes era necessário utilizar um computador de mesa para acessar a internet, hoje ela está disponível em qualquer lugar na palma da nossa mão. O que é o wearable senão o próximo passo nesse sentido?

Com eles, o uso da tecnologia se torna ainda mais presente e natural. Basta olhar para o pulso para saber se você recebeu um novo e-mail — ou mesmo para frente, se você estiver usando um óculos de realidade aumentada!

 

Integração cada vez maior entre dispositivos

Não basta somente vestir tecnologia inteligente: é fundamental que esses dispositivos conversem entre si, e o mercado caminha nesse sentido! No futuro, todos os seus dispositivos vestíveis estarão sincronizados e alimentarão uns aos outros, armazenando informações na nuvem.

Aquela mensagem de texto que você recebeu no celular já pode ser vista diretamente no seu relógio inteligente, e no futuro os dados sobre seus batimentos cardíacos poderão ser vistos instantaneamente no seus óculos, por exemplo.

 

Sabendo o que é Wearable e quais as suas vantagens, conte para gente: você acredita que as tecnologias vestíveis serão uma nova revolução? Qual é a sua opinião sobre o assunto? Escreva nos comentários!

Melhore o seu Relacionamento com o cliente

Conquistar um novo cliente é bem mais caro do que vender para um consumidor já conhecido. Segundo Philip Kotler, referência mundial em marketing, esse valor pode variar entre 5 e 7 vezes mais! Por isso, é fundamental criar e manter um bom relacionamento com o cliente, superando suas expectativas.

Porém, se você tem dúvidas se a sua empresa está pecando nos relacionamentos, mostraremos neste artigo alguns dos principais sintomas que devem ser analisados e evitados. Confira!

Por que é fundamental manter um bom relacionamento com o cliente?

O mercado está cada vez mais competitivo. Com a internet, diferentes empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte dividem o mesmo espaço na disputa da preferência dos consumidores. Nesse cenário, a construção de um sólido relacionamento com o cliente faz toda a diferença nos resultados.

Se um consumidor tiver uma boa experiência com a marca, além de permanecer com aquela empresa por um longo tempo, realizando compras recorrentes, ele pode utilizar os diferentes canais de comunicação, como as redes sociais, para atuar como um promotor, atraindo novos clientes.

Em contrapartida, se o relacionamento não for bem trabalho e nutrido, aquele consumidor insatisfeito pode externar a sua opinião sobre a empresa, afastando novas oportunidades e encerrando aquele ciclo de compras.

Por isso, toda empresa deve estar atenta e empenhada a oferecer a melhor experiência possível, mantendo um bom relacionamento ao longo de todo o tempo.

Quais são os principais erros cometidos que atrapalham esse relacionamento?

Infelizmente, muitas organizações pecam na construção do relacionamento com o cliente. Às vezes, elas nem têm o conhecimento de que estão fazendo isso. Por isso, agora mostraremos alguns dos principais erros cometidos, que devem ser atentados para que não aconteçam. Acompanhe:

Alto tempo de espera das respostas

Quando um consumidor entra em contato com a empresa, seja para tirar dúvidas, apresentar uma insatisfação ou até mesmo para tecer elogios, ele espera que tenha uma resposta com rapidez. Se isso não é feito, o relacionamento começa a ser prejudicado já nesse ponto.

Antigamente, antes da vasta utilização das redes sociais ou do chat online, o atendimento era feito preferencialmente via telefone. O problema é que a demora para o contato era muito grande, com diversas transferências entre os atendentes e a falta de conclusão da solicitação. A experiência gerada nesse cenário é desastrosa!

Se você quer criar um bom relacionamento com o cliente, precisa atendê-lo de forma rápida e eficiente. Hoje, há diferentes canais de comunicação, como as redes sociais, chat online, aplicativos de mensagens instantâneas, e-mail, telefone ou presencialmente.

É interessante que se ofereça diferentes opções aos clientes, mas certifique-se de manter uma boa qualidade em cada uma delas.

Baixa resolução de problemas

Problemas infelizmente acontecem, seja em pequenas, médias ou grandes empresas. Eles devem ser trabalhados para que não aconteçam, mas se ocorrerem, devem ser resolvidos com eficiência e agilidade.

Um dos principais fatores que prejudicam um bom relacionamento é exatamente a não resolução dessas falhas. Diversos contatos são feitos, mas não há uma posição concreta da empresa sobre a solução daquela pendência.

Para que isso não ocorra na sua empresa, crie um plano de ação sempre que necessário e mostre ao seu contato que você está empenhado em solucionar o caso.

Não se preocupar com o pós-venda

Pensar somente na primeira venda é um erro considerado comum entre os empreendedores, mas que pode prejudicar bastante os resultados em médio e longo prazo.

No início do nosso texto mostramos uma ideia difundida por Philip Kotler, de que é mais caro vender para um novo cliente do que para um consumidor da marca. Por isso, além da prospecção, devemos nos preocupar com a retenção.

Crie um procedimento para que o seu cliente seja acompanhado desde o primeiro contato com a marca até a certeza de que obteve sucesso, e não só até a concretização da venda. Se você se preocupar com o sucesso dele, certamente os ganhos da companhia serão alavancados.

Não definir uma persona

A persona representa a personificação do seu cliente ideal. Com isso, todas as suas estratégias são direcionadas para atender as necessidades do seu público. Se você não faz essa definição, pode estar empregando os recursos de forma errada, sem que as expectativas sejam alcançadas.

Na definição da persona, vários elementos serão definidos, como a linguagem utilizada e a necessidade dos clientes. Essas informações são cruciais para que você mantenha um bom relacionamento.

Não avaliar o desempenho do atendimento

Como saber se o seu relacionamento com o cliente está positivo ou não? Se não fizer essa avaliação, todas as suas estratégias podem ser baseadas em achismos e crenças, o que não é nada interessante!

Por isso, crie métricas para o atendimento, envolva os responsáveis e mostre a grande importância que esse trabalho possui para o sucesso da empresa.

Com as métricas criadas, torna-se possível traçar as melhores práticas e promover um ganho na retenção e fidelização dos consumidores, com vendas recorrentes e frequentes.

Ignorar o feedback dos clientes

Ninguém melhor do que os seus próprios clientes para dizerem como está o relacionamento com a empresa, não é mesmo? Então, não é nada interessante desprezar esse feedback.

Pergunte ao seu público sobre a experiência gerada, desde o primeiro contato até o pós-venda. Peça sugestões para melhorar o atendimento, verifique os principais pontos positivos e negativos.

Esse trabalho em conjunto aos consumidores mostra que eles são peças importantes e que a empresa está preocupada em estreitar e fortalecer o relacionamento.

Portanto, como vimos em nosso artigo, a preocupação com o relacionamento com o cliente deve ser frequente dentro de uma empresa. Deve-se estabelecer medidas para que as experiências geradas sejam as melhores possíveis.

Como resposta a isso, mais consumidores podem ser fidelizados, gerando compras recorrentes, além de que eles podem atuar como promotores da marca, aumentando a credibilidade da empresa no mercado e atraindo novos negócios.

Tenha atenção com cada erro que listamos para que a sua empresa não caia nessas armadilhas!

Gostou do nosso conteúdo sobre os principais erros no relacionamento com o cliente? Então compartilhe este artigo em suas redes sociais e passe para a frente esse grande conhecimento!

Remarketing: absolutamente tudo o que você queria saber

O Remarketing é a solução ideal para a sua performance online.

O Remarketing surgiu devido a um explosão da quantidade de conteúdos na Internet, está ficando cada vez mais difícil atrair e reter a atenção do público. Muitas vezes, se consegue fazer com que um potencial cliente acesse um determinado site, porém, uma quantidade de distrações a qualquer momento e quase infinita e acaba levando o visitante a deixar o assunto para outra hora. Além disso, não é incomum que ele acabe esquecendo de voltar.

Agora imagine uma lei capaz de lembra-lo desse retorno. Mais ainda: imagine uma ferramenta capaz de persuadi-lo a voltar. Sim, você acaba de imaginar o remarketing  e, ao ler este artigo, seja capaz de entender exatamente como ele funciona eo potencial para aumentar suas vendas.

Aqui falaemos sobre como desistências na hora da conversão, suas razões para que aconteçam e como revertê-las. Explicaremos ainda o que é o remarketing e como difere do retargeting, além de apontar os mercados beneficiados, e quais são como funcionam como principais ferramentas disponíveis. Mostrar também os pontos mais importantes no planejamento de campanhas de remarketing, seus principais objetivos e benefícios para a sua empresa.

Então, se você quer alavancar suas vendas recuperando uma audiência quase perdida e tornar seu marketing digital ainda mais potente e eficiente, vale a pena até o final!

1. Quando o cliente desiste de fechar negócio, é o fim?

Hoje em dia não é, fecha contrato sem pesquisa, certo? Por isso, é comum o consumidor de um site sobre algo que interessa a ele e não fechar uma aquisição naquele momento ou até mesmo deixar o endereço sem praticar sair ação.

Porém, não é importante, mas não é importante, mas não é importante, mas não é importante, mas não é importante, mas não está disponível.

Por exemplo, alguém que está planejando como férias buscando por hotéis e pacotes de viagem não compra nenhum primeiro site que acessa, não é mesmo?

Nesse momento, o remarketing pode ser decisivo no veredito final do cliente sobre onde comprar aquilo pelo qual está interessado. Oferecer um anúncio ao consumidor por meio do remarketing nessa hora – como um brinde ou um desconto – pode voltar ao seu site e adquirir uma oferta.

1.1. Como razões mais comuns para as desistências

Infelizmente, ainda existem diversas coisas que querem um consumidor a pedido de uma compra on-line ou até mesmo de seguir navegando no site, como problemas técnicos, dificuldade na navegação, dentre outros problemas de usabilidade.

Sozinho, o remarketing pode não ser capaz de resolver esse tipo de problema, porém, com uma ajuda do desenvolvimento de melhorias sem site, pode ser o meio de tráfego de potencial comprador de tensão para finalizar o negócio abandonado por dificuldade técnica.

Em compensação, algumas razões que levam o cliente a não comprar, como uma inexistência da forma de pagamento que ele usa, preço acima do esperado, o valor do frete, prazo de entrega, e até mesmo características do produto ou serviço, pode ser revertidas com ações de remarketing, oferecendo opções mais acessíveis para estes fatores.

1.2. Como lidar como desistências: contornar e reconquistar o prospect

Criar campanhas de remarketing em rede de exibição que oferece, brindes, vantagens nos pacotes de serviços, frete grátis, entrega super-rápida, condições de pagamento diferenciadas e cupons de descontos para clientes que abandonam o site sem fazer qualquer interação ou mesmo. de como o remarketing pode contribuir para uma aquisição de um novo lead ou salvar uma venda para um cliente que já havia desistido.

No caso das desistências por problemas de usabilidade do site, corrigir e criar campanhas para anunciar uma navegação na navegação, promovendo uma compra com uma camarada, por exemplo, também pode salvar como vendas perdidas por problemas técnicos.

2. Afinal, o que é Remarketing?

Sabe estes anúncios que ficam perseguindo você por internet depois que faz uma busca por um assunto ou um conteúdo específico ou, então, quando você clica em um determinado produto de um e-commerce?

Isso é remarketing, ou seja, uma estratégia que procura garantir o retorno do visitante um site para uma realização de uma conversão, que pode até mesmo ser o fechamento da venda.

Mas ele não se limita a banners que perseguem o cliente. O remarketing é qualquer ação publicitária que se repete para o mesmo. Embora não seja um remarketing também está incluído, ou seja, uma consulta publicitária individual e recorrente na web, ou seja, quando se repete várias vezes, o anúncio de um mesmo produto ou empresa – não necessariamente o mesmo anúncios – para um usuário ou consumidor de acordo com como demonstrações de interesse dele.

E Possível Fazer remarketing utilizando desde o  e-mail de remarketing  Até como mídias off-line e Out of Home, porem, o redirecionamento ESTÁ limitado Às Ferramentas pagar por clique, Como  Anúncios do Facebook  e do Google AdWords. Uma confusão entre os dois períodos quando foi lançado na sua ferramenta de redistribuição sem o AdWords e o seu nome de remarketing do Google.

 

3. Quais mercados se beneficiam?

Qualquer um do mercado que faça vendas por internet e beneficiado pelo remarketing – nos mercados de roupas e calçados, viagens e hotéis, alimentos, eletroeletrônicos, peças para automóveis, entre outros, todos se beneficiam com uma estratégia.

Os prestadores de serviço, escolas, agências de viagens ou qualquer empresa que é um processo de vendas complexo – como como software por assinatura – também tem vez sem remarketing, beneficiando-se delete até mesmo nas campanhas de Marketing Inbound.

4. Google Adwords

O Google Adwords é um dos pioneiros na disponibilização de ferramentas de retargeting. Conhecida como Remarketing do Google AdWords, permite impactar o seu visitante nos sites que ele acessório, com anúncios sobre o ativo pelo qual ele demonstra interesse. Nesse sentido, o Google oferece diversos tipos de remarketing que podem ser utilizados como  novas ferramentas para o seu marketing . São eles:

  • remarketing padrão : funciona na Rede de Display, Rede de Pesquisa, YouTube, Google Shopping e até mesmo em aplicativos para dispositivos móveis. É bastante amplo e exibe anúncios de acordo como listas que você criar;
  • remarketing dinâmico : nenhum dos seus sites e, por isso, permite o envio de código promocional de desconto de um produto específico;
  • em aplicativos para dispositivos móveis, como anúncios em aplicativos para dispositivos móveis. É perfeito para desenvolver aplicações e condições para seus anúncios nas telas dos aplicativos concorrentes;
  • na Rede de Pesquisa : o remarketing para rede de pesquisa exibe anúncios para usuários que já estão em seu site a partir das palavras-chave que usam Utilizador na busca do Google. Ou seja, semper que digitar uma palavra-chave relacionada com os seus produtos ou conteúdos disponibilizados, ele passa a ver seus anúncios em outros sites que visitar;
  • em vídeo : servir para empresas que possuem canais ou vídeos com alto número de visualizações, pois é focado naquelas pessoas que de alguma forma interagiram com o conteúdo em vídeo disponibilizado no YouTube pela empresa;
  • em listas de e-mail : funciona muito bem para quem já sabe exatamente um quem direto com suas campanhas, pois como listas de e-mail possibilitam impactar direto os donos dos endereços no momento em que acessam o Gmail, YouTube ou outras ferramentas do Google .

5. Na prática

O que você quer para conhecer o interesse do visitante e o seu código de comando. Tag de remarketing. Quando impresso nas páginas de um site, ele deposite um cookie no navegador de quem acessá-las. A partir daí, o potencial comprador começou a ser impactado pelas campanhas de redirecionamento do remarketing do  Google AdWords .

5.1. Tag de remarketing

É muito simples configurar uma Tag de remarketing no seu site: basta copiar o código que fica na tela de exibição dentro da das configurações de remarketing, na opção público-alvo das bibliotecas compartilhadas das campanhas AdWords.

Uma vez na área de transferência do seu computador, é só colar o código antes do fechamento da tag </ body> em todas as páginas do seu site. Se ele é desenvolvido em WordPress, basta inserir o código não rodapé ou cabeçalho, que seja deslocado em todas as páginas do site.

5.2. Criando Listas

Com o seu site ou aplicativo já configurado com uma tag de remarketing, você precisa criar uma lista para cada seção do seu site por meio de regras. São como listas que permitem a identificação do interesse do site do Google não.

Por exemplo, você pode identificar como pessoas que estão interessadas em cursos de inglês, crie a seguir regra para alimentação de uma lista: “URL que contenha cursos de inglês”, e não esqueça on-line “cursos de inglês” na URL de todas as páginas cujos visitantes devem aparecer nessa lista.

Criando uma lista com regra para cada tipo de produto ou serviço que vende, você está automaticamente configurando sua audiência para a visualização de anúncios personalizados a partir do interesse do visitante. Simples, não é mesmo?

Alguns exemplos de listas que podem ser criadas são:

  • quem visitou o meu site;
  • quem vender mais de X (ou qualquer outro valor específico);
  • quem visita uma página dos produtos X, Y e Z;
  • quem acessou uma página de mais de X produtos no meu site;
  • quem se inscreveu no blog da minha empresa;
  • quem acessou o artigo A, B ou C;
  • quem comentou meu conteúdo ou produto;
  • quem fez algum download não meu site ou blog;
  • quem faz clique nas nossas redes das minhas redes sociais.

5.3. Campanha

Tanto a configuração da tag de remarketing quanto como listas de segmentos devem ser mais importantes do que remarketing do Google. Por isso, como qualquer outra campanha de marketing digital, requer muito planejamento para que se aproveite ao máximo do recurso.

Utilizar campanhas de retargando torna possível uma redução do controle das campanhas, aumentar as vendas entre clientes desistentes, exibir novas ofertas a clientes que já compraram, entre outros benefícios. Por isso, definir um objetivo para cada lista de criadas vai ajudar muito no planejamento da campanha.

Além do mais, como URLs precisa de formulários para atender às regras das listas de remarketing, então, é preciso alinhar os objetivos das campanhas com o desenvolvimento do site e com a publicação de produtos, artigos e materiais para downloads.

Lembrando avisos de contacto, de acordo com a primeira campanha de remarketing, você está pronto para preparar o terreno e semar boas práticas para as campanhas futuras.

6. Remarketing: Google e Facebook

Com o sucesso da ferramenta de retargeting do Google, diversas plataformas de publicidade online – como o Bing e Facebook Ads – também investiram nessa estratégia, sendo que a ferramenta de Facebook acabou se tornando um concorrente principal do remarketing do Google.

Segundo o próprio Facebook, como pessoas passam em média 11 horas por mês na rede social, sendo ele um dos sites em que se permanece por mais tempo em toda uma web. A possibilidade de impactar como pessoas que já sairam do seu site com anúncios personalizados, não somos mais capazes de fazer o Google.

O nível de participação possível não retargeting do Facebook é o que você pode criar anúncios com o nome do usuário que está sendo visualizado. Além disso, digite o Facebook, uma tag que envia o cookie para o navegador do Usuário é chamada de pixel.

7. Retargando

Como já foi mencionado, o retargeting é um subgrupo do remarketing. Muitas fontes afirmam que são dois, são o que é compreensível, já que é uma base do conceito de uma repetição de anúncios para um mesmo público. Seja no meio on-line ou off-line , ambos são remarketing, porém, apenas os anúncios na web repetidos para a mesma audiência são também como retargeting.

Resumindo, o retargeting é uma forma de  diversificar o marketing online  para um destino mais segmentado e com anúncios mais personalizados.

7.1. Incorpore sua mensagem de retargeting em uma página de destino customizada

No  mundo do marketing digital , como páginas de destino são ferramentas imprescindíveis. Sem elas, é quase impossível coletar como informações das quais precisamos para qualificação de leads.

Se pararmos para pensar, tanto para retargeting quanto como páginas de destino são ferramentas para coleta de informações dos visitantes de um site, então, por não integrar as e otimizar os resultados de ambas?

Como informações recolhidas por retargeting sobre uma navegação do visitante de um site, torna-se possível planejar uma página de destino de atributos, por isso, como chances de conversão são muito maiores quando se trabalha com uma lista de retargeting.

8. E-mail de remarketing e Acompanhamento

Em qualquer campanha de marketing digital, para ser completo, não pode faltar o e-mail marketing. Já utilizamos páginas de destino baseadas em informações de redirecionamento, incluindo o e-mail ea automação de marketing significa integrar o remarketing ao Marketing de entrada para obter muito mais resultados na geração e qualificação de leads.

O e-mail remarketing nos permite acessar aqueles que compartilham, muitas vezes, por falta de tempo para o preenchimento de um formulário.

Uma jornada de compra dos dias de hoje deixada de ser linear e, por isso, envie um e-mail marketing com mais informações sobre o interesse demonstrado ou até mesmo com código de desconto para um potencial cliente que acabou de visitar a página de um produto ou serviço no seu site pode ser o diferencial que o fará fechar o negócio com você e não com o concorrente.

Além disso, um e-mail com um Chamada para Ação para uma página de destino pode transformar um simples visitante em um lead qualificado, avançando-o pelo meio das etapas do seu funil de venda. Isso pode ser feito com uma utilização de fluxos de automação em que o gatilho que dispara um determinado e-mail é uma visita a uma certa página do site, tornado uma estratégia de e-mail remarketing ainda mais completo e eficiente.

O e-mail remarketing é uma solução que ajuda não é uma recuperação de tráfego, mas também não aumenta a possibilidade de vendas completas como ferramenta de acompanhamento automatizado.

9. Remarketing e faturamento: uma ferramenta que gera mais lucro para o seu negócio

Parece, por meio da recuperação do tráfego de potenciais clientes, o remarketing aumenta a lucratividade da sua empresa.

Mesmo assim, você está oferecendo, por favor ou seja, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, clique aqui. uma jornada de compra e otimização do CPC – Custo por clique – das campanhas de performance.

Além de mais alto, ROI – Retorno sobre investimento – nas campanhas de remarketing é praticamente garantido pelo plano de interesse do visitante que está sendo abordado.

10. Vender mais com o Remarketing

Mais óbvia ainda é uma afirmação de que o remarketing vai ajudar sua empresa a vender mais, e ela varejista em um e-commerce, prestadora de serviços, escola, agência de viagem, indústria hoteleira ou desenvolvedora de softwares e aplicativos para mobile apostando em campanhas o marketing de conteúdo.

Seja qual for o seu cliente, o remarketing e um dos recursos mais capazes de reconhecer-lo e ir no buscá-lo onde quer que esteja.

11. Identificar erros, analisar processos e campanhas de remarketing de sucesso

Uma das maiores vantagens das campanhas online é uma possibilidade da realização de ajustes em tempo real e não é diferente com o remarketing. Tendo em vista, os principais erros que podem ser cometidos em uma campanha como essa são:

  • Não há clareza sobre uma audiência que se qualifique, uma vez que o remarketing pode ser direcionado também às pessoas que já compraram para você para campanhas de vendas e vendas cruzadas  e não são apenas usuários que não compraram ou interagiram com o seu conteúdo;
  • Não há uma certeza sobre a qual é uma ação desenvolvida pelo público que está sendo impactado novamente, já que, em se tratando de um segundo contato com uma marca, deve-se saber quais itens levando ao não fechamento do negócio nenhum primeiro contato, a partir de Essa informação. Quanto mais claro para o Call to Action maior a probabilidade de uma conversão;
  • Não foram as páginas de destino personalizadas para os objetivos da campanha de remarketing e para o público em que se destinam, em razão da existência de vários objetivos e grupos de visitantes muito específicos para esse tipo de esforço;
  • Não é possível alternar os anúncios ou limitar a frequência de exibição das campanhas de remarketing pode levar o público público a uma saturação, devido à repetição de insistente;
  • Não há controles sobre os sites onde seus anúncios de remarketing são sendo veiculados, pois, ao configurar campanhas de rede de exibição não Google AdWords, são elas de remarketing ou não, sem exclusão de uma veiculação em sites “desagradáveis” para sua marca, corre- se o risco de ter anúncios em sites inadequados;
  • Não dar lances suficientemente altos, JA Que essas Campanhas São direcionadas a hum Público considerado  leads quentes  ou ‘leva Quentes’, Que Já demonstraram Interesse não Seu PRODUTO OU Serviço e, POR ISSO, merecem hum Investimento Um pouco maior, tanto da SUA parte quanto da concorrência.

Com tantas opções, é impossível não reconhecer o quanto for possível, o remarketing é uma ferramenta poderosa para o aumento da geração de leads e, consequentemente, de negócios fechados da sua empresa. Porém, não existe para bem, pode até causar um efeito negativo para sua marca, já que a infinidade de recursos que ela oferece necessita de muito estudo e prática para que sejam bem aprovados.

Por isso,  contratar uma agência digital  e contar com especialistas que tenham experiência comprovada no assunto e imprescindível para uma campanha de remarketing de sucesso.

Ainda assim, mesmo que você não vá fazer suas campanhas de remarketing sozinho, o conhecimento é sempre para gerar insights e saber o que pedir para sua agência. Então, nos siga nas suas redes sociais favoritas para não perder nos conteúdos. Estamos no Facebook , Twitter , LinkedIn  e YouTube !

Os 8 melhores plugins de WordPress para otimizar o desempenho do seu site

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Ter um blog ou site é uma das melhores maneiras de divulgar a sua empresa, o que torna essa ferramenta indispensável para uma estratégia de Marketing Digital. E o WordPress é reconhecidamente uma das mais eficientes plataformas para a publicação do seu conteúdo, pois é simples, intuitivo e muito poderoso. Mas ele pode se tornar ainda melhor com o uso de plugins de WordPress.

Os plugins são pequenos programas que você instala dentro dessa plataforma para incluir funcionalidades que não estão disponíveis na versão original.

A instalação de alguns deles pode melhorar consideravelmente o desempenho do seu site de maneira simples e gratuita (alguns possuem versões Premium – pagas – mas geralmente as versões gratuitas atendem bem às suas necessidades).

 

Os plugins de WordPress que você não pode deixar de instalar no seu site

Preparamos para você uma lista com os melhores plugins. Confira as nossas sugestões e não deixe de instalá-los para melhorar o desempenho do seu site:

 

1. WordPress SEO (by Yoast)

O WordPress SEO é um dos mais populares plugins de WordPress por conta da sua simplicidade de uso e resultados excepcionais. Ele permite que você otimize o conteúdo do seu blog ou site para que tenha melhor desempenho nos buscadores: você escolhe qual é a palavra-chave de cada página e pode configurar todo o conteúdo para que fique de acordo com os parâmetros do Google.

Além disso, o plugin oferece diagnósticos de SEO e de legibilidade do conteúdo para que você possa fazer as mudanças necessárias antes da publicação.

Baixe aqui.

 

2. W3 Total Cache

A velocidade de carregamento do seu site ou blog é um ponto crucial para o sucesso, já que os usuários costumam desistir de visitar páginas que não exibem o conteúdo imediatamente. O W3 Total Cache é um plugin que pode ajudar nesse quesito, já que ele guarda todos os aspectos do seu site em cache, o que torna o carregamento muito mais rápido.

Seu uso aumenta a velocidade do site drasticamente e oferece uma experiência muito mais agradável para os visitantes do site.

Baixe aqui.

 

3. SEO Friendly Images

As imagens também causam um impacto tremendo no SEO do seu site ou blog, já que as buscas por imagens no Google influenciam o número de visitas que você recebe. E o plugin SEO Friendly Images ajuda a tornar cada imagem da sua página mais visível para os mecanismos de buscas, fazendo automaticamente as mudanças necessárias nas tags Alt e Title das fotos publicadas.

Dessa maneira, você tem uma tarefa a menos na hora de publicar seus artigos, e de quebra tem um resultado ainda melhor no Google e outros buscadores.

Baixe aqui.

 

4. Akismet

Os SPAM são uma grande praga da internet, e podem poluir bastante a área de comentários do seu site ou blog, além de consumir os seus recursos de banco de dados e largura de banda. Mas existe uma maneira bastante eficiente de manter os SPAM longe do seu site: usar o plugin Akismet.

Ele geralmente vem pré-instalado no WordPress, mas é necessário ativá-lo com uma chave de acesso. Não deixe de fazer isso, assim você protege o seu site e poupa seu precioso tempo. Caso seja necessário instalar o Akismet, baixe-o aqui.

 

5. Disqus

Existem algumas opções de sistemas de comentários disponíveis, inclusive um que já vem instalado no WordPress. Mas, na nossa opinião, o Disqus é o mais completo pelas funcionalidades que oferece.

Com ele, os usuários podem postar textos e imagens nos comentários, e também votar nos que mais gostam. Dessa maneira você pode exibir os melhores comentários primeiro, e não os mais recentes – o que gera ainda mais interação nos seus posts. Caso você tenha um volume muito grande de comentários, também é possível determinar quantos serão exibidos na sua página.

Baixe aqui.

 

6. Google Analytics for WordPress (by Yoast)

Instalar o Google Analytics em seu site ou blog é fundamental para acompanhar as métricas dos seus posts e saber quais conteúdos funcionam melhor entre seu público. O plugin Google Analytics for WordPress (by Yoast), entretanto, vai além e oferece poderosas ferramentas de acompanhamento.

Criado pela mesma equipe do WordPress SEO, esse plugin acompanha links externos apontando para seu blog; permite configurar variáveis customizadas (como nome do autor, categorias, ano de publicação); ignora dados de visitas do administrador do site; acompanha o download de arquivos como .xls, .doc, .exe e .pdf, entre outros; e também oferece a possibilidade de rastrear links internos como sendo externos.

Baixe aqui.

 

7. Flare

Incentivar o compartilhamento do seu conteúdo nas redes sociais é uma excelente maneira de conquistar uma audiência ainda maior para o seu site ou blog. Caso o seu tema do WordPress não possua os links de compartilhamento, instalar o plugin Flare é a solução para ter botões para os leitores postarem seu conteúdo automaticamente, de maneira rápida e fácil.

O plugin exibe botões para compartilhamento no Facebook, Twitter e outras redes sociais em cada página do site.

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8. CloudFlare

O CloudFlare é um dos melhores plugins de WordPress e oferece muita segurança para o seu site ou blog, já que um de seus benefícios é a garantia de manter o seu site sempre online, mesmo quando o servidor estiver fora do ar.

Isso é possível porque o plugin integra o seu site ao sistema CloudFlare, uma plataforma de otimização de sites. Além de manter sua página sempre no ar, ele oferece outras vantagens, como carregamento mais rápido, proteção contra hackers, SPAM, e contra tráfego muito alto em um período curto de tempo, o que pode causar instabilidades no seu servidor.

O uso do CloudFlare é bastante simples: não é necessária nenhuma instalação após a sincronização do seu site com o sistema. A interface é bastante intuitiva, com botões de ligar e desligar disponíveis para os usuários.

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Calendário para o e-commerce em 2018: 10 datas que você precisa ficar de olho

Calendário para o e-commerce em 2018: 10 datas pra ficar de olho

O ano de 2017 está chegando ao fim e você deve começar a preparar o planejamento estratégico da sua loja para o próximo ano. Nós preparamos este artigo com as principais datas do calendário para o e-commerce.

A seguir, você vai saber quais são as datas, o que elas têm de especial e como você pode promovê-las para aumentar o faturamento da sua loja virtual.

Continue a leitura e saiba mais sobre 10 datas do e-commerce brasileiro que você precisa ficar de olho.

 

1. Carnaval

Em nosso país, o ano começa somente depois do feriado e comemoração do carnaval. Para marcar o início de um novo ciclo, a sua loja on-line pode oferecer descontos e promoções que incentivam o aumento das vendas — já que o mês de janeiro tende a ser menos movimentado no comércio eletrônico.

Lembre-se que os consumidores já investiram o décimo terceiro salário, férias e outras bonificações nas sazonalidades que finalizaram o ano anterior (Black Friday, Natal e Boxing Day). Por esse motivo, você deve preparar uma ação de marketing que incentive a aquisição daqueles produtos que não foram adquiridos no ano que passou.

Quando? Terça-feira, 13 de fevereiro.

 

2. Dia Internacional da Mulher

Apesar de o Dia Internacional da Mulher celebrar as conquistas e avanços sociais do gênero feminino, que por séculos foi considerado inferior, o comércio eletrônico enxerga nessa data a oportunidade de se juntar às comemorações e oferecer produtos e serviços voltados para as mulheres.

Tenha o devido cuidado para não reforçar estigmas, como a associação entre as mulheres e os produtos para o lar. Sendo assim, crie campanhas que incentivem a compra de presentes no Dia Internacional da Mulher. Promova os produtos direcionados para esse público (roupas, flores, artigos de beleza, livros e até eletrônicos).

Quando? Quinta-feira, 8 de março.

 

3. Dia do Consumidor

Ainda no mês de março, período historicamente fraco para as vendas on-line, nós temos o Dia do Consumidor. Essa data entrou no calendário do comércio eletrônico brasileiro por meio de uma iniciativa do Buscapé, empresa especializada em comparação de preços e avaliações de lojas virtuais.

Marcado por liquidações e promoções, o Dia do Consumidor já era conhecido por 38% do público em 2017. Nesse período, os consumidores já estão esperando pela diminuição dos preços em produtos com maior valor agregado (smartphones, eletrodomésticos e móveis). De acordo com o Buscapé, em 2016 o faturamento dessa data foi 100% superior à média de um dia normal de vendas.

Quando? Quinta-feira, 15 de março.

 

4. Dia do Frete Grátis

O Dia do Frete Grátis é mais uma data do comércio eletrônico norte-americano que foi incorporada ao nosso calendário. Ela ocorre na última sexta-feira do mês de abril, sendo uma excelente oportunidade para o lojista que deseja fidelizar seus clientes. Portanto, crie uma estratégia que envolva aqueles consumidores do interior do país.

São eles os que mais sofrem com altos custos do frete, deixando, muitas vezes, de adquirir produtos online. Outro ponto que deve ser considerado é a proximidade dessa data com o dia das mães. Portanto, é uma excelente oportunidade para conquistar os clientes que vão presentear as mães e não deixarão as compras para o último momento.

Quando? Última sexta-feira do mês de abril.

 

5. Dia das Mães

O mês de maio chega e com ele vem uma das principais datas do comércio eletrônico: o Dia das Mães. Em 2017, o faturamento desse período foi de R$ 1,9 bilhão — representando uma alta de 16% em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Ebit. Entre os produtos mais adquiridos estão os smartphones (13,40%), perfumes (4,40%), águas de colônia (4,17%), geladeiras e refrigeradores (3,19%) e vinhos (2,76%).

O Dia das Mães é uma data que serve de termômetro para as vendas no comércio eletrônico ao longo do ano. Quando o resultado está acima do esperado, isso mostra que o consumidor está mais confiante em relação à crise econômica. A possibilidade de realizar entregas rápidas, por exemplo, também atraiu aquele cliente que costumeiramente preferia comprar no varejo físico.

Quando? Domingo, 13 de maio.

 

6. Dia dos Namorados

Quando comparadas ao ano anterior, as vendas do comércio eletrônico no Dia dos Namorados cresceram 5,1% em 2017. O faturamento chegou a R$ 1,7 bilhão e foi encabeçado pela venda de smartphones (16,8%).

O ticket médio desse período foi de R$ 420. Livros (5,4%), relógios de pulso (5,1%), perfumes (4,8%) e tênis (3,2%) completaram a lista. Para agradar os casais, as ações de Dia dos Namorados podem envolver a compra de pares ou kits de produtos com desconto.

Quando? Terça-feira, 12 de junho.

 

7. Dia dos Pais

O próximo grande evento do calendário para o e-commerce é o Dia dos Pais. Em 2017, essa data movimentou R$ 1,94 bilhão, obtendo um crescimento de 8,7% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O ticket médio foi de R$ 462, 4,7% maior do que o registrado em 2016.

Como essa data envolve diversos segmentos, afinal, cada pai tem o seu estilo, você deve preparar a sua loja com os produtos mais buscados. Mais uma vez, de acordo com dados do Ebit, os smartphones lideraram os pedidos em 2017. Televisores, tênis, relógios de pulso e vinhos vieram na sequência entre os mais adquiridos.

Quando? Domingo, 12 de agosto.

 

8. Dia das Crianças

O Dia das Crianças se destaca como a próxima grande data do comércio eletrônico brasileiro. Em 2017, as estimativas apontaram para um crescimento superior a 15%, com mais de R$ 2 bilhões em vendas. Por mais que o dia seja delas, você deve voltar as suas ações de marketing para os pais — que são os responsáveis pelas compras dos presentes.

Quando? Sexta-feira, 12 de outubro.

 

9. Black Friday

Uma das datas mais esperadas do calendário do comércio eletrônico é a Black Friday. Um levantamento do Google aponta que o crescimento em 2017 pode ser entre 15% e 20%, superando a marca de R$ 2,2 bilhões em vendas. Como essa é uma data que já enfrentou muitos problemas, é bom que você fique atento.

Quando desembarcou no Brasil, a Black Friday foi jocosamente apelidada de “Black Fraude”, por causa da ação inescrupulosa de muitos varejistas que vendiam os produtos pela metade do dobro. O consumidor está mais atento, portanto, pratique descontos reais e ofereça promoções realmente vantajosas.

Quando? Última sexta-feira do mês de novembro.

 

10. Natal

O calendário para 2018 termina com o Natal, tradicional data para o varejo de modo geral. A expectativa das vendas para essa data é a melhor dos últimos 4 anos, pois somente agora o nosso país dá sinais de que está se recuperando da crise econômica.

Por causa da Black Friday, você deve planejar ações que incentivem as compras também no mês de dezembro. Reforce a logística do seu e-commerce para dar conta do volume de pedidos e capriche na comunicação, colocando a loja literalmente no espírito natalino.

Quando? Terça-feira, 25 de dezembro.

 

O calendário para o e-commerce deve ser planejado anualmente de modo estratégico, para que a sua loja on-line não perca as oportunidades de vender cada vez mais.

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Internet das coisas e wearable technology: o que esperar e como se preparar

Você já deve ter ouvido falar dos termos internet das coisas e wearable technology, não é mesmo? Apesar disso, ainda não entende muito bem o que significa e qual a importância deles no seu dia a dia e da sua empresa. Essas tecnologias estão mudando a forma como as pessoas vivem e as empresas precisam acompanhar essas mudanças.

Neste post, explicaremos o significado de internet das coisas e wearable technology, o que o futuro reserva para essas tecnologias e como se preparar para elas. Boa leitura!

O que é internet das coisas?

Esse é um conceito novo e vem ganhando destaque na área de tecnologia da informação. Internet das coisas se refere a “coisas” do nosso dia a dia que estão conectadas a uma rede trocando informações entre si, tanto para coleta de dados quanto para melhorar suas funcionalidades.

Na internet das coisas, as tecnologias de RFID (identificação por radiofrequência) e Bluetooth são usadas para realizar a comunicação. Elas podem ser úteis para identificação escolar ao utilizar etiquetas com um código nos uniformes, registrando a entrada e saída dos alunos por meio de um leitor de etiquetas. Essa tecnologia pode ter usos até mais simples, como enviar um comando por meio do celular para a cafeteira preparar um café, ou para que a máquina de lavar roupas inicie a lavagem.

A internet das coisas também é usada na agricultura para irrigação de campo a distância. O dispositivo opera tanto por RFID quanto por rede 3G/4G e envia periodicamente informações sobre a irrigação para um banco de dados. Por meio de um painel de controle, o sistema pode ser acionado pela rede para iniciar a irrigação.

O que significa wearable technology?

Wearable technology é um termo em inglês para “tecnologia usável”. Essa tecnologia também faz uso da internet das coisas para se conectar a uma rede, mas ela pode ser vestida. As wearable technology mais faladas são as pulseiras monitor, anéis, relógios, óculos e camisetas.

Pulseiras Monitor

É a soma de pulseira, relógio e monitor cardíaco. Esse dispositivo é usado para monitorar a saúde do usuário, pois consegue medir a frequência cardíaca, identificar quando o usuário está se exercitando, calcular calorias gastas, monitorar o sono, além de mostrar a hora, é claro. Todos esses dados são sincronizados com os aplicativos de smartphone por meio de Bluetooth ou Wi-Fi. Existem diversas marcas de pulseira monitor, e uma delas é a Easy Mobile.

Anéis e relógios

Esses dispositivos utilizam o Bluetooth também para se conectarem com os smartphones para poder controlá-los. Usando os anéis ou relógios, o usuário pode gerenciar ligações e ver notificações diretamente de seu dedo ou pulso.

Além disso, também é possível controlar reprodução de música, ligar a câmera do smartphone e até rastrear um celular perdido. Uma das marcas que comercializam anéis inteligentes é a Jackon. Já o relógio é possível encontrar das marcas Samsung, Apple, dentre outras.

Óculos

O Google lançou em 2017 uma versão de seus óculos inteligentes voltada para empresas. Essa tecnologia é um par de óculos no qual há uma tela na parte de cima do campo de visão acoplada a uma das lentes. Essa tela apresenta ao usuário previsão do tempo, rotas e mapas. Também é possível realizar chamadas de vídeo e fotografar algo que o usuário esteja vendo.

Google Glass Enterprise Edition conta com uma resolução de 640×360 pixels, sensores de luz ambiente, detector de piscadas, conexão Bluetooth, Wi-Fi, led frontal, 2 GB de memória RAM e 32 GB de armazenamento.

Camisetas

Camisetas inteligentes também já são realidade: a empresa americana Polar emprega sensores de frequência cardíacas para rastreamento fitness. Os treinadores agora podem ver os dados biométricos de seus atletas em tempo real, que são compartilhados por um aplicativo móvel compatível.

O que esperar?

Agora esqueça o que já temos hoje e imagine o potencial da internet das coisas e wearable technology. Quais são as possibilidades? O que poderia facilitar o nosso dia a dia?

Talvez você não se lembre, mas os anéis que tinham uma pedra que mudava de cor de acordo com o “humor” da pessoa foram bastante populares há vários anos, mas com o uso de wearable technology e internet das coisas, esse conceito pode ser levado a um nível mais preciso. Imagine se um anel utilizasse sensores capazes de identificar verdadeiramente seu estado emocional para que as pessoas à sua volta respondessem apropriadamente?

Você já deve ter caminhado na rua em dias quentes e sentiu seus pés queimarem, ou mesmo congelarem nos dias frios. Seria interessante um sapato que pudesse converter seus passos em energia e pudesse usá-la para esquentar ou esfriar seus pés de acordo com o clima local, não é mesmo?

Outra integração interessante da wearable technology é em relação à automação residencial. Imagine caminhar em direção à porta da sua casa e ela automaticamente se abrir devido a uma autenticação de algum item que você está usando, como anel ou relógio.

Parece promissor, não é?

Agora imagine entrar na sua casa e um sensor que você está usando detectar sua temperatura e ajustar seu ar-condicionado ou aquecedor para que fique na temperatura certa para você. Ainda não acabou: um sensor poderia medir a hidratação da sua pele e enviar um comando para sua geladeira para que ela lhe prepare um copo d’água.

Por enquanto, os dispositivos usáveis de saúde e fitness representam o primeiro passo para o futuro dos wearable technology. Os consumidores estão confiantes de que os usáveis podem estender as experiências de smartphones e tablets.

Ainda não sabemos se essa indústria já encontrou aquilo que vai levar à adoção em massa dos usáveis pelos consumidores, porém, acredita-se que poderemos ver mais frequentemente essa tecnologia a partir de 2020.

Como se preparar?

É importante a indústria continuar experimentando com os wearables, mas eles realmente estão atendendo às necessidades dos consumidores? Será que as empresas precisam explorar outros tipos de parcerias para tornar a tecnologia mais acessível?

É preciso também remodelar os modelos de negócios uma vez que as pessoas vão usar dispositivos que se conectam à internet, ou seja, elas vão querer conseguir se conectar. Os estabelecimentos comerciais também vão precisar oferecer estrutura para os usáveis para atrair mais clientes.

Além disso, as companhias devem pensar uma forma de seus clientes interagirem com a marca utilizando essa tecnologia. Para isso, as estratégias de marketing serão muito importantes para que o mercado acompanhe esses dispositivos.

Deu para notar que a internet das coisas e as wearable technology são assuntos da atualidade, mas ainda têm muito espaço para crescer no futuro. Elas vão mudar a forma com que as pessoas interagem com a tecnologia e também o estilo de vida de cada usuário, podendo contribuir com a saúde ou simplesmente facilitando o dia a dia de todos nós.

E aí, nosso post te ajudou a entender um pouco melhor o significado de internet das coisas e wearable technology? Então, assine nossa newsletter para ficar sempre atualizado com as novidades do mundo tecnológico!

8 principais tendências de marketing digital a seguir em 2018

8 principais tendências de marketing digital para seguir em 2018

O ano de 2017 está chegando ao fim e já é necessário começar o planejamento das estratégias de 2018, garantindo os bons resultados e não abrindo espaço para a concorrência. Para isso, é preciso conhecer as principais tendências de marketing digital e saber como elas podem ser aplicadas no seu negócio.

Então, neste post mostraremos as ações que estarão em alta no próximo ano para que você não perca nenhuma oportunidade. Confira!

1. Utilizar o big data

Informação é poder e nos negócios, ela pode se tornar o grande diferencial entre um empreendimento de sucesso e outro que não atingiu os objetivos.

O big data é o conjunto da captação, segmentação, análise e tomadas de decisão com base em dados.

Com o frequente uso da internet para as mais variadas atividades, deixamos rastros digitais que permitem visualizar nossos gostos, necessidades, objetivos e padrões no comportamento. Essas informações podem ser lapidadas e transformadas em verdadeiros tesouros pelas empresas.

Então, se você quer que o seu negócio cresça no próximo ano, não deixe de colocar a utilização do big data na sua programação!

2. Criar ambientes para mobile

Como você passaria um dia inteiro sem o seu celular? Usamos nossos aparelhos móveis para diversas finalidades. Trocamos mensagens, navegamos na internet, usamos as redes sociais, fazemos compras, usamos aplicativos variados e muito mais.

Por isso, as empresas estão cada vez mais preocupadas em criar seus ambientes online otimizados para o mobile, ou seja, ambientes responsivos!

Um site responsivo permite que você o acesse por qualquer aparelho, independentemente do tamanho da tela, sem perder a qualidade de leitura e usabilidade.

Essa é uma das principais tendências de marketing digital a seguir em 2018 e você não pode ignorar isso!

3. Usar streaming ao vivo

Se você utiliza o Facebook, a maior rede social do mundo, já deve ter notado que a quantidade de empresas que estão investindo na transmissão de vídeos ao vivo está crescendo muito, e isso não é por acaso.

Os vídeos são capazes de atrair a atenção das pessoas e gerar engajamento, fazendo com que o público interaja com o material e o enriqueça.

Então, se esse vídeo é ao vivo, mais pessoas se interessam e entram na discussão. A participação do público cresce e uma simples ação nas redes sociais pode converter muitos potenciais clientes em fãs da marca.

Então, se você ainda não está familiarizado com os termos “stories”, “webinar” e “streaming”, é a hora de conhecer e começar a aplicar para gerar uma humanização da sua marca.

4. Explorar a realidade virtual

A realidade virtual é uma vertente que vem ganhando forma há algum tempo, mas só agora é que ela parece estar pronta para ser utilizada pelo público.

Se você acha que isso ainda está muito distante para o seu negócio, é hora de repensar.

A tecnologia evoluiu ao ponto de permitir que um usuário da internet consiga fazer um tour virtual bem realístico dentro de um estabelecimento. Dessa forma, ele poderá visitar as diferentes opções e escolher o que mais lhe satisfez.

Esse recurso pode ser muito interessante para as empresas. Uma loja virtual pode usar a tecnologia para criar peças que chamem a atenção de seu público, atraindo mais pessoas ao site.

Por sua vez, as lojas físicas podem usar os recursos para criar uma experiência incrível e fazer com que seus clientes entrem em um mundo de surpresas.

5. Disponibilizar o atendimento com chatbots

Você já ouviu falar em chatbots? Esse termo estará em evidência no próximo ano, como uma das principais tendências de marketing digital.

É preciso entender que a forma de atendimento ao público mudou muito. As pessoas estão com suas agendas cada vez mais apertadas e não aceitam passar horas ao telefone esperando que seus problemas sejam resolvidos.

Agora, o atendimento deve ser no momento que o cliente deseja, no canal de comunicação que for mais confortável para ele. É aí que entra o atendimento automatizado dos chabots, que são processos — como por exemplo a venda de produtos ou a consulta a prazos de entregas — estruturados em forma de diálogos e cadastrados em uma ferramenta que utiliza a inteligência artificial para responder às solicitações dos clientes no chat de forma automática, sem a intervenção humana.

Com um único clique um potencial consumidor consegue interagir com as informações estruturadas na ferramenta e sanar suas dúvidas como se estivesse conversando com um representante da marca. Bem mais prático e rápido do que aqueles telefonemas que nunca acabavam, não é mesmo?

6. Divulgar vídeos

No terceiro tópico deste artigo nós falamos sobre o streaming ao vivo. Porém, se você ainda não tem confiança de fazer uma interação em tempo real com seu público, não se preocupe. Um vídeo gravado já é ótimo!

Em 2018, invista nas filmagens e crie conteúdos interativos. Lembre-se que as produções devem manter uma boa qualidade, então considere adquirir ou alugar bons equipamentos. Os resultados serão compensadores!

7. Atuar com os influenciadores digitais

Os influenciadores digitais já são altamente buscados pelas empresas e isso promete aumentar muito no próximo ano, tornando-se uma das principais tendências de marketing digital.

Essas pessoas são reconhecidas por um grande público e conseguem direcionar discussões e ações com grande eficiência.

Para se ter uma ideia, um dos principais influenciadores digitais no Brasil é o Whindersson Nunes. Ele possui em seu canal no YouTube mais de 24 milhões de inscritos!

O Whindersson é um exemplo de um macro-influenciador, aquele que possui um enorme público. Porém, você também pode contar com os micro-influenciadores, que têm uma audiência menor, mas que conseguem um engajamento maior pela proximidade e por ser um nicho específico.

Fato é que os influenciadores são grandes potenciais para os negócios e devem ser considerados no seu planejamento de marketing.

8. Buscar dados pelo Google Analytics

Por fim, não podemos nos esquecer do Google Analytics. Essa ferramenta será essencial para manter o seu negócio no caminho do sucesso, auxiliando sua equipe a concentrar os esforços nas melhores ações e otimizar seus recursos.

O Google Analytics possui diversos dados importantes sobre o seu empreendimento e você deve utilizá-los para embasar suas decisões, aumentando a eficiência do plano estratégico.

Então, como vimos no nosso artigo, é preciso se movimentar e já planejar as ações para o próximo ano. Fique de olho nas tendências de marketing digital e veja o que pode ser usado na sua empresa.

Os oito pontos que listamos são grandes potenciais para gerar maiores vendas e lucratividade.

Gostou do nosso artigo sobre as principais tendências de marketing digital para 2018? Então curta nossa página no Facebook e fique por dentro das novidades.

Estratégias de links patrocinados: alavanque já suas vendas de Natal

Estratégias de Links Patrocinados: Alavanque suas vendas de natal

O Natal já está chegando e é uma ótima oportunidade para a sua empresa gerar grandes vendas. Essa data é uma das principais no mercado, então, é preciso preparar-se. Uma ótima dica é aplicar a estratégia de links patrocinados, buscando novos consumidores e aumentando o conhecimento da sua marca.

Por isso, neste artigo mostraremos tudo que você precisa saber para aplicar esse investimento e buscar ótimos resultados. Confira!

O que é a estratégia de links patrocinados?

A internet, junto com o marketing digital, criou grandes possibilidades para as empresas. Os meios de divulgação tornaram-se mais eficientes e de alcances maiores. Com um simples anúncio, é possível atingir um enorme número de potenciais clientes.

Porém, com todas as vantagens trazidas pelo comércio online, a concorrência tornou-se bastante acirrada. Pequenas e grandes empresas concorrem pela preferência do consumidor no mesmo ambiente.

Diante disso é preciso buscar as maneiras mais eficientes de promover a marca, e uma delas são as estratégias de links patrocinados.

Essa ação consiste em investir um determinado valor em um link da empresa. Na página direcionada, a organização pode buscar uma venda, o preenchimento de formulários ou outras atividades que sejam do objetivo traçado.

Qual a importância desse investimento para a sua empresa?

Para uma marca buscar novos consumidores e estar à frente da sua concorrência, ela precisa aparecer, colocando-se à disposição do seu público.

Um dos canais mais utilizados para a busca de soluções são os sites de pesquisa, como o Google. Então, colocar o seu link entre as primeiras posições da página de resposta com certeza aumentará a visitação às suas páginas e promoverá grandes resultados.

Porém é preciso entender que existem duas formas de posicionar bem as páginas: a orgânica e a patrocinada.

As estratégias de posicionamento orgânico são muito interessantes, mas os resultados só são obtidos em longo prazo, o que pode ser fatal para algumas empresas.

Então, com a necessidade de resultados em curto prazo, a estratégia de links patrocinados tem muita importância dentro das organizações.

Os investimentos podem fazer aumentar muito o tráfego no site, criando condições para escalar as vendas.

Diante de datas comemorativas, como o Natal, é muito interessante usar os links patrocinados para alcançar os consumidores que estão em busca de boas ofertas.

Como utilizar a estratégia de links patrocinados?

Para utilizar a estratégia de links patrocinados, antes você precisa entender que existem diferentes opções de escolha para aplicar o investimento.

Vamos mostrar as principais alternativas para que você se certifique do que é mais interessante para o seu negócio e público-alvo.

Campanha de pesquisa

Provavelmente você já fez uma pesquisa no Google e viu que aparecem dois tipos de páginas: os anúncios, em primeiro lugar, e em seguida as respostas orgânicas. Esses anúncios fazem parte da campanha de pesquisa.

Quando um usuário insere uma palavra-chave no site, o mecanismo de busca faz uma varredura pela internet, procurando as páginas mais relevantes no assunto.

Entre essas páginas, ele analisa quais são as patrocinadas, avaliando o lance dado e a relevância para o usuário.

Se o seu link tiver o maior lance ofertado e for realmente útil ao público, ele aparecerá no topo da página.

Rede de display

Ao anunciar na rede de display, seus links aparecerão em sites que são relevantes para a busca.

Por exemplo, imagine que, neste Natal, você está procurando um produto do segmento de esportes para presentear uma pessoa. Se você entrar em um site que tenha conteúdo sobre esportes, verá que alguns anúncios de lojas do ramo podem aparecer dentro da página. Essa é a estratégia de rede de display.

Você espalha anúncios da sua marca em sites parceiros que tenham conteúdo em sintonia.

Shopping

Quando você faz uma pesquisa no Google, pode direcionar as respostas por diferentes tipos, como imagens, vídeos, notícias, todas as opções ou shopping.

Ao selecionar a opção de shopping, você verá os anúncios diretamente das lojas virtuais, com o preço e o direcionamento para o e-commerce.

Essa é uma forma prática que o buscador utiliza para facilitar que o usuário encontre o que pesquisa.

Então, para as empresas, é muito interessante criar essa estratégia e anunciar no Google shopping para colocar suas soluções em destaque.

Promoção de vídeos

Outra ótima opção para as empresas aumentarem suas vendas neste Natal é criar anúncios em vídeos. Essa mídia gera um alto engajamento do público e pode apresentar ótimos resultados.

Então, você pode investir em campanhas de vídeos, anunciando no YouTube, por exemplo. Assim seus anúncios terão um alto índice de visualização e podem conquistar grandes conversões.

Quais as estratégias de lance para links patrocinados?

Para patrocinar os seus links e obter um bom retorno sobre o investimento, além de conhecer os tipos de campanha, você precisa entender o que são os lances e como fazê-los.

Cada campanha é feita a partir de um investimento financeiro, que é calculado de acordo com o orçamento diário que você define. Assim, se o valor que você estipulou for consumido antes do dia acabar, seu anúncio para de ser mostrado. Já, se o valor não for todo gasto no dia, só será cobrado o que foi utilizado.

Então, existem três tipos de lance. Mostraremos cada um deles:

CPC — Custo por Clique

Nesta opção só haverá cobrança quando uma pessoa clicar no seu link, sendo direcionado para uma de suas páginas.

CPA — Custo por Aquisição

O CPA é o tipo de lance em que você só paga após a conversão do lead. Essa conversão pode ser uma venda, um preenchimento de cadastro ou outros.

CPM — Custo por Mil Impressões

Nesta terceira opção, o anunciante paga um valor a cada 1000 anúncios visualizados.

Então, como vimos em nosso artigo, se você está buscando maneiras eficientes de aumentar as vendas de sua empresa neste Natal, com certeza deve considerar a estratégia de links patrocinados.

Esse investimento gera retornos em curto prazo. Qualquer e-commerce que queira ter sucesso precisa aplicar essa solução e estar presente como uma referência.

Porém, saiba que, para garantir a eficiência, é muito importante contar com a ajuda de uma equipe profissional. Ela criará um bom planejamento para executar as melhores estratégias e garantir o retorno dos seus investimentos.

Gostou do nosso conteúdo sobre a estratégia de links patrocinados? Deixe seu comentário no post e participe desta discussão.

SEO, SEM e SMM: entenda o que cada sigla significa!

SEO, SEM e SMM: entenda o que cada sigla significa!

O marketing digital é cheio de siglas e termos técnicos, o que à primeira vista pode causar confusão entre empresários e gestores, que precisam lidar com divulgação da empresa e geração de novos negócios.

A situação fica ainda mais complicada quando as siglas tratam de técnicas parecidas. Então, para não cometer erros na hora de fazer o marketing do seu negócio e não deixar de investir em técnicas que podem fazer a diferença, é preciso conhecer um pouco mais sobre esse universo e saber como utilizá-lo a favor da sua empresa.

Para encerrar as dúvidas que possam existir, neste artigo, vamos explicar o que é SEO, SEM e SMM, suas diferenças e algumas das melhores práticas para executá-las. Ficou curioso? Então não deixe de acompanhar os parágrafos a seguir!

O que é SEO?

Entre as siglas abordadas neste texto, o SEO é a mais comum, e quer dizer Search Engine Optimization — comumente traduzido como “otimização para mecanismos de busca”. Como o próprio nome dá a entender, esse processo tem o objetivo de fazer com o site ou blog de uma empresa seja encontrado com mais facilidade pelos buscadores.

Dessa forma, um website devidamente otimizado acaba por aparecer nos primeiros lugares da busca orgânica em plataformas como Google, Bing, Altavista, Yahoo Search, entre outros serviços de busca. É um trabalho essencial para as empresas que querem ser encontradas com mais facilidade na internet.

Se você tem o hábito de fazer pesquisas na web, sabe que ninguém olha todas as páginas de resultados.

Geralmente as pessoas param logo nos primeiros links, que costumam entregar aquilo que elas procuram. Assim, não figurar entre eles é o mesmo que sair atrás da sua concorrência.

Além de ranquear melhor nos buscadores, o SEO também é responsável por trazer mais leads qualificados para a sua empresa, já que as pessoas que encontram a sua marca no Google, por exemplo, estavam procurando especificamente por produtos ou serviços similares ao seu. Isso facilita o processo de vendas.

Colocar palavras-chave nas URLs de seus posts, editar a meta description e a title tag para os mecanismos de busca, apostar em conteúdo relevante e de qualidade, caprichar nas imagens, inserir links para outras páginas e sites, assim como ter um design responsivo, são algumas formas de fazer o SEO corretamente.

O que é SEM?

Assim como o SEO, o SEM também é um trabalho destinado aos mecanismos de busca. Essa sigla, em inglês, quer dizer Search Engine Marketing — ou, em português, “marketing para ferramentas de busca”. Essa similaridade com as siglas de outras técnicas acaba sendo responsável por gerar confusão em empresários e gestores.

Um SEM bem executado acaba por utilizar o SEO em sua estratégia, já que tem como objetivo aumentar e melhorar a visibilidade de sites e blogs dentro dos mecanismos de busca. Mas, diferentemente do SEO, o SEM não consiste apenas em boas práticas ligadas ao conteúdo dos canais de comunicação.

Além de usar o próprio SEO, que melhora o posicionamento nas buscas orgânicas, o SEM também se vale dos links patrocinados e da rede de display, fazendo com que se explore ao máximo as possibilidades existentes nos buscadores, já que também trabalha com os serviços pagos.

De uma forma geral, os links patrocinados são aqueles que aparecem em um box na parte superior aos resultados da busca orgânica.

Como são pagos, ganham mais destaque e chamam a atenção do internauta. Já a rede display, disponibiliza o seu anúncio em websites, vídeos e aplicativos, o que faz alcançar uma grande audiência.

Por trabalhar a visibilidade por meio de campanhas pagas, sobretudo utilizando a ferramenta do Google, o AdWords, o SEM tem um papel importante, aumentando o alcance do seu site e do seu blog, além de gerar mais audiência, atrair mais clientes potenciais e fortalecer a sua presença online.

O que é SMM?

Essa sigla se refere a um trabalho um pouco diferente das outras citadas neste artigo. Ela, em inglês, quer dizer social media marketing  — ou “marketing de mídias sociais”, em português. Dessa forma, não tem o seu foco voltado para os buscadores da internet, mas sim para o trabalho de marketing realizado nas redes sociais.

Em comparação com o SEO e o SEM, o SMM é uma sigla relativamente nova e tem como objetivo principal criar estratégias para a produção de conteúdo de qualidade e que seja relevante para os seguidores de uma empresa ou seus clientes potenciais. Além disso, desenvolve mecanismos que estimulam os leitores a compartilhar o conteúdo.

Outro ponto importante do SMM é a mensuração de resultados nas mídias sociais. Afinal, um bom trabalho nessas plataformas digitais não está restrito apenas à geração de materiais e ao relacionamento com as pessoas. É preciso verificar se os resultados alcançados estão alinhados com os seus objetivos e, se for necessário, fazer as devidas correções.

Desenvolver uma estratégia de SMM é fundamental para que a sua empresa desenvolva uma boa presença nas mídias sociais, fortaleça a sua marca e consiga chegar até o seu público  —  seja ele formado por clientes regulares ou por consumidores potenciais —, gere tráfego para outros canais de comunicação da empresa e facilite novos negócios.

O marketing digital possui uma série de técnicas que podem ser úteis para os mais diferentes objetivos.

Ainda, dentro dessas estratégias, existem diversas opções de ferramentas, que trabalham para maximizar os esforços em busca dos resultados. Elas podem ser exploradas de acordo com o que for mais conveniente para sua tática de marketing. Basta explorar e aprender qual se encaixa melhor no seu objetivo.

Assim, todas as siglas aqui apresentadas, apesar de terem alguma similaridade entre si, tratam de trabalhos complementares e que devem ser desenvolvidos em conjunto para que a empresa possa alcançar resultados melhores e se desenvolver em seu mercado de atuação. Portanto, não deixe de utilizá-las para as suas marcas!

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Marketing digital: o segredo para vender mais no final do ano

Marketing digital: o segredo para vender mais no final do ano

Não é novidade que o comércio bomba com as festas do fim de ano. Entretanto, o aumento das vendas cresce na mesma proporção que a concorrência, pois todos os setores aproveitam esse período do ano para lucrar mais. Por causa disso, é fundamental investir em ações para atrair mais clientes.

O marketing digital é uma alternativa que tem sido amplamente utilizada por várias empresas quando o assunto é divulgação, atração de clientes e aumento das vendas.

Isso porque é uma estratégia acessível pelo seu baixo custo, em relação a outras mídias de comunicação, e tem revelado resultados surpreendentes com o seu alto poder de segmentação do público, alcance e possibilidade de mensurar o retorno das campanhas.

Quer saber como vender mais no final do ano com o marketing digital? Continue a leitura e conheça as melhores estratégias!

Links patrocinados

A internet mudou completamente a forma de consumo. Prova disso é que 47% dos consumidores com acesso à internet realizam pesquisas na rede antes de comprar em uma loja física, de acordo com o levantamento feito pela SPC Brasil, em parceria com a CNDL.

Desse modo, é imprescindível ser visto quando um usuário faz uma pesquisa em um mecanismo de busca, como o Google. Uma das opções para isso são os links patrocinados que, basicamente, são anúncios pagos que têm como objetivo principal a geração de maior número de conversões em um site.

Uma das ferramentas mais utilizadas quando o assunto é links patrocinados é o Google Adwords, por oferecer os melhores recursos, além de o Google ser o buscador que mais cresce mundialmente.

A ferramenta funciona assim: você cria campanhas e escolhe as palavras-chave relacionadas ao seu negócio, como produtos e serviços. Assim, quando algum usuário pesquisar uma palavra-chave que foi selecionada na sua campanha, o seu anúncio aparecerá entre os resultados no topo do buscador.

É claro que não é tão simples assim! Existem estratégias para que os seus anúncios sejam mais relevantes, e também todo um processo de configuração da campanha. Mas o interessante dos links patrocinados é que, além de ser destaque nos primeiros resultados, o seu anúncio aparece exatamente no momento em que um usuário está procurando um produto ou serviço que a sua empresa oferece.

Rede de display

Os anúncios da rede de display são um dos formatos disponíveis também no Google Adwords, mas funcionam de maneira diferente dos links patrocinados.

Basicamente, a rede de display é composta por sites que são parceiros do Google — páginas que são criadas pela própria empresa, como Youtube, Blogger, Gmail, entre outras bastante conhecidas. Há também os sites/blogs parceiros que se associam ao Google por meio do seu programa de afiliados e têm permissão para exibir anúncios.

Para você entender melhor: sabe aqueles anúncios que aparecem em cima dos seus e-mails nas abas “Social” e “Promoções”, no Gmail? Ou os anúncios relacionados aos assuntos que você já pesquisou, como da Netshoes, após ter buscado sobre tênis? Esses são os anúncios da rede de display.

Essa opção também tem alto poder de segmentação, e apenas a pessoa que realmente tem interesse no seu produto ou serviço é que verá o seu anúncio. Além disso, com a rede de display, há diversos formatos para anunciar, como textos, gráficos e banners, possibilitando que você escolha o que melhor se adéque à preferência do seu público.

Retargeting

O retargeting é mais uma função do Google Adwords, que tem como objetivo impactar um usuário da web com alguma estratégia baseada no seu histórico de navegação.

Por exemplo: um usuário está navegando em um site ou rede social e é impactado por um banner de uma loja de roupas esportivas com um produto de R$ 200. Ele não clica e vai para outra página.

Depois disso, é exibido um novo banner com um produto relacionado por R$ 150 e, mais uma vez, o usuário não clica, indo para outra página, que, por sua vez, tem mais um banner com um item por R$ 100 que, finalmente, é clicado.

Ou seja, com o retargeting você tem a possibilidade de tentar vender novamente um produto para uma pessoa que já teve interesse nele anteriormente.

Anúncios no Facebook

O Facebook também permite que sejam veiculados anúncios pagos, com a plataforma Facebook Ads. Isso é mais uma grande estratégia do marketing digital, já que a rede social atualmente é a maior do mundo, com dois bilhões de usuários ativos todos os meses, conforme o último levantamento divulgado pela empresa.

A plataforma dispõe de várias funcionalidades para ajudar na criação de campanhas no canal. Para começar, existem diversos formatos de anúncios que você pode escolher, conforme o seu objetivo principal.

Há a opção de “vendas do catálogo de produtos”, que possibilita a criação de anúncios que mostram os produtos do seu catálogo de acordo com o seu público-alvo. Esse formato armazena todos os dados dos itens que você deseja anunciar no Facebook. Existem outros tipos de anúncios, como impulsionar publicações, instalação do aplicativo, geração de cadastros e muito mais.

Ao criar um anúncio, você poderá também segmentar o público que quer atingir. Para isso há várias especificações para detalhar o perfil do usuário, como sexo, localidade, preferências etc.

E-mail marketing

Por muito tempo, o e-mail marketing foi visto como sinônimo de spam. Hoje, a sua fama mudou, e é uma das principais ferramentas do marketing digital. Isso não é à toa, já que os resultados são realmente surpreendentes!

Uma pesquisa realizada pela Convince&Convert revela que os consumidores que compram produtos vistos por meio de e-mail marketing gastam 138% mais que os que não recebem mensagens promocionais por e-mail.

Como a ideia é utilizar a ferramenta para vender mais no fim do ano, existem algumas estratégias interessantes para conseguir resultados rápidos, como o envio de ofertas, promoções, cupons de descontos etc.

Além disso, o e-mail marketing pode (e deve) ser utilizado também como um canal de comunicação entre a empresa, seus clientes e potenciais clientes, enviando conteúdos úteis, últimas novidades dos seus negócios e lançamentos de produtos.

Pronto! Estas são algumas das melhores estratégias de marketing digital. É importante ressaltar que, para todas elas, é necessário conhecimento prévio para alcançar resultados realmente efetivos. A boa notícia é que existem agências especialistas em marketing on-line para ajudar pequenas e médias empresas nessa empreitada. Vale a pena conhecer!

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