Como as faculdades podem falar a língua da geração Z

É evidente que a Internet transformou o comportamento dos consumidores. Mas enquanto muitos  precisam se acostumar a novas formas de se comunicar ou criam hábitos que sequer poderiam imaginar anos atrás, há um público que não mudou, simplesmente porque ele já nasceu digital: a geração Z.

Para entender a Geração Z

Geração Z é o nome dado aos nativos digitais, os jovens que nasceram depois da década de 1990. Não é preciso ser professor de matemática para perceber que, neste momento, milhões de integrantes dessa turma estão em busca de uma faculdade. Para eles, procurar uma informação é uma tarefa tão simples que eles provavelmente já sabem que um curso superior oferece mais chances de conseguir um emprego e construir uma carreira no futuro.

No Brasil, a busca por um curso superior aumenta a cada ano. Segundo estudo da OCDE, nos últimos dez anos os brasileiros com um diploma de faculdade entre 25 e 34 anos aumentou de 11% para 21%. Mas, se levarmos em conta países mais desenvolvidos, essa média vai para 44% (duas vezes mais!). Ou seja, educação superior ainda é um mercado com um imenso potencial de crescimento no país.

A geração Z possui um jeito próprio de fazer suas escolhas e, se o seu negócio é educação, é importante estar preparado para oferecer soluções adequadas. Não há dúvida que os primeiros que entendem o comportamento desses jovens e entregam aquilo que eles procuram de um jeito compatível com seus desejos saem na frente da concorrência.

As faculdades precisam falar com a Geração Z

Uma primeira dica, que pode parecer óbvia, mas nem por isso deve ser ignorada: tenha em mente que um jovem, assim como quase todo mundo hoje em dia, tem como companheiro inseparável o celular. Mais do que isso, um típico representante da geração Z é multicanal. Eles conseguem usar TV, celular, computador, tudo ao mesmo tempo e, claro, querem encontrar o que buscam da forma mais rápida e personalizada possível.

É principalmente para um público ávido por rapidez que a Reach desenvolveu dois de seus principais produtos: sites que carregam rápido no celular e os aplicativos que podem ser acessados como um site, sem a necessidade de baixar na AppStore ou na Playstore. Você sabia que, se seu site demora pouco mais de 6 ou 7 segundos para carregar, o Google pode colocá-lo atrás no ranqueamento? Agora, imagine quanto tempo leva para um jovem de 17 anos desistir de uma faculdade porque a página não abre logo após o clique?

Como entregar a informação certa, no lugar certo, para a pessoa certa!

Outro componente importante é a personalização do conteúdo que você vai oferecer. Um jovem da geração Z foi criado à base de algoritmos. Ele já está acostumado a abrir o YouTube e encontrar os vídeos que vai gostar e entrar na Netflix para ver as séries produzidas para o gosto dele. Então, se no primeiro acesso a um conteúdo ele se sentir identificado, a probabilidade de continuar por ali e se engajar ainda mais com aquela marca aumenta muito.

Um exemplo é utilizar as redes sociais como forma de segmentação. Quando se fala de faculdade, pesquisas indicam que as mulheres tendem a procurar mais cursos voltados para educação, ciências sociais e comunicação: 25% delas desejam se graduar em alguma área voltada para educação. Por outro lado, um quinto dos homens em busca de um diploma normalmente demonstra mais interesse em formações como engenharia, produção e construção. Por isso, você pode utilizar o serviço de conteúdos para blogs e redes sociais da Reach para oferecer a informação personalizada que impactará de maneira mais efetiva o estudante.