Wearables: um sonho próximo da realidade

Wearables: um sonho próximo da realidade
Originalmente publicado por ReachLocal Brasil, em 6 de outubro de 2016.

 

O que são “Wearables”?

Presente em todas as tendências de marketing digital, no início do ano, os wearables realmente são fascinantes e apresentam infinitas oportunidades.

Wearables, que numa tradução para o português poderíamos entender como ‘vestíveis’, seriam basicamente tecnologia aplicada em acessórios, roupas e tudo que se possa vestir. Ou seja, a tecnologia móvel utilizada de forma cômoda para comunicar, informar e entreter ainda mais os indivíduos.

Com possibilidades que podem integrar ainda mais o ser humano a internet, os wearables a cada dia que passa vai deixando de ser algo distante para se tornar algo mais concreto. Mais real.

 

Novos lançamentos a cada dia

Os wearables, que fazem parte do conceito da internet das coisas, já conta com uma série de produtos interessantes no mercado. Sem dúvida, o produto mais conhecido é o Apple Watch. O relógio inteligente da Apple conta com recursos semelhantes ao smartphone.

Lançado em abril de 2015, o produto é um sucesso de vendas. De acordo com a matéria publicada no Wall Street Journal, baseada em dados liberados pela própria Apple, foram vendidos mais de 12 milhões de smartwatches no 1o ano do seu lançamento. O resultado é superior ao Iphone, se comparado os primeiros 12 meses de vida de cada produto.

 

Experiências no Brasil

Aqui pelo Brasil, os patrocinadores dos Jogos Olímpicos Rio 2016, a Visa e o banco Bradesco, prometem novidades wearables também. É a pulseira Bradesco Visa, que permitirá que os consumidores possam efetuar compras por meio da tecnologia de aproximação, o NFC (Near Field Communication). Basta o consumidor aproximar o acessório no terminal de leitor, que a compra é realizada. Sendo que compras com valores de até R$50,00 não será necessário digitar a senha.

Tal novidade divide opiniões: há quem se entusiasme e há também aqueles que se sintam inseguros com esta solução. O fato é que o produto ainda é tratado como um piloto e, por isto, estará restrito a 3 mil pessoas, pré-selecionadas pelas próprias empresas para utilizar o produto durante os jogos olímpicos.

 

Protótipos  em testes

Pela internet, encontramos produtos interessantes, como o IOptik, da empresa Innovega. É uma lente de contato usada juntamente com óculos especiais, permitindo imagens incríveis de realidade aumentada – abaixo, um vídeo demonstrativo. No mesmo segmento dos óculos, destaco também o Google Glass.

Ainda sem data prevista para o novo lançamento, o produto causa grande expectativa no mercado. Os óculos do Google permitiriam as pessoas fazer ligações, gravar vídeos e até tirar fotos em um piscar de olhos – literalmente.

 

Possibilidades futuras

Acredito que os wearables serão úteis em diversos segmentos e setores. Há projetos de luvas que atendem ligações, jaquetas que possuem fones de ouvido e muito mais. Parece que estaremos num filme do 007. Outro dia, correndo no parque, imaginei como este conceito poderia salvar vidas se aplicado na saúde.

Considere que os wearables pudessem monitorar o individuo: 24 horas por dia e 7 dias por semana, por meio de um simples acessório. Um monitoramento realmente completo. Uma alteração na saúde ou até mesmo um acidente repentino poderia ser rapidamente detectado e socorrido, evitando maiores problemas ou até salvando uma vida.

Para concluir, acredito que os wearables estarão mais presentes na sociedade, fazendo parte do nosso dia a dia, de 1 a 2 anos, assim como a internet das coisas. As marcas já sabem disto: se articulam, investem ou estão atentas a este novo mercado. Seja como criadoras, seguidoras e ou até mesmo patrocinadoras.

E a tecnologia continua fascinante. Nos permite sonhar como se tudo fosse possível. Como se tudo pudesse fazer parte de uma simples realidade.

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