Concorrentes diretos e indiretos: quem são eles?

O número crescente de opções no mercado tem tornado os consumidores cada vez mais exigentes. Com isso, empresas que apresentam propostas ultrapassadas e desalinhadas à demanda do mercado podem ficar para trás. Desse modo, estar atento aos concorrentes diretos e indiretos é imprescindível.

Além de contribuir para a expansão da atuação empresarial, aprender sobre a concorrência é uma forma de entender seu mercado, manter-se à frente das outras marcas e ainda prever as novidades do segmento.

Quer saber mais sobre como fazer uma boa análise dos seus concorrentes e melhorar a performance do seu negócio? Preparamos este post para informar você sobre o assunto. Então, continue a leitura e descubra!

Por que aprender sobre os concorrentes?

O senso comum faz com que os empreendedores de atuação mais discreta cometam um grave erro: subestimar a importância de analisar a concorrência. Trata-se de uma prática que traz um entendimento geral do mercado e conduz o negócio à ações preditivas, que ajudam a marca a se diferenciar no mercado.

Nesse contexto, é possível fazer uma leitura dos valores oferecidos pelas outras empresas, fator que contribui para a definição dos próprios valores. Além disso, é uma excelente maneira de aprender com os erros dos concorrentes e evitar falhas semelhantes.

Assim, a construção de estratégias de marketing mais inteligentes torna-se mais fácil e gera impacto na prospecção e no processo de vendas em sua totalidade, afinal, se você sabe quais são os deméritos dos produtos da concorrência, fica mais simples expor os méritos daquilo que você produz.

Como aprender sobre a concorrência?

Agora que você já compreendeu a importância da análise dos concorrentes, é hora de entender como aprender sobre eles. Comece por uma pesquisa que analisará as forças e as fraquezas das empresas que dominam seu mercado.

Pesquise palavras-chave e tendências com ferramentas como o Google Ads e o Google Trends, registre os resultados e use estatísticas de referência. As organizações e institutos de pesquisa podem fornecer informações importantes nessa etapa.

Lembre-se que é mais fácil analisar como um terceiro, ou seja, o estudo sobre os concorrentes, provavelmente, será mais preciso que a análise da sua própria marca. Além disso, fique atento às redes sociais, pois elas servem como um termômetro para os empreendimentos.

Como fazer uma pesquisa de mercado?

A insegurança de muitos empreendedores faz com que a administração seja centrada apenas na própria empresa, o que resulta na falta de conhecimento sobre o próprio mercado. Por isso, procure fazer pesquisas por meio de um processo de inteligência comercial.

Uma das práticas mais comuns para estudar a concorrência é o cliente oculto. A estratégia é feita a partir de uma análise do processo de vendas dos concorrentes por meio da interação com um funcionário da sua empresa, na posição de cliente. Além disso, participar de eventos do seu segmento pode trazer uma leitura privilegiada do seu mercado.

Lembre-se de acompanhar outras newsletters e o feedback dos clientes para ter acesso à informações importantes.

O que olhar em uma análise de concorrência?

Poucos administradores dão a devida importância às outras empresas que disputam seu mercado. Desse modo, as propostas ficam cada vez menos inovadoras, o que serve para reforçar a relevância de uma boa análise da concorrência.

Ao fazer comparações, procure avaliar as interações com o cliente e os discursos de vendas, além de verificar como o follow-up é feito. Muitas características do processo e da estratégia de marketing podem ser reveladas por meio desse estudo.

Outros pontos importantes a serem avaliados são: a fatia do mercado, os valores de comercialização dos produtos, a expansão do negócio, o histórico, a localização das lojas físicas e a existência de lojas virtuais.

O que é a análise SWOT?

SWOT é uma sigla em inglês para forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Trata-se de uma ferramenta para identificar e determinar o modo de atuação de uma empresa e sua colocação no mercado. É essencial que seja feita não só em relação à sua atuação, como também para verificar como atuam seus concorrentes.

Se concentre na criação de uma matriz que determine os fatores de ambiente interno — forças e fraquezas — e externo — oportunidades e ameaças. Tenha em mente que os fatores de ambiente interno são aqueles que os funcionários têm domínio e conseguem —  em certa medida —  prever.

Já os fatores de ambiente externo costumam ser os que despertam maior atenção, uma vez que tendem a se mostrar como mais imprevisíveis e incontroláveis.

Qual a diferença entre os concorrentes diretos e indiretos?

Em linhas gerais, a concorrência direta refere-se às empresas que compartilham os mesmos produtos e segmento de mercado, ou seja, são marcas que disputarão com seu negócio de maneira competitiva. Já os concorrentes diretos, são os que comercializam em segmentos similares e influenciam na escolha dos consumidores.

Desse modo, a persona e o público-alvo disputados são iguais e a proposta da outra empresa é um produto que pode substituir o seu — por mais que ele não seja do mesmo tipo. Esse entendimento pode trazer uma grande economia de tempo para o planejamento de marketing, fazendo com que sua equipe dedique energia a apenas aos concorrentes certos.

Como usar as análises para criar estratégias?

Não adianta fazer uma excelente análise da concorrência se nada de construtivo for feito com base nela. Muito tempo pode ser economizado ao determinar as estratégias de acordo com as lacunas deixadas pelas outras empresas que disputam seu mercado. A análise do SEO e do ranqueamento no Google das páginas dos concorrentes permite uma melhor estratégia de marketing de conteúdo, por meio de blogs, vídeos, palavras-chave, emails etc.

Já informações sobre o uso de ferramentas de publicidade digital permite uma noção de como o seu público vai reagir aos anúncios no Google e no Facebook, e estimativas sobre faturamento e capital de giro permitem uma noção mais clara de controle orçamentário e velocidade de expansão da marca.

Uma pesquisa bem feita sobre os concorrentes diretos e indiretos, pode melhorar a performance do seu time de marketing. Essa é uma forma de obter noções valiosas sobre o modo de atuação no mercado, além de mostrar uma vantagem competitiva com margem para ações preditivas.

Lembre-se de usar as informações sobre a concorrência de maneira construtiva, com a garantia de que todas as pesquisas foram feitas com ética.

E aí, gostou do post? Quer saber mais sobre como se diferenciar das outras empresas? Escrevemos um artigo que explica o que faz os clientes escolherem seus concorrentes e não você!

Quer autoridade online para o seu negócio? 6 tipos de conteúdo que o seu blog deve ter!

Diversas empresas na tentativa de estabelecer uma presença digital consistente, acabam lidando com a falta de uma boa estratégia de marketing de conteúdo e SEO, resultando em matérias genéricas e mal exploradas, prejudicando o ranqueamento no Google. Por isso, é fundamental escolher os melhores tipos de conteúdo para seu blog.

Além de contribuir para o crescimento orgânico da sua marca, um bom aproveitamento de materiais diversificados no seu blog permite que um alcance grande por meio de um investimento razoavelmente baixo.

E aí? Bateu a curiosidade para saber como explorar os conteúdos na sua estratégia de marketing? Então acompanhe o texto com a gente!

1. Blog posts

Sempre que se fala em marketing de conteúdo a primeira coisa que vem à cabeça são os blog posts. Trata-se da forma de conteúdo mais familiar, exigindo poucos recursos com um processo simples de produção e publicação.

Uma das grandes vantagens do texto educativo é a baixa transitoriedade de público, isto é, tende a permanecer com um bom número de visitas por um tempo maior. Desse modo, a veiculação das matérias é de baixo custo inicial, por exigir pouca infraestrutura.

Lembre-se que o foco aqui não é em vender o produto, mas em ajudar na resolução dos problemas da persona. Por isso, se concentre em pautar o conteúdo com base em dicas práticas e linguagem acessível.

2. E-books

Se você navega na web há um tempo, certamente já se deparou com algum material rico sendo oferecido em uma landing page, isto é, uma página de captura que dá acesso a algum serviço gratuito em troca de informações.

Os e-books são o tipo de material rico mais comum. Em linhas gerais, se resumem a livros virtuais com conteúdos mais densos e um número de palavras maior que o de um blog post. Nesse contexto, há um trabalho de design, diagramação e formatação em PDF, voltado a gerar autoridade e a melhorar a experiência de leitura.

Em resumo, o e-book é um material mais detalhado e específico, que pode ser usado como uma valiosa ferramenta para atrair leads e ainda ajudar a lapidar o e-mail marketing por meio das informações coletadas na landing page.

3. Vídeos

Sabe quando você se deixa levar em plataformas como o YouTube, explorando os conteúdos relacionados? Essa é uma das principais vantagens do vídeo: a possibilidade de estar hospedado em plataformas multimídia.

Trata-se de uma das formas mais dinâmicas e populares de mídia, atuando como uma grande tendência de consumo na web. Diferente do blog post, videos necessitam de cuidados específicos como produção, qualidade de imagem, áudio, etc.

Um fator útil é a possibilidade de demonstrações visuais do produto, diversificando as formas de exposição. Além de servir como um diferencial persuasivo, abre espaço para boas apresentações.

4. Webinars

Em linhas gerais, os webinars são o que supre a demanda virtual por palestras, ou seja, como o próprio nome diz, um seminário para a web. A grande vantagem é o alcance mais amplo que um evento presencial a um custo muito menor, além da possibilidade de incorporar o webinar a uma landing page.

Desse modo, o investimento é similar ao de um conteúdo em vídeo, dispensando gastos com o aluguel de espaços físicos. Por ser ao vivo, é necessário se atentar a escolha de uma plataforma com boa qualidade e poucas quedas para fazer a transmissão.

O conteúdo mais denso faz com que os webinars sejam usados como iscas de leads, contribuindo para o fluxo de nutrição por email. A facilidade e o encorajamento de interações do público geram engajamento e torna a toda a estratégia mais enriquecedora para o público.

Não se esqueça de escolher bem o horário de transmissão do webinar e de cuidar da parte técnica da plataforma. Qual o uptime do vídeo? Quantos visitantes a plataforma suporta por transmissão? Todas essas perguntas devem ser respondidas.

5. Infográficos

Os materiais com mais popularidade nas redes sociais costumam ter forte apelo visual. Por isso, o infográfico é um dos tipos de conteúdo mais importantes da web. Trata-se de uma maneira de sintetizar informações com o uso de ilustrações, gráficos, tabelas e estatísticas.

O número de palavras costuma ser menor que o de um blog post, permitindo a assimilação rápida e a simplificação de conceitos, além de trazer uma abordagem mais direta e objetiva sobre o assunto.

Infográficos têm utilidade no branding e na manutenção da identidade visual da marca, já que é uma peça gráfica da empresa que vai estar circulando pela web com possibilidades de usos em landing pages, em posts comuns e em publicações nas redes sociais.

6. Estudos de caso

Dúvidas sobre a qualidade de um produto são muito comuns na web. Se isso já aconteceu com você, sabe o quão é importante o depoimento de alguém que já tenha sido um consumidor da empresa. É para isso que servem os estudos de caso: mostrar o funcionamento de um item provando a sua eficiência.

Diferente de conteúdos focados em vendas, o estudo de caso provoca a vontade de consumo por meio da visão de um cliente, espelhando as dificuldades da persona e exemplificando a resolução do problema. Assim, o lead avança na jornada com maiores chances de compra, já que agora tem uma evidência de que a marca é confiável.

Além disso, há a inserção de elementos de storytelling na estratégia, influenciando positivamente na reputação da empresa e contribuindo para aumentar a credibilidade e a autoridade na web.

Como você pode ver, a escolha dos melhores tipos de conteúdo pode influenciar no desempenho da campanha, na visibilidade e no engajamento. Aliado a uma estratégia eficaz de marketing digital, materiais bem produzidos costumam dar um up no ranqueamento das páginas da empresa.

O conteúdo traz a possibilidade de alterar o plano de ação e o público-alvo com facilidade, criando campanhas mais assertivas com um feedback ágil e valioso. Lembre-se que para que a estratégia seja bem-sucedida, é necessário dimensioná-la no longo prazo, já que os resultados não aparecem rapidamente.

E você, gostou do nosso texto? Quer saber mais sobre como melhorar sua presença na web? Então, leia nosso artigo sobre como aumentar o tráfego orgânico.

Otimização de sites: o guia completo

Destacar a sua empresa em meio a tantas opções na internet é um trabalho que vale muito a pena. Sempre que o público precisa encontrar alguma informação, como produtos, preços e avaliações, ele utiliza os buscadores, como o Google. Então, para estar nas primeiras posições entre as respostas, é preciso entender a otimização de sites.

Essa otimização permite que o seu ambiente virtual receba mais visitantes e, consequentemente, mais vendas sejam concluídas, gerando maior lucratividade. Interessante, não é mesmo? Por essa razão, qualquer empresa pode e deve buscar esse trabalho.

Criamos este conteúdo, que é um guia completo de otimização de sites, justamente para lhe mostrar tudo o que você precisa saber para trabalhar as suas estratégias digitais. Vamos abordar os seguintes tópicos:

  • entenda o que é a otimização de sites;
  • a importância da palavra-chave na otimização de sites;
  • a escolha da palavra-chave ideal;
  • quais são e como aplicar as técnicas de SEO; e
  • saiba como tornar a navegação do seu site responsiva para o usuário.

E então, está preparado para começarmos? Boa leitura!

Entenda o que é a otimização de sites

A otimização de sites é um trabalho que visa aumentar a encontrabilidade das páginas para a busca orgânica, a não paga. A finalidade com isso é criar um ambiente mais agradável ao público e que gere um maior tráfego e maior conversão em vendas.

Em inglês, esse trabalho é visto como SEO — Search Engine Optimization. O SEO é tão importante nos dias de hoje que já há vagas nas empresas específicas para essa função, como Analistas de SEO.

Antes de mais nada, vamos explicar o que é a busca orgânica e como o Google organiza as buscas. Quando você utiliza o buscador, na página de respostas há links de direcionamentos. Os primeiros lugares, no topo da página, ficam os links com uma marcação de “anúncio”. Esses são links patrocinados, quando você decide anunciar no Google, dentro da plataforma do Google Adwords. No entanto, as páginas seguintes não são pagas, são orgânicas.

Para alcançar essas posições de destaque na busca orgânica é preciso investir nas técnicas de SEO.

Mas por que realmente é necessário trabalhar a otimização? Para responder isso, vamos pensar em um estabelecimento físico. Imagine que você cria uma empresa que atende as necessidades dos seus clientes, com produtos de qualidade e que são buscados pelos consumidores. Porém, você escolheu uma região pouco frequentada pelo público-alvo, de difícil acesso. Qual será a resposta desse investimento nas vendas? Certamente não será aquilo que você esperava!

Para um estabelecimento físico dar certo, a escolha de uma boa localização é fundamental. Na internet isso não é diferente. Se você criar uma loja virtual, mas o público não a encontra, as vendas não serão boas.

Para ilustrar o que estamos falando, vamos utilizar uma referência bem interessante. Um estudo fez uma comparação de volume de cliques entre as páginas mostradas na busca do Google. Como resultado, a primeira posição da busca orgânica recebeu quase 35% dos cliques. A segunda ficou com aproximadamente 15% e a terceira cerca de 8%. Ou seja, os primeiros lugares concentram quase 60% dos cliques. Estar fora deles é perder tráfego e, consequentemente, vendas!

A importância da palavra-chave na otimização de sites

Para entender a otimização de sites tudo começa pela palavra-chave. Ela representa o termo principal utilizado na página, você vai entender melhor quando explicarmos as técnicas, nos próximos tópicos.

Agora, pense em como você faz uma busca na internet quando está querendo saber mais informações sobre algo ou encontrar um produto. Provavelmente você abre uma página do Google, digita um determinado termo e manda pesquisar, certo? Então, esse termo que você utilizou é a palavra-chave.

Basicamente, existem dois tipos de palavras-chave: head tail e long tail.

Head tail

Head tail são os termos mais curtos e generalistas. Normalmente eles são utilizados no início de uma pesquisa, quando o usuário ainda não tem um conhecimento tão grande sobre aquilo que está pesquisando, ou seja, ele ainda está no topo do funil.

Por exemplo, imagine que eu esteja avaliando a compra de uma televisão, mas ainda não fiz nenhuma pesquisa e não sei o modelo, tamanho, marca, nada. Então, entrei no Google e digitei o termo “televisão”. Esse é um head tail e que me mostrará aparelhos de diversos modelos, marcas e características.

A head tail tem uma característica bem interessante: o alto volume de buscas. Pensando no funil, há uma maior quantidade de pessoas no topo, e isso explica o motivo de termos uma alta procura por esse tipo de palavra-chave.

Porém, como é mais generalista e com maior volume de pesquisas, as palavras-chave head tail apresentam um alto nível de concorrência, sendo mais difícil e demorado para ranquear bem.

Long tail

Já o long tail representa os termos mais específicos. São mais longos e direcionados para aquilo que o usuário procura.

Seguindo nosso exemplo criado no head tail, da televisão, imagine que agora eu já saiba mais informações do aparelho que quero comprar. Então, abri uma janela do Google e digitei o seguinte termo: “televisão 42 polegadas smart tv 4k”. Agora, com essa descrição, as respostas são bem mais direcionadas aquilo que eu preciso, pois eu usei uma long tail.

No entanto, quanto mais informações eu colocar, mais segmentada será a resposta. Menos pessoas fazem esse tipo de busca, ou seja, o volume de procura pelo termo em questão é menor.

A concorrência para o long tail é inferior ao head, uma vez que já é direcionado para somente os produtos que atendem às características. Isso diminui a dificuldade em colocar as páginas em uma melhor posição nas pesquisas.

Para fechar, como a long tail é mais específica, significa que os usuários que as utilizam tendem a estar mais próximos de fechar as compras, ou seja, no meio ou fundo do funil de vendas.

Então, recapitulando as informações que mostramos e criando uma comparação:

Head tail

  • termos generalistas;
  • alto volume de buscas;
  • alta concorrência e dificuldade para ranquear;
  • usuários no topo do funil, mais distantes da compra.

Long tail

  • termos específicos;
  • baixo volume de buscas;
  • baixa concorrência e menor dificuldade para ranquear;
  • usuários no meio ou fundo do funil de vendas, mais perto de fechar as compras.

A escolha da palavra-chave ideal

Agora que você já sabe um pouco sobre a importância da palavra-chave e as diferenças entre head tail e long tail, deve estar se perguntando quando usar cada uma delas e como definir esses termos, correto? Se essa é a sua dúvida atual, vamos explicá-la agora.

Cada página criada na internet carrega uma palavra-chave. Se você cria uma página de produto, por exemplo, é interessante destacar um termo que faça a referência ao item. Se você cria um conteúdo para o blog, funciona da mesma forma, destacando uma palavra-chave importante para o texto.

Porém, saber se nesse espaço cabe um head tail ou long tail é você mesmo que deve responder. Será que o seu conteúdo fala sobre algo específico ou é uma página generalista? O público dessa página já está apto para a compra ou ainda está conhecendo a oportunidade? Essas questões ajudam a esclarecer sobre o tipo de termo a ser utilizado.

Mas como encontrar esses termos? Como saber qual é a palavra-chave ideal para cada página? Existem ferramentas bem interessantes para isso.

Keyword Planner

Já que estamos focando no Google, vamos mostrar uma ferramenta que eles mesmo disponibilizam: o Keyword Planner. Ela é bem interessante e ajuda as empresas no objetivo de trabalhar a otimização de sites.

Trata-se de uma ferramenta gratuita e de simples utilização. Basta acessá-la e digitar um termo relacionado ao que você está tratando. Então, serão mostradas algumas sugestões de palavras-chave, com o volume de buscas de cada uma delas, o nível de concorrência e também o valor sugerido caso queria investir no Google Adwords.

SEMRush

O SEMRush é uma ferramenta paga, mas que pode ajudar bastante na otimização de sites. Ele mostra um panorama completo dos termos que você pode utilizar. Assim como o Keyword Planner, quando você digita um primeiro termo, são mostradas sugestões de palavras relacionadas, com uma série de informações sobre elas, tais como volume, concorrência e também mostra as condições para patrocinar os termos.

O interessante no trabalho de otimização de sites é pesquisar quais são as principais palavras-chave utilizadas pelo seu público-alvo, avaliando o nível de procura e concorrência, principalmente, para traçar uma estratégia que leve suas páginas até o topo das pesquisas.

Quais são e como aplicar as técnicas de SEO

Agora que você já tem um bom conhecimento sobre palavras-chave, entraremos no trabalho de otimização de sites em si. Fizemos uma listagem das principais técnicas de SEO para que você comece a aplicar no seu site agora mesmo. Acompanhe:

Estrutura de links

Um dos fatores mais considerados pelos mecanismos de busca na hora de criar o ranqueamento das páginas é a estrutura de links. Quando você insere links internos nas suas páginas, direcionando para novos conteúdos dentro do seu próprio site, o usuário pode acessar mais informações, de forma completa.

A estratégia de links internos é interessante porque promove uma melhor experiência do usuário, uma vez que ele pode acessar várias páginas relevantes para aquilo que está buscando.

Além disso, também é benéfica para o site em geral, uma vez que o tempo de permanência daquele visitante tende a aumentar e várias páginas receberão acesso.

Outra dica valiosa é incluir links externos. Muitas pessoas podem achar que essa estratégia é não boa porque está direcionando o seu visitante para um outro site, mas não é bem assim. Quando você inclui um link externo, está considerando que essa referência é relevante para o usuário.

O inverso também pode acontecer. Se o seu site se transforma em uma referência no mercado que está incluído, outras páginas farão o direcionamento para você e isso gera uma grande relevância para os mecanismos de busca.

Então, planeje uma estrutura de links internos e externos para as suas páginas. Uma boa ideia é pensar também nos tipos de palavras-chave. Ou seja, você cria páginas com long tail para ranquear bem com maior velocidade. Então, direciona essas páginas para uma com head tail, direcionando o fluxo de visitantes e fazendo com que ela ganhe tração no posicionamento orgânico.

Otimização das imagens

Os mecanismos de busca não conseguem reconhecer uma imagem em um conteúdo. Para eles, é somente um espaço vazio. Então, para tornar as imagens reconhecidas e valorizadas, você precisa utilizar o campo de alt text, ou texto alternativo.

O Google e outros mecanismos farão a leitura das imagens por esse campo. É interessante preencher esse espaço com a palavra-chave que você deseja para a página.

Além disso, lembre-se sempre de trabalhar com imagens originais e tome cuidado para não carregar fotos e vídeos pesados, que podem prejudicar a abertura das páginas, pois isso também é um fator de ranqueamento do seu site.

Endereço eletrônico amigável

A URL, ou endereço eletrônico, também é um ponto observado no trabalho de otimização de sites. Ao verificar o código o usuário deve conseguir identificar o assunto da página. É interessante encaixar a palavra-chave também nesse espaço.

Páginas que têm a URL como uma sequência numérica não são bem representadas. Já aquelas mais simples e objetivas, sim!

Então, tenha atenção no momento de criar o endereço eletrônico e procure ser objetivo nas palavras.

Uso de palavras-chave de forma estratégica

Neste guia completa já ficou bem clara a grande importância que têm as palavras-chave, certo? Elas impactam em todo o trabalho de otimização de sites, desde as pesquisas iniciais até as técnicas em si.

Nas páginas elas também devem ser usadas de forma estratégica para alavancar os resultados.

Se você deseja investir no Inbound Marketing, criando ações para fazer com que seus clientes cheguem até você, precisa começar a criar conteúdos relevantes. Essa estratégia gera uma série de benefícios, como maior credibilidade, conhecimento da marca, redução no ciclo de venda, menor solicitação ao setor de atendimento, maior satisfação dos clientes, maior fidelização, entre outros.

A base do Inbound é a criação de conteúdos, e aqui você também deve se importar com as palavras-chave. Ao criar um material relevante, você precisa definir a palavra-chave para a página. Então, coloque esse termo pelo menos uma vez na introdução do conteúdo e uma vez na conclusão. Além disso, trabalhe o termo no desenvolvimento e, se possível, em ao menos um dos intertítulos.

Lembre-se de colocar a palavra-chave também nas imagens, no campo de texto alternativo.

Tempo de carregamento das páginas

Como já citamos, o tempo de carregamento das páginas também é um fator de influência para ganhar posições na busca orgânica. Se você cria um ambiente que demora a carregar por completo, prejudica a experiência do usuário e certamente o buscador fará uma penalização pesada!

O Google PageSpeed é uma boa ferramenta para se utilizar. Ela mostra o desempenho da sua página, quanto tempo ela demora para carregar e ainda uma avaliação, com nota de 0 a 100, para o site. É interessante que a ferramenta mostra o panorama do site tanto para a versão desktop como para o site mobile.

Usabilidade do site

A usabilidade dos usuários dentro do site também é importante para a otimização. Uma vez que o Google e demais buscadores desejam oferecer respostas relevantes para o público, sempre encaminhando o tráfego para ambientes em que encontrarão as respostas para o que procuram, serão priorizadas páginas com boa qualidade de uso.

Se o seu público entra no site e tem dificuldades em encontrar aquilo que precisam, eles fecharão a página e buscarão outras opções. Esse movimento de entrar e sair sem conversão é penalizado pelos buscadores.

Então, no momento de criar as suas páginas, pense sempre em estruturar um ambiente agradável e de fácil manipulação. Os usuários não devem ser exigidos quanto a conhecimento em sites e compras online. Qualquer pessoa deve ser capaz de achar informações e fechar uma compra com facilidade e experiência agradável.

Engajamento dos usuários

Um dos principais objetivos das empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte, é criar engajamento do público com a marca. Esse engajamento consiste na interação, seja comentando publicações nas redes sociais, compartilhando, criando avaliações dos produtos nos sites ou indicando a empresa para novos consumidores.

O relacionamento com o público, aliás, gera uma série de benefícios. Empresas que se colocam mais próximas aos seus clientes conseguem gerar uma maior fidelização. Por isso é preciso abrir diferentes canais de contato e sempre prezar por um bom atendimento.

Esse trabalho também entra na otimização de sites. Uma boa ideia é abrir a possibilidade para o público avaliar os itens dentro do ambiente online. Dessa forma, comentários serão criados e novos usuários poderão avaliar a compra a partir de uma visão do público, imparcial. Isso melhora a experiência do usuário.

Além disso, não se esqueça de demonstrar as suas redes sociais no site.

Heading tags

Dentro das suas páginas você deve destacar as informações mais relevantes e agrupar os assuntos, ajudando o usuário a reconhecer mais facilmente o que ele procura.

Em um conteúdo do blog, por exemplo, é interessante criar intertítulos, chamados de heading tags. Eles são distribuídos em forma hierárquica, ou seja, o título da página é o heading tag 1, ou H1, enquanto os principais subtítulos são H2. Dentro deles podem ser criados H3, H4 e por aí vai.

Essa organização é necessária para ajudar o usuário a ter uma melhor experiência dentro das suas páginas.

Lembre-se de colocar também as palavras-chave no espaço da heading tag, preferencialmente em H1 e H2.

Estrutura para dispositivos móveis

A utilização dos smartphones no dia a dia vem só crescendo, e isso impacta na criação dos sites empresariais. Afinal, se você não considerar essa utilização, pode limitar a sua empresa e perder uma grande parcela do público.

Então, você deve criar um ambiente responsivo, ou seja, aquele que se adapta à tela do dispositivo utilizado pelo usuário sem perder qualidade de visualização e usabilidade.

Google, Bing, Yahoo! e demais buscadores estão de olho na utilização dos celulares como dispositivo de acesso aos sites e já começaram a pontuar bem as empresas que investem em um site mobile.

Então, se você não quer ficar para trás da concorrência, não se esqueça da estrutura responsiva do seu ambiente digital.

Call To Action

Por fim, deixamos um ponto que, apesar de não ser uma das técnicas de otimização de sites, é muito importante para esse trabalho: a CTA. A sigla representa Call To Action, ou chamada para ação, traduzida ao português.

Mesmo que você não saiba o que significa, muito provavelmente já viu e foi impactado por uma CTA. Ela é um direcionamento para o usuário, um indicativo do que fazer.

Por exemplo, você leu um conteúdo no blog de uma empresa e, ao final do texto, encontrou uma mensagem dizendo para entrar em contato com a empresa. Essa era a CTA planejada. Então, o público fará aquilo que foi sugerido. Se você não faz isso, há uma dispersão das atividades. O usuário pode simplesmente fechar a página e encerrar o ciclo.

Por isso, pense na CTA sempre que executar uma estratégia, seja um conteúdo no blog, um botão em uma landing page, a mensagem de um e-mail marketing, entre outros.

Saiba como tornar a navegação do seu site responsiva para o usuário

Devida a importância, criamos este tópico para falar um pouco sobre o site responsivo, ou site mobile.

Para tornar o seu ambiente online adequado para a utilização em dispositivos móveis você precisa pensar na estrutura de criação. Nesse momento uma ótima solução é contar com o ReachSite. Ele tem um design profissional e é responsivo, gerando duas versões: uma web, para desktop, e outra mobile, para dispositivos móveis. Você também pode contar com o ReachEdge, que é uma solução em conversão, que conta com Machine Learning para aumentar as vendas da sua plataforma.

Dessa forma, todo o seu conteúdo será criado já pensando em oferecer uma completa e agradável usabilidade aos seus visitantes, tornando a conversão mais propensa a acontecer.

Portanto, como vimos ao longo do nosso guia completo, o trabalho de otimização de sites é fundamental nos dias atuais. Ele deve ser feito para garantir que a sua empresa esteja entre as primeiras posições das buscas, atraindo um bom volume de tráfego e aumentando as chances de vendas e lucratividade.

Esteja atento aos pontos que listamos e verifique se o seu site está cumprindo com os requisitos. Não deixe de contar com as nossas soluções para lhe ajudar nesse desafio.

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6 dicas essenciais para definir o tom de voz da marca no ambiente digital

Em mercados muito disputados, os empreendimentos que ganham destaque são os que fazem a empresa ser lembrada com mais facilidade. Nesse sentido, definir o tom de voz da marca é essencial.

Assim como na comunicação entre seres humanos, a voz é o que caracteriza o tipo de comunicação da sua empresa com o mundo. O tom define o teor, encontrando a linguagem mais apropriada ao seu discurso — e ao seu público.

Então, quer saber como encontrar o tom de voz sua empresa? Continue esta leitura para conferir!

1. Adequação à persona

Nada é pior do que fazer uso de uma mensagem que o seu público não é capaz de compreender. Afinal, uma quantidade razoável de recursos é investida na elaboração e transmissão do conteúdo — que é desperdiçada se ele não for efetivo.

Justamente por isso, é importante não só determinar uma persona, mas também encontrar a linguagem que melhor corresponda ao entendimento dela. Desse modo, a comunicação se torna mais direta e objetiva.

Procure encontrar informações que vão além do comum. Quais são os hábitos do seu cliente ideal? E os seus gostos pessoais? As respostas dessas perguntas podem lhe dar uma luz sobre quais referências você deve veicular nos materiais da empresa.

2. Adjetivação da personalidade da marca

É fácil cair na tentação de dar muito valor aos números do negócio e se esquecer do resto. Mas, se há uma coisa de que os gestores não podem abrir mão são os valores da empresa. São eles que definem a sua personalidade.

O que isso tem a ver com o tom de voz da marca? Simples: essa personalidade será refletida em todos os canais pelos quais a empresa se expressa, desde o atendimento até o time de vendas.

O discurso da empresa vai ser informal ou profissional? Bem-humorado ou sério? Quais imagens você quer despertar no imaginário do seu público? Em suma, a voz está associada à personalidade da marca, enquanto o tom diz respeito a como ela se expressa.

3. Análise da concorrência

Investir na identidade de uma marca é investir em coisas que a distinguem das demais. Desse modo, um dos conhecimentos mais valiosos que uma empresa pode ter diz respeito ao comportamento de quem disputa o seu mercado. Afinal, para ter um diferencial é preciso saber de quem se diferenciar, certo?

Nesse sentido, você pode começar por um benchmarking — isto é, uma pesquisa ampla sobre como fazer a empresa alcançar a melhor performance no mercado.

Essa pesquisa pode ser feita de várias maneiras, mas o ideal é começar com um benchmarking interno, analisando pontos de melhora nas equipes. Conhece aquele ditado, “se quiser arrumar o mundo, comece arrumando o seu próprio quarto”? Pois é: não adianta querer se diferenciar da concorrência se a sua empresa for disfuncional.

O segundo passo, então, é o benchmarking competitivo — com o cuidado, contudo, para não pautar a análise apenas em números. O tom de voz da empresa não é mensurável, e a análise da linguagem que os concorrentes usam é complexa.

Algumas práticas de inteligência comercial e leitura de tendências de mercado podem ser úteis nesta etapa.

4. Tipo de publicação

No início do post, falamos que o tom de voz tem a ver com o discurso. Isso significa que a voz está associada à personalidade, e o tom, à mensagem. Portanto, o tipo de publicação deve ser analisado na hora de se pensar na linguagem.

Um informe institucional é diferente de um blog post, por exemplo. Então, procure analisar quais recursos vão ser usados na comunicação verbal e escrita, por meio da escolha de palavras, sempre selecionando o tom mais adequado.

Essa atenção à linguagem deve estar presente nos vários materiais da sua marca: anúncios, conteúdos em redes sociais, slogan, e por aí vai. O importante, no geral, é criar um calendário editorial, fazendo projeções de como cada conteúdo corresponde a um dia da semana da persona. Assim fica muito mais fácil definir o tom de cada publicação.

Qual dia da semana o seu público está mais favorável a entrar no ciclo de vendas? Qual é o tom ideal para o fluxo de nutrição por e-mails? É importante ter essas perguntas respondidas.

5. Sentimento que deseja ser passado

Quando você pensa na palavra “Volkswagen”, qual é a primeira imagem que lhe vem à cabeça? Provavelmente, a de um carro eficiente e confortável. Isso se deve ao fato de a comunicação acontecer nas mais diversas esferas possíveis.

A comunicação consciente é direcionada às decisões que envolvem qualidades: como, por exemplo, se um carro da Volkswagen é bom ou ruim para o cliente. Já a subconsciente está associada às crenças do público, como a noção do que é bom e ruim.

A comunicação inconsciente, por outro lado, é a mais interessante para o propósito do marketing. Nessa esfera é que residem as influências mais instintivas, relacionadas às emoções das pessoas. E entender o sentimento a ser passado é essencial, já que o tom de voz é um dos meios mais importantes para despertá-los.

6. Postagens nas redes sociais

Hoje, as redes sociais são o meio mais interativo para o seu público, com possibilidades de reação rápida e feedback preciso. Por isso, elas servem como uma excelente fonte de experimentações e testes, buscando otimizar as postagens e encontrar qual tom converte mais.

Uma das grandes vantagens desse uso é a fidelização. Considerando que publicações suas apareçam no feed dos clientes toda semana, a presença do tom de voz da marca se torna mais familiar ao seu público.

Além disso, as redes sociais permitem uma segmentação mais precisa. O Facebook Ads, por exemplo, usa algoritmos de machine learning para encontrar quais clientes são mais suscetíveis aos seus posts e ao tom usado neles, com anúncios personalizados. Pense nisso!

Enfim, o tom de voz da marca pode definir como a mensagem da sua empresa vai ser construída e direcionada, como vimos ao longo deste texto. Além disso, ela ainda é um fator subestimado por algumas administrações, podendo servir como um diferencial para sua empresa.

Procure fazer esse trabalho em parceria com o seu departamento de marketing. Afinal, é nessa área que estão as pessoas mais indicadas para aprimorar a comunicação do seu negócio. Lembre-se também de que o tom de voz da marca só será externalizado por sua equipe se, primeiro, for internalizado. Então, cuide também de como essa comunicação interna será feita!

E aí, gostou do nosso post? Quer saber ainda mais sobre como deixar a sua empresa um passo à frente dos concorrentes? Aproveite agora para assinar a nossa newsletter e fique por dentro de mais conteúdos como este!

Canais de marketing digital: saiba como obter os melhores resultados

A internet definitivamente acabou com as barreiras físicas que tinham o mercado como um todo. Antes da conectividade, as empresas eram limitadas ao público da região em que estavam instaladas. Já para os consumidores, as opções eram poucas, uma vez que eles tinham que ir até o estabelecimento físico para concluir a compra.

Junto à internet surgiram diferentes canais de marketing digital. Com isso, as marcas puderam criar estratégias focadas em cada meio de comunicação. No entanto, engana-se quem acha que basta tomar as mesmas ações em cada canal. Eles têm comportamentos diferentes e é preciso conhecê-los para buscar melhores resultados.

Por isso, criamos este conteúdo bem completo em que mostraremos quais são os melhores canais de marketing digital, a importância deles para as estratégias, boas práticas de utilização e ainda a importância de um sistema integrado. Acompanhe e tenha uma boa leitura!

Conheça os canais de marketing digital

Atualmente existem vários canais de marketing digital. Antes deles, com o marketing offline, as estratégias eram caras e com público limitado. Além disso, a experiência gerada aos clientes não era tão agradável, uma vez que se tornavam invasivas e interruptivas.

Propagandas na televisão, rádio, revistas e panfletos são alguns exemplos do marketing offline. É claro que essas ações não desaparecem e nem vão! Elas apresentam sim vários benefícios, mas é necessário entender as limitações e saber trabalhar com o que há de melhor agora: os canais de marketing digital!

Acompanhe quais são os principais canais, a seguir:

Redes sociais

As redes sociais são ótimos exemplos desses canais. Elas podem aproximar a marca de seu público, possibilitar que os produtos e serviços sejam apresentados no mercado, conhecer mais o comportamento dos consumidores, acompanhar a aceitação das soluções e, claro, verificar o que anda fazendo a concorrência.

No entanto, mesmo nas redes sociais não podemos generalizar o comportamento que as empresas devem manter. O Facebook, por exemplo, é uma rede em que as empresas podem postar uma gama de conteúdos, desde textos, vídeos, imagens ou publicar produtos para venda.

Já no Instagram as marcas são estimuladas a explorar os efeitos visuais, com imagens e vídeos curtos. O engajamento é ótimo e você pode demonstrar os diferenciais dos seus produtos. A dica é apostar na qualidade das imagens para chamar a atenção dos usuários.

O Twitter é uma rede social mais focada na comunicação direta. As mensagens são construídas com texto curto e a dinâmica é bem alta, permitindo mais conteúdos sendo postados.

Enquanto isso, o LinkedIn foca totalmente nas empresas, em perfis corporativos. As organizações exploram esse ambiente para buscar novos negócios e resultados. Os profissionais também usam a rede para alcançar novas oportunidades e também conhecimento.

Por isso, é preciso alinhar bem os perfis nas redes sociais, conhecendo o público e também as características da rede. 

E-mail marketing

O e-mail marketing é outro canal de marketing digital muito utilizado pelas empresas. Alguns gestores não acreditam no poder dessa estratégia, acreditando que se trata de uma ação invasiva, mas não pense assim.

Não estamos falando de enviar spam para o público, mas sim conteúdos relevantes, que agreguem valor aos contatos. Isso permite uma aproximação com a marca e que ela mantenha o público sempre atualizado com o que anda fazendo e apresentando ao mercado.

Busca orgânica

Quando você precisa encontrar alguma informação na internet, como uma consulta de preços e disponibilidade de um produto, como faz essa pesquisa? Normalmente, as pessoas utilizam o Google ou outros buscadores para encontrar as respostas. Então, nada mais interessante para as empresas do que aparecer entre as primeiras posições no ranking de respostas!

A busca orgânica (não paga) é realmente uma fonte de renda para as organizações. Afinal, uma grande parcela do tráfego no site é oriunda desse tipo de busca.

Para ter bons resultados é fundamental ranquear bem, estar nas primeiras opções. Para isso, é preciso investir no trabalho de SEO, ou Search Engine Optimization. Traduzido ao português, podemos chamar de Otimização para a Busca Orgânica.

Esse conjunto de técnicas incluem a criação de páginas responsivas, uso de links internos e externos, adequação dos endereços eletrônicos, otimização das imagens, cuidado com o tempo de carregamento das páginas, entre outras ações.

Referências

Assim como a busca orgânica leva um número considerável de tráfego aos sites, as referências também conseguem esse efeito.

A ideia é que diferentes sites e páginas direcionem pessoas para os seus canais de marketing digital, como o site, redes sociais ou outros. Esse direcionamento pode ser feito a partir de parcerias e acordos.

Os influenciadores digitais fazem essa ação muito bem. Eles são pessoas reconhecidas por um grande público e conseguem atingir uma alta taxa de engajamento. Assim, podem alavancar o conhecimento de uma marca ou mesmo as vendas, de forma direta, bem rapidamente.

Mídia paga

Outra solução encontrada para buscar melhores resultados é investir em mídia paga. Quando se faz uma pesquisa no Google os primeiros resultados mostrados pertencem à mídia paga e são acompanhados com a tag de anúncio. Depois deles estão as respostas da busca orgânica.

Então, você pode utilizar a mídia paga nos buscadores. Além deles, as redes sociais também permitem esse investimento. Com valores sendo aplicados você destaca anúncios e consegue atingir um grande número de público.

A conversão nesse tipo de mídia deve ser sempre controlada, uma vez que se trata de um investimento direto e, se não for bem realizado, pode acabar sendo um desperdício de verba e também de oportunidade, já que, se bem trabalhado, pode gerar ótimas vendas.

Saiba utilizar diferentes canais de marketing digital na sua estratégia

No tópico anterior você conheceu os principais canais de marketing digital. Eles podem levar qualquer empresa ao topo das vendas, mas para isso é necessário saber utilizar bem cada um deles, e é sobre isso que falaremos agora.

A primeira coisa que você deve saber é que não precisa escolher apenas um canal para explorar. Você e sua equipe podem utilizar aqueles que se mostram interessantes, todos ou só alguns deles.

O que determina as estratégias que você deve traçar são as características do seu público-alvo e o seu objetivo.

Por exemplo, se ao fazer um estudo com seu público, você identifica que ele utiliza bastante as redes sociais, mais especificamente o Instagram, por exemplo, é fato que explorar esse canal é uma boa oportunidade. No entanto, se na mesma pesquisa você viu que o Twitter praticamente não é utilizado, que não faz parte do perfil dos seus consumidores, não faz sentido gastar seu tempo e recursos com essa mídia.

Além dos canais, verifique as características gerais do público, tais como o tipo de linguagem, os assuntos mais buscados e comentados.

5 dicas para obter resultados em diferentes canais de marketing digital

Agora, conheça as melhores dicas para você obter resultados em diferentes canais de marketing digital:

1. Faça uma boa segmentação do público nas mídias pagas

Independente das estratégias, seu investimento financeiro e de tempo são muito importantes e, por isso, devem ser feitos com cuidado. Seja nas redes sociais, na rede de pesquisa, display ou qualquer outro formato, seus anúncios devem ser direcionados para o público certo.

Para isso, criar uma boa segmentação é fundamental. A segmentação do público-alvo deve ser feita com as características do seu cliente ideal. Se a empresa já tiver personas definidas, melhor ainda. Se não tiver, é bom fazer!

Criar um anúncio e selecionar o público geral, sem qualquer definição, faz com que você invista em pessoas que não têm interesse ou condições de virarem seus clientes, o que é um grande desperdício.

Imagine uma loja física que cria um anúncio e faz a divulgação para todo o Brasil. No entanto, a loja fica em São Paulo. Pessoas de outros estados e cidades não visitarão o estabelecimento, então não faz muito sentido impulsionar esses anúncios para elas.

2. Monitore todos os resultados e métricas

Para conseguir alcançar bons resultados é importante que você defina indicadores de desempenho para manter um acompanhamento constante, na busca de otimização. Os KPIs — Key Performance Indicators — representam esses indicadores. Por exemplo, se você deseja levar mais pessoas até o seu site, o tráfego deve ser mensurado constantemente. Nesse caso, ele é o seu KPI.

Nos canais de marketing digital existem diversos KPIs que você pode trabalhar, como o alcance de uma publicação nas redes sociais, as interações que as campanhas recebem, a taxa de conversão de uma mídia paga, a taxa de abertura do e-mail marketing, entre outros.

Para definir os indicadores de desempenho mais indicados para o controle, o primeiro passo é identificar o seu objetivo. Seu KPI só terá uma boa relevância se ele ajudar a explicar como o seu objetivo está sendo ou não alcançado. Isso evita que você monitore outros dados que não ajudam a alcançar as metas, evitando gastar tempo e recursos com o que não é interessante naquele momento.

3. Avalie a performance de cada um dos canais de marketing digital

Qual dos seus canais de marketing digital está apresentando a melhor performance? Qual deles não está sendo tão bem aproveitado? Essas questões são importantes para você definir as prioridades dentro da sua estratégia. É claro que o melhor seria se todos os canais estivessem desempenhando o melhor possível, mas isso pode não ocorrer por vários motivos, como foco e também preferência do público.

Então, mesmo que você esteja trabalhando com uma variação grande de canais, é interessante que mantenha uma avaliação individualizada, entendendo o desempenho de cada um separado.

Com esse conhecimento você pode analisar os melhores destinos para os seus investimentos financeiros e a finalidade esperada de cada canal.

4. Nunca se esqueça de um canal utilizado

Você seguiu as dicas anteriores, monitora os resultados, avalia os canais de marketing digital individualmente, com os indicadores de desempenho definidos, mas até por isso tudo, não pode se esquecer de qualquer um dos canais!

É comum ver empresas que, na busca por melhores resultados, abrem diversos perfis nas redes sociais, por exemplo. Criam páginas no Facebook, LinkedIn, Instagram, Twitter, YouTube e diversas outras, mas no momento de gerenciar, falham na grande maioria, quando não é em todas, deixando-as desatualizadas.

Para evitar isso, certifique-se de estar investindo nos canais que realmente são relevantes para o seu público, senão não vale a pena o esforço. Uma vez que escolheu o canal, dedique-se a ele.

5. Busque a integração dos canais

É muito importante que você busque a integração entre os canais de marketing digital. Isso impulsiona os seus resultados e gera uma melhor experiência para o seu público-alvo.

Muitas empresas estão fazendo esse trabalho de integração com muito sucesso. Você assiste uma propaganda na televisão que indica as redes sociais da empresa. Nas redes sociais, o usuário acaba conhecendo o site. Ele se interesse pelo conteúdo e cadastra o e-mail. Então, começa a receber materiais exclusivos dentro da estratégia de Inbound Marketing e fecha a compra.

Ou seja, você utilizou diversos pontos de interação para gerar uma experiência completa e agradável, direcionando o potencial cliente até a finalização da compra.

Esse trabalho também é conhecido com o conceito de omnichannel, que consiste exatamente em criar vários canais de comunicação e utilizá-los de forma integrada, fazendo com que o cliente possa transitar entre diferentes meios sem sentir qualquer variação na qualidade.

Entenda a importância de um sistema integrado para os canais de marketing digital

Ao longo deste conteúdo você pode conhecer diversos canais de marketing digital, a importância que cada um tem para uma estratégia maior, os resultados que eles podem gerar para as empresas e ainda dicas de utilização. Porém, você pode estar imaginando que gerir todos esses canais é trabalhoso. Para ser bem sincero, pode ser sim!

Como já falamos no tópico anterior, não adianta simplesmente abrir canais de comunicação e não manter uma atualização constante. Isso pode ser até prejudicial. Imagina um cliente seu, enviando uma mensagem nas redes sociais, externando uma reclamação de um de seus produtos, e você simplesmente não responde porque não visualizou. Isso, além de irritar e frustrar esse cliente, pode afastar diversos outros potenciais, que verão que a sua empresa não se preocupa tanto com o público.

Para que esse tipo de problema não aconteça, o mais indicado é contar com um sistema integrado para os canais de marketing digital. Com uma solução desse tipo, pequenas, médias e grandes empresas podem explorar todos os efeitos e resultados do marketing, sem que isso demande uma grande equipe ou conhecimento profundo.

Veja, a seguir, alguns tópicos que um sistema de marketing integrado é capaz de lhe ajudar:

Presença na internet

Da mesma forma com que a localização de uma loja física é essencial para o seu sucesso, a presença online é determinante! Para isso, é preciso ter um site que demonstre confiança e qualidade, oferecendo uma boa qualidade de navegação ao público.

Um dos pilares para isso é ser responsivo. Ou seja, o site deve se adequar à tela de qualquer dispositivo usado, seja um computador desktop ou um celular.

Outro ponto é a otimização do site para a busca orgânica, com as técnicas de SEO, ou Search Engine Optimization. Direcionamento de links, conteúdo relevante no site, uso das palavras-chave de forma estratégica, criação de URL amigável e outras técnicas podem colocar as suas páginas no topo da busca orgânica.

Gestão de clientes e contatos

Com o sistema integrado você pode gerir melhor os seus leads gerados em qualquer um dos canais de marketing digital. Eles nunca ficaram esquecidos ou sem contato. Você pode segmentá-los da forma que achar melhor, de maneira estratégica. Ainda pode criar anotações e agendas follow-ups para entender melhor as demandas e necessidades.

A automação de marketing também é um ponto possível e trabalhado no sistema de integração. Atualmente, estamos vendo um grande movimento das empresas na busca de ferramentas inteligentes que ajudam na gestão dos contatos, e esse é o nosso caso!

Graças aos avanços da tecnologia, as ferramentas estão cada vez mais inteligentes e interativas, gerando bons resultados. Esses conceitos são trabalhados com o machine learning e inteligência artificial.

Você não precisa mais enviar um e-mail individual para cada um de seus contatos. Imagine a sua empresa com 5.000 leads, tendo que criar e enviar um e-mail para cada, respondendo as solicitações! Isso geraria uma demanda enorme de colaboradores, um alto custo! Com o sistema você pode fazer tudo isso de forma automatizada e simples!

É possível criar os e-mails e deixá-los prontos para serem enviados aos seus potenciais clientes, no momento certo! Além disso, pode criar alertas para que o seu time de vendas consiga agir no momento mais adequado para a conversão.

Por fim, o nosso sistema de marketing integrado gera um relatório bem completo de como estão desempenhando os seus canais de marketing digital. Você saberá como cada um deles está gerando leads, convertendo em vendas, consumindo mais recursos e apresentando um melhor rendimento. Assim pode tomar decisões estratégicas e baseadas em resultados, não mais em achismos e crenças.

Criação de anúncios online

A criação de links patrocinados nos buscadores também aumenta o tráfego no site e pode levar a um bom número de conversões, com uma boa relação de retorno sobre investimento.

O ReachEdge, nossa solução em sistema de marketing integrado, consegue fazer com que seus anúncios apareçam no topo de sites de referência, como Google, no Google Adwords, Bing e Yahoo!.

Lembrando que temos o selo de Parceiro Premium com o Google, o que faz com que nós tenhamos acesso antecipado às principais novidades lançadas, podendo sair na frente da concorrência, disponibilizando esses recursos para os nossos clientes.

Os anúncios no Facebook também são muito interessantes, com uma ótima relação entre custo e benefício. Com a nossa solução os anúncios serão direcionados para uma audiência mais qualificada, com maior probabilidade de conversão. Tudo isso será feito dentro do seu orçamento e metas, sem que isso prejudique o seu orçamento e fuja do controle.

Outra interessante solução apresentada é a campanha de retargeting, trazendo potenciais clientes que ainda não converteram para o seu ambiente online. Afinal, não é todo visitante que está preparado para comprar na primeira visita. Ele pode visualizar seu site, avaliar os produtos e simplesmente sair. Então, a campanha de retargeting foca nesses potenciais clientes que já demonstraram o interesse na compra.

Você já ouviu falar em anúncios na rede de display? Essa solução é outro canal de marketing digital. São colocados banners de seus produtos ou serviços em sites relacionados, que carregam uma audiência que pode ter o interesse no seu negócio. Isso aumenta bastante o tráfego no site, mas como é uma mídia paga, precisa ter atenção para não gastar dinheiro à toa.

O sistema integrado promete direcionar melhor os seus recursos na rede de display, avaliando os melhores destinos e como esses anúncios devem estar dispostos. Assim, mais resultados são gerados com o investimento que você tem disponível.

Por fim, uma das ferramentas mais interessantes dentro do nosso leque de opções é o e-mail remarketing. O sistema consegue identificar os visitantes do seu site que não se cadastraram em um formulário, como a newsletter ou uma landing page. Então, são criados e-mails personalizados para essas pessoas, fazendo com que elas retornem para o site. Essa aplicação consegue retornar até 25% dos internautas que passam pelo seu site.

Portanto, como vimos ao longo do nosso conteúdo completo, existem diversos canais de marketing digital disponíveis para as empresas. Com esses meios, os ganhos são bem interessantes, aumentando o conhecimento da marca, atraindo novos clientes, destacando a marca no mercado e gerando mais vendas.

Porém, tão importante quanto criar esses canais é fazer uma boa gestão, aproveitando o que cada oportunidade tem de melhor a oferecer. Para isso, contar com um sistema integrado de marketing é essencial.

A solução que oferecemos, o ReachEdge, é capaz de atender todas as demandas, mantendo a sua empresa no topo das escolhas e trabalhando melhor os seus leads e clientes.

E então, gostou do nosso conteúdo sobre como obter melhores resultados com os canais de marketing digital? Agora, não deixe de assinar nossa newsletter para receber mais materiais como este e continuar aprendendo e aplicando cada vez mais!

Marketing nas redes sociais: conheça 7 tendências para o futuro

O mercado muda muito rápido — cada vez mais rápido, na verdade —, mas gestores que prestam atenção nas tendências podem deixar a empresa um passo à frente dos concorrentes.

Justamente por isso, é importante estar preparado para essas mudanças e inovações do marketing nas redes sociais. Afinal, as mídias digitais marcam uma nova forma de acesso à informação e compartilhamento de conteúdo, abrindo um leque de possibilidades àqueles que estão de olho no futuro.

Então, quer saber quais são as tendências do marketing mais promissoras? Basta continuar esta leitura para conferir!

1. Novos formatos de vídeos

O vídeo digital é uma das formas de conteúdo que mais cresceu nos últimos anos. Acompanhando a queda da audiência em diversas emissoras de TV pelo mundo, ele vem sendo apontado como um possível substituto.

Pelos recursos audiovisuais, é possível explorar o marketing das mais diversas maneiras. Redes sociais como o Instagram, por exemplo, permitem que muita coisa seja feita no modelo “Stories” — isto é, por meio de publicações com pequenos vídeos, que desaparecem depois de vinte e quatro horas.

Outra tendência que tem crescido bastante é a de cursos on-line e webinars, capazes de redirecionar o cliente para landing pages e coletar informações valiosas para a criação de um fluxo de nutrição por e-mail.

2. Foco na geração Z

Você, provavelmente, já ouviu o termo “geração Z” em reportagens e documentários. Trata-se de uma expressão usada para se referir a pessoas que nasceram depois dos 90 e antes de 2010. Mas qual é a relação da sua empresa com isso?

É simples: essa geração viveu o contato mais intenso com a internet, tendo um o acesso veloz à informação. Ou seja, boa parte das referências culturais dessas pessoas vêm da tecnologia.

Por isso, se esse é o seu público, o ideal é adequar a comunicação, vocabulário e tom de voz da marca a ele, adaptando o discurso às suas principais características — como preferência por conteúdos mais objetivos e linguagem mais livre, além da predisposição para interagir e expor opiniões.

3. Uso dos chatbots

Se há algo que está intimamente ligada às tendências do marketing atualmente é a transformação digital. Mas o que esse termo significa?

Em linhas gerais, trata-se do conjunto de mudanças tecnológicas que o nosso século proporcionou, trazendo duas expressões muito importantes para a sua empresa: “machine learning” e “inteligência artificial”.

A inteligência artificial diz respeito à projeção de comportamentos humanos em máquinas. Já o machine learning é a aplicação de inteligência artificial voltada para o aprendizado.

Essa é a tecnologia que sustenta os chatbots — robôs virtuais baseados em algoritmos que têm diversas aplicações, como atendimento, automação, resposta de dúvidas dos clientes etc., mostrando-se uma grande tendência para o marketing.

4. Avanço ainda maior do mobile

Hoje, a importância dos smartphones é, praticamente, uma unanimidade no mercado. Cada vez mais pessoas fazem uso desse tipo de dispositivo para usar as redes sociais, checar e-mails ou fazer uma busca no Google, por exemplo. Por isso, investir em uma estratégia que não tenha suporte mobile é praticamente suicídio.

É importante pensar em como os dispositivos vão corresponder a você em termos de branding e design. Assim, é hora de mais um termo: “responsividade”. Isso diz respeito, grosso modo, a como o design da sua marca vai se adaptar a diferentes dimensões de telas. Nesse caso, toda a estrutura de sites e blogs deve ser pensada com atenção.

5. Uso das ferramentas de escuta social

Uma das utilidades mais importantes para as mídias digitais atualmente está na coleta de feedbacks e opiniões, o que serve bem como um termômetro para a sua marca. Afinal, as redes sociais não são apenas um meio para a sua mensagem chegar aos consumidores, mas também para a mensagem dos consumidores chegar até você.

Para isso serve a escuta digital. Sua ideia é mapear pessoas que influenciam opiniões sobre a marca. Geralmente, essa busca é feita por meio de segmentações e filtros (hashtags, grupos, marcações, páginas, perfis, número de caracteres etc).

Esse processo pode se tornar ainda mais sucinto por meio de um portal de opiniões. Assim, o seu público classifica os seus produtos trazendo transparência para a imagem da empresa e expondo exemplos de sucesso.

6. Uso de computação na nuvem

Lembra-se de quando falamos sobre a transformação digital? Pois outra novidade trazida por essa mudança é a computação em nuvem, uma forma de armazenar um alto volume de dados limitando-se apenas pela qualidade da conexão na web.

Uma vantagem desse tipo de tecnologia está no CRM pela nuvem, que permite que as informações dos times de marketing e vendas estejam todas integradas no mesmo lugar. Assim fica mais fácil acompanhar as conversões e encontrar pontos de melhoria.

Além disso, a nuvem dá suporte ainda a outras tecnologias, como análise e mineração de dados, abrindo um leque de possibilidades para prever e acompanhar o comportamento do consumidor.

7. Conteúdo produzido pelo cliente

Que o marketing de conteúdo é uma realidade, todos já sabemos. Cada vez mais, no entanto, empresas conseguem resultados não só com materiais criados por profissionais da empresa, como também pelo próprio cliente.

Se o conteúdo da empresa é voltado a gerar autoridade, o conteúdo do cliente é voltado a gerar engajamento. Desse modo, o público se torna mais envolvido com a marca, divulgando o produto e contribuindo para aumentar o número de clientes.

Uma das formas mais comuns de fazer isso é criar um perfil usando como conteúdo a experiência dos clientes com o produto, mostrando dicas e ideias sobre possíveis usos, enriquecendo a forma como ele é aproveitado.

Enfim, acompanhar as tendências do marketing nas redes sociais, como você pode ver, abre um grande leque de possibilidades para a criação e otimização de campanhas na sua empresa. Ou seja, a sua equipe passa a estar sempre se atualizando e se diferenciando dos concorrentes!

Lembre-se de que as tendências não param por aqui. É fundamental nunca deixar de se manter informado sobre o assunto, acompanhando sempre as futuras mudanças e mantendo-se preparado para aproveitar o que está por vir.

Agora, se gostou deste post sobre o marketing nas redes sociais e quer se manter atualizado sobre o que pode manter a sua empresa com um pé no futuro, aproveite para assinar a nossa newsletter!

Como escolher a melhor ferramenta de automação de marketing?

O marketing digital trouxe muitas possibilidades que potencializaram o relacionamento entre a marca e o cliente. Tanto que, hoje, as empresas tendem a se posicionar mais como uma pessoa, com preferências e outras características humanizadas. Para manter essa proximidade e, ao mesmo tempo, permitir o crescimento de forma escalável, é essencial contar com a automação de marketing.

Automação é a ação de automatizar o máximo de processos possíveis e o segredo da técnica está em não robotizar. Para isso, é preciso entender todas as ações que envolvem o marketing da sua empresa. Descubra quais são repetitivas, com possibilidade de automatizar e quais precisam de um contato pessoal, como o fechamento de vendas, por exemplo.

Personalização de e-mail marketing, testes A/B, publicações no blog e redes sociais, quando você usa a automação adequadamente, como sincronizar tudo? Entenda neste artigo como identificar qual é a melhor solução para as necessidades da sua empresa. Boa leitura!

Usabilidade da ferramenta de automação de marketing

Como você já deve ter percebido, o processo de automatização garante os resultados esperados com o marketing digital. Por isso, ao escolher uma ferramenta, é comum que a empresa procure aquela que se diz mais completa. Entretanto, de que adianta pagar por recursos que você simplesmente não vai usar?

Outro ponto importante nesse sentido é a facilidade em operar a ferramenta. Ela precisa ser prática e intuitiva para que o foco esteja no planejamento e ações. Vale observar também se a empresa oferece treinamentos. Além de ajudar a sua equipe a entender como usar, estimula a implementação e deixa a plataforma familiar para todos.

Funcionalidades disponíveis

Mesmo que não exista o software mais completo, é possível encontrar o mais próximo das necessidades do seu negócio. Por exemplo: se você pretende melhorar o tempo de resposta, seria interessante uma ferramenta que sinaliza as chamadas e facilita a interação. Outra necessidade pode ser melhorar a performance do e-mail marketing, então, o programa precisa atender às duas situações.

Liste todas as tarefas que sua empresa pretende automatizar. Para facilitar, pergunte para a sua equipe o que eles consideram fundamental para otimizar o trabalho. Deixe que eles se manifestem livremente, para que possam sugerir algo que não exista. Assim, você terá clareza e insights de quais funções seu software de automação de marketing precisa atender.

Possibilidade de personalização

Para um dashboard de marketing, processos de comunicação ou gerenciamento dos leads, é essencial ter as informações sempre na mão, concorda? Então, é preciso contar com um software que ajude você a ter uma visão geral do desempenho das suas campanhas. Se possível, que você possa customizá-lo para atender às demandas do seu negócio.

Confira também a possibilidade de personalização das comunicações com o cliente. Afinal, um dos segredos do inbound marketing está justamente em entregar informações relevantes de forma segmentada. Quer recurso para agregar mais valor a essa estratégia que tratar os leads pelo nome, por exemplo?

Integração com outras ferramentas

Estratégias nas redes sociais, anúncios pagos, eventos e outras ações em ambientes físicos. Para fazer parte do universo digital, você deve estar presente em diversas plataformas e sua ferramenta de automação de marketing precisa estar integrada. A função de CRM (gerenciamento de clientes) usada na integração das vendas com o marketing, por exemplo, precisa da atualização dos contatos com cada prospect.

Enquanto isso, para entender a performance de qualquer mídia ou campanha, a ferramenta deve ser capaz de rastrear e apresentar dados referentes às fontes de tráfego, além do comportamento do consumidor, que chega de cada meio de comunicação diferente.

Monitoramento das ações digitais

Aproveitando a ligação com as métricas dos resultados das campanhas, vamos falar sobre outro tópico fundamental para a escolha do software de automação: a mensuração dos resultados. No marketing digital, é possível medir praticamente tudo e isso pode ser negativo se você não conseguir fontes confiáveis e as métricas corretas.

Ao definir os KPIs (indicadores-chave de performance) para sua campanha, é preciso ter acesso a esses dados sempre atualizados. Esses relatórios, além de transmitir segurança nas tomadas de decisão, garantem o alcance das metas. Imagine que você executa uma campanha no Google Adwords: descobrir o caminho que esse público faz pode deixar seu funil de vendas mais enxuto.

Atendimento e suporte

Você encontra uma ferramenta com interface intuitiva, que atende suas necessidades e é customizável. Antes de bater o martelo, é importante conhecer o atendimento da empresa. Imagine que o software é altamente eficiente e seu time escala o negócio, aumentando a demanda e a produtividade. De repente, se você não consegue integrar uma API ou perde suas listas, o que fazer?

Entrar em contato com o time de suporte, é claro. Então, pesquise se os atendentes são capacitados para solucionar possíveis falhas e qual o tempo médio de resposta. Um jeito de entender um pouco como funciona é esclarecendo todas as dúvidas antes de fechar o contrato. Assim, você conhece o perfil de atendimento e um pouco da cultura da empresa.

Relação custo-benefício

Praticamente todas as ferramentas de automação de marketing têm a forma de pagamento recorrente. Isso apresenta duas perspectivas: uma é que, caso você descubra que aquela que você escolheu não era da forma como esperava, trocar de plataforma não será tão prejudicial. A outra é que, a longo prazo, a economia em uma escolha acertada é muito grande.

Algumas empresas costumam ter pacotes prontos com os preços disponíveis e isso facilita a pesquisa, mas não tenha receio em solicitar orçamentos. Conversando com um consultor, é possível que você descubra um caminho mais adequado e como ter o melhor retorno para o investimento em um software de automação.

Viu como escolher uma ferramenta de automação de marketing tem requisitos importantes a serem avaliados antes de fechar o contrato? Analise a interface, funções e customização da ferramenta. Esteja atento às possibilidades de integração para o plano contratado e como serão fornecidos os dados para análise e monitoramento. Garanta que você receberá um suporte qualificado e solicite um orçamento.

Caso você ainda tenha alguma dúvida sobre qual o melhor formato que um software de automação precisa para as demandas do seu negócio, entre em contato conosco que teremos muito prazer em ajudá-lo a descobrir!

Links patrocinados: entenda os riscos de uma campanha mal configurada

Por mais que o marketing seja um assunto acessível para várias pessoas, ainda é comum encontrar vários erros em links patrocinados, ressaltando a importância de configurar bem a sua campanha.

Além de ampliar a visibilidade da sua marca, os links patrocinados são importantes para garantir um bom impulso inicial de maneira estratégica, segmentando o alcance do seu negócio e influenciando nos resultados.

Quer saber como melhorar a performance dos links da sua empresa? Então continue a leitura com a gente!

1. Demora no tempo de retorno

Diferente da estratégia apenas baseada em SEO, os links patrocinados são uma maneira de impulsionar uma página em um período menor de tempo. Ou seja, o site fica em um espaço de anúncios reservado nas primeiras páginas do Google.

O ideal é que campanhas assim sejam dimensionadas de curto a médio prazo, isto é, tendo em mente páginas iniciais ou que ainda estão se estabelecendo na web. Assim, essa estratégia complementa o marketing de conteúdo de maneira que o ROI apareça mais rápido.

Uma estratégia disfuncional, nesse caso, pode fazer com que os esforços demorem mais para gerar frutos. Dessa maneira, uma das principais vantagens dos links patrocinados acaba não se concretizando.

2. Redução da captura de leads

Quando uma página é produzida e hospedada na web, a ideia é que seu público entre em contato com materiais da sua empresa, como um blog post ou uma página de produtos, por exemplo.

Nesse momento, os seus visitantes entram no funil de vendas, podendo consumir conteúdos do topo, meio e fundo. Desse modo, a complexidade e a densidade dos materiais acompanham a conversão em cada etapa.

Assim que o visitante insere informações em uma página de captura, passa a ser considerado um inscrito. O lead é um inscrito que demonstra interesse no seu produto.

Uma campanha mal configurada pode interferir em todo esse processo, já que para a estratégia funcionar é preciso que os materiais da empresa tenham um bom volume de acessos: o aumento do número de leads está relacionado ao aumento do número de visitantes.

3. Falta de conversões

Não é só a conversão de leads que pode ser afetada com uma campanha mal configurada: as conversões nas outras etapas do funil também podem. Afinal, todo o processo começa pelo topo.

Sabe quando você busca um produto no Google e todo o caminho até a decisão de compra é natural e intuitivo? Isso é o que queremos provocar aqui. Além de garantir que os links certos sejam exibidos para o seu nicho, procure reduzir ao máximo os gaps entre cada uma das etapas.

Nessa parte, o CRO pode ser importante. Trata-se de uma sigla para otimização de taxa de conversão, e diz respeito a como manipular e dispor elementos na sua página de maneira a ampliar o número de leads e de clientes.

4. Aumento nos gastos

Lembra de quando falamos que uma campanha mal configurada faz com que o retorno seja mais demorado? Uma consequência desse tempo maior é o gasto. Se o rendimento é mais lento, o investimento tende a aumentar.

O ideal é definir a campanha planejando o orçamento e o custo por clique de cada link, direcionando como as páginas da sua empresa colocarão à disposição os materiais para sanar as dúvidas da persona e ainda se relacionarão com a venda do seu produto.

O ROI é calculado pelo quociente da subtração entre receita e custo pelo custo. O que isso significa? Em resumo, que o investimento deve ser muito bem pensado e planejado por meio de uma estratégia feita por profissionais competentes. Ou seja, a campanha deve ser dimensionada do jeito certo para que o ROI não fique abaixo do real potencial.

5. Enfraquecimento da imagem da empresa

As pesquisas no Google e a presença nas redes sociais estão entre os fatores mais importantes para manter viva a imagem de uma empresa na web. Ou seja, o esforço feito para inserir a marca na rotina dos clientes contribui para que eles comprem os produtos.

O que isso tem a ver com os links patrocinados? Simples. Como falamos no início do texto, essa estratégia contribui para manter a visibilidade do negócio na rede e determina a forma com que a cultura empresarial será percebida.

Parece complicado, não é? Mas na verdade é uma coisa bem simples. Se elementos como o tom de voz e a linguagem dos seus conteúdos determinam como a marca se expressa, a campanha de links patrocinados determina para quem. Por isso, ter cuidado na elaboração é essencial

6. Exibição dos links para o público errado

O Google dispõe de uma tecnologia avançada de machine learning usada para personalizar os links de acordo com as buscas de palavras-chave. Mas de nada adianta se a persona e o público-alvo não estiverem bem definidos.

A persona é um personagem que resume as características mais específicas do seu cliente ideal, com base em hábitos, gostos pessoais, idade, trabalho, etc. Já o público-alvo é determinado com base em aspectos mais gerais, como faixa etária e faixa de renda.

Além disso, os links não só dispõem uma boa exibição das páginas, como fazem com que a estratégia seja mais mensurável, exibindo novos dados que ajudam a complementar as informações sobre sua persona.

Lembre-se de que o direcionamento à persona é essencial para a elaboração dos conteúdos. Um material que não corresponda a linguagem, vocabulário e tom de voz do seu público pode reduzir o tempo médio no site e prejudicar sua campanha. Afinal, de nada adianta ter pessoas visitando sua página se nenhuma permanece nela.

Os links patrocinados, como você pôde ver, têm relação direta com o número de acessos aos materiais da sua empresa, aumentando a presença na web e gerando autoridade. Se a campanha for feita em conjunto com uma estratégia de SEO, o crescimento tende a se sustentar a longo prazo.

Como qualquer investimento, é preciso tomar cuidado para que o planejamento e a execução da estratégia sejam bem-feitos. Por isso, certifique-se de que profissionais capacitados e experientes cuidarão da estratégia.

Ficou com alguma dúvida sobre os riscos e particularidades de uma campanha de links patrocinados? Deixe a sua questão nos comentários!

O que são cookies e como eles podem te ajudar?

Enquanto o usuário navega pela web, diversos sites usam cookies para salvar suas preferências, horário em que fez a visita, tipos de interação que teve dentro das páginas, entre outras informações. Mas você sabe o que são cookies e como eles podem ser úteis para a sua empresa?

Neste post, veremos em que consiste esse recurso, além de entendermos por que ele é tão importante para as estratégias de marketing digital e em quais situações é mais utilizado. Acompanhe!

O que são cookies?

Os cookies de navegação — ou cookies HTTP — são arquivos que os navegadores de internet (browsers) salvam no dispositivo do usuário. Originalmente, a função desse recurso era aprimorar a experiência dos visitantes, mantendo um registro de informações relacionadas aos últimos acessos àquele site, como:

  • Seleção do idioma do site, para páginas que disponibilizam mais de uma opção de língua;
  • Seleção do Estado do cliente, no caso de empresas que atendem em todo o Brasil;
  • Produtos adicionados ao carrinho, mas que não fecharam o pedido em uma loja virtual.

Vale lembrar que existem dois tipos principais de cookies: os de sessão e os persistentes.

Os cookies de sessão são temporários e excluídos assim que se fecha o navegador. Ou seja, se o usuário tiver selecionado certas definições em um site, ao reiniciar o navegador ele terá que escolhê-las novamente.

Já os cookies persistentes são programados para se manterem no aparelho do usuário durante um período determinado, mesmo que ele feche o navegador. É possível excluir esses arquivos por meio das opções de limpeza de dados de navegação do browser ou manualmente — dependendo do diretório onde eles ficam armazenados e do sistema operacional.

Com a evolução da web, os cookies adquiriram outras funções. Eles passaram a ser capazes de rastrear algumas ações online dos usuários, permitindo que ferramentas de marketing digital saibam de visitas que fizeram a determinada página, comportamentos que tiveram dentro de determinados sites, anúncios que visualizaram e muito mais.

Vejamos, então, como esses arquivos atuam como aliados de certas estratégias nesse sentido.

Por que eles são importantes para o remarketing?

A ideia do remarketing é impactar usuários que já tenham demonstrado algum tipo de interesse na sua empresa ou nos seus produtos e serviços. Mas como isso funciona?

Suponha que você já tenha configurado a função de remarketing em uma campanha de anúncios pagos do Google AdWords. Então, uma pessoa entra no seu site e navega por algumas seções. Durante esse processo, um cookie é criado no dispositivo dele, indicando que ele visitou uma ou mais das suas páginas.

Com base nessa espécie de “marcação”, o AdWords poderá mostrar anúncios da sua marca para esse usuário em outros sites ou blogs com anúncios do Google que ele venha a visitar. Como ele já teve contato com a sua companhia antes, as chances de interagir com a propaganda são maiores que a de alguém que nem sequer conhece a empresa.

Mas não é só o AdWords que conta com a função de remarketing. Outra plataforma que explora bastante esse recurso é o Facebook Ads, por meio de uma ferramenta que ele chama de pixel do Facebook. O princípio de remarketing é quase o mesmo, com a diferença que a publicidade aparecerá para o prospect enquanto ele estiver utilizando o Facebook.

Esse pixel nada mais é que um código que você insere no site e que é responsável por marcar as pessoas que o visitam com um cookie. Dentro das configurações do Facebook Ads, você consegue definir quais dos seus anúncios devem aparecer para esses usuários, de acordo com as páginas que visitaram no seu site.

Agora que entendemos como os cookies são pertinentes para ações de remarketing, vamos ver como eles podem ser úteis em outra importante ferramenta de marketing digital: o Google Analytics (GA).

Como funcionam com o Google Analytics?

Muitas das informações que você visualiza nos relatórios do GA são provenientes do uso de cookies. A ferramenta vai gerar alguns desses arquivos nos dispositivos de usuários que interagem com o seu site, programados com características distintas, cada um com a sua finalidade.

Uma das principais funções dos cookies para o GA é definir a sessão do usuário — um conceito essencial para entender diversas das métricas do sistema. A sessão nada mais é que um conjunto de ações que o visitante realiza no seu site dentro de um período.

Para se ter uma ideia, se uma pessoa entra em uma de suas páginas pela manhã e, depois, decide visitá-la novamente à noite naquele mesmo dia, o Analytics contabilizará duas sessões. Isso porque um dos cookies que o GA gera no computador do usuário tem um vencimento — depois que o visitante fica pelo menos 30 minutos sem interagir com o site, o cookie expira.

Mas não é só isso. Os cookies do Google Analytics também têm outros objetivos, entre os quais podemos citar:

  • Distinguir se é a primeira vez que o usuário acessa suas páginas ou se ele já as visitou antes;
  • Guardar o horário de visitas anteriores;
  • Registrar informações relativas à origem do tráfego;
  • Definir o momento de início e de fim de uma sessão, para determinar a sua duração;
  • Distinguir os usuários.

É importante destacar que, quando falamos em “distinguir os usuários”, não significa que o GA mostrará dados sensíveis que permitem identificar os visitantes individualmente. O que ele faz é marcar esse usuário com um cookie que contém um número de identificação e agrupar os seus comportamentos como originários da mesma pessoa — e não de visitantes diferentes.

Podemos perceber, portanto, que os cookies são recursos extremamente relevantes para quem lida com marketing digital. Apesar de funcionarem em segundo plano e, possivelmente, passarem despercebidos até mesmo por alguns profissionais, são o que sustenta as táticas de remarketing e diversas das funcionalidades que vemos nas ferramentas de web analytics.

Gostou do nosso artigo? Então, agora que você já tem um bom entendimento sobre o que são cookies de navegação, que tal aprimorar seus conhecimentos em outros conceitos que vimos ao longo do post? Confira absolutamente tudo o que você queria saber sobre remarketing!

5 Dicas para Gerenciar Listas Locais

Recentemente o Google lançou uma atualização com o objetivo de melhorar a experiência dos usuários quando buscam negócios em locais específicos. Outros mecanismos de busca seguem o mesmo caminho. Quando mais focado em uma região específica mais você deve se preocupar em gerenciar suas listas para aumentar suas chances de ser encontrado.

Aqui vão cinco dicas para tornar o gerenciamento de listagens locais mais otimizadas.

1- Coloque o Seu Negócio Nos “Mais Quentes”

Existem mais de 150 serviços de listagem de empresas relevantes em toda a web, e novos surgem o tempo todo. Se você está gerenciando suas listas, esse número pode parece impossível. Mas a boa notícia é que você pode concentrar seus esforços em um montante de sites e ainda assim ter um grande impacto, desde que escolha os mais adequados. Primeiro, você vai querer gerenciar e atualizar suas listagens nos “mais quentes”. Comece com o Google My Business, Bing, Apple Maps e Yelp. Em seguida, você pode querer escolher algumas listagens específicas do setor. Uma maneira de restringir as listagens que podem ser mais importantes para você é realizar pesquisas pelo nome da sua empresa e palavras-chave para seus principais serviços para ver quais listagens aparecem nos resultados da pesquisa. Isso realiza duas coisas – primeiro, ajuda a entender onde você já pode estar listado online. E, segundo, mostra a você quais sites de diretório estão classificados organicamente na sua área para os serviços que você fornece.

2- Permaneça Consistente

Listas mal administradas podem lhe custar a perda de leads em potencial. Para evitar isso, uma das maneiras mais simples de garantir a qualidade é manter a consistência nas suas listagens. Certifique-se de que o nome da sua empresa esteja escrito e seja o mesmo em todas as listas. Se estiver listado no Google como “Empresa X”, não o liste no Yelp como “Empresa X LTDA”. Certifique-se de incluir as mesmas informações em todas as listagens quando disponíveis, incluindo as mesmas informações do site, o mesmo número de telefone e o mesmo endereço. Realce os mesmos recursos no texto da descrição. Certifique-se de utilizar as mesmas imagens e a mesma marca, quando aplicado.  Isso ajudará a garantir que os clientes em potencial tenham mais facilidade em encontrá-lo on-line.

3- Verifique Seu Mapa de Listagem

Cinquenta por cento das pesquisas locais levam a visitas na loja em um dia, de acordo com um estudo recente. Antes de visitar uma empresa pela primeira vez, é muito comum que os clientes em potencial pesquisem sua empresa nos aplicativos de mapa em seus dispositivos móveis. Isso ajuda você ser encontrado com base em sua localização atual. Portanto, certificar-se de que sua listagem de mapa tenha as informações corretas é fundamental para garantir que os motores possam encontrá-lo. Mas isso é mais do que verificar seu endereço. Localize a listagem do seu mapa e pergunte por si mesmo. Certifique-se de que as instruções levam você até a porta da frente. Embora, com maior frequência, o Google Maps ou o Apple Maps acertem, ocasionalmente, o pino do mapa ficará localizado em um lado diferente do prédio ou na rua, de onde você está realmente localizado.

4- Certifique-se De Não Estar Vendo Duplicado

Especialmente se sua empresa mudou de dono nos últimos anos, você desejará realizar pesquisas para garantir que não haja listagens duplicadas, especialmente no Google My Business ou nas mídias sociais. Listagens duplicadas podem dificultar a localização e fazer com que elas questionem qual listagem é a correta. Pode até mesmo prejudicar o seu ranking de busca local. Listagens duplicadas podem acontecer por vários motivos, dependendo de onde a informação está vindo. A melhor maneira de encontrá-los é procurá-los. Comece com as listagens mais importantes sobre as quais falamos anteriormente e, depois, verifique todas as listagens locais importantes para sua empresa. No Google, você tem algumas opções para resolver esse problema. Essa correção específica é importante, mas saiba que pode levar muito tempo passar pelo processo sozinho.

5- Se Mantendo Com Múltiplas Localidades

Esta próxima dica aplica-se a empresas com múltiplas sedes e empresas de franquia que tenham o mesmo nome e marca. Sem exceção, você desejará que cada local exclusivo tenha sua própria listagem. Consistência ainda se aplica aqui – mas em maior escala. Você deve se certificar de que haja consistência na nomenclatura (exceto nos casos em que locais diferentes possam oferecer serviços diferentes). Você também desejará verificar se o número de telefone e o site corretos correspondem ao local correto. Além disso, lembre-se de que as regras podem variar dependendo do tipo de negócio – por exemplo: cuidados com a saúde – para fazer sua pesquisa primeiro.

Gerenciar suas listagens locais pode ser um esforço demorado, mas que vale a pena, devido a presença online que a sua empresa poderá alcançar. Também pode ser um processo desafiador, se você tiver dúvidas, a ReachLocal está aqui para ajudar!